Notas iniciais
Não se esqueçam de me seguir, e dar uma curtida e dar seu comentário, boa sorte com a leitura!

​(O alarme toca baixinho, mas Saruto já está com os olhos abertos. Ele se levanta lentamente, ainda vestindo seu pijama, sentindo um calafrio estranho.)

​Saruto (pensando, sussurrando): "Que sensação é essa...?"

​(Ele se arrasta até o espelho do quarto e acende a luz fraquinha do abajur. Ele olha para o próprio reflexo, reparando em seu cabelo despenteado, e depois baixa o olhar para a palma da mão direita.)

​(Na palma de sua mão, brilha fracamente uma marca misteriosa em formato de pequena estrela roxa. A energia ao redor vibra sutilmente.)

​Saruto (assustado, arregalando os olhos): "Mas o que... O que é isso na minha mão?! De onde veio essa marca de estrela roxa?!"

​(De repente, a porta do quarto se abre lentamente. Sanada aparece encostada no batente, cruzando os braços com uma expressão sonolenta e analítica, vestindo seu pijama.)

​Sanada: O que você está fazendo acordado às quatro horas da manhã, seu idiota? Fica fazendo barulho aí sozinho.

​(Surpreso, Saruto esconde rapidamente a mão direita atrás das costas, tentando manter a calma.)

​Saruto: S-Sanada?! N-nada! Não há nada de errado aqui! Só... só perdi o sono!

​Sanada (estreitando os olhos, ativando levemente o Sharingan por pura desconfiança): Sei. Você tá com uma cara de quem viu um fantasma. Escondeu a mão atrás das costas por quê?

​Saruto (sorrindo de nervoso): Porque... porque minha mão tá coçando! É isso!

​Sanada (dá um peteleco forte na testa de Saruto): Ai! Menos, maninho. Vai deitar. Amanhã cedo nós temos aquele treinamento pesado com o Jono-Sensei, e se você chegar atrasado, ele vai fazer a gente dar cinquenta voltas ao redor do Monumento dos Hokages.

​Saruto (passando a mão na testa): Ai, tá bom, tá bom! Já vou dormir...

​(Sanada revira os olhos e volta pro quarto dela. Saruto se joga na cama, puxa o cobertor até o pescoço, olha de relance para a palma da mão que ainda brilha fracamente sob as cobertas.)

​Saruto (pensando, com o cenho franzido): "Uma estrela roxa... Será que tem a ver com o clã Otsutsuki? Ou é só um jutsu que deu errado? Droga... preciso entender isso."

​(Com a cabeça cheia de perguntas, ele finalmente pega no sono.)

​(A luz do sol entra radiante pela janela. A porta do quarto se abre com delicadeza.)

​Sarada (com um avental e um sorriso gentil, mas firme): Saruto, querido, acorda. Você vai se atrasar para o encontro com a sua equipe. O café da mesa já está esfriando!

​Saruto (esfregando os olhos e bocejando): Bom dia, mãe... Já tô indo!

​(Saruto veste seu uniforme ninja rapidamente, toma um café reforçado correndo, dá um beijo na bochecha da mãe e sai disparado de casa para encontrar seus colegas.)

​(No caminho, Saruto caminha com a mão direita enfiada bem fundo no bolso da calça, olhando fixamente para o chão, com uma expressão de pura ansiedade. Kaito percebe o silêncio estranho do amigo e come um bolinho de arroz.)

​Kaito (mastigando): E aí, Saruto? Você tá com uma cara meio pálida hoje. Aconteceu alguma coisa? Geralmente você acorda gritando que vai superar o nanico do seu pai logo cedo.

​Saruto (olha em volta para garantir que ninguém está ouvindo, puxa Kaito pelo braço e mostra rapidamente a palma da mão): Kaito... olha isso aqui. Mas olha rápido e não grita!

​(Kaito arregala os olhos ao ver a pequena estrela roxa brilhando na palma da mão de Saruto. A aura ao redor da marca faz o ar ao redor distorcer levemente por um segundo.)

​Kaito (boquiaberto, largando o bolinho): Caramba, Saruto... Que diachos é isso? Parece o tipo de marca que o tio Boruto ou o tio Kawaki têm, mas... roxa e em formato de estrela? Você ganhou isso onde?

