Savana e a Rosa Diabólica
14 Bala do amor
Notas iniciais
Essa palavra chamada ilécebra me obrigou a mudar a ordem dos capítulos. Era para acontecer a sequência do capitulo passado, mas eu tive que antecipar essa cena (que é importantíssima) entre as vilãs. Mas ainda está dentro do que eu planejei. Só torcer pra amanhã ser uma palavra menos hostil ao meu plano kkkkkkk
A ilécebra de Rosemary não surtiu efeito.
Dias antes...
"Aqui... use esse perfume. É um feromônio"
Rose suspirou.
"Jezebel, o que você não entendeu quando disse que era um gay?"
Trajado em terno, Jezebel afirmou que o feromônio não faria Savana se apaixonar, deixá-lo-á, porém, menos hostil e mais amigável.
"Dê-me seu indicador"
A cupido espetou o dedo de Rose e retirou uma gota de sangue. Guardou num potinho e trancou num cofre.
"O que foi isso?"
"Meu poder mais avassalador. Com seu DNA, consigo produzir uma bala do amor. A vítima do tiro, não importa orientação sexual ou gênero, apaixonar-se-á."
Notas finais
Foi um uso de palavra meio fraco, mas foi o meu máximo.
Só alguns detalhes: hoje o capitulo se passa dias antes das cenas do capitulo passado. O motivo eu já expliquei.
A Rose está desesperada para seduzir o Savana, mas ele é gay. Nenhum feromônio que Jezebel produza surtiria efeito, exceto em homens héteros ou bis ou em mulheres homos e bis. Mas a bala do amor é uma mágica poderosíssima que obriga a pessoa a se apaixonar pela pessoa que atira. A Jeza pega o sangue e transforma numa bala igual bala mesmo rsrs, coloca num revólver e atirar no coração da vítima. A vítima se apaixonará pelo atirador, e não importar a orientação sexual nem gênero e nem assexual. Vai ser obrigado a se apaixonar.
O unico meio, e que não foi dito no cap, é que o feitiço é retirado por meio de bruxaria (sim, há bruxas no meu savanaverso). No entanto, o Mike não conhece nenhuma bruxa e não tem intimidade. E não vai aparecer bruxa nessa história pq eu já consigo ver no horizonte o dia 31. Então não. O Mike vai ter que se virar pra impedir essa catástrofe.
E sim, odeio mesóclise. Mas acontece que esse desafio nos obriga a libertar algo dentro de nós que... Deixa pra lá!
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