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19 Atentado


Notas iniciais
INSPIRAÇÃO OBRIGADA POR VIR ATRAVÉS DE PESSOAS TÃO LINDAS E AMIGAS... Só os fortes entenderão... rsrsrsrs...
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Obrigada pelos reviews meus amores camila almeida, JUSSARA CULLEN, MaraRobsten, Raskia, DéSouza, LahFernandes, SHIRLEY, ClaudiaMonteiro35, Ka Almeidah, sissy braga, Lili Swan, club, andreiapenelope, Marcela, Daianebella, DEA, Anaa, Eclipse She, Nane, Samantha Black, novacullen e Iolanda. Bjos!
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As palavras em sublinhado significa que são referências reais e podem ser por você pesquisado se assim desejar.
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Continuando...

“Aquele que reprime os ímpetos da cólera estará a coberto de qualquer perigo. É conveniente saber sufocar, ou ao menos moderar a cólera, o temor, a tristeza, a alegria, e outras agitações profundas que podem alterar a retidão da alma”. – Confúcio

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– Música sugerida (Right To Be Wrong — Joss Stone) -

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Royce percebeu que seu amigo de forma quase hipnótica divagava sozinho com seus pensamentos... O advogado sendo talvez tão ou mais ambicioso que o Volturi viu ali uma oportunidade...

– Aro... Eu não sei... Tenho uma informação que... Bem, talvez te ajude se você souber usa-la com sabedoria... Dizia despertando o interesse do homem que atento voltou a lhe fitar... – Às vezes certas informações podem nos servir como curingas em momentos de crise...

– Diga de uma vez Royce! Soltou com quase ansiedade e o advogado sorriu.

Laurent... É um nome que pode lhe ajudar... Ou atrapalhar ainda mais... Milagre ou tragédia, não se esqueça... Afirmou entregando ao Volturi um papel com os dados de Laurent. – Ele é ex-funcionário do Cullen, não é um rapaz muito correto se é que me entende... Conheci sua história na Corte de NYC... Foi processado por Edward e seu sócio... Explicava e Aro em antecipação começava a sorrir... – Só tem mais uma coisa... Eu nunca disse nada... Nunca se quer mencionei algo sobre ele... Você entendeu, espero...

**

Os golpes de Aro Volturi e Riley Bears eram uma prova inconteste de que o contador não era confiável e o homem permanecia sendo contador de Charlie Swan...

Simplesmente chegar em New Rochelle e dizer ao Swan... Olha seu contador é um golpista safado... Acredito ser uma situação desconfortável pra dizer o mínimo... Dizia Emmett sentando no sofá do escritório de seu pai na mansão em Hamptons...

Tem razão Emm... Mas eu não posso simplesmente permitir que Charlie permaneça sendo enganado... Sabe-se lá o acordo que o Volturi tem com esse Bears... Ou até mesmo o próprio Bears o que ainda pode estar fazendo... Está claro que não é de confiança. Contestou Edward...

Irei eu falar com Charlie... Disse Carlisle surpreendendo os filhos e genro. – Temos a mesma idade... Nos demos bem desde o inicio... E além do mais sou jurista e tenho um filho que trabalha na área tributaria... Fiquei sabendo do esquema e resolvi contar a um recente amigo. Disse o patriarca Cullen... Carlisle tinha razão sua exposição dos fatos seria recebida com mais credibilidade pelo velho Charlie...

**

– Você não gostou de ainda ter os meninos no seu pé. Confirmou Alice e Isabella soltou o ar pesadamente vendo ao longe Kim andar com Rosalie ao lado...

É de longe uma sensação confortável Alice... Me sinto vigiada... Como se ainda vivesse com ele...

– Bella você sabe que a intenção é totalmente outra e...

– Sim, eu sei... Edward está realmente preocupado com a minha segurança e a de Kim... Mas ainda assim não deixa de ser desconfortável, e não sei... Não acredito que ele possa tentar algo contra nós... Eu... Eu só quero que isso acabe logo... Que eu assine esse maldito divorcio e tenha paz! É o que desejo...

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A situação do Volturi ia de mal a pior e as palavras de Royce não saiam de sua cabeça...

Milagre ou tragédia... Milagre ou tragédia... Sua única salvação...

Achei que fossemos brincar hoje... Disse Gianna sentando-se ao lado dele depois de lhe entregar um copo com whisky...

O que você faria para ter o que precisa, o que deseja? Perguntou Aro e a loira sorrindo ajoelhou-se no sofá ficando bem próxima a ele...