​Saruto: Eu não sei! Eu acordei de madrugada e essa coisa já estava na minha mão. A Sanada quase viu, mas eu disfarcei. Kaito, você acha que isso tem a ver com aquele papo de Otsutsuki que o vovô Naruto e o papai sempre comentam?

​Kaito (olhando sério, cruzando os braços): Cara... Se isso veio do nada, é perigoso demais para ignorar. Se o Jono-Sensei ou a sua mãe (a Oitava Hokage) descobrirem agora, vão te trancar no laboratório de pesquisas do laboratório médico do clã Nara. O que a gente faz?

​(De longe, no centro do campo de treinamento, Jono Sengei cruza os braços e grita com uma voz autoritária.)

​Jono Sengei: Equipe 7! Menos conversa e mais ação! O aquecimento acabou! Quero ver quem de vocês consegue me acertar primeiro usando técnicas combinadas de Ninjutsu e Taijutsu!

​Sanada (já com o Sharingan ativado, estalando os dedos e olhando feio para o irmão): Vamos lá, Saruto. Você tá muito distraído hoje. Se continuar assim, eu e o Kaito vamos acabar te derrotando em cinco segundos.

​Saruto (escondendo rapidamente a mão no bolso de novo, engolindo em seco, mas abrindo um sorriso determinado): Ah, é o que nós vamos ver, Sanada! Nem vem que hoje eu tô com foco total!

​(Saruto avança correndo, mas a marca roxa em sua mão pulsa fortemente, soltando uma faísca de energia inesperada que faz o chão sob seus pés rachar, pegando tanto a Sanada quanto o Jono-Sensei de surpresa.)

​Jono Sengei (estreitando os olhos, impressionado): Espere... que tipo de chakra foi esse que o Saruto liberou agora há pouco? Não parece com o Rasengan comum...

​(A faísca roxa que brotou da mão de Saruto dissipa uma poeira fina no ar. O chão sob os pés dele continua trincado, emitindo um zumbido sutil, como se uma corrente elétrica invisível estivesse pulsando ali.)

​Sanada (desativando o Sharingan por um instante, com o cenho franzido): O que foi isso, Saruto? Você mal pisou no chão e quase abriu uma cratera. Desde quando você controla Liberação de Relâmpago ou Yin-Yang desse jeito bruto?

​Saruto (suando frio, escondendo a mão nas costas novamente e rindo de nervoso): H-hein? Ah, sei lá! Acho que exagerei no café da manhã que a mamãe fez hoje! Muita energia acumulada, sabe? Hehehe...

​Kaito (sussurrando de canto de olho, com uma gota de suor na testa): "(Café da manhã... sei. O cara quase abriu um portal para outra dimensão e me vem com desculpa de café.)"

​Jono Sengei (dando passos lentos em direção a Saruto, com o olhar estreitado e sério): Energia acumulada? Saruto, o fluxo de chakra que você liberou agora há pouco não tem nada a ver com o seu controle habitual. Ele tinha uma densidade completamente diferente... Quase como uma assinatura de um poder externo.

​(Jono para bem na frente de Saruto, cruzando os braços e analisando o garoto de cima a baixo.)

​Jono Sengei: Se você está escondendo alguma coisa sobre o seu treinamento ou sobre algum incidente recente, é melhor falar agora. Em campo, um segredo pode custar a vida da sua equipe. Entendeu?

​Saruto (engolindo em seco, sentindo o peso do olhar do sensei): S-sim, Jono-Sensei! Pode deixar... Não é nada demais, juro!

​Sanada (olhando desconfiada para o irmão, cruzando os braços): Ele tá estranho desde que acordou. Se ele inventar de fazer besteira numa missão, eu mesma dou um cascudo nele antes que o senhor precise, sensei.

​Jono Sengei (suspirando e balançando a cabeça): Muito bem. Vamos fingir que acredito. Mas o treino não vai parar por causa disso. Quero ver se essa "energia extra" toda serve para alguma coisa na prática. Kaito, Sanada, preparem-se. Saruto, venha com tudo o que tiver!

​(Konoha, minutos depois. O som de monitores médicos ecoa suavemente na sala silenciosa. Sakura termina de passar um aparelho de leitura de chakra sobre a palma da mão enfaixada de Saruto, enquanto analisa os exames detalhados na tela holográfica ao lado. Sua expressão, normalmente calma e experiente, assume um tom de profunda preocupação.)

