Notas iniciais
oi amooores, a fic já esta acabando :( deixem a autora de vcs feliz e comentem ok? eu fui boazinha deixando o ed viver, mereço comentários u-u kk como algumas pessoas me pediram eu coloquei o flashback do edward acordando, espero que gostem ;) obg por todos q comentam, aproveitem o cap, beijoooos

Edward's POV

Nunca dei tanto valor á minha vida como agora.

Depois da minha experiência nada agradável de quase morte, cada dia pra mim era como se fosse o último.

Eu estava radiante. Eu e Bella estávamos morando com Renesmee em meu apartamento, ela esperava um filho meu na barriga, meu sobrinho logo iria nascer. Realmente, eram muitas coisas ao mesmo tempo, e depois de 3 meses eu ainda não tinha me acostumado com a loucura de ser pai de primeira viagem.

Eu nunca tinha convivido com uma grávida. Claro, Alice me deu uma prévia de como seria, mas nenhum filme ou livro me preparou pra isso.

Bella estava louca. Não louca de um jeito ruim, mas ainda sim, fora do comum. E como ela sempre dizia, eram os hormônios de grávida.

Malditos hormônios.

Ela estava na época de desejos e apetite sexual extremamente aguçado, o que eu não podia reclamar. Ela me acordava quase todas as noites, com desejos bizarros do tipo pipoca com feijão. Maçã com ketchup ou até mesmo miojo cru com sorvete. Sem contar as alterações de humor que me faziam pensar que ela estava se tornando bipolar.

Bella estava muito sensível. Um dia desses eu apenas á chamei de linda e ela começou a chorar e a gritar, dizendo que eu era um mentiroso, que ela estava uma baleia e que eu não á queria mais. Mulheres.

O dia começou bem, sem desejos pela madrugada. Era sábado, então deixei Bella dormir até mais tarde. Fui até a cozinha e preparei um café da manhã cheio de frutas, torradas, pães e frios diversificados.

Quando terminei de arrumar a mesa vi um gnominho parado na porta com cara de sono.

– Minha pequena. — peguei Renesmee no colo e a aninhei em meu peito. — Bom dia filha.

– Bom dia papai. — ela me disse sonolenta. Seu coelho estava em baixo do seu braço e seu cabelo lindamente bagunçado. Seus olhos brilhantes me encararam.

– Está com fome? — perguntei, sentando-a na cadeira.

– Sim, muita. — ela sorriu. Seus pequenos dentinhos brancos brilhando em minha direção. Ela era uma fofa. Não pude deixar de me lembrar do dia em que contamos á ela que Bella estava grávida.

Flashback ON


Fazia uma semana que eu havia saído do hospital e estava com Bella em casa. Ela estava de 2 meses, portanto achamos melhor contar á Renesmee o quanto antes. Logo a barriga dela começaria a crescer e precisávamos explicar a ela o que se passava.

Voltamos do parque e nos sentamos com Renesmee no sofá. Bella se sentou do meu lado e ela se sentou na mesa de centro, na nossa frente.

– Filha, a gente precisa conversar. — Bella disse apreensiva. Nenhum de nós sabia como ela ia reagir á notícia. Ela olhou pra mim mordendo o lábio e eu sorri pra ela, encorajando-a. Renesmee sorriu. — Filha, o que você acha de um irmãozinho? — a menina nos olhou com os olhinhos arregalados, pensou um pouco, então disse.

Não sei mãe, eu não tenho um, como eu vou saber? — ela disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

– Mas o que você acharia de ter um? Você gostaria? — Bella á olhou esperançosa.

– Ah, não sei mãe, acho que sim. Eu ia poder brincar com ele? — Bella assentiu. — Ah então sim mãe, ia ser legal alguém pra eu brincar. — Bella sorriu e me encarou. Sorri pra ela, então me virei pra nossa filha.

– Filha, eu e a mamãe vamos ter um bebê. Um irmãozinho pra você. — ela sorriu pra mim e eu sorri de volta. — Está aqui na barriga da sua mãe.

– Sério? Que legal pai! Como o bebê entrou ai? — ela se levantou da mesa e foi até a barriga de Bella, tocando na mesma. — Mamãe, você comeu ele? — Renesmee olhou pra Bella horrorizada e eu não pude deixar de rir.

– Não filha, o papai colocou na barriga da mamãe.

