Save Me
16 Manumission
Notas iniciais
Edward's POV
Nosso avião aterrissou depois de 2 longas horas. Não consegui pregar o olho um minuto sequer. Bella dormiu em meus braços a viagem toda. A acordei delicadamente.
– Amor, chegamos... — acariciei o cabelo de Bella e beijei-lhe a testa. Ela desencostou a cabeça do meu ombro, passou o dedo indicador nos olhos e bocejou. Ela era adorável, podia olhá-la o dia todo.
– Bom dia. – Ela me deu um sorriso débil, sonolento e me deu um selinho. Sorri pra ela e esperamos o avião liberar nossa saída. Bella fez um rabo de cavalo e colocou seu tênis. A comissaria de bordo entrou logo em seguida e liberou para que saíssemos.
Saímos do avião e logo estávamos de mãos dadas. Fomos até o café do aeroporto comer alguma coisa. Pedimos dois pães de queijo e dois cafés, pegamos nossas malas e pedimos um táxi. Eram 10 horas da manhã, o que significava que Sue já estava em casa. Graças a Deus.
– Queridos! — Sue veio em nossa direção, toda sorridente. – Achei que só voltariam depois de amanhã...
– É que houveram complicações e bem... tivemos que voltar antes Sue.
– Seu pai? — ela cochichou pra mim.
– Sim... — sussurrei de volta. Ela me lançou um meio sorriso triste e foi cumprimentar Bella.
– Minha querida, como está? – Sue a abraçou com carinho e Bella fez o mesmo.
– Estou bem Sue, senti sua falta, e da sua comida. — Ambas riram e eu me senti em casa. Bella era minha casa, meu lar, meu porto seguro.
Nos sentamos e tomamos café novamente. Tiramos os pratos da mesa, e fomos até a varanda, ver Bear. O cão estava ENORME! Ele devia ter crescido quase 10 centímetros e engordado uns 8 quilos, ele estava gigante.
Bear veio correndo em nossa direção e pulou em cima de Bella, que caiu com ele no concreto da varanda e começou a rir.
– Também senti saudades de você garoto. – Ela acariciava as orelhas e o pelo dele. Eu poderia sentir ciúmes, mas era irracional. Bear lambeu a cara de Bella e ela deu gargalhadas, era a risada mais deliciosa do universo. Ela se levantou e pegou uma bolinha colorida perto da casinha dele e jogou longe. Bear saiu em disparada e em 4 segundos já estava de volta com a bolinha colorida toda babada em sua boca. Bella repetiu o processo por mais umas seis vezes. Eu não conseguia parar de olhar os dois, era lindo. Ela parecia uma criança, inocente, doce, era tão bom vê-la assim, depois de tudo que ela passou com a família, com James. Eu era feliz apenas por fazê-la feliz.
Depois de brincar com Bear, Bella veio na minha direção com um sorriso maravilhoso no rosto. Ela me abraçou pela cintura e me beijou rapidamente, muito rápido pro meu gosto...
– Eu vou tomar um banho, quer vir comigo? — Eu podia sentir as segundas intenções ali. Com toda loucura da casa dos meus pais, Leah, Emmett, tivemos quase nenhum tempo a sós para nós. Era justo um momento íntimo, ainda mais no chuveiro.
– Não precisa nem pedir senhorita Swan. — Peguei Bella pelas coxas e a coloquei no meu ombro. Ela não parava de rir e nem eu. Subi as escadas, entrei no quarto e a coloquei na cama, subi em cima dela e colei nossas testas, estávamos ofegantes pelas risadas. Bella colocou as mãos em meu pescoço e foi descendo pelas minhas costas, vindo até minha barriga e subindo até a lapela de minha camisa, ela desabotoou minha camisa devagar, me torturando. Eu não reclamei, não tinha porque a pressa. Tirei minha camisa e comei a trabalhar na dela. Ela usava uma camisa de botão vermelha, o que tornou tudo mais divertido.
