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26 Circo ou diria cerco?


Notas iniciais
Obrigada por resistirem bravamente e por cada review postado Eclipse She, JUSSARA CULLEN, michele djenifer, Marcela, MaraRobsten, SHIRLEY, Raskia, andreiapenelope, LahFernandes, Belita, kekell2003, camila almeida, ClaudiaMonteiro35, club, Ka Almeidah, Sil Araujo, fada cullen, Lili Swan,
Sisters_love, novacullen, Nane, Polli, DéSouza e jujuh. Bjos!
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As palavras em sublinhado significa que são referências reais e podem ser por você pesquisado se assim desejar.
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Continuando...

"[...]então, justamente então – reviverão como fantasmas as perguntas: para quê? Para onde? E agora? A decadência dos povos já terá ido tão longe, que quase não terão mais força de espírito para ver e avaliar a decadência simplesmente como… decadência." — Martin Heidegger

Ainda prefiro acreditar que não chegaremos a esse ponto!

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- Música sugerida (Please Don't Go — Barcelona) -

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Ana Beth Crowley fitava a criança a sua frente sem saber o que fazer... Seu filho agora prostrado momentos atrás entrara em casa desesperado e agarrado a um amontoado de manta, dentro um pequenino bebê ensanguentado... A criança, realmente muito pequena agora dormia depois de apresentar algo semelhante a um choro constante e vencido pela exaustão fechou os olhos...

- Onde arrumou esse menino Tyler? Por deus meu filho diga alguma coisa... Pedia há bastante tempo e o rapaz tremulo passava em sua mente os últimos e tenebrosos acontecimentos que presenciara... Ana Beth conhecia sua cria muito bem e sabia o quanto ele podia ser curioso quando queria e por conta disse entrar em encrenca... – Tyler... A senhora sentou-se ao lado do filho e o rapaz chorando começou a lhe contar o ocorrido... – Céus que tragédia... Quem eram essas pessoas, será que ladrões? Questionava-se. – Mas por que fazer tanto mal assim? Deixar a moça morrer... Disse e voltou-se para o bebê... — Pobrezinho... Tão inocente, mal chegou ao mundo e... Dizia e a palidez da criança assustava a senhora. – Essa criança precisa de cuidados Tyler... Não poderemos cuidar dele aqui...

- Mãe... Eu... Eles podem vir atrás de nós... Querer ele... Podem nos... Matar como fizeram com a mãe dele... Dizia amedrontado.

- Precisamos de ajuda... Mas não podemos nos expor... Você precisa ficar escondido... Esse pequeno... Aquela casa... Tenho a certeza que isso envolve dinheiro e muito dinheiro...

- O antigo dono da casa morreu, foi o que dona Sue disse pra mim quando me dispensou dos serviços...

- Sue...

- Sim, senhora Suellen Cleawater... Era a governanta da casa. Explicou Tyler enxugando o rosto.

- Precisamos achar essa mulher meu querido...

**

- As circunstancias desse crime são ainda muito nebulosas capitão Black...

- Eu sei chefe Levora... É tudo muito estranho e encontrar esse casal na cena do crime me leva a crer que temos aqui um grande quebra cabeças a ser montado... Peço a gentileza de me ceder seu espaço para poder interrogar o homem que está aí fora com meus agentes. Pediu Billy, o crime ocorrera na jurisdição da chefatura de policia de New Rochelle, mas como o FBI tinha autonomia logo ganhou a frente nas investigações.

- Sim, claro... Fique a vontade. Declarou o chefe de policia de New Rochelle sem ter na verdade como recusar-se... Logo Billy começou seu interrogatório com o Volturi...

- Então ela simplesmente ligou para você pedindo que a encontrasse aqui na antiga casa do pai? Perguntou Black.

- Exatamente... Se não acredita a companhia telefônica pode confirmar... Dizia um calculado Aro... Ele sabia que um passo em falso o deixaria em maus lençóis... Ao que tudo indicava Laurent conseguira escapar e isso deixava Aro com sua mentirosa história protegida. – Ela estava nervosa... Dizendo que não aguentava mais tudo aquilo, que estava arrependida pela traição e...

- Me conte o que encontrou quando chegou à casa... Ordenou Billy.

