Ele me chamou para praticar, já fazia bastante tempo que eu não jogava para valer, então só ficamos tocando a bola. Oikawa como sempre lançava a bola com perfeição, e eu conseguia pegá-la com uma manchete. Era suave seus movimentos, limpos e sem exageros.

Mas de vez em quando ele também queria se exigir, e fez isso bem na hora que eu estava preparado para dar uma cortada daquelas.

O rugido estentor soou da minha garganta quando cortei a bola no alto da rede, era como ser um jogador novamente.

Mas dessa vez eu era um convidado naquela quadra.