Sasayaki
1 Sasayaki
Notas iniciais
só a mente poluida
a fics não foi betada por que tambem é presente para minha beta aoista kkkk Carol shinigami.
divirtam-se minna
AOI Povs:
Finalmente ele estava aqui, tão lindo como sempre foi desde que eu o vi pela primeira vez, quando ainda era pequenino com seu sorriso doce e inocente de criança. Era terrível pensar que um demônio como eu seja merecedor de um anjo como ele, sim eu sou um demônio, um príncipe demônio de uma terra de demônios cruéis e obscuros. Deveria ser proibido alguém tão impuro e indigno como eu tocar em alguém como ele, mais agora já não importa se mereço ou não, ele esta aqui no meu reino, no meu castelo, no meu quarto, na minha cama, o meu pequeno príncipe loiro.
Meus dedos passeavam lenta e suavemente pelo seu rostinho redondo, meu polegar tocava seus lábios vermelhos enquanto seus olhos acompanhavam atentos meus movimentos. Nós éramos o contraste um do outro, seus cabelos loiros, sua pela de marfim, sua yukata branca, sua personalidade serena e tímida, tão doce e inocente tão acima do ser mortal que ele é, enquanto eu moreno, meus cabelos negros como a noite, minha yukata negra, tão bruto e maldito como o demônio que eu sou, mas aqui com ele sob meu corpo tão entregue as minhas vontades eu sou apenas seu Yuu, nada alem disso. Mesmo que eu jamais tenha lhe dito eu sou seu, apenas seu desde o primeiro momento, quando um pequenino de cinco anos entrou em minha floresta proibida atrás de um coelho fujão, tão inocente a ponto de não perceber o perigo. E anos depois, sua família vem me pedir para salva-lo daquele ser maligno que possuiu seu corpo imaculado. Confesso que senti um ódio agonizante, um medo absurdo de perder aquele que eu nunca tive mais ainda assim era meu.
Aproximei meu rosto devagar, sentindo seu halito quente meus lábios tocaram os seus em um beijo carinhoso, sim por que com ele cada gesto meu era repleto de amor, o beijo foi se aprofundando mais e mais assim como meu desejo queimava em agonia. Meu corpo estava sobre o dele, aconchegado entre suas pernas, aos poucos fui abrindo sua Yukata deixando a mostra todo seu corpo alvo, meus dedos acariciavam sua pele enquanto meus lábios grossos deslizavam por seu pescoço marcando-o.
Ouço seus gemidos a cada toque, vou descendo meus lábios por seu peito alcançando os mamilos alterno um e outro com mordidas leves e sugadas, sinto seu corpo tremer em minhas mãos. Continuo a brincar com seu corpo minha boca escorrega por seu abdômen fazendo-o corar com a proximidade de meu rosto com seu membro, espalmo minhas mãos em suas coxas torneadas, mordiscando a parte interna, me aproximo minha boca, raspando os dentes sobre o tecido que ainda cobria seu membro já desperto, senti seu corpo se encolher com a caricia levantei meus olhos para ver sua face corada. Lindo. Era tudo o que pude pensar. Pensei em pedir permissão para uma caricia mais intima, mais desisti. Tirei o pano que cobria sua intimidade, ele levantou o rosto assustado, tão inocente e imaculado. Pude ouvir o coração do meu pequeno acelerar em expectativa.
Ruki Povs:
Senti que meu coração podia explodir a qualquer momento, não entendia aquelas sensações, meu corpo nunca esteve tão exposto, nunca recebi toques tão íntimos, não tinha medo algo dentro de mim gritava por ele, pelo meu demônio. Sim, era isso que Aoi era um príncipe demônio de uma terra de demônios, terra que de agora em diante era meu lar, ele minha família. Foi a condição imposta por ele para me salvar, mais a verdade é que eu não estava aqui em sua cama agora por ter sido obrigado a me casar com ele, eu estava aqui por que eu me apaixonei por ele. Eu sou dele sempre fui, desde daquele dia a dez anos atrás em que ele salvou minha vida na floresta, e ressuscitou o coelho fujão que eu tinha ganhado de meu cunhado Reita. E agora estava ali pronto para ser dele, do meu Aoi.
Eu estava um pouco envergonhado do meu corpo magro demais, delicado demais. Senti sua língua úmida passar por toda extensão do meu membro, me fazendo arquear as costas com a sensação, e um gemido rouco escapou de meus lábios quando o senti sugar a glande e sem esperar engoliu meu membro, começando movimentos de felação, eu gemia cada vez mais alto sentindo aquela cavidade úmida e quente, ele sugava cada vez mais forte meus dedos apertavam os lençóis e eu jogava minha cabeça para trás atordoado, senti uma fisgada no meu baixo ventre eu estava em meu limite e me desmanchei em sua garganta. Minha respiração descompaçada, meu coração acelerado, minha visão nublada que nem percebi o moreno aproximar seu rosto tomando meus lábios em um beijo profundo onde pude sentir meu gosto junto com sua saliva.
O moreno ajoelhou-se na cama e começou a tirar a yukata negra que cobria seu corpo perfeito, seus braços eram fortes e seu peitoral definido, tão imponente e altiva era sua imagem que me senti envergonhado por ser tão desajeitado e comum, eu não estava a altura de um príncipe como Aoi, lagrimas involuntárias marcaram minha face ao pensar que ele pudesse não me querer mais como seu esposo. Vi seu rosto se contorcer em uma careta de preocupação.
- Estais com medo meu pequeno anjo? – ele falava secando minhas lagrimas. – Não temas meu amor, não irei machuca-lo. – ele encostou sua testa na minha e eu me senti um tolo, se ele não me quisesse eu não estaria aqui.
- Não é nada, meu amor, apenas estou emocionado.