- Estava tudo muito silencioso e a porta principal estava aberta... Eu adentrei sendo acompanhado por Gianna... Quando chegamos à área da churrasqueira vimos Isabella largando a faca na pia e caindo no chão em seguida... Céus... Eu... Eu corri até ela... Perguntando o que estava acontecendo... Todo aquele sangue... Cheiro de morte... Ela nada disse... Desfaleceu logo em seguida... O estado em que ela estava e a ausência do bebê que esperava me levou a pensar no pior... Eu estava prestes a pegar meu celular e chamar ajuda, mas a policia chegou antes e a partir daí o senhor sabe... Explicava demonstrando-se transtornado por reviver aquele cenário, o Volturi pensava rápido e para ele incriminar o garoto não parecia mais ser uma boa ideia, melhor era deixar toda a culpa em cima de Isabella, acreditava... E ao mesmo tempo que pensava em suas mentiras, sua mente vagava curiosa sobre o paradeiro do tal Tyler e do bebê de Isabella bem como sobre a própria Isabella se havia resistido a tudo aquilo ou se lhe tinha feito o favor de partir dessa para melhor, se fosse assim seus planos seriam perfeitos e estariam indo para o caminho que ele tanto desejava... Devemos admitir o homem sabia jogar e encenar como ninguém, pois Billy se mostrava confuso diante de tanta realidade, mas não crédulo...

- Quero uma pesquisa sobre as ultimas chamadas que ele recebeu... Entregue seu aparelho telefônico Aro... Disse Billy primeiro para seu auxiliar depois para o Volturi... Aro o fez tranquilamente, sabendo que aquele celular só iria incriminar Isabella... – Quero ser o primeiro a falar com Gianna Lancaster assim que a mesma estiver em condições...

- Ela está sendo monitorada senhor, quando tivermos novidades lhe passamos. Afirmou seu auxiliar saindo em seguida com o celular de Aro nas mãos.

- Você irá permanecer aqui, sob custódia até...

- Isso é arbitrário capitão, meu advogado pode muito bem...

- Arbitrário foi você sair de Manhattan sendo que está sob investigação federal, deveria ter comunicado sua saída a nós do FBI. Devolveu Billy muito seguro e Aro dessa vez sentiu-se um idiota por ter se esquecido desse detalhe, seu advogado não sabia dessa parte do plano por isso não o alertou, e mais uma vez o jovem Tyler apareceu em sua mente, aquele garoto e o que vira poderiam coloca-lo em grandes problemas, mas Aro também sabia que muito provavelmente Laurent iria querer ver o garoto morto o quanto antes e para isso deveria naquele momento estar buscando pelo seu paradeiro... E quanto a Isabella, Aro estava em uma torcida fervorosa para que a moça realmente tivesse morrido...

**

Isabella permaneceu por horas adormecida, Alice e Jasper foram até New Rochelle bem como Esme e Carlisle para dar apoio ao filho, enquanto Rosalie permaneceu em Manhattan cuidando de Kimberly... Ao acordar estavam no quarto um Edward ainda cabisbaixo, sua irmã e mãe... Isabella como se voltasse dos mortos tomou um grande folego abrindo os olhos e deixando-os arregalados...

- Meu filho... Soltou em desespero e Edward de imediato colocou-se ao lado dela.

- Bella... Disse pegando em sua mão... – Princesa...

- Meu filho... Eu quero o meu filho... Suplicava em agonia...

- Calma meu amor, calma... Pedia tentando conter o movimentar descoordenado de uma Isabella em busca de um alivio para o seu coração...

- Meu bebê Edward... Eu... O quero... Por favor... Aro... Chorava sem saber a quem chamar ou o que dizer... Ela tinha conectado a si um monitor cardíaco, este fez o bip frenético ser ouvido e Alice preocupada resolveu chamar por socorro percebendo que Edward não conseguiria conter a aflição de sua amada... A enfermeira logo entrou e observando a situação resolveu intervir sedando mais um pouco a paciente... Isabella voltou obrigatoriamente à serenidade deixando para trás seu amor choroso e inconsolável...

**

Aro permaneceu incomunicável na delegacia de New Rochelle e aquilo estava a cada instante deixando-o mais e mais tenso, sem noticias de Isabella... Será que resistira? Não, não era possível, pensava... Todo aquele sofrimento, não há essa hora deveria estar morta isso sim... Desejava com ânsia aquela realidade paralela tão distante do que realmente acontecia naquele momento... E Gianna o Volturi também imaginava...

- Aquela criatura não pode abrir a boca... Não ela não abriria a boca, tem amor a própria vida! Soltou para si mesmo.

**

Edward esgotado emocionalmente resolvera caminhar pelos corredores do hospital deixando sua Isabella sob o olhar atento de Esme e uma Alice ao telefone...

- A mulher presenciou um crime... Disse uma enfermeira e aquilo despertou a curiosidade de Edward...

- Bem no estado que ela chegou deve realmente ter visto algo assustador. Disse a outra e o Cullen lembrou-se de Gianna em meio ao caos que foi ter encontrado sua Isabella... Observou os quartos próximos e acabou tendo a sorte de ver um policial montando guarda em frente a um dos quartos e nesse estava uma Gianna catatônica ao que tudo indicava, sua vontade era indaga-la, faze-la dizer à força o que realmente havia acontecido, mas sua racionalidade ,um milagre pôr-se em funcionamento naquele instante, lhe disse para esperar e apenas observar... Iria se precaver e obter informações da fonte tão logo fosse possível, seguir os passos de Gianna Lancaster seria o seu principal objetivo e sem demora ligou para Seth deixando-o de sobre aviso sobre Gianna... Isabella apesar do sedativo teve um sono agitado durante aquela noite... Os Cullen se alojaram em um hotel no centro de New Rochelle e Edward manteve-se ao lado de sua garota... Ora chorava por não ter noção do que realmente acontecera com seu filho, ora via-se angustiado pelo estado de Isabella, ora agitava-se em ganas de reivindicar um culpado para tudo aquilo, sim porque ele não conseguia nem por um minuto acreditar nas palavras do nojento Volturi...

