Sangue de Arthur II
10 10- Capítulo-Ex, Momentos fofos ou engraçados ou ambos.
Notas iniciais
Pendragon, Mordred — referente ao cap1
— Mordred, você quer aprender a cozinhar? — questionou Emiya usando um tom alto o suficiente para ser ouvido da varanda.
A garota o olhou com semblante irritado.
— Eu tô do seu lado, idiota. — resmungou segurando-se para não socá-lo. — E não.
— Então eu serei seu… espera, o quê?
A cavaleira já atravessava o batente que separava o corredor da cozinha quando o Emiya percebeu sua negativa.
Emiya, Arthuria — referente ao cap1
— Ela quebrou o tatame. — disse a Shirou sem delongas quando o encontrou na cozinha. — Entre uma surra com espada de madeira e três dias sem comer, qual você acha mais adequado?
— Mordred?
— Sim. — confirmou Arthuria.
— ´´Tome mais cuidado``, ou algo assim.
— Mas Shirou… você nunca deixa eu castigar minhas filhas. — resmungou meio emburrada o antigo rei Arthur.
Emiya, Eli- referente ao cap2
— Deixe-me acompanhá-los. — a garota dos Emiya disse encostada na dobra da rua com os braços cruzados.
— Não. — disseram em uníssono Tatsuo e sua irmã, pela décima vez naquele dia, antes de a arrastarem de volta para casa outra vez.
— Essa é a espada da mamãe que protegeu um reino! — proclamou balançando a Excalibur na frente deles. — Se me deixarem ir, deixo usarem.
— Ela nem é sua. — Mordred respondeu erguendo-a pela camisa.
Aquela foi a vigésima tentativa da garota, após esta ela foi amarrada por meia hora e a espada da seleção escondida em outro lugar.
Emiya, Shirou — referente ao cap3
— Entendo, então foi isso. — disse após escutar um breve relatório da esposa.
— Se houvesse havido o disparo daquele arco… não teria nada que eu pudesse fazer.
Shirou suspirou e um breve sorriso tomou-lhe os lábios.
— Pessoas não podem usar arcos se não puderem usá-lo.
Arthuria levou o garoto pro quarto. Óbvia, e rudemente, ignorando o Emiya.
Yoshitsune, John — referente ao cap3
Ele havia acabado de escapar do seu pior inimigo. Aquele que o espreitava onde quer que montasse acampamento. Fosse uma tenda ou um apartamento.
Estão sempre afiados, nunca perdendo um momento de minha sonolência matinal para fazer sua jogada.
— Não seria mais fácil simplesmente arrumar seus documentos?
— Ha! Como se meus principais antagonistas fossem assim tão fracos.
Pendragon, Mordred — referente ao cap2
— Levanta. — ordenou.
— Tô morrendo aqui… — arquejou Tatsuo.
Mordred o olhou. Da face repleta de suor ao osso que tornara-se melhor delineado sob a pele. Tudo parecia indicar que chegara próximo do limite.
— Foda-se. — disse a cavaleira puxando-o para cima.
Pendragon, Mordred — referente ao cap2
Quando o viu envolto em chamas e se auto proclamando um deus, soube imediatamente.
— Eu sei quem é você. – disse Mordred.
— Mas é claro que sabe.
— Esse fogo, essa cara arrogante e esse coto onde devia tá o resto do braço... você é Hefesto! O ferreiro aleijado do monte Olimpo!
O rosto do deus contorceu-se numa expressão de profundo desgosto.
— Muito engraçado, repita tal piada outra vez e te enviarei ao Hades.
— Pode tentar, Hefesto, eu chuto essa sua bunda de aleijado.
E o Saber e o Archer tiveram uma segunda disputa de força antes da falha nas negociações.
E Tatsuo caiu no chão quando Mordred o soltou.
Kotomine, Kirei — referente ao cap5
Enquanto se dirigia ao prédio principal o padre se perguntava qual a melhor forma de irritar os que estivessem presentes no quarto do garoto que invocara a Saber.
Mas, quando passou a frente da cafeteria e escutou Emiya Shirou prestes a revelar o segredo que poderia trazer a real Arthuria, viu uma chance de matar dois coelhos num único golpe.
´´Ohh! Minha adaga escorregou no pescoço cheio de aberturas desse pobre rapaz! Que Deus me perdoe! Agora vou só prender a mulher dele num calabouço.``
E assim seu coração se fez contente nas últimas horas que antecederam sua morte.
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