Desabotoei sua camisa lentamente, da mesma forma que ela fez comigo, só que ao invés de desabotoar com as mãos, desabotoei com a boca. Foi desafiador eu admito, mas foi interessante. A cada botão que eu abria passava a língua pelo local exposto. A resposta de Bella foi imediata, enquanto eu trabalhava em sua camisa, uma de minhas mãos estava entre as pernas dela, por dentro da saia, eu pude sentir a umidade ali.
Me livrei de sua camisa e a puxei para um beijo. Suas unhas passeavam por minhas costas, uma de minhas mãos estava no cabelo dela e a outra em seu sexo. Cada vez que eu a invadia com a língua, fazia o mesmo com meus dedos, invadindo-a duplamente. Ela gemia a cada toque, a cada aperto que dava em seus cabelos, eu tremia cada vez que ela passava as unhas pelo meu corpo, minha barriga, cada vez que ela agarrava meus cabelos. Cada mínimo toque parecia um vulcão em erupção. Bella passou as mãos pela minha barriga, descendo até minha calça e desabotoando a mesma, não pensei duas vezes e fiz o mesmo com a saia dela, sem separar nossas bocas. Ao desabotoar-lhe a saia, tirei a mesma em um segundo, e terminei de tirar minha calça. Estava sobre ela novamente, olhando em seus olhos. Sua pupila estava dilatada, seus lábios entreabertos e sua bochechas rosadas. Ela era uma visão do céu, e eu estava tão apaixonado, só conseguia amá-la cada dia mais e mais. Bella cruzou as pernas em minha cintura e eu a segurei pelas costas, ela começou a me beijar e eu fui andando com ela em meu colo até o banheiro. Entrei com ela no box e liguei o chuveiro quente em cima de nós. A sensação da água morna em nosso corpo nos fez arrepiar ainda mais, o que aumentou a tensão sexual. Bella estava com um sutiã e calcinha brancos de renda, observei por um minuto a água tocar sua pele e revelar o que estava de baixo de sua lingerie. Deus....
Beijei-lhe o pescoço e desabotoei o sutiã dela. Bella soltou as pernas de minha cintura, ficando em pé diante de mim. Joguei o sutiã dela longe, pra fora do box. O vidro já estava embaçado e a fumaça já estava por todo banheiro, de forma que eu já não á via com nitidez. De repente senti mãos quentes descendo pela minha barriga até minha cueca e deslisando a mesma por minhas pernas. Á medida que ela ia tirando minha cueca, suas unhas passavam pela minha perna, me causando arrepios, eu já estava duro como uma pedra, o que era bem perceptível, mesmo no meio da fumaça. Bella subiu pela minha coxa dando mordidas, ela mordeu meu quadril e passou a língua no mesmo, indo em direção ao meu sexo. Eu já estava tonto e ofegante, estava arrepiado apesar do calor do chuveiro e da fumaça. Bella cravou as unhas em minha coxa e levou sua boca até meu membro. Em uma fração de segundo todas as emoções, os sentimentos vieram a tona. Uma onda de prazer e amor se apoderou de meu corpo me fazendo arrepiar. Ela começou a chupar e a passar a língua pelo meu membro de forma enlouquecedora. Meu joelhos já não conseguiam se sustentar sozinhos, me apoiei na parede do box e levei uma de minhas mãos até os cabelos de Bella. Ela manteve seu lábios ali, me enlouquecendo e me tomando por inteiro. Ela fazia movimentos circulares e dava leves mordidas. Gemi seu nome e senti que ela sorria, ela continuou a me chupar. Não aguentei mais nenhum momento e acabei gozando dentro de sua boca. Bella engoliu tudo, me deixando ainda mais excitado. Peguei em seus cabelos e segurei-os com firmeza, a levantei até a altura de minha boca. Dei-lhe um beijo e mordi seus lábios. Então sussurrei em seu ouvido.
– Minha vez...