- Deus me dê forças para fazer o que precisa ser feito... Equilíbrio para não me perder e sabedoria conseguir decifrar esse enigma... Esse... Quebra cabeças macabro... Mas... Acima de tudo me ajude a cuidar do meu amor... Pedia enquanto acariciava o rosto de Isabella, sentado próximo a ela, sua face também bem próxima a dela... – Me ajuda a colocar de volta um sorriso nesse rosto... Amo tanto você princesa... Preciso tanto entender o que de fato aconteceu pra poder te ajudar... O que meu amor... O que aconteceu com nosso filho... Com nosso bebezinho? Deus... Dizia e as lagrimas voltaram a manchar seu rosto...

**

Pela manhã, Billy Black apareceu no hospital acompanhado de seu auxiliar e quase junto com ele chegaram Alice, Jasper e Emmett... A porta do quarto de Isabella foi batida e logo aberta por Alice que chamou o irmão para fora, quando o Cullen saiu notou a presença de um policial ao lado da porta e estranhou o fato... As analises preliminares da pericia sobre o local do crime surgiram rapidamente por conta da insistência de Billy Black em entender por fim o que realmente ocorrera naquela casa...

- Os laudos das amostras retiradas no local do crime afirmam a existência de DNA humano e a compatibilidade materna nos leva a Isabella... Explicava Billy a um Edward atordoado.

- Então... É verdade, o bebê foi... Disse Jasper... Seu filho estava morto, a constatação, embora já fizesse parte das conclusões de Edward agora caída como uma bomba com detonamento tardio... Haviam matado sua criança, sua mente berrava em desespero e com as mãos em punho tentava controlar sua respiração... Todo aquele cenário maquiavélico fora palco da morte de seu menino que nem ao menos tivera a chance de conhecer... Quem em nome de Deus poderia ter a covardia de realizar aquele feito? Aro? Gianna? E por isso talvez ela estivesse daquele jeito, catatônica, se arrependera de deixar-se ser usada por Aro...

- Bem junto com o DNA humano encontraram-se também fragmentos de ossos e carne de frango e também carne bovina... Mas precisamos lembrar que aquela pia ao lado de uma churrasqueira deva ter recebido detritos e mais detritos dessas substancias antes do ocorrido... A arma do crime... Uma faca de açougueiro foi também analisada e... Carrega apenas as digitais de Isabella, o que deixa as coisas ainda mais complicadas... Não achei que ela fosse resistir depois da cena que vimos lá, mas... Bem ela está viva... Aquelas palavras deixaram a todos ainda mais confusos e a menção de Isabella não ter resistido trouxe tremor no interior de Edward... — Estou tentando conter a situação, antes que a mesma vaze na imprensa... Edward eu sinto muito... Continuava Billy e o Cullen não deu atenção, antes se lembrou de dias atrás, as dores no punho que Isabella sentia, a tendinite gestacional que sofria... Nada daquilo fazia sentindo, ela não conseguiria empunhar uma pesada faca e fazer o macabro serviço, ele sentia em seu coração que tudo estava fora do lugar, desenhado para parecer real, a certeza e confiança em sua Isabella lhe trazia essa garantia – Isabella jamais faria isso. – Quero que saiba que dadas as circunstancias estou sendo cauteloso, mas é impossível não seguir a linha de que Isabella poderia ter cometido tal ato... Afirmava pausadamente.

- Billy... Disse Edward quase em advertência.

- As evidencias berram Edward... Não sou ingênuo, ninguém aqui é... É obvio que existe muito mais a ser desvendado, mas não posso me fazer de cego e...

- Eu sei! Afirmou resoluto.

- Vou precisar falar com ela... Apresentar a situação e ouvi-la...

- Ela não está em condições. Disse Edward baixo e calculado.

- Isso é sem propósito, completamente insano... Soltou Alice inconformada.

- Vamos manter a calma...

- Não, isso não tem cabimento algum Billy... Protestava Alice.

- Bem... Existem casos semelhantes já vistos e a culpada era realmente a mãe... Declarou o auxiliar de Billy.

- Não... Não a minha Isabella... Bella queria o filho... Nós... Nós ansiávamos por ele... Esboçou Edward agora raivoso aproximando-se do rapaz de forma intimidativa...