- Posso parar se não estiveres pronto, meu príncipe! – ele me olhava curioso.
-Não, eu quero! Faça-me seu. – pedi
Aoi pressionou seu corpo no meu num abraço forte, seu corpo era tão quente, ele havia se colocado novamente entre minhas pernas e eu pude sentir sua ereção pulsante e rija tocar a minha, enquanto seus lábios tomavam os meus em mais um beijo agora ainda mais cheio de desejo. Meu corpo tremia sentindo o seu, nossos corpos chocavam, separamos nossas bocas quando o ar nos faltou.
- Tem certeza? – ele preocupou-se em perguntar mais uma vez, analisando minha expressão para se certificar que eu não mentia.
- Eu quero ser seu! – assenti
O moreno me deu um beijo suave, e levou três dedos a minha boca, demorei alguns segundos para entender o que ele queria, não por ser lerdo mais por que era minha primeira vez. Suguei seus dedos com desejo da mesma maneira que ele tinha feito com meu membro, ao mesmo tempo em que ele sugava meus mamilos me fazendo arfar. Terminei de lubrificar seus dedos, ele foi deslizando a boca por meu abdômen novamente enquanto massageava minha entrada com seu indicador, introduzindo-o vagarosamente, senti um incomodo que fez minha entrada se contrair.
-Calma pequeno, relaxa vai doer um pouco mais vai passar eu prometo.
Eu apenas concordei com a cabeça, procurando relaxar ao maximo, logo senti um segundo dedo se juntar ao primeiro e um movimento lento de vai e vem.
Aoi Povs:
Eu prestava atenção a cada pequeno detalhe na face daquele pequeno, eu fazia tudo da forma mais delicada possível, apesar da minha própria excitação, eu não podia ver a hora de fazê-lo meu. Coloquei o terceiro dedo suavemente, mais creio que ainda assim foi dolorido para ele, vi seus olhinhos se comprimirem quando continuei a movimenta-los. Depois que achei que seu corpo estava preparado retirei os dedos vendo abrir os olhos me fitando curioso.
- Posso? – eu perguntei enquanto posicionava meu membro em sua entrada. Ele não disse nada apenas balançou a cabeça em consentimento.
Fui penetrando seu corpo sem pressa, era tão quente e apertado, vi as lagrimas escorrerem doloridas de seus olhos, aos poucos fui preenchendo-o, e só parei quando me vi por completo dentro do meu pequeno, debrucei mais sobre seu corpinho, esperando que se acostumasse com o volume distribui pequenos selinhos por todo seu rosto. Senti seus braços circularem meu corpo e sua cabeça afundar em meu pescoço.
- Po- pode continuar. – o ouvi sussurrar contra minha pele.
Eu comecei a me mover sentindo-o se apertar contra meu corpo, não parei fui me movendo cada vez mais rápido e mais fundo, cuidando apenas para controlar o demônio faminto que havia dentro de mim que gritava pelo seu corpo. Aos poucos percebi que a dor do meu pequeno estava sendo substituída por prazer quando acertei sua próstata, ele jogou sua cabeça para trás deixando escapar um grito de prazer.
-M mais... mais... Aoi – meu pequeno gritava e eu jamais negaria.
Continuei a estoca-lo, envolvi seu membro em minhas mãos movimentando no mesmo ritmo das estocadas. Senti seu corpo se contorcer em espasmo, até que se desfez em minha mão nos sujando com seu prazer, neste momento sua entrada se contraiu me fazendo chegar ao ápice. Meu só meu. Deixei meu corpo deslizar para seu lado puxando-o para mim sua respiração ainda estava descompassada e eu sabia que dormiria em seguida. Eu sou um demônio e esgotei as forças do meu pequeno. E assim aconteceu o loirinho dormiu em meus braços sem dizer uma palavra.
Ruki Povs:
Acordei no meio da noite sozinho, senti um arrepio passar por minha coluna. Onde estava ele? Era só isso que minha mente pensava, ele havia me deixado, ele me abandonou eu sabia que quando ele percebesse o quão insignificante eu sou ele partiria, uma lagrima de tristeza caiu marcando minhas bochechas. Levantei-me ainda enfraquecido, tentando manter minhas pernas firmes ajeitei minha yukata e fui andando cambaleante segurando nas paredes, tateando na escuridão daquele corredor até que eu o vi sentado em uma poltrona negra com um encosto alto, ele lia um livro grosso que parecia desgastado pelo tempo. Me olhou sem dizer nada, as lagrimas ainda molhavam meu rosto, me lembrei de quando eu era criança e acordava com medo, eu sempre procurava por Reita ou Uruha no meio da noite, e me encolhia no colo de um deles ate dormir. O que eu farei agora? Só tenho Aoi e se ele não me quer perto dele. Eu o olhava por baixo de meus cabelos, eu estava descalço e esfregava freneticamente uma mão na outra nervoso, ele apenas me olhava, mordi meu lábio inferior incerto do que faria, com medo de ser rejeitado, então eu vi o moreno me estender os braços chamando-me para seu si. Não pensei duas vezes pulei em seu colo me encolhendo ele me puxou para seu peito, beijou doce o topo de minha cabeça me cobriu com seu manto, fechando os braços num abraço quente e protetor.
- Aishiteru Yuu-chan. – eu sussurrei apertando meus dedos no tecido da sua yukata.
-Aishiterumo, tenshi! Eu nunca vou deixa-lo, meu Koi! – não pude conter o sorriso ao ouvir sua declaração e foi sentindo o calor do seu corpo que eu adormeci. Adormeci nos braços do meu demônio.
Notas finais
obrigada
se quiser deixar review
onegai
o nome da fics significa sussurros
sasayaki musica do Buck Tick.
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