Tudo! Afirmou e o Volturi devolvendo o olhar voltou a pensar... No olhar de Gianna estava a determinação de dar a ele tudo que ele quisesse contanto que ficasse com ela... Tortamente falando ela era apaixonada por Aro... Sim tortamente, porque vamos combinar conhecendo um décimo de quem era o homem parecia impossível dizer que alguém gostasse dele e pior ainda estar apaixonada e a moça ali por incrível que pareça tinha conhecido um lado do homem que não era normal aos olhos de ninguém e adicionado a isso sabia que o Volturi queria apenas uma coisa... Poder casado ao dinheiro e nada mais... Ah claro seus fetiches horrendos, mas esses ele conseguiria sempre se tivesse realizado o seu principal desejo... O olhar de Aro para ela e agora para o nada a sua frente divagava entre as palavras... Tudo... Milagre... Tragédia... – Sei que sua situação está complicada e o fato desse divorcio não sair tem o deixado em maiores complicações... Dizia e Aro voltou a olha-la... – Quero que saiba que estou aqui, para o que precisar querido. Afirmou e Aro sorriu... Não pra ela, mas para as cenas que se desenrolavam a sua frente, para os planos que surgiam em seu horizonte... Ideias lhe passavam, possibilidades das quais ele não gostava, mas talvez aquelas fossem as únicas que tinha...

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O elegante escritório de contabilidade na 10th avenue estava de pernas para o ar... Seu dono a minutos atrás em ira pôs-se e jogar tudo o que via pela frente no chão... Riley Bears estava vendo sua carreira ir para o buraco e tudo por que? Simples, a recusa de Charlie Swan em permanecer como seu cliente... É após uma conversa entre Carlisle e Charlie o Swan completamente irritado e preocupado ordenou aos seus administradores que retirassem da mão de Bears a sua contabilidade empresarial e pessoal... O velho ficara indignado ao descobrir que Riley há anos o enganava, roubava... Carlisle fora esperto e munido de provas mostrou a Charlie que ele estava sendo enganado, é bem verdade que não lhe contou toda a verdade em respeito à decisão de Isabella é claro... Riley herdara o escritório de seu pai que por anos serviu a Charlie e por coincidência ou não serviu ao pai de Aro e hoje servia ao filho através de Riley... Não ter mais os Swan como cliente significava perder mais de setenta por cento de seus rendimentos sem contar que por conta de Aro o rapaz andava sendo investigado pelo FBI e sabia disso há algum tempo... A pouco mais de uma semana os negócios do Volturi estavam degringolando a olhos vistos e já estava sendo pedida a sua falência pelos credores mais prejudicados... Com toda essa atmosfera a situação de Riley, seu nome e negócios estavam a partir de agora congelados aos olhos da sociedade...

MALDIÇÃO! Soltou irado, aos berros e sua secretaria na recepção estremeceu...

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O quadro inacabado, completamente colorido ditava o tom do momento que ela vivia... Liberdade... Direito a escolha... Realizar suas vontades... Quando mesmo Isabella teve direito a isso? Por quanto tempo deixou de ter? Apesar do stress que estava sendo esse processo de divorcio... Apesar da permanente pressão de andar com seguranças... A moça tinha seus dias agora regados a momentos de paz... Descontração... Adoração a sua pequenina que a cada dia se mostrava mais esperta e feliz... Por escolha de Isabella, a moça resolveu voltar a pintar... Uma atividade que lhe ocupou muito tempo enquanto viveu em Paris hoje voltava a fazer parte de alguns momentos em sua vida... Alguns, sim porque a moça além de mãe de uma pequenina e serelepe criança que já completara um ano tinha também seu trabalho como marchand na sociedade com a nova amiga... Então pintar resumia-se a poucos momentos, mas muito bem aproveitados...

Ela dormiu? Perguntou ao dady que acabava de entrar em seu ateliê, o espaço há poucos dias montado no duplex de Edward que agora se tornara dela também passara a ser o santuário da Isabella... A moça suja de tinta sorriu ao receber como resposta a sua pergunta um largo sorrido do Cullen...

Depois da historinha sim... Disse colocando-se a sua frente... Descalço e sem camisa... – Estou com saudades de você meu amor. Pronunciou ao enlaçar com a grande mão o pescoço exposto de Isabella... Aquele toque misturado a frase fez o corpo da moça estremecer em antecipação... O beijo gostoso era bem vindo... Edward olhou para as bisnagas de tintas colocadas de forma organizada em cima da bancada e sua criativa imaginação acendeu-se... Sorrindo ele voltou a beijar sua garota com adoração e total atenção, mas seus planos eram traçados cuidadosamente e em breve seriam colocados em pratica...