- Lapsos de consciência, momentos de ausência... Isso pode acontecer. Concluiu o rapaz sem medo.

- Isabella não faria isso! Reafirmou Alice imperativa e Edward ainda medindo o rapaz foi puxado pelo irmão.

- Infelizmente precisamos seguir, os indícios são fortes embora como falei acredito ser um pouco fantasiosa toda a situação... Dizia Billy e Edward se ateve a palavra fantasiosa e em sua mente Aro Volturi ressurgiu...

- Um pouco? Jogou Jasper com sarcasmo.

- Billy... E Aro? Questionou Emmett.

- Está detido na delegacia, como você deve imaginar ele infringiu a lei saindo de Manhattan sem o consentimento do FBI então estou dando uma canseira nele...

- Ele foi interrogado? Perguntou Jasper e Billy lentamente afirmou com cabeça.

- Isabella ligou para ele... Ouvir aquilo deixou Edward ainda mais intrigado. – Pediu que viesse vê-la aqui... Dizia estar cansada de tudo isso e arrependida pela traição, essas são as palavras ditas por ele... Afirmou e Edward esboçou um rosnado. — Bem, infelizmente a chamada existe nos registros da companhia telefônica, pedi que averiguassem, o registro existe... As coisas se complicam um pouco mais com ele afirmando que ao chegar na casa viu Isabella em pé ao lado da pia com a faca em mãos e logo depois caiu no chão...

- Absurdo... Disse Alice já impaciente cortando Black e Edward raciocinava ligando pontos, as cenas que viu, o que ouviu...

- Uma vez eu li “É a própria mente de um homem, e não seu inimigo ou adversário, que o seduz para caminhos maléficos”... Soltou Edward e talvez por conta a situação pudessem achar que ele estava sem noção das coisas de tão atormentado que se encontrava. – Billy... Aro sabe que Isabella está viva? Questionou e Alice o fitou intrigada... Edward diferente do que poderiam imaginar não estava tão ausente assim, muito pelo contrário na verdade e naquele instante ele lembrou-se de algo...

- Não... Como falei estou mantendo-o em uma sala na delegacia, incomunicável e as ordens são para não lhe darem ouvidos ou privilégios... Uma informação seria nessas circunstancias um privilégio e embora ele pareça ser apenas uma testemunha, estar aqui já se torna uma grande suspeita em cima dele. Afirmou Black deixando claro que não havia engolido o fato de Aro estar na cena do crime. – Por que a pergunta? Questionou...

- Curioso não acha? Isabella desaparecer um dia antes da data marcada para assinar o divorcio. Disse.

- Eu diria provisão divina na visão de alguém como Aro se a mesma tivesse...

- Morrido! Exatamente. Disse Edward cortando o raciocínio de Billy. – E se ela realmente morrer... Quer dizer... Ela é a única herdeira de uma fortuna, tem apenas uma filha... Que veja, por coincidência é também filha biológica dele... Colocava o Cullen sua linha de raciocínio...

- Ele seria o único beneficiário! Afirmou Emmett.

- É claro que isso tem o dedo dele...

- A questão é quem o ajudou a chegar até aqui. Declarou Jasper cortando a esposa.

- Quem o ajudou vem com o tempo... No momento precisamos ajuda-lo...

- Ajuda-lo? Questionou um confuso Jasper.

- Sim, ajuda-lo... Vamos ajuda-lo e através disso descobrir quem matou meu filho. Vociferou Edward...

**

O semblante ainda cansado, abatido, a palidez evidente traziam um aspecto doentio a Isabella... A moça mexeu-se na cama e Edward notou... Ela abriu os olhos vagarosamente, incomodou-se com a luz e fechou-os novamente para em seguida abrir, a mão no ventre lhe levou a derramar uma solitária lagrima... Edward levantou-se da poltrona em que estava acomodado e colocou-se próximo a ela, pôs sua mão em cima da dela e Isabella se voltou para ele... A expressão de dor estava ali em todo o seu frágil ser...

- Princesa...

- Eu... Queria que tivesse sido apenas um pesadelo... Dos tantos que já... Tive... Disse com a voz quebrada e Edward inclinando-se beijou sua testa com imenso cuidado.

- Meu amor. Soltou baixinho para apenas ela ouvir.

- Edward... Eu quero... Ele... Por favor... Pedia angustiada e chorosa.

- Tenha calma... Precisamos manter a calma... Dizia também respirando fundo. – Princesa... Disse olhando-a nos olhos e Isabella apertou-lhe a mão. – Eu preciso que você se mantenha firme, precisamos ser lógicos agora, racionais ao máximo para realmente descobrir o que aconteceu...

- Nosso bebê...

