Sangue Na E.E.I-N.T

3 Capítulo 2: Uma Questão de Sobrevivência


Notas iniciais
Ainda estou escrevendo para as paredes... Alguém dê um sinal de vida!

Kate perguntou assustada e ansiosa: O que?!
Peter: Kate, sem interrupções..!
Kate: Desculpa. Pode continuar...
Peter: Enfim... Como ia dizendo....

“Algo, completamente errado aconteceu... Nem eu, nem os soldados, nem ninguém podia acreditar naquilo. Eles estavam bem, sem aquelas criaturas em seus rostos. Na verdade, haviam sumido. Sim, só os que haviam morrido estavam no chão. Mais nenhum. Nós levamos os médico-biológos à enfermaria e...”

Harry interrompeu dizendo: Ah... Eu me lembro disso.
Peter: P****! Assim eu não conto a história hoje! Eu falei para não me interromperem. Vocês aceitaram e estão me interrompendo! Droga! Calem a boca por favor?!
Kate disse lacrimejando: Desculpa...
Harry à abraçou e gritou para o Peter: Cara! Você fez ela chorar! Seu insensível! Parece até que não sabe tratar bem uma mulher!
Peter: Eu sou insensível mesmo! Sou não... Eu estou! E por minha insensibilidade eu estou vivo! Eu por ela que eu vou sobreviver! Escuto?! Eu vou sobreviver!

De repente, uma gota verde cai do céu da nave, direto para a camisa de Peter, bem na direção da barriga. E começou uma fumaça por onde a gota passava. E a camisa, que era feita de minério, começou a derreter. Os três ficaram apavorados, e quando eles olharam para cima, algo começou a se materializar... Um monstro preto com detalhes prateados...

Ele começou a rosnar, de quatro, porém de cabeça para baixo. Num reflexo, Harry pegou sua Pistola Vênus 47 (Uma pistola que atirava ácido) e atirou na testa do bicho. O mesmo caiu no chão espirrando ácido e agonizando de dor. Todos os três começaram a correr como loucos.

Do nada, apareceu outro monstro. Porém, esse não era tão grande. Ele deu uma chicotada com a língua na cara de Peter. O mesmo caiu com a mão no rosto, e gritando com muita dor no rosto. Não pela linguada (se assim podemos dizer), mas sim, pelo ácido que ela deixou na cara dele.

Harry guardou a Vênus 47, e pegou a Escopeta Electrus 29 (uma escopeta que atirava uma rede de raios). A rede prendeu a criatura e dava choques nela, em quanto a mesma gritava muito mais alto que a outra. Pelo contrário. A outra já havia se calado. Harry e Kate começaram a correr e Peter gritou.

Peter: Esperem por mim!
Harry respondeu-o com deboche e sarcasmo: Calma. Pois como você mesmo disse, ‘você vai sobreviver por causa da sua insensibilidade’! Nós nos vemos outro dia ou outra hora. Ou não...
Peter: Seu maldito! Eu vou me vingar de você! Eu vou sobreviver! E vou te matar!

Mas Harry não escutou nada, já estava muito longe. Na verdade, escutou. Só não entendeu o que ele disse. Kate havia ficado com pena e com medo de Peter. Quando Harry percebeu, ele disse a ela.

Harry: Calma amor... Ele faria o mesmo com a gente se tivesse chance.
Kate: Disso eu sei. Mas por que não o matou ali? Para acabar com o sofrimento dele? E ainda por cima, se ele sobreviver, poderá nos matar.
Harry: Eu não sabia qual ia ser sua reação. Não queria te deixar mais traumatizada, do que você já está.
Kate: Ah amor... Obrigada.

Disse ela beijando-o. Na verdade, foi só um selinho. Eles não tinham tempo para carícias e para namorar. E sabiam disso. Tinham que correr, chegar às naves de fuga (que já tinha comida, água, e um colchão) e aí sim, poder fazer o que quiser.

Harry olhou para o relógio. 10:59 AM na Terra. Ele tinha que chegar à Terra até às 6:00 PM, quando fecham qualquer ligação com qualquer coisa depois da Camada de Ozônio (ou o que sobrou dela). E ainda por cima. Só a viagem de volta, seriam de 5 horas e cinquenta minutos mais ou menos.

Eles correram para a Entrada da Sala das M. F. (Máquinas de Fuga), Harry, escutou um rosnado... Um não, vários rosnados. Ele parou, e segurou a Kate, para que não andasse. Ele olhou para a Entrada e não viu nada, olho para cima, e também nada, nas paredes... Nada, tudo limpo. Ou aparentemente. Ele olhou para o relógio, 11:42 AM na Terra. Antes, o tempo havia passado muito devagar. Mas agora que eles tinham um tempo determinado para chegar lá, parecia que estava voando. Enfim, ele olhou de novo para a Entrada... Nada. E o portão estava trancado. Ele cochichou para Kate.

Harry: Amor. Esses bichos estão invisíveis perto da entrada. Eu tive uma ideia. Eu vou atrair eles para um canto, e você corre para o portão, destranca ele, entra e tranca de novo. E só abre de novo, quando eu falar. Ok?
Kate: Não. Não quero que você morra.
Harry: Eu não vou morrer.
Kate: Promete?
Harry: Prometo. E por via das dúvidas, tome minha Vênus 47. A minha pistola de ácido.
Kate: Ah... Obrigada. Volte logo.
Harry: Claro que eu vou voltar. Nós vamos sair desse inferno. E será hoje.

Harry olhou mais uma vez para o relógio. 11:52 AM na Terra. Já estava mais do que na hora. Ele pegou duas Sub-Metralhadoras Dragon Gray (Por atirarem fogo e terem mais ou menos o formato de um dragão e ter a cor cinza) e gritou atirando por todos os lados e correndo.

Harry: Aqui seus m*****! Venham me pegar!!!

Podia se ver ácido voando por todos os lados, gritos muito agudos monstros caindo no chão e correndo atrás de Harry. Ele obviamente, corria para a direção contraria à Entrada da Sala das M. F.s Enquanto os aliens se distraíam com Harry. Kate correu até a entrada da sala. Destrancou o portão com a senha, entrou e trancou novamente.

Enquanto Harry lançava chamas sobre as criaturas. Tendo deixado inconsciente (mortas ou desmaiadas) a todas as criaturas que estavam ali. Correu para o portão e gritou o nome para a Kate abrir o portão. Ela abriu, e ele entrou. Assim que ele entrou. Ela trancou o portão (mais uma vez) e Harry foi ver que horas eram. E eram exatamente...

Notas finais
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