Notas iniciais
esse capítulo eu resolvi fazer algo diferente, no próximo a aria volta a narrar, mas dessa vez, decidi que o jus tinha que falar um pouco o que ele............ sente.
mandem lindos reviews bjbj :********

Justin’s P.O.V.

– Aria, sério, qual é... – eu disse para a garota risonha sentada no meu colo, ela apenas fechou os olhos e caiu sobre mim. – Aria? Isso é algum tipo de brincadeira?

A sacudi mas nada, ela não respondia. Que ótimo, agora eu estou todo molhado, morrendo de frio e com uma louca desmaiada no encima de mim. Preciso de ajuda. Coloquei ela na cama e comecei a procurar o celular dela. Liguei para a única pessoa que eu sabia que iria ajudar sem insinuar algo. Alguns minutos depois ouvi a campainha tocar.

- Oi, cara, cadê ela? – Ian perguntou, entrando. Estava mesmo frio lá fora, e ele riu ao me ver todo descabelado. – Achei que o namorado dela fosse o Harry.

- Há-há, vai se fuder, Ian. – eu disse, rolando os olhos. – Será que da pra me ajudar com essa louca? O que eu faço com ela?

Ele foi até o quarto e encontrou Aria deitada (jogada) sobre a cama desmaiada e começou a rir.

- Se eu fosse você ia embora para casa e voltava amanhã, mas se quiser fique de olho nela. – ele disse rindo. – Relaxa cara, ela só dormiu, acho que bebeu demais.

Nossa. Que idiota você Justin. Depois de Ian ter ido embora e me largado com aquela louca, puxei um cobertor no armário e fui ajeita-la na cama. Procurei uma toalha e fui terminar de me secar, pelo menos assim não ficaria doente. Fui até o quarto ao lado, de hóspedes e me deitei na cama, dormindo inesperadamente rápido.

[..............]

Acordei no dia seguinte e fui até o quarto de Aria, a encontrando dormindo ainda. Revirei os olhos e desci, decidi fazer um café bem forte, ela iria acordar mal. Peguei alguns pães com nutella, bolo e uma caneca de chocolate quente para mim e subi com o prato e o copo com café na mão até o quarto.

- Aria, acorda. – eu disse, a balançando levemente, ela não apresentou nenhum sinal de que fosse se mexer. – Por favor, qual é!

Nada. Continuei a remexendo quando de repente ela me puxa pelo braço e me joga para o outro canto da cama.

- Eu já ouvi! – ela diz, virando para o outro lado e colocando um travesseiro sobre o ouvido.

- Então acorda ué! Eu já tive que te aturar ontem bêbada, será que da pra levantar? – eu pergunto, fingindo estar bravo, na verdade sei muito bem como é acordar assim, só queria atormentar mesmo. Ela se sentou na cama e abriu os olhos, vendo o copo com café. Pegou o pão com nutella e tomou o café todo em um gole e olhou para mim sorrindo em agradecimento, sorri de volta o melhor que pude.

- Valeu pela ajuda, Drew, é que eu não sou muito boa em agradecimentos. – ela disse, dando de ombros e se levantando para me dar um beijo na bochecha. Sorri timidamente e pude jurar que corei.

- Vai acabar aprendendo rápido, se quiser eu ensino. – disse, e ela me deu o dedo do meio, tentei reprimir um sorriso mas era incontrolável. – Vamos fazer o que hoje?

- Vamos? Eu não sei você mas eu vou até a casa do meu namorado. – ela disse enquanto comia o bolo.

- Hm... Casa do namorado... Sei. – eu disse, levantando as sobrancelhas fazendo com que ela revirasse os olhos e batesse na minha cabeça. – Ai que merda, você é forte!

Ela sorriu convencida e não disse mas nada. Algum tempo depois, saiu de uma das portas já vestida.

- Vamos? – perguntei, me levantando da cama. Ela revirou os olhos e eu sabia que isso queria dizer que sim, eu podia ir. – Eu sei que você não resiste a mim, mas pode deixar que eu não conto pro Harry.

Ela apenas revirou os olhos e eu reprimi um sorriso enquanto nós dois íamos para o carro. Liguei o rádio e começou a tocar Judas – Lady Gaga, nós dois ficamos cantando como dois loucos juntos até chegar enfrente a uma grande casa, Aria tirou as chaves da ignição e jogou para mim.

- Vai dar uma volta só não quebra meu carro. – ela disse, abrindo a porta para sair. Pulei para o banco do motorista e gritei antes de fechar a porta.

- Não posso prometer nada, Margaret. – disse, gritando mais alto seu nome do meio. Ela apenas parou de andar e se virou para mim colocando as mãos na cintura e vindo até mim, fechei a porta do carro e acelerei com força, rindo.

- Drew, volta aqui! – ouvi ela gritar de longe, enquanto eu ria.