- Eu sei... Está doendo, muito meu amor... Disse deixando cair a frieza que tentava inutilmente manter, abraçou sua mulher sem importar-se com mais nada... Choraram juntos, desabafaram sua dor... – Bella nós vamos viver esse luto juntos, mas antes precisamos fazer justiça, precisamos colocar o culpado por isso atrás das grades... É o mínimo, pois minha vontade... Dizia agora com as mãos em punho tremendo em revolta... – Minha vontade era acabar com o culpado com minhas próprias mãos...

- Edward...

- Bella eu preciso que faça um esforço e me conte tudo que se lembra... Desde o começo. Pediu e a moça respirando fundo começou a contar desde o momento em que caminhava no parque... – Como era esse homem? Questionou...

- Negro alto... Da sua altura... Eu não me lembro muito dos detalhes, na verdade o medo me impediu de ver detalhes... Eu... Eu fiquei tão atordoada com a possibilidade dele fazer algo com você ou com Kim... Me... Me desculpe amor... Disse soluçando. — Eu sei que fui ingênua, mas o medo me deixou paralisada para qualquer outra atitude que não fosse... Aquela...

- Quando você me ligou... Declarou e Isabella franziu a testa.

- Eu não liguei pra você... Jamais ligaria... Ele, aquele homem, disse que se eu ligasse você seria morto... Eu... Eu não liguei. Afirmou com certeza e aquela constatação só deixou Edward mais decidido na opção de acreditar que aquilo tudo fora armado e tinha o dedo de Aro a certeza crescia por ser ele o único beneficiário...

- Tudo bem... Pelo visto essa foi mais uma armação, assim como a ligação que Aro diz ter recebido de você pedindo que fosse encontra-lo... Soltou e Isabella tornou a ficar ainda mais confusa.

- Eu não liguei para ele. Afirmou

Pense, princesa pense... Aro, quando o viu? Perguntou e Isabella engoliu em seco... Não se lembrava de coisas coerentes a partir do momento que a tiraram da sala... A dor era tanta que nublava seu discernimento ou raciocínio... Edward percebeu o quanto ela estava perdida e que força-la não lhe traria grande resultado... O Cullen não conseguiu mais segurar a entrado de Billy Black e contrariado permitiu exigindo permanecer no quarto e Billy aceitou, Alice por ser advogada criminal também entrou... Isabella com a ajuda de Edward sentou-se na cama e no modo FBI Billy começou a conversa com Isabella da mesma forma que Edward fizera, mas quando apresentou as evidencias coletadas e suas preliminares o semblante de Isabella passou do choque ao terror...

- Es... Estão achando que eu fiz isso... Com meu... Meu próprio filho? Questionou temerosa.

- Veja Isabella, as evidencias só nos mostram a sua presença física no ato em si, as digitais na faca é um fato inconteste, eu sei que...

- Eu matei... Meu filho... Esboçou em choque e Edward praguejou no mesmo instante, sim sua linha de raciocínio estava fragilizada e pensar nessa hipótese era o caminho mais fácil concluía Edward, Isabella levantou os olhos em direção ao seu amor e Billy apenas analisava a situação daquele interrogatório informal que nada tinha ainda de oficial. – Edward...

- Bella tenha calma, você não precisa e não deve dizer nada ainda. Afirmou Alice.

- Você não fez isso... Não tinha como faze-lo... Começou Edward e Billy apenas permaneceu observando. — E a tal medicação que ela ingeriu... Voltou-se para o Black. — Isabella nunca ouviu falar sobre essa substancia, ora vamos ela queria nosso filho, nós queríamos... E ainda temos o fato dela estar com problemas nos punhos, tendinite gestacional... Um exame mostrará isso facilmente... Ela não teria forças para... Esquar... Esquartejar alguém... Afirmava quase em desespero respirando fundo ao final, Isabella ainda em choque não ouvia mais nada...

- Bem essas são as evidencias e você sabe precisava apresentar a ela, embora como falei vamos mantar as coisas com cautela nesse momento... Estou sendo mais amigo do que federal Edward e você sabe disso... Declarou em quase advertência, como se dissesse — Não abuse. — Ela ainda terá que passar pelo exame de corpo delito, uma avaliação psicológica também será necessário e é claro a analise final da pericia feita pela policia técnica... Seja como for... Disse voltando a formalidade. - Isabella Volturi tenho que lhe avisar que é uma das suspeitas da morte de seu filho. Disse Black se mantendo profissional e a simples menção fez Edward ter vontade de voar em seu pescoço esquecendo-se de que aquele era seu amigo de anos... Isabella voltou os olhos embaçados pelas lagrimas ao Cullen...

- Você precisa ouvir Gianna Lancaster... Aquela mulher sabe de tudo tenho certeza! Declarou Edward.

- É o que irei fazer, tão logo ela tenha condições de falar... Ainda está sob efeito de calmantes, teve uma crise de choro incontrolável, qualquer declaração sua seria contestada diante de um juiz tendo em vista o estado em que ela se encontra agora. Respondeu Billy e logo depois se retirou sendo acompanhado por Alice que a partir daquele instante passava a empenhar o papel de advogada de Isabella...