Calma... Dizia risonha diante da impulsividade de Edward em começar despi-la... Sorriram um para o outro... O Cullen voltou aos toques delicados, sensitivos... Sua garota, ele sabia, era uma mulher de toques, carinhos... Os merecia mais do que ninguém e notando sua afobação resolveu se frear e saborear um pouco mais cada sensação... A camiseta toda suja de tinta que ela vestia foi retirada revelando uma delicada lingerie rendada e branca... Edward abriu o feixe frontal e retirou a peça... As mãos grandes passaram a massagear com total cuidado os mamilos enquanto beijos e mais beijos eram trocados... – Uhm... Soltou ela sendo sentada na mesa ali próxima e tendo seu mamilo direito abocanhado por lábios famintos... Suas mãos tremulas pela excitação do momento puxavam os fios do cabelo de seu Edward... Ele deu a mesma atenção ao outro mamilo preocupado em não deixa-los enciumados... Recebeu mais suspiros e gemidos... Os lábios mais uma vez se encontraram e as línguas de forma indecente se digladiavam... As demais peças de roupa dela foram retiradas e Isabella agora fazia o seu trabalho, despir seu homem... Com beijos e chupões em seu tórax e pescoço... Nus voltaram aos beijos... Edward fixou seu olhar nos de sua amada e sorriu...

Esse seu quadro... Disse voltando-se ligeiramente para o quadro inacabado que descansava no cavalete... – Está ficando lindo... Vivo... Não vejo a hora de vê-lo terminado...

– Na verdade você não deveria estar vendo-o ainda... Só quando acabasse você deveria... Devolveu cortando-o e recebeu de volta mais um largo sorriso.

Essas cores... São lindas... Mas... Soltou e Isabella levantou a sobrancelha em expectativa... – Se a tela fosse outra... Eu acredito... Dizia distanciando-se dela e se aproximando da bancada onde encontravam-se as bisnagas abertas com tinta... Passou o dedo em um montinho de tinta vermelha... Isabella o observava curiosa... O dedo e seu dono voltaram a aproximar-se de Isabella... – Essa tela sim... É perfeita... Declarou levando o indicador melecado ao seio esquerdo... Contornou o mamilo... Fez em volta mais alguns círculos... Fez o mesmo com o outro mamilo e Isabella ao extremo da excitação resfolegava maravilhada... – Não... No caso aqui... A arte não vem do artista... A arte aqui tem vida própria... Disse voltando a beijar sua mulher e nesse amasso seu tórax viu-se agora lambuzado pela tinta vermelha... Isabella levantou-se da mesa... Achegou-se a bancada e pegando um pouquinho de tinta azul pincelou a parte baixa do abdômen de seu amor... Entre pinceladas de um no outro... Beijos e amassos... Esfrega, esfrega... Sorrisos e ofegos... Mão aqui e mão ali... É a dança romântica entre eles se dava... Uma coreografia moderna e bem humorada solidificada no amor que ambos exalavam... Amor que transbordava em seus poros... O chão acabou sendo o destino do casal... Ele por cima no primeiro momento e depois ousadamente a amazona Isabella montou seu homem e a penetração, prazerosa e intensa se deu levando o casal a um espiral de sensações torturantemente bem vindas... O clímax alcançado levou-os a exaustão em meio a risos gostosos...

Céus que bagunça! Afirmou Isabella com sua cabeça repousada no tórax de Edward...

Isso é arte! Soltou brincalhão e eles voltaram a rir gostoso...

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O percurso da galeria até o duplex que o casal residia era sempre feito com tranquilidade e hoje não estava sendo diferente, apesar da moça estar nos últimos dias um pouco instável pela demora em terminar o processo de divorcio e essa constante presença de alguém ao seu lado como se a qualquer momento algo fosse acontecer ainda assim ela se via feliz, queria seguir, esperançosa se colocava... Isabella como sempre preferia dirigir e ao seu lado estava Embry fazendo sua segurança naquele dia estava... Uma palavra ou outra era trocada, a moça tentava sempre manter o tom amigável... Hoje em dia ela sabia que os rapazes estavam ali exclusivamente para protege-la... Um descuido e o carro da frente freou com certa intensidade levando a uma reação tardia de Isabella... A batida não foi violenta, o estrago era pequeno, mas o motorista do carro da frente saiu de seu veiculo de forma intempestiva... Ao extremo da irritação... A moça um pouco agitava fez o mesmo, saindo do carro sendo seguida por Embry saindo ao lado do passageiro...