​Sarada (andando de um lado para o outro na sala, com as mãos unidas e os olhos cheios d'água): Mãe, por favor... me diz o que os exames mostraram. Por que o Saruto despertou o Sharingan desse jeito brutal? E o que significa aquela estrela roxa na palma da mão dele? Não é um ninjutsu comum, eu sei que não é!

​Sakura (suspirando profundamente, tirando os óculos de leitura e olhando diretamente para a filha e para Boruto): Sarada... Boruto. Eu fiz todos os testes genéticos e escaneamentos de chakra possíveis. O fluxo que encontrei no sistema de circulação do Saruto não se originou apenas da nossa linhagem Uchiha ou Uzumaki.

​Boruto (cruzando os braços, apoiado na parede com o olhar sombrio): Pode falar direto, sogra. Tem a ver com os Otsutsuki, não tem?

​Sakura (acenando gravemente com a cabeça): Sim... Aquela marca na palma da mão dele e o modo como o chakra forçou o despertar do Sharingan... É uma manifestação residual e genética de DNA Otsutsuki latente. De alguma forma, o código genético adaptou-se e ancorou-se nele de maneira hereditária e profunda. Em termos simples... O Saruto carrega traços biológicos diretos de um Otsutsuki.

​(As palavras de Sakura caem na sala como uma bomba.)

​Sarada (sentindo o chão sumir sob os pés, com a voz falhando): O... O quê...? Um Otsutsuki...? Mas como...? O Boruto e eu... nós...

​(As lágrimas finalmente transbordam dos olhos de Sarada, que desaba, cobrindo o rosto com as mãos enquanto chora de tristeza e medo pelo futuro do filho.)

​Sarada (soluçando baixinho): Meu filho... carregar um fardo desses... Por que ele? Por que o meu bebê tem que passar por isso...?

​Sanada (abraçando a cintura da mãe, chorando também): Mãe... não chora... o Saruto vai ficar bem, né? Pai, fala alguma coisa!

​(Boruto imediatamente se aproxima de Sarada. Ele ajoelha-se diante dela, envolve seus braços com firmeza e carinho ao redor de seu corpo, puxando-a para um abraço apertado e seguro, encostando a testa na dela.)

​Boruto (com um sorriso calmo, embora seus próprios olhos reflitam a seriedade da situação): Ei... Olha para mim, Sarada. Tá tudo bem. Não chora.

​Sarada (olhando para Boruto através das lágrimas): Boruto... como você pode ficar tão calmo?! Ele é nosso filho! Ele pode se tornar alvo de novo...

​Boruto (sorrindo de canto, com aquela mesma confiança inabalável de quando enfrentou seus próprios demônios): Porque eu sei exatamente o que ele está sentindo. Quando eu tinha dezesseis anos, passei por algo muito parecido. Eu carreguei o Karma, enfrentei o perigo de perder o controle... e sobrevivi. Konoha inteira está com ele, e nós dois estamos aqui. Nós vamos treinar o Saruto, vamos ensiná-lo a controlar esse poder, e ninguém vai encostar um dedo nos nossos filhos. Eu prometo.

​(Saruto, acordando um pouco mais aliviado na maca, olha para os pais e para a irmã, levando a mão enfaixada até o peito, sentindo o calor da família.)

​Saruto (com a voz fraca, mas determinada): Pai... Mãe... Sanada... Eu tô bem. Eu não vou deixar essa marca me controlar. Vou ficar forte de verdade!

​(Em um salão dimensional banhado por uma luz roxa e fria, Momoshiki Otsutsuki flutua lentamente no ar, com um sorriso de canto a canto, o clássico olhar de superioridade estampado em seu rosto divino.)

​Momoshiki (rindo baixinho, com uma voz ecoando pelo espaço): Heh... Hehehe... Finalmente. A semente foi plantada com sucesso. Aquele pirralho insolente, sangue do Uzumaki e da Uchiha, finalmente despertou a marca. O processo está completo... O Saruto agora é oficialmente um Otsutsuki, quer a aldeia dele aceite ou não.

​(De repente, um clarão dimensional se abre e Shinobi Otsutsuki aterrissa abruptamente no chão de pedra, ofegante, com o uniforme de Konoha e a bandana da Folha na testa, mas com os olhos arregalados de puro choque.)