– Você abriu a barriga dela? — ela me olhou confusa. A peguei pela cintura e a coloquei em meu colo.

– Não filha. Sabe, quando duas pessoas se gostam, elas se beijam. Você já viu e a mamãe se beijando, né?

– Aham. É meio nojento pai. — ela fez uma careta.

– Que bom filha, pense assim até seus 30 anos. — Bella riu e eu continuei. — Então, quando duas pessoas se beijam, elas dormem juntas, ai vêm os bebês.

– Ah entendi, vocês se beijaram ai dormiram e o bebê entrou na barriga da mamãe? — eu assenti com a cabeça. Era a forma mais fácil dela entender. — Pai, se você me beijar e eu dormir também vai ter um bebê na minha barriga? — ela me olhou com os olhinhos arregalados.

– Não amor! — eu ri. — Eu sou seu pai, e eu não te beijo na boca. E só nascem bebês quando beijamos alguém na boca.

– Ah entendi. — ela parou, como se pensasse um pouco. — Pai eu acho que nunca vou beijar na boca. Não quero um bebê na minha barriga. — ela me olhou com uma careta e eu a abracei.

– Que bom amor, papai ama que você pense assim, pode pensar assim até eu morrer ok? — beijei o topo da cabeça dela. Renesmee saltou do meu colo e parou na frente da Bella. Ela abraçou a barriga da mãe.

– Te amo bebê. Sai logo pra brincar comigo! — ela beijou a barriga de Bella e foi correndo para brincar com Bear na varanda. Bella começou a chorar e eu a abracei de lado, afagando suas bochechas molhadas. Nós nos olhamos e sorrimos um para o outro. Nossa família era completa agora.

Flashback OFF

Bella entrou na cozinha e todos os meus pensamentos se voltaram para ela. Ela estava adorável. Em seu pijama azul bebê e a barriga perfeitamente redonda por baixo da blusa. Fui até ela e lhe dei um selinho.

– Bom dia amor. — beijei-lhe a barriga. — Bom dia bebê. — Ela sorriu e se sentou do lado de Renesmee.

– Bom dia mamãe. — a menina ficou de pé na cadeira e abraçou a mãe, depois beijou a barriga dela, me imitando. — Bom dia irmãozinho. — Sorri com a cena.

– Bom dia meus amores. — Bella sorriu pra nós.

Atacamos o café da manhã depois fomos para a sala. Como era sábado apenas íamos ficar de bobeira e ver algum filme. Renesmee iria na casa de Victoria brincar com Jackson, o que deixaria a tarde apenas para mim e Bella.

Victoria veio buscá-la e nos disse que a traria de volta no domingo. Nos despedimos e Bella voltou pra sala, deitando no sofá.

Fui até a área e peguei uma caixa de papelão, então voltei pra sala.

Ela estava assistindo um desenho infantil e seus olhos brilhavam pelas lágrimas, era a coisa mais fofa. Ela me olhou assim que entrei na sala.

– O que é isso? — ela apontou pra caixa, curiosa. Me sentei na sua frente no sofá.

Sem dizer nada, levantei a blusa do seu pijama e acariciei sua barriga redonda.

– E ai filhão, tudo bem? — beijei a barriga de Bella e ela sorriu. Nós não sabíamos o sexo do bebê, queríamos que fosse uma surpresa. — Olha o que o papai tem aqui... — abri a caixa e peguei um tubo de tinta vermelha. Tirei a tampa e mergulhei um dedo no pote. Levei meu indicador até a barriga de Bella e fiz dois círculos vermelhos, um perto do outro, como se fossem dois olhos. Bella riu.

– O que está fazendo?

– Uma cara pro nosso bebê. — sorri pra ela e mergulhei meu dedo mais uma vez na tinta, fazendo uma bola vermelha no meio dos dois olhos. Depois mergulhei meu dedo mais uma vez e fiz uma boca em baixo do nariz. Bella encarou a barriga e fez uma careta.

– O que foi? Não gostou? — perguntei, me fingindo de magoado. Ela começou a rir.

– Amor, nosso filho parece o ronald mcdonald. — ela franziu o cenho e eu encarei sua barriga. Realmente, aquilo tava meio bizarro. Ela riu e eu ri com ela. Limpei meu dedo num pano, colocando a caixa de lado. Bella puxou meu rosto com as mãos e me beijou apaixonadamente, de um jeito que não nos beijávamos á um tempo, como adolescentes. Ela parou e me encarou corada. Afaguei suas bochechas.

