Sangue de Ouro
3 Cúmplices de quê?
Depois de um dia cansativo e bem conturbado, Castle e Beckett chegam em casa e encontram Martha sentada no sofá, lendo um livro e tomando uma taça de vinho envolta por um ambiente a meia luz.
Castle: – Boa noite Mamãe! Ainda acordada? – Ele dá um beijo em sua testa carinhosamente.
Beckett: – Está tudo bem Martha? – Sentando-se ao lado dela e apoiando a mão sobre seu joelho.
Martha: – Está tudo bem meus queridos!
Castle percebe algo diferente em sua mãe, mas, antes que pudesse falar alguma coisa Martha continua.
Martha: – Alexis saiu após receber um telefonema e levou a sua Ferrari.
Castle: – Mas mamãe!?!?! – Em um sobressalto ele quase cai sobre a mesinha de centro. – Como assim levou a Ferrari???
Beckett: – Castle, deixe a Alexis! Ela sabe o que faz e é bem responsável. E outra coisa, ficaria mais preocupada se você estivesse com a Ferrari. – Ela se levanta e dá um beijo em Martha e outro na testa de Castle. – Vou tomar um banho e deitar um pouco.
Castle: – Já estou indo também. – Fica observando a esposa se retirar e retoma o assunto com sua mãe. – O que está acontecendo com Martha Rodgers?
Martha: – Oh Richard, meu querido! – Carinhosamente ela segura no rosto do filho. – Não está acontecendo nada, fique tranquilo! Não quero mais uma ruga de preocupação nessa sua testa.
Castle imediatamente passa a mão na testa para verificar o que sua mãe acaba de falar e ela ri dando um beijo nele saindo para seu quarto.
Castle: – Mãe, — Ela se vira. – Sabe que pode contar comigo para o que for preciso, não sabe?
Martha dá um sorriso amável ara o filho e consente com um gesto e continua a subir as escadas.
Durante a madrugada, Beckett se levanta para tomar um copo de água, mas, ao sair do quarto percebe que a chave da Ferrari ainda não está no platô e começa a ficar preocupada, olha no relógio para ver que já são 6 da manhã, mas, ouve um barulho na porta.
Alexis: – Beckett! – Se espanta com a mulher parada no corredor de frente a porta. – Está tudo bem?
Beckett: – Sim, apenas vou beber água.
Alexis: – Bem, então vou me deitar. – Ao passar por Beckett, a dá um beijo. – Boa noite e, se não for pedir muito, quanto a Ferrari...
Beckett: – Não se preocupe! – Dando uma piscadinha para a garota ela ainda fica preocupada com o que ela poderia estar fazendo.
Mais tarde, na delegacia.
Beckett: – Bom dia! O que temos até agora? – Pegando os arquivos das mãos de Ryan e colocando o copo de café sobre a mesa vê Jen se aproximar um pouco aflita.
Jen: – Bom dia, passei para o Ryan, agora de manhã, o relatório das ligações dos telefones que foram apreendidos. – De repente ela ouve o toque do elevador. – Descobri algo incomum com sua vítima e a vítima dele. – Acenando com a cabeça para Demming que acabara de sair do elevador.
Demming: – Bom dia, Jen! — A garota apenas olha para. – Bom dia Kate!
Foi quando Beckett começa a notar uma tensão no ar, mas, como não é a hora apropriada, deixa passar.
Beckett: – Então, aproveitando que o Detetive Demming chegou, diga-nos o que tem de incomum com nossas vítimas.
Jen: – Bem, notem aqui as ligações repetidas do celular da Dr Makenzi, – Apontando para uma lista de ligações para o mesmo número, – agora olhem as ligações deste outro telefone. Achei que fossem do noivo da Drª, percebem que estão em horários bem próximos das ligações que ela fez?
Demming: – Algum parente ou amigo em comum dos dois. O que isso tem de estranho?
Jen: – O estranho é que, nenhum dos celulares é da Drª Makenzi, mas, o outro, é do Celular da sua vítima, – Ela aponta a foto do homem morto no quadro. – e que não conseguimos identificar porque não existe registro dele em nenhum banco de dados conhecido.
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