​Shinobi: Momoshiki...! O que você acabou de dizer?! O que você fez com o Saruto?!

​(Momoshiki vira-se lentamente, fitando o garoto com desdém e um olhar cortante.)

​Momoshiki: Ora, ora... Olha só quem resolveu dar as caras por aqui. Por que você voltou a esta dimensão, Shinobi? Você já não faz mais parte do nosso mundo. Prefere ficar fingindo ser um herói patético naquela vila de insetos, vivendo como uma pessoa normal... Esquecendo-se completamente de que foi criado exclusivamente para uma coisa: destruir aquele mundo miserável.

​Shinobi (fechando os punhos com tanta força que os nós dos dedos ficam brancos, tremendo de raiva e frustração): Eu não estou "fingindo" nada! Konoha é a minha casa agora! O meu time, os meus amigos... O Saruto! Ele é meu amigo! E você... Você manipulou tudo isso à distância, não foi?! Foi você que colocou aquela marca na mão dele!

​(As lágrimas de revolta começam a brotar nos olhos de Shinobi. A energia ao redor dele começa a entrar em colapso e a se distorcer.)

​Shinobi (gritando com a voz embargada e furiosa): Seu monstro! Eu já adivinhei tudo o que você fez com o meu amigo! Por que você tem que destruir a vida de todo mundo?!

​(Uma rajada de chakra puro explode de dentro de Shinobi. Sob o impacto de suas emoções extremas, sua transformação se desencadeia à força: chifres brancos e pontiagudos brotam de sua testa, marcas geométricas escuras e brilhantes serpenteiam por seus braços e cobrem metade do seu rosto.)

​Shinobi (com a voz alterada, misturando o som humano com a ecoante ressonância Otsutsuki, avançando com lágrimas nos olhos): EU VOU TE PARAR, MOMOSHIKI!

​(Com um simples aceno de mão, Momoshiki cria uma barreira de energia invisível que estanca o ataque de Shinobi no ar, paralisando o garoto instantaneamente.)

​Momoshiki (com o rosto impassível, suspirando entediado): Tolinho... Choro inútil de uma arma defeituosa. Acha mesmo que pode desafiar o seu criador por causa de laços sentimentais insignificantes?

​Shinobi (tentando forçar a barra, chorando de raiva enquanto é contido pela pressão): Me solta...! O Saruto não vai virar um monstro igual a você!

​Momoshiki (sorrindo de forma sádica): Aceite os fatos, garoto. O Saruto é do mundo Otsutsuki agora, quer todos queiram ou não. A linhagem dele carrega o peso do destino. Esqueceu-se da história da sua própria espécie?

​(Momoshiki aproxima-se lentamente do rosto de Shinobi, que aperta os dentes de ódio.)

​Momoshiki: O Boruto e o Kawaki também foram transformados em Otsutsuki na mesma idade... E viram-se obrigados a caminhar pela trilha da ruína quando tinham dezesseis anos. Eles quase destruíram tudo. O único motivo pelo qual Konoha ainda existe é porque a Sarada e a Sumire interferiram, atrapalhando a destruição total que o Boruto e o Kawaki estavam destinados a causar!

​Shinobi (arregalando os olhos): O... O quê...?

​Momoshiki (continuando, com um tom profético e gélido): Mas os laços humanos são apenas falhas temporárias no sistema. No futuro, quando o Saruto completar exatamente dezesseis anos, a marca consumirá a hesitação dele por completo. Ele fará exatamente a mesma coisa que o Boruto fez... E desta vez, quando a cortina cair, novas pessoas surgirão para destruir Konoha de uma vez por todas. O ciclo é perfeito. E você... você não poderá fazer absolutamente nada para impedir.

​(A porta do quarto se abre de supetão, revelando a turma inteira de Genins da nova geração empurrando uns aos outros para ver como Saruto está. O quarto, antes silencioso, enche-se de vozes preocupadas.)

​Bronze Lee (com os punhos cerrados e lágrimas dramáticas nos olhos): O Rascunho da Chama da Juventude caiu! Saruto, meu amigo! Como você ousa desmaiar no meio do treino e nos deixar preocupados desse jeito?!