– Como você ainda consegue corar? — sorri pra ela, era adorável. Eu nunca me acostumava com aquilo.

– Não sei, não consigo controlar. — ela corou mais ainda.

– O rubor no seu rosto é lindo. — acariciei suas bochechas e ela sorriu, como uma criança inocente.

Como se um fogo tivesse sido ligado em seu interior. Ela me atacou, me beijando ansiosa e de uma forma intensa. Ela se deitou no sofá, me levando junto. Sua barriga ainda não era tão grande, o que ainda facilitava tudo. Apoiei meus braços um em cada lado de sua cabeça e deitei sobre ela com a maior delicadeza que pude. Ela me beijava com um fogo que eu não sabia de onde vinha, e que aparecia de uma hora pra outra. Sempre li que na gravidez as mulheres ficam mais fogosas, mas nada me preparou pra isso também. Essa mulher era um foguete. As vezes no meio da noite ela começava a se esfregar em mim e a pedir pra fazer amor, nunca á vi tão animada.

Beijei seu pescoço e fui descendo, depositando beijos em seu colo. Ela parecia um fio desencapado, pois a cada simples toque, ela se arrepiava e gemia meu nome. Era algo como o céu.

Bella arrancou minha blusa e a jogou pela sala, fiz o mesmo com a sua. Seu top cor de rosa em sua pele branca era muito adorável. Ela abaixou minha calça de flanela e me desfiz de sua calça de pijama com a mesma rapidez. A única coisa que ainda estava entre nós era seu top rosa e sua calcinha rosa bebê, e me desfiz de ambos em segundos.

Eu á beijava e ao mesmo tempo ia descendo uma de minhas mãos pelo seu corpo. A gravidez tinha deixado-a com mais quadril, seus seio estavam maiores, pernas mais grossas e ela definitivamente estava mais bonita. Não que ela não fosse, eu sempre á achei muito gostosa pra ser sincero, mas a gravidez á favoreceu.

Eu já estava duro, e ela gemendo em meu ouvido não ajudava muito. Agora que sua barriga estava maior, eu buscava ir com calma e sempre cauteloso, sem depositar meu peso sobre ela e sempre tentando ser gentil.

Mas Bella sempre brigava comigo, dizendo que precisava daquilo e que eu não iria machucar o bebê. Se ela dizia, quem era eu pra discordar?

Depositei beijos e mordidas em suas cochas, chegando até sua intimidade. Seus olhos brilhavam de excitação e ela mordia os lábios, excitada. Fiquei encarando-a, ela era linda.

– Deus, por que você está parado?! — ela disse meio desesperada e corando em seguida. Segurei o riso.

– O que quer que eu faça? — sussurrei perto do seu sexo e ela tremeu em baixo de mim.

– Por favor... — ela gemeu.

– Por favor oque? — perguntei num sussurro.

– Merda, me chupa logo Edward! — ela disse quase gritando. Segurei o riso e fiz o que ela me pedira. Suas mãos foram para o meu cabelo no mesmo instante, os enroscando em seus dedos.

Comecei dando beijos cálidos no interior de suas cochas e então comecei a trabalhar com minha língua.

– Oh meu Deus. — ela gemia alto, sua voz ecoando na sala. Parei de lambê-la para olhá-la, e quando levantei meu rosto vi sua barriga me encarando e parei na hora. Ela me olhou meio furiosa.

– O que foi? Por que você parou?

– Nosso filho está me encarando! Não consigo fazer isso. — Me sentei de frente pra ela. Ela parecia frustrada.

– O que? Como não consegue? Pelo amor de Deus, esse ronald mcdonald na minha barriga não é nosso filho, Edward!

– Mas ele esta me encarando! Olha esses olhos vermelhos enormes! — realmente era perturbador aquela coisa vermelha me olhando. Era como se estivéssemos sendo vigiados. Bella tampou o rosto com as mãos e pegou a blusa do pijama, vestindo a mesma. Depois colocou sua calcinha.

– Não acredito nisso! — ela se levantou furiosa e já ia saindo da sala.

– Aonde vai? — perguntei, me virando pra ela.

– Vou tirar essa tinta vermelha empata foda da minha barriga! — ela saiu marchando pelas escadas e eu só ouvi a porta do banheiro ser fechada. Oh merda.