Você é cega ou o que? Perguntou o rapaz muito irritado e Embry colocou-se de imediato na defensiva... Mais algumas palavras, na maioria ofensivas e Isabella não teve se quer a chance de se justificar ou desculpar... Era claro que ela iria pagar... Como também era claro que o motorista talvez por culpa de um mal dia estava agora descarregando toda a sua frustração naquela batida...

Acalme-se senhor... Disse Isabella em tom ameno e o homem sabe-se porque viu sua cólera intensificada e proferiu ofensas abusivas e Embry não se contendo imobilizou o homem...

Não se trata uma dama assim! Vociferou Embry, o aglomerado de gente ao redor se fez notar e Isabella nervosa tremia... Por fim as coisas se esfriaram e o motorista partiu com o contado de Isabella para que posteriormente lhe cobrisse os danos...

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O Volturi desfrutava de um momento a sós em sua biblioteca saboreando o seu The Dalmore... A situação do jeito que ia talvez lhe privasse até daquele prazer, sua bebida adorava que custava uma pequena fortuna... Mas depois de conhecer Laurent e com ele ter uma longa conversa a esperança lhe retornou aos olhos...

Se é a tragédia que me dão... Então que seja! Afirmou sorrindo.

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Isabella se via concentrada em cortar os legumes para a receita que faria no jantar, tentava manter a calma depois do estresse de momentos atrás... Edward percebia a irritação pesada na cozinha... Sim sua garota estava tensa... Ele deixou-se encostar na bancada, ao lado dela...

Sinto muito princesa... O ocorrido foi lastimável... Embry me contou... Sei que ele... Que passou dos limites também, mas...

– Aquele homem parecia um búfalo descontrolado. Devolveu ela respirando fundo... Talvez sua TPM, pensava a moça tivesse subido degraus a mais por conta do irritante momento no transito...

Bella... Disse aproximando-se um pouco mais... Incomodada Isabella se distraiu e cortou-se com a faca que cortava os legumes, o baque oco da mesma contra a madeira chamou a atenção de Edward...

Ai... Merda... Disse ela... O sangue escorria em abundancia em sua mão.

Droga... Bella... Me deixe ver isso...

– Não, estou bem! Jogou tensa... Edward revirando os olhos aproximou-se pegando a mão dela quase a força... O corte tinha sido profundo, precisaria de belos pontos com certeza... Levou sua mão em agua corrente... — Ai... Disse mais uma vez e uma lagrima escorreu traidora pelo seu delicado rosto, o Cullen quis socar-se em resposta.

Inferno... Amor sinto muito... Declarou pesaroso ainda segurando a pequena mão e com o polegar da outra enxugou a lagrima de sua princesa... Examinou mais uma vez o corte e com uma pequena careta voltou seus olhos a uma Isabella chorosa e dolorida. – Um médico precisa ver isso, vai realmente necessitar de pontos. Afirmou ouvindo um resmungo em resposta vindo dela... Seguiram para uma clinica próxima deixando Kim com Bree que por sorte estava para sair naquele mesmo momento...

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Três pontos depois o curativo era feito e o médico que lhe atendera pediu licença para buscar a antitetânica que lhe aplicaria... Sentada na maca ela permanecia de cabeça baixa... Edward aproximou-se ainda muito chateado, levantou seu queixo com carinho... Os olhos se encontraram... Aquele ato era tão recorrente entre eles... Se olharem com profundidade.

Sinto muito princesa... Por favor...

– Tudo bem! Devolveu baixo cortando-o e ele fechou os olhos com força, Edward percebia que sua garota estava chateada e não era apenas por conta do insignificante acidente de transito...

Eu sei que tudo isso está te chateando, que a demora em se resolver é um grande incomodo... E ter os rapazes por perto não é algo confortável... Mas... Eu... Eu estou sendo apenas cauteloso... Não confio nele... Disse e o “ele” saiu com uma raiva contida que a moça notou...

Eu sei disso e... Eu não estou irritada por conta disso... Eu entendo que a sua preocupação é por amor, por cuidado mesmo... E... Sim, ele não é confiável... Mas... Droga Edward será que nunca mais terei paz, será que vou viver a minha vida com medo ou... O homem a sua frente não se contendo segurou seu rosto com as duas mãos e aproximando-se mais se colocou entre as suas pernas.