- Você não fez isso... Não fez está entendendo? Não fez! Afirmava Edward fervorosamente...

- Já não sei mais o que pensar... O que eu... Passei... A dor que senti... Eu... Talvez...

- NÃO! Cortou em aflição. – Você não fez! Disse quebrado por ver nos olhos de Isabella a dor e a certeza insana cresdendo.

- Não temos como saber... Devolveu em um sopro. – Tudo converge para mim...

- Por deus não me faça perdeu a linha... Me ajude Isabella, não desista... Pedia em desespero e a garota ficou calada em sua angustia, seu interior quebrava-se mais e mais a cada instante... A reação dela irritava a Edward que mantendo-se calado desviou seus olhos... Alice, Jasper e Emmett retornaram ao quarto instantes depois... A irmã de Edward percebendo o nervosismo do irmão...

- Edward precisamos manter o equilíbrio e a união do contrario seremos enfraquecidos. Afirmou.

- Como ela pode pensar algo assim de si mesma? Questionou inconformado... — Ela está achando que matou ele, Alice. Declarou inconformado... Enquanto isso a dor de Isabella que já era excruciante agora se tornava estratosférica diante das palavras ouvidas a pouco por Billy Black... Passou a mão por seu ventre mais uma vez sem importar-se com mais nada ou alguém, tremula, uma dor que já era intensa rasgava sua alma, conseguiria conviver com a perda? Teria ficado tão desorientada ao ponto de cometer um ato tão vil? Voltou seu olhar para Edward por um curto instante, a afirmativa eloquente dele ao falar que ela não fizera aquilo... Negação, essa era a palavra que lhe surgia para definir a reação de Edward... Isabella estava a cada minuto se convencendo de que os instantes que vivenciara dentro da casa em New Rochelle poderiam muito bem ter se encerrado com ela cometendo aquela atrocidade já que a realidade lhe fugira por completo... Insano? Sim, mas diante de tudo o que vivera pensar algo assim não era tão absurdo quanto sentir o que sentira ou passar pela tortura a que fora submetida... Ela ainda se lembrava de cada doloroso momento que vivera...

- Maninho desorientada acho que não chega nem perto de definir como ela está se sentindo agora... E não é pra menos diante de tudo que nos foi apresentado. Afirmou, era como se Isabella não estivesse ali... Apenas respirava discretamente mantendo-se paralisada, contudo sua alma mantinha a agitação quase agonizante da acusação que lhe pesava...

- Eu preciso agir... Declarou intenso. — Billy já foi? Perguntou.

- Foi der uma olhada na tal Gianna. Afirmou Emmett.

- Edward precisamos saber para que lado atirar antes de apertar o gatilho. Disse Jasper.

- Não vou atirar, vou apenas armar a ratoeira para o nojento rato... Fazê-lo se expor...

- Cautela é a palavra do momento! Disse Jasper.

- O que tem em mente? Perguntou Alice.

- Devo entender que o rato é o Volturi... Mas o que nos servirá de ratoeira? Questionou Jasper.

- A herança de sua falecida esposa! Soltou frio e Isabella o fitou sem entender.

- Inventar que eu morri não vai ajudar as coisas. Declarou.

- Isabella... Pense, por favor, qual é a motivação de Aro? Perguntou Edward em uma postura dura ao fita-la.

- Antes eu tivesse morrido mesmo! Soltou com escarnio e mais uma lagrima desceu por seu rosto causando dor a todos naquele quarto.

- Edward... Disse Alice em advertência ao ver o irmão respirando pesadamente e dando um passo a frente...

- Eu não posso simplesmente me manter passivo vendo-a condenar-se a forca sem ao menos uma decente defesa. Exclamou raivoso.

- Eu perdi meu filho! Soltou uma oitava acima de forma visceral sem importar-se com o show que protagonizava junto a Edward.

- Estamos todos nervosos e...

- Eu também perdi. Devolveu Edward evidenciando sua irritação.

- Mas a culpa da morte não está em suas mãos...

- Deus o que eu faço com você? Questionou com os olhos injetados agora de raiva levantando as mãos para o alto.

- Bella... Pensar assim não vai lhe ajudar... Começou Alice aproximando-se da amiga. — Olha eu sei que tudo que Billy disse te assusta, mas entenda que as coisas não são assim... Exatas... As circunstancias em que tudo aconteceu são nebulosas demais e desculpe... Não é possível que você tenha feito essas coisas...

- Não adiante Ali... Ela está decidida a ir por esse caminho. Soltou Edward tentando se recompor.

- Mano você iria expor seu plano ou não? Perguntou Emmett tentando apaziguar as coisas.

- Encenar o funeral... Dar um show completo... Dizia. — Embora você de forma absurdamente errônea ache que fez a sandice de cometer esse crime... Jogou voltando-se para Isabella. – É necessário que admita a participação de Aro... As ligações servem pelo menos de prova...