Depois de um tempo subi as escadas e á vi sentada na cama, com os cabelos molhados e uma camisola verde. Ela estava chorando.

Fui até ela e me sentei ao seu lado.

– Amor, o que foi?

– Você não me quer mais né? Eu to muito gorda pra você? — ela disse entre soluços. — Não responda! — ela me repreendeu, voltando a chorar. — Eu to uma baleia, e você nem quer mais ficar comigo. — ela chorava e limpava o nariz com uma toalinha cor de rosa. Seus cabelos molhados caindo sobre seu rosto e suas bochechas e olhos inchados. — Você não me ama mais? É isso? — ela me encarou. — Não responda isso também! — ela continuou a chorar e eu apenas esperei que aquilo passasse. Depois de um tempo ela parou, limpando os olhos.

– Amor, olha pra mim. — segurei suas mãos nas minhas e ela me encarou, um bico enorme nos lábios. Ela era linda, até manhosa. Tirei um fio de cabelo molhado do seu rosto. — Me escuta, eu amo você sua boba. E você é linda, e eu juro, juro que quero você, sempre, mas amor eu nunca fui pai, e eu não sei como fazer isso sabe, tenho medo de machucar o bebê e até mesmo machucar você com o meu peso, eu não sei. Só não quero fazer nada de errado. Você não é uma baleia amor, você é gostosa. — ela riu e secou o rosto que estava molhado novamente. — E eu vou te amar mesmo que você fique com 200 quilos.

– Vai mesmo? — ela fez um bico. — Não vai me trocar por uma mulher que só come alface? — ela me encarou com os olhos cheios de água.

– Claro que não amor, prefiro as que comem no mc donalds. — pisquei pra ela e ela riu. — Eu te amo Isabella, e é meu filhão ai dentro, uma parte de mim, e eu nunca vou deixar você, nem se você me pedir.

– Eu não vou pedir. — ela fez um bico ainda maior e me agarrou pelo pescoço, me abraçando forte. — Promete que nunca vai embora? Que nunca mais vai me dar um susto? — eu sabia do que ela estava falando. Minha barriga revirou só de lembrar do que se passara.

– Eu prometo anjo, nunca mais vou deixar você, viu? — segurei seu rosto entre as mãos e beijei sua testa. Nos deitamos na cama, um de frente pro outro e eu a abracei pela cintura. Bella se aconchegou em mim e em poucos minutos ela já dormia. Fiquei encarando-a e me lembrando de que quase perdi o amor da minha vida.

Flashback ON

Quando abri meus olhos não podia acreditar no que vira. Era minha família ali, todos eles.

Meu pai estava do meu lado, com lágrimas nos olhos e segurando minha mão. Minha mãe estava no pé da cama, seu rosto inchado e vermelho pelo choro. Alice e Jasper estavam do outro lado da cama, em pé, me observando. Emmett e Benjamin estavam entre meu pai e minha mãe, sorrindo como idiotas, e Victória e Laurente estavam entre Jasper e minha mãe. Todos me observando como leões observam sua presa. Eu ainda estava meio atônito e sem entender direito o que havia acontecido. Antes de apagar eu estava na sala de cirurgia com Leah, e agora eu estava ali, o que tinha acontecido?

– Leah... — sussurrei com um pouco de dificuldade, eu ainda estava meio grogue.

– Meu filho! — Carlisle me abraçou como nunca havia me abraçado antes, com amor, como se ele tivesse com medo de me perder, realmente. Ele chorava em meu pescoço. — Leah está bem Edward. Filho, eu te amo tanto, eu sinto muito por tudo Edward, me perdoa filho, eu amo você! — Carlisle chorava desesperado e minha mãe o acompanhava, junto com Alice. Ele me olhou e beijou minha testa. Eu o encarei e com um pouco de dificuldade consegui sorrir pra ele. Alice se jogou no meu colo.

– Seu cabeça oca, como faz isso comigo? Com a sua irmã grávida Edward, queria me matar do coração? — a abracei com dificuldade.

– Alice, você esta me esmagando. — falei sussurrando. Ela me soltou e me deu um tapa no topo da cabeça.

– Nunca mais faça isso comigo seu idiota! — ela me abraçou de novo e beijou minhas bochechas. Jasper sorriu pra mim e abraçou Alice. Foi a vez da minha mãe de se jogar.