Bella's POV
A fumaça do banheiro não me deixava ver Edward com clareza, mas ainda sim ele estava deslumbrante. Cabelos bronze molhados, descabelados de um jeito muito sexy. Sua boca rosada por conta dos nossos beijos, sua pele quente...
Nós nunca havíamos feito sexo dessa forma. Eu nunca havia feito oral em nenhuma outra pessoa. Era Edward ali, meu salvador, meu anjo, o amor da minha vida, não tinha nada de estranho naquilo. O sexo era diferente porque estávamos mais ousados, destemidos. Depois de todo o stress que passamos, nada mais justo que um momento pra nós, a sós. Sentia tanta falta dele, do toque de nossos corpos, das sensações, do prazer.
– Minha vez. – ele sussurrou em meu ouvido. Minha cabeça rodava como um peão. Edward me encostou na parede do box e sumiu no meio da fumaça. Já estava sentindo saudade do seu toque quando lábios ferozes tocaram os meus, me fazendo arrepiar. Uma de suas mãos estava em minha cintura, apertando-a e a outra mão em meus cabelos. O beijo era feroz, ávido. Suas mãos passeavam freneticamente pelas minhas costas e cintura. O beijo foi cessado e Edward começou a beijar meu pescoço, descendo até minha clavícula, meu colo, meu seio...
Ele parou ali e colocou um de meus seios na boca. Todas minhas terminações nervosas se agitaram, causando-me arrepios por todos os lugares do meu corpo. Já estava completamente molhada, e não era culpa da água. Mordi meu lábio inferior em resposta ao prazer que eu sentia. Edward levou uma das mãos até meu sexo e colocou dois dedos dentro do mesmo. Eu gemi seu nome alto até demais, ele me dedava e me chupava ou mesmo tempo, criando uma sincronia entre os dois movimentos. Quando ele sugava meu seio, seus dedos entravam em meu sexo, me invadindo duplamente e me enlouquecendo duplamente também. Eu estava quase gozando, enrosquei uma de minhas mãos em seu cabelo e a outra me apoiei na parede do box, a água caía na costas de Edward, respingando em meu rosto e cabelos. Eu já estava suando e minhas pernas tremiam, eu estava ofegante, sem ar. Edward parou de chupar meu seio e desceu pela minha barriga depositando beijos e mordidas na mesma, seus dedos continuaram em meu sexo, entrando e saindo. Ele se ajoelhou na minha frente, beijou uma de minhas coxas e pela minha panturrilha, colocou uma de minhas pernas em seus ombros, de forma que eu me apoiava apenas em uma perna. Edward apertava a minha coxa, que estava em seu ombro, sua outra mão se apoiava na parede do box. Ele me lançou um olhar malicioso e beijou meu ventre. Me arrepiei dos pés á cabeça, imaginando o que viria depois... e esse depois chegou bem antes do que o esperado. Edward desceu do meu ventre até meu sexo, passando a língua por este pequeno caminho. Logo em seguida sua língua invadia meu sexo de uma forma erótica, colossal. Me segurei em seus ombros pois minha única perna já não se sustentava com facilidade. Ele começou a me chupar e me lamber, me mordendo levemente. Meus olhos rolaram nas órbitas e eu gemia muito alto.
Ah... Meu... Deus...
Já não conseguia raciocinar, eu estava ofegante, a fumaça do banheiro estava menor agora, de forma que eu enxergava Edward plenamente. Não consegui me conter e acabei gozando. Ele me lambeu e continuou ali, me torturando. Não aguentava mais aquilo, precisava dele dentro de mim. NAQUELE MOMENTO.