​Hanaki Nara (cruzando os braços, bufando, mas com o olhar visivelmente aliviado): Hã? Fale baixo, Bronze Lee, o garoto acabou de acordar. Mas é verdade, Saruto... Você deu um susto daqueles na Equipe 7 e na vila inteira. A gente sentiu uma onda de chakra bizarra de lá do Campo de Treinamento 3.

​Meily Yamanaka (ajeitando o rabo de cavalo, aproximando-se da cama com uma expressão suave): Pois é! Minha mãe (Himawari) sentiu a oscilação de longe e quase desabou a cozinha inteira. Você tá sentindo dor, Saruto?

​Inojiro Yamanaka (apoiado no ombro da prima Meily, sorrindo de canto): É, maninho... Olha o estado que você deixou sua irmã e a gente. Nem para avisar que ia fazer um despertar dramático de Sharingan, né?

​Kenji Senju (ajustando a gola da roupa, com um tom sério e analítico): Não é hora para piadas, Inojiro. Aquela energia não parecia em nada com um despertar comum de Uchiha. Havia algo... estranho nela. Quase desumano.

​(Rin Uchiha aproxima-se calmamente da cama. Ela olha para o primo Saruto com seus olhos calmos, mas profundos, lembrando vagamente a postura de Sumire e Kawaki.)

​Rin Uchiha: O Kenji tem razão, Saruto. Meu pai e a tia Sarada conversaram rapidinho antes de entrarem aqui. Eles disseram que você precisa descansar... mas a gente sabe que tem mais coisa nessa história, não tem?

​(Saruto abaixa a cabeça, olhando para a própria mão enfaixada, sentindo o peso das palavras dos amigos. Sanada coloca a mão no ombro do irmão em sinal de apoio.)

​Saruto (com a voz um pouco fraca, mas tentando sorrir): Desculpa... Eu não queria assustar ninguém. Eu só... acordei de madrugada com essa marca esquisita na palma da mão, e no treino ela simplesmente explodiu sozinha.

​(Shinobi Otsutsuki, que estava no canto mais escuro do quarto, em silêncio absoluto desde que chegaram, aperta os punhos com força dentro dos bolsos da calça. Ele se lembra perfeitamente das palavras de Momoshiki na dimensão.)

​Shinobi (pensando, com o rosto tenso): "(Foi o Momoshiki... Ele fez isso com o Saruto. Ele acha que vai conseguir transformar o Saruto em um fantoche igual a ele... Mas eu jurei que não vou deixar.)"

​Shinobi (dizendo em voz alta, com firmeza): Escuta aqui, Saruto. Não importa o que esteja nessa sua mão... Se alguém tentar mexer com você, vai ter que passar por todos nós primeiro. A gente é a nova geração de Konoha, esqueceu?

​Kaito (sorrindo de orelha a orelha, cruzando os braços): Exatamente! O Shinobi falou tudo. Se precisar de porrada, a gente tá junto. E se precisar colar no Ichiraku para recuperar as energias, eu pago o primeiro tigrão de ramen!

​(Enquanto as crianças conversam e riem no quarto, aliviadas por ver que Saruto está bem, Boruto e Sarada observam tudo pela fresta da porta aberta, encostados na parede do corredor.)

​Sarada (com um sorriso terno nos lábios, limpando uma última lágrima solitária): Olha só para eles... Eu estava com tanto medo de que o Saruto ficasse isolado por causa dessa marca, por causa do destino que tentam impor a ele.

​Boruto (colocando as mãos nos bolsos, sorrindo com aquela confiança inabalável): Você subestima a força dos laços dessa geração, meu amor. O Momoshiki acha que pode controlar o destino através de marcas e sangue Otsutsuki... mas ele não entende o poder da amizade e da união de Konoha.

​(Boruto olha de relance para Shinobi, que sorri para Saruto lá dentro, escondendo sua própria tormenta interior para proteger o amigo.)

​Boruto: Nem o Saruto, nem o Shinobi, nem nenhum deles vai caminhar sozinho na escuridão. Porque enquanto houver essa luz na vila, nós sempre puxaremos uns aos outros de volta.

​(A cena se encerra com todos os amigos reunidos ao redor da maca de Saruto, rindo e comemorando sua recuperação, enquanto lá fora, sob o céu estrelado de Konoha, a nova geração prova que o futuro ainda pertence a eles, prontos para reescrever qualquer destino.)