– Filho! Meu filho, Edward você tem merda na cabeça querido? — Minha mãe me abraçou e eu ri. Nunca tinha ouvido ela falar palavrão.

– Oi mãe. — a abracei de leve.

– Edward, se você tentar se matar de novo eu te mato. — ela me olhou emocionada então encheu meu rosto de beijos.

Depois Emmett e Benjamin me cumprimentaram com um aperto de mão, assim como Jasper e Laurent. Victoria me abraçou forte e me xingou um pouco também. Faltava alguma coisa.

– Onde está Bella? — Emmett e Benjamin abriram caminho e uma Bella de rosto inchado chegou perto da minha cama. Tentei me sentar e Carlisle e Jasper me ajudaram. Ela chegou perto da cama, apoiando as mãos trêmulas em minha coxa.

– Oi. — ela sussurrou e as lágrimas começaram a rolar pelo seu rosto, assim como as minhas. A puxei pra perto e a abracei com toda força que eu tinha. Bella começou a chorar alto em meu pescoço, assim como eu. Ninguém na sala falava nada, e não me importei deles estarem nos observando.

– Não faça mais isso comigo, por favor! — ela abraçava meus ombros e eu agarrava sua cintura com força. Se eu pudesse eu a prenderia ali pra sempre.

– Eu sinto muito. Eu amo você, me desculpe. — á abracei mais forte e chorei contra seus cabelos, a trazendo pra mais perto de mim. Separei um pouco nossos corpos para olhá-la e segurei seu rosto em minhas mãos, unindo nossas testas. — Você é o amor da minha vida, eu amo você, caso comigo, por favor, casa comigo! — ela riu em meio de lágrimas e segurou meu rosto também.

– Também te amo. Oh Edward, claro que eu caso! — á beijei com paixão, e foi como se estivéssemos separados á anos. Segurei sua nuca e sua cintura, as mãos dela em meus cabelos, me puxando pra perto. Eu só queria senti-la ali, e isso era tudo.

De repente começamos a ouvir aplausos e ela sorriu entre nosso beijo, nos separando. Limpei seu rosto e sorri pra ela, beijando sua testa. Olhamos em volta e todos estavam chorando e aplaudindo, inclusive as duas enfermeira que tinham entrado no quarto. Bella ficou vermelha como um pimentão e eu dei um beijo em sua bochecha, a abraçando de lado.

Depois de um tempo eu já não estava mais afetado pela anestesia e pedi pra ver minha irmã. O Dr. John me explicou que ela ainda estava dormindo, pois a cirurgia tinha sido muito cansativa, mas que tudo havia corrido bem. Ele me contou que James apareceu de última hora como doador, e depois de tanta coisa suja, de tanto que ele me fez sofrer, rezei por ele naquele dia, agradecendo pela nova chance de vida que ele havia me dado. Aquela foi a primeira vez que eu senti algo por James além de ódio. E não, não era amor. Gratidão talvez.

Entrei no quarto da minha irmã que ainda dormia como um anjo. O Dr. John tinha me dito que a cirurgia não mudava nada seu câncer, e que ela ainda teria que se tratar, mas com um coração novo, e com muito disposição, ela conseguiria ser curada, pois o tumor já havia sido retido. E agora eu tinha certeza de que tudo ficaria bem, e que em poucos meses minha irmã estaria completamente curada e vivendo feliz, como qualquer outra criança normal.

A olhei por um tempo e meus olhos se encheram de lágrimas. Como se eu pudesse controlar isso!

Cheguei perto dela e acariciei seu rosto, e então eu sorri, pois finalmente tudo ficaria bem, e essa era apenas uma pequena grande parte de toda a felicidade que estava por vir.

Flashback OFF

Olhei a mulher que tanto amava mais uma vez antes de enfim adormecer. E me lembrei que havia pedido-a em casamento, mas até então, com toda a correria não havia feito um pedido normal, ou comprado um anel.

Nota mental: fazer um pedido de casamento decente.

Eu sonhei nesta noite. Mas não foi nada como o sonho que tive quando estava anestesiado, não. No sonho não tinha nenhum gnomo metido á consciência me dizendo o que fazer e me dando socos.

No meu sonho ate tinha um gnomo, mas era o gnomo mais lindo que eu já vira. Meu gnominho, meu bebê. Meu filhão.

Notas finais
e ai, o que acharam?por favor não deixem de comentar! um 'oi' já me deixa feliz ;)beijos amores,