Isso vai acabar meu amor... Eu prometo que vai acabar...

– Edward... Ele não vai fazer nada... Seria um erro... Veja, sou na verdade a galinha dos ovos de ouro no momento certo? Me ferir ou a Kim seria seu pior erro...

– Ou não baby... Ele ainda é casado com você e pai de sua filha... Por mais que isso me doa tenho que admitir... Não ter vocês no caminho tornaria ele um herdeiro direto... Explicava e Isabelle viu-se horrorizada com a possibilidade...

Ele não teria coragem... É... É a filha dele...

– Não conto com isso... Infelizmente, não conto... Dizia e na mesma hora o médico retornou...

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Isabella tinha um dia agradável planejado, almoçaria com Edward e sua pequenina e depois iriam para Hamptons para o final de semana... Passar na galeria era o primeiro passo apenas para assinar alguns papeis e depois iria ao encontro de seu amor... Espairecer um pouco era o objetivo e ideia de Edward que muito agradara Isabella... Seguiram para a galeria, Isabella e Kim e ali passaram alguns momentos na companhia de Rosalie e Wendy... Na despedida Isabella com Kim ao seu lado esperou por Kebi que fora buscar o carro no estacionamento...

O ar pareceu ter ficado em suspenso, como a cena de um filme que você congela apertando o pause e depois solta em slow motion e o que é rápido se torna lento para ser visualizado em seus detalhes...

A existência de nós humanos, um pequeno feixe de luz, algo insignificante se comparado à imensidão de tudo o que vemos ser chamado de universo entra em conflito em momentos onde a ameaça, o choque, a dor, o trauma, a perda nos mostram o quanto somos frágeis, quebráveis deixando claro que nossa vida é breve e por ser breve talvez o seja tão preciosa, tão delicada... Com certeza é preciosa e delicada... E embora a humanidade esteja se distanciando tanto do humano ainda assim perder uma vida é sempre uma tragédia... Uma rápida tragédia...

O barulho ensurdecedor paralisou a todos naquele trecho da 6th Avenue... Logo de cara pensaram em terrorismo os que o cenário de guerra viam... Isabella olhava em choque a cena a sua frente... Seu carro... A SUV que costumava guiar explodira no ar assim que Kebi guiando o veiculo ganhou a rua saído do estacionamento que ficava a alguns metros da galeria...

Kebi... Esboçou horrorizada com o cenário de guerra a sua frente, as lagrimas projetavam-se no rosto em desespero... O carro que ela e Kim deveriam estar entrando nesse exato momento era agora uma grande bola de fogo... Ela sempre gostara de dirigir ao invés de dar aquela tarefa a um dos seguranças... Mas por conta do pequeno ferimento em sua mão hoje estava impossibilidade de dirigir... Coube a Kebi fazer a ela essa gentileza, o pobre rapaz estava hoje incumbido de fazer a segurança Isabella e sua filha naquele dia... As lagrimas da moça desciam, o nó na garganta formado... Kim assustada grudou na perna da mamãe... Rosalie e Wendy logo se achegaram até elas do mesmo modo assustadas com o que viam... Algo no interior de Isabella berrava alerta...

– Céus... Disse Rosalie petrificada... O caos instalado nas ruas... Logo sirenes foram ouvidas...

Mamy... Soltou Kim e Isabella ali ainda parada voltou-se para sua pequenina... Pegou-a no colo e a apertou contra si com demasiada força... Era para as duas estarem ali... Era para estarem mortas naquele momento...

Spoiler —

– Você nos últimos dias parece uma bomba relógio...

– Ah e eu não tenho motivos pra isso não é mesmo? Cortou-o com ironia.

Será que preciso lembrar que não sou o inimigo? Questionou respirando fundo em seguida... Tentando a todo custo manter o equilíbrio... De fato ela tinha motivos para estar à flor da pele, em constante tensão... Contudo ser alvo de sua revolta não era agradável e vamos combinar ele não merecia e também não entendia como sua garota após abraçar o vaso com veemência, se mostrar frágil há minutos atrás, agora deixava-se expor como uma leoa pronta a atacar...

Notas finais
Tenso... Triste... É por essas e outras que a humanidade está cada dia menos humana... É como tenho dito - Sinto falta da civilização!
O que acharam... Podem me dizer? Quero e preciso muito saber.
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Bem novidades sobre o próximo capítulo vocês já sabem no Facebook - Lu Nandes Fanfic's
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Bjos e bom final de semana a todas vocês suas lindas!
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Fui...