Em um movimento não muito calculado, tirei minha perna de seu ombro, o segurei pelos ombros e o levantei até a altura de meu rosto. Virei-me e empurrei Edward contra a parede do box, seu membro estava ereto e duro como pedra, seus olhos exalavam desejo, sua boca entreaberta, seu cabelo desarrumado, seu peito subia e descia por conta da respiração acelerada, não pensei duas vezes e fundi nossos corpos. Gememos a uníssono. Edward passou uma das mãos em minha cintura e com a outra, segurou a base da minha nuca. Ele me beijou e se mexeu dentro de mim ao mesmo tempo. Minha mão arranhava suas costas, enquanto a outra apertava seu braço musculoso. Nosso beijo era intenso, apaixonado, louco. Ele entrava e saia de mim num movimento enlouquecedoramente lento, assim como o nosso beijo, lento. Eu estava excitada, por Deus, não estava aguentando aquela lentidão, eu precisava de ação, rapidez. Acelerei nosso beijo e conduzi o movimento de nossos corpos. Edward encostado na parede e eu entrando e saindo dele, do jeito e no ritmo que eu bem queria. Nosso beijo parou e como um piscar de olhos, Edward me virou, sem sair de dentro de mim, e me encostou na parede. Ele colocou minhas pernas em sua cintura e eu as fechei na mesma. Fechei meus braços em seu pescoço e ele intensificou o movimento. Ambos gemiamos, o êxtase era indescritível. Nossos cheiros se fundiam, assim como nossos corpos. Edward se movimentava em mim rapidamente e eu intensificava o movimento entrando nele ao mesmo tempo que ele entrava em mim, de forma que nossos corpos se fundiam ainda mais.
Depois de mais 3 horas de sexo, ambos estávamos exaustos.
Separamos nossos corpos. Edward ensaboou meu corpo e eu o dele. Saí do box e coloquei uma calça de moletom azul e uma regata branca. Sequei meus cabelos e escovei meus dentes. Minha barriga roncou.
– Com fome? — Edward surgiu pro trás de mim, abraçando-me pela cintura e beijando meu pescoço, eu não pude não sorrir.
– Morrendo.
– Vou pedir para Sue preparar algo pra nós.
Santa. Merda.
Tinha me esquecido completamente de Sue. Ela estava aqui o tempo todo, Deus do céu, e se ela nos ouviu? Minhas bochechas ficaram uma mistura de tomate com beterraba e Edward riu.
– Amor, o que foi? — ele segurou meu rosto nas mãos, me encarando e rindo. Eu estava morrendo de vergonha, como ia olhar pra cara dela?
– Sue... Ela estava aqui... E nós.. bem, foi bem barulhento. — E tinha sido barulhento realmente. Edward riu ainda mais, mas eu falava sério. — Edward é sério, como vou olhar pra cara dela sem virar um pimentão?
– Você é o pimentão mais lindo que eu já vi. — Ele me deu um selinho – E fique tranquila sua boba, Sue tinha saído pra passear com Bear.
– Ok, mas ela não ficou 3 horas passeando com nosso cachorro.
– Ela foi fazer compras também amor, ela não deve ter ouvido nada, as portas estavam fechadas... Mas se bem que, bom, eu não pedi pra ela comprar muitas coisas no mercado, e hoje o movimento deve estar fraco, á amor, talvez ela tenha ouvido um pouco do que fizemos, ela deve estar em casa á umas 2 horas...
– Meu Deus Edward, como vou olhar pra ela? Senhor... — Como eu ia encarar Sue? Aquela doce de pessoa que tinha uma imagem pura de mim? Eu não podia. Edward começou a rir, provavelmente da minha cara.
– Você ficou em choque Bella... — ele gargalhava agora. — É brincadeira amor, eu dispensei a Sue assim que chegamos, não tem ninguém em casa. — ele continuava rindo. Filho. Da. Puta.
– Seu cachorro! — Dei-lhe vários tapas, de leve, em seus ombros e peitoral. — Você me deixou desesperada Edward, pelo amor de Deus!
– Você devia ter visto a sua cara amor. – ele ria, apesar dos meus tapas. Não sei porque mais comecei a rir com ele e os tapas cessaram. Edward me agarrou pela cintura e beijou minha bochecha.
– Você fica linda brava, com cor de pimentão, tomate, beterraba, de qualquer jeito. — Ele beijou a ponta do meu nariz. – Eu amo você Bella, você é minha vida. — Ele beijou minha bochecha novamente e sussurrou no meu ouvido – Eu amo você amor...