- Se a policia tivesse demorado alguns minutos a mais... O tal abortivo que lhe obrigaram a tomar causando uma hemorragia intensa... Você não teria resistido Bella. Afirmou Alice.

- Essa era com certeza a intenção dele... Com você fora do caminho um dia antes de assinar o divórcio... Tudo iria ficar para Kim e para ele... Será que pelo menos isso consegue ver ou também acha que ligou para ele pedindo que fosse vê-la? Perguntou raivoso.

- Edward calma. Pediu Jasper e Isabella abaixou o olhar.

- Eu já falei que não liguei pra ninguém... Nem tinha como ligar, meu celular ficou em casa e...

- Ótimo, pelo menos nisso concordamos. Devolveu duro. – Agora se me permite continuar... O que eu quero dizer é que se ele permanecer achando que está viúvo... Que a herança vai toda para ele...

- Vai se sentir livre para fazer o que bem entender...

- Exatamente e colocando a pessoa certa na frente dele... Uma confissão será questão de minutos. Concluiu Edward cortando Emmett.

- Que pessoa? Perguntou Jasper.

- Vitória Holand. Respondeu Edward.

- Eu não sei se isso é uma boa ideia. Disse Alice.

- Você falou em encenar o funeral... Caixão e tudo certo?

- Exatamente... Aro não é idiota... Vai querer ver para crer. Confirmou Edward.

- Se ele pensar que ela está morta... Você acha que ele vai abrir o bico enquanto é torturado pela ruiva gostosa. Raciocinava Emmett em voz alta e Edward assentiu vendo em sua visão periférica Alice revirar os olhos.

- Aro só vai acreditar que estou morta se me ver morta. Disse Isabella... Naquele momento o sentimento de perda, medo por pensar na possibilidade de ter ela mesma matado seu filho se engrandeceu direcionado a Aro em forma de revolta... As palavras de Edward faziam sentido e ela mesmo em sua agonia já tinha pensado que Aro poderia estar envolvido com aquilo... Ela sabia que jamais quisera mal ao seu filho, mas diante de tudo mantinha a dolorosa duvida sobre a realidade das acusações que a cercava... Contudo fazer Aro pagar lhe parecia justo.

- O que quer dizer com isso? Perguntou Edward com os olhos em fenda.

- Não é um funeral que ele quer ver? Então, ele vai ver e de corpo presente. Afirmou decidida e Edward assim como todos se surpreenderam com a frieza que ela acabara de adotar...

- O que? Questionou Alice aturdida. - Isso é insano! Soltou Alice e Emmett sorriu.

- Na verdade é uma cartada de mestre e eu estou dentro com certeza. Afirmou Emmett.

- Ficaram loucos só pode! Declarou Jasper.

- Jass... As pessoas somente enxergam o que querem ver! Declarou Edward entrando no jogo que agora era comandado por Isabella.

- Precisamos preparar o oficio fúnebre. Afirmou uma decidida Isabella e Edward fitou sua garota orgulhoso. — Ou isso vai nos levar até o culpado pela... Dizia Isabella entre a duvida e a certeza, a palavra morte ficou entalada em sua garganta, algo impronunciável para ela. — Ou fica claro de uma vez que a culpada sou...

- Isabella chega, eu já disse você não fez isso... Esbravejou Edward cortando-a.

- Amiga, Edward tem razão você não fez, não tinha como faze-lo... Por favor, pare de se torturar...

- Eu... Falou voltando a chorar... – Deus... Meu filhinho... Dizia e Edward foi do raivoso ao compadecido e aproximando-se a abraçou forte... – Vamos fazer Edward... Vamos criar essa farsa. Declarou recompondo-se.

**

Ana beth Crowley morou sua vida toda em New Rochelle e criou com muito sacrifício seu Tyler, tinha por consideração como parte de sua família o reverendo Weber, sua Raquel e Angela, pessoas muito queridas, Angela era enfermeira formada e seu caráter e decência davam a certeza de que poderia nela confiar...

- Ele não parece ser prematuro, mas não sei... Essa dificuldade em respirar muito provavelmente se dá pela má higienização das vias áreas logo depois do parto... Dizia quase pra si mesma e Ana beth e Tyler se entreolhavam... Angela se voltou a eles desconfiada. – O que de fato temos aqui? Inquiriu e Tyler empurrado pela mãe contou mais uma vez tudo que vivenciara. – Que horror... Pobrezinho... Você está falando da casa dos Swan certo? Perguntou em confirmação e Tyler assentiu. – Eu vi o movimento por lá ontem... Bem, talvez avisar a policia seja complicado, mas...

- Tyler falou sobre a antiga governanta de lá... Angela querida, meu filho e esse bebezinho correm perigo e talvez a policia não possa nos ajudar... As pessoas que fizeram isso talvez sejam muito poderosas e...

