O azemel conduzia o cavalo estropiado na sua passagem pela tribo masai. De dentro da carroça saiu um sacerdote negro e com barba branca como uma nuvem.

No centro da tribo havia uma moradia bem maior do que as outras. Dentro, num quarto escuro e quente, um negrinho jovem transava com alguém. Foi encostado na parede enquanto a criatura gozava dentro do seu ânus. O jovem foi jogado contra o chão e mandado embora.

— Sodomizando mais um virgem. Assim acabarão os virgens da aldeia. — disse o sacerdote.

— Então procurarei carne branca.

Da penumbra dava para ver os seus olhos amarelos intimidadores.