– Também amo você. – sussurrei de volta.
Nosso momento maravilhoso foi interrompido pelo ronco do meu estômago. Ambos rimos.
– Vou pedir algo pra gente, o que quer comer?
– Podemos pedir naquele restaurante que fomos semana passada? O strogonoff de camarão é maravilhoso.
– Hmm sei, também gostei. Vou pedir. — ele beijou minha testa e foi em direção ao telefone. Estava tudo perfeito mas ainda sim eu me sentia vazia, como se uma parte de mim estivesse faltando, e estava.
Renesmee.
Que saudade que eu estava dela, meu Deus. Os papéis do divórcio já estavam em minhas mãos, Carlisle havia nos mandado pelo correio, em forma de desculpas. Chegamos da viagem e o pacote já estava aqui no apartamento. Enquanto Edward ligava e pedia nossa comida, resolvi pegar o contrato do divórcio. Dei uma lida, assinei e o coloquei em um papel pardo. Liguei para um serviço de motoboys e mandei entregarem o envelope na casa de James.
Edward desceu as escadas perfeitamente lindo. Cabelos bronze bagunçados, olhos verdes me encaranto, ele usava uma blusa verde clara e uma calça preta de moletom, o sorriso torto quase tirou meu ar.
– A comida chega em 40 minutos. — ele veio até mim. – Você está bem?
– Eu li o contrato do divórcio, assinei e mandei entregarem para James. Me desculpe fazer isso sem você mas, eu sinto saudades de Renesmee e quero resolver isso rapidamente. — Edward nem pensou duas vezes e logo me respondeu.
– Tudo bem amor, você fez o certo. Tomara que ele assine logo, assim poderemos buscar nossa pequena. — ele sorriu pra mim.
'Nossa pequena'. Cara, esse homem era perfeito. Ele me amava, amanha minha filha, ele cuidava de mim como ninguém, nem mesmo minha mãe, cuidou. Eu era muito sortuda, realmente. Dei-lhe um selinho rápido. Edward me pegou pela mão e fomos até a sala de tv. Ele colocou Romeu e Julieta para assistirmos. O sofá era mais como uma cama, era enorme, tanto pros lados como pra frente. Ele se sentou no sofá e apoiou as pernas no mesmo, ele abriu as pernas para que eu me aconchegasse entre elas. Me sentei no meio de suas pernas e seus braços me aninharam contra seu corpo. Entrelaçamos nossos dedos e Edward apoiou nossas mãos entrelaçadas em minha barriga. Encostei minha cabeça em seu peito e me encaixei em seu corpo. O filme começou, não demorou muito para que nossa comida chegasse. Comemos na sala de tv, assistindo ao filme, conversando, rindo. Edward era um bobão, meu bobão. Nós parecíamos adolescentes e eu amava isso.
Já eram cinco da tarde quando o interfone tocou. Edward foi atender e depois de um tempo voltou com um envelope pardo nas mãos.
– É o contrato. James assinou e mandou entregar aqui. — Eu estranhei a forma que ele foi rápido e prestativo, mas não me liguei muito nisso. Peguei o envelope das mãos de Edward e o abri, todos os campos solicitados estavam assinados. Meu coração acelerou de repente e eu comecei a pular de felicidade.
Pulei no colo de Edward e ele me segurou, rindo comigo.
– Acabou Edward, acabou! — eu não conseguia me conter, finalmente eu estava livre do homem que tanto me maltratou e me fez sofrer. Eu finalmente estava livre, finalmente iria viver minha vida, plena e feliz, finalmente poderia pegar minha filha de volta e viveríamos nós três, em paz. Edward me girou em seu colo e me beijou apaixonadamente. Me soltei de seu abraço e fui correndo até o telefone. Não demorou mais do que dois toques.
– Mãe, sou eu. Eu e Edward estamos indo buscar Renesmee, vamos trazê-la pra casa.
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