- Mamãe conhecia a governanta dos Swan. Lembrou Angela e Ana Beth sorriu junto com o filho... Ligar para a mãe foi a primeira atitude da moça depois de higienizar como devia o pequenino a sua frente, cuidando do umbigo infeccionado pelo corte grotesco realizado no corão umbilical... – Precisamos mantê-lo o mais aquecido possível senhora Crowley, talvez tenhamos dificuldades para alimentá-lo, mas não poderemos deixa-lo mais do que três horas sem comer... Orientava e Ana Beth experiente como era apenas assentia... A mãe de Angela veio até a casa dos Crowley e assim como a filha ficou horrorizada com o relado de Tyler, e por fim entendeu a situação acreditando nas palavras que ouvira, afinal Ana Beth e o filho eram gente de bem e conhecidos de longa data... Buscar por Sue Cleawater seria o próximo passo...

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Os Cullen prepararam o circo que envolveria o funeral de Isabella... Billy sendo informado do plano concordou com a farsa que seria até divulgada a imprensa, tudo com a intenção de ser ao máximo realista... O médico Jared Cameron recebendo Billy em sua sala ouviu do chefe do FBI qual seria o procedimento adotado, ou melhor a farsa armada, Billy concordara por acha que através daquele ato tanto o Volturi como todos que o tinham ajudado sentiriam-se menos acuados, mas soltos, até uma declaração a impressa o próprio Billy faria... O médico desde o momento em que entrara naquela casa atendendo um chamado da policia achara tudo muito estranho e não se esquecia do olhar gélido que Aro lançava a Isabella... Se aquele homem era marido dela, com certeza não a amava pensara mesmo tendo Aro demonstrado que estava em aflição diante de toda aquela horrenda cena...

- Capitão Black... As evidencias podem até levar a Isabella, mas me desculpe qualquer profissional experiente saberia que ela não teria nem força quanto menos estomago para cometer tal loucura, ainda mais depois do sofrido parto... Opinou. – Podem contar comigo, para protegê-la e ajudar nas investigações... Afirmou e sim ele efetivamente ajudaria, administraria em Isabella um sonífero pesado capaz de mantê-la desacordado por doze horas...

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A noticia de que Isabella falecera foi solta por Emmett e Jasper e logo se tornou noticia nacional. tendo a declaração do chefe do FBI vinculada em todos os meios de comunicação afirmando que até o momento o caso estava sem solução... Laurent e seu bando ficaram sabendo quase que de imediato... Ainda estavam em New Rochelle tentando localizar e dar cabo de Tyler, mas ainda não haviam tido sucesso em suas buscas... Aro foi informado pelo próprio Billy da morte da esposa e segurou-se para não gargalhar na frente do Black comemorando o seu bem sucedido plano apesar de ter no meio do caminho algumas desastrosas ocorrências...

- Irá até o funeral escoltado e depois voltará comigo para NYC. Declarou Billy observando atentamente cada reação de Aro, o maldito manteve-se firme até a hora em que foi deixado sozinho... Neste instante sorriu escancarado...

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Grandes e elegantes coroas de flores enfeitavam o salão que abrigaria o corpo de Isabella vestida de branco, a frágil jovem parecia realmente morta... Com a ajuda de Rosalie e Alice, Isabella se preparou para o seu funeral e pronta recebeu o sedativo injetável aplicado por Jared... Tão logo ela adormeceu Edward a colocou no caixão e derem prosseguimento a farsa...

- Deus isso é demais para mim. Disse Esme com náuseas e Carlisle resolveu retirar a esposa do local... Edward com Alice ao seu lado mantinha-se sério, com a fronte baixa, de óculos escuros assim como a maioria dos Cullen, a pequena Kimberly fora levada juntamente com a babá acompanhada de Jacob para Hamptons na casa dos Cullen... A impressa estava em peso no local bem como conhecidos e curiosos... Os carros negros do FBI logo foram avistados estacionando perto dali e quando Aro desceu de um deles...

- O show vai começar. Disse Emmett contendo o sorriso...

Spoiler —

Se entreolharam confusos... Edward apertou os passos... Isabella se apertou mais a ele... Um frio em sua barriga se instalou... Os degraus rapidamente foram vencidos e adentrando a grande sala...

Os olhinhos curiosos notaram algo diferente em seu míope campo de visão...

Notas finais
Será que o circo armado vai realmente surtir o efeito desejado?
O que acharam? Podem me dizer? Estou em cólicas louca para saber a opinião de vocês... E fantasminhas lindas, aparecem, me deem um oi se puderem ok? Vocês são mais do que bem vindas por aqui.
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Fico por aqui agradecida por me acompanharem.
Novidades sobre o próximo capítulo serão encontradas no Facebook - Lu Nandes Fanfic's.
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Bjos e até sexta com mais Save Me!