Sansão, O Novo Rival

14 Alucinações e... Madame Creuzodete?!


Notas iniciais
Eu sinto muito - novamente - pelo atrazo, é que eu não gosto de escrever apenas por escrever, gente. Eu morro de medo de acabar escrevendo porcaria, e se eu mesma não gosto, imaginem vocês que irão ler?! Eu gosto de fazer tudo na inspiração, pra ficar melhor, e aí está o resultado, que que não saia porcaria, por favor!

Mônica: Faça a doação... Já não me resta nada mesmo....

Fim do Flahback

Cebola: Tá, não foi totalmente culpa minha.

Mônica: Ah, fala sério Cebola!

Cebola: É sério, como eu poderia saber que o Cascão não era bom de goleiro?

Mônica: Cebola, veja bem, eu estou cansada de ficar repetindo o seu nome só para que preste atênção! (N/a: Além de ficar muito chato :p) Mas já que você faça tanta questão, Cebola. Vou lhe falar de um jeito que você nunca mais vai esquecer, sempre é a mesma coisa, você toma o Sansão de mim, faz quantos nós você deseja, eu alcanço você e te bato enquanto você emplora por perdão aí sim eu te perdoou!

Cebola: Ah, então você me perdoa?! Sabia que não ficaria brava comigo por muito tempo! (Completamente, se achando!)

Mônica: Não, Cebola, porque desta vez não houve nós, houve o Sansão virando patê de roda de caminhão! Eu já estou cansada de tentar te consertar, nem a maior coelhada do mundo é capaz disso! Você queria me derrotar, e conseguiu! Derrotou não apenas o simbolo de minha vitória, mas de meu carinho incondicional. Mas quer saber de uma novidade?! Eu não quero mais saber de você!

Mônica não percebeu o quanto usou de força pra fechar o armário, mas vamos dizer ele não irá fechar por um certo tempo, ou pelo menos até contratarem alguém para consertá-lo. Cebola se pegou pensando que seia bom estar no lugar do armário.

" Será que eu sou realmente um masoquista?! Eu preciso me tratar! "

Toni e Felipe só assistiam o Cebola se virar e seguir para a sala, enquanto Felipe mexia na carteira.

Toni: Eu disse que ela não iria perdoar ela.

Felipe: Te pago com todo prazer! — disse enquanto entregava uma nota de vinte ao Toni.

Aula com o Professor Licurgo

Licurgo: Pois bem, hoje nós vamos falar sobre...

Cebola se encontrava no fundo da sala, analisando as costas da Mônica, que não relaxaram em nenhum momento desde que ele entrou na sala e ela virou a cara para ele. Não se surpreenderia se não entendesse nada do que o professor falasse.

Licurgo: ... Coelhos azuis!

Cebola: Hã? — Cebola tomou um susto tão grande que derrubou a própria cadeia quando se levantou.

Licurgo: Celhos azuis!

Mônica se virou para o Cebola, e seu rosto estava azul e as orelhas como as de um coelho.

Mônica: Coelhos azuis.

Cebola olhou em volta e viu todos com a aparencia de coelho azul.

Denise: Coelhos azuis.

Nimbus: Coelhos azuis.

Eco: Coelhos azuis, coelhos azuis, coelhos azuis...

Cebola: Coelhos azuis não!

Cebola saiu correndo da sala, tentando se livrar da imagem de todos se transformando em coelhos azuis, mas ficou ainda pior no coeeredor.

Eco: Coelhos azuis, coelhos azuis, coelhos azuis...

Cebola: Não, NÃO! Fiquem longe de mim!

Cebola sentiu o seu braço ser agarrado e sacudido fortemente.

Licurgo: Cenourinha! Cenourinha!

Cebola acordou e viu o professor Licurgo lhe sacudindo.

Licurgo: Você não prestou atênção sobre as algas azuis do reino Monera, Cenourinha?

Cebola: AHHHHHHHHHH!!!

Cebola não aguentou a pressão e correu da sala.

Licurgo: Hum, é imprecionante cada pety que os alunos dão só pra cabular!

não foi apenas por causa do sonho, mas a imagem do professor se transformando em coelho não ajudou muito com o apelido "Cenourinha", estava com medo de parecer uma cenourinha paetitosa demais!

Cebola: Agora é ofical, eu preciso me tratar!

Cebola sabia que não podeia voltar para casa, seus pais estranhariam, e não queria que eles pensassem que estava cabulando. Então Cebola seguiu para a pracinha e se sentou no banco. Mas correra tanto... Estava tão cansado...

Meu coelhinho Sansão, Sansão. É tão bonita, nossa canção...

Cebola acordou amarrado em uma cadeira, em um quarto escuro com apenas uma luz branca iluminando em torno de seu corpo. (N/a: Clichê de filme, tá gente. Só pra dar um clima)

Voz infantil: Olá, Cebolinha...

A criatura deu um passo em direção a luz que iluminava antes apenas o Cebola. Se revelando um coelho azul com uma orelha arrancada e o olho saltando da pelúcia, com marcas de pneu por todo o corpo.

Sansão: Vamos dar uns nós?

Cebola: Não, não! Meu cabelo não, meu cabelo não!

Cebola acordou no banco do parque, com uma garotinha de cachinhos loiros lhe encarando.

Garotinha: Moço, o senhor é louco?

Cebola: Espero que não...

Cebola avistou uma tenda com uma plaquinha escrito "Madame Creuzodete"

Cebola: É isso!