Sangue Maldito

21 Mar de Prazer


Notas iniciais
Eu acabei travando na parte do hentai e precisei ralar muito para conseguir escrever... Bom saiu isso aí mesmo!! Espero que gostem... ^-^

– O QUÊ? – Subaru gritou furioso socando a mesa, por algum milagre ela não se partiu ao meio.

– Você só pode estar brincando! – Ayato falou incrédulo. Todos os seis pareciam muito furiosos com a noticia de que esses tais de Mukami viriam morar aqui conosco.

– O QUÊ? – Subaru gritou furioso socando a mesa, por algum milagre ela não se partiu ao meio.

– Você só pode estar brincando! – Ayato falou incrédulo. Todos os seis pareciam muito furiosos com a noticia de que esses tais de Mukami viriam morar aqui conosco.

– Ettoo... Quem são esses Mukami? – perguntei curiosa. Pelo modo como eles agiram parecia que os Sakamaki não se davam muito bem com eles.

– Eles são nossos primos. – Shu me respondeu, o modo como ele disse a palavra primos parecia que ele estava debochando.

– ESPERA AÍ! – gritei revoltada e me levantei da cadeira bruscamente fazendo com que ela caísse para trás. – Vocês estão me dizendo que mais vampiros sádicos e irritantes estão vindo morar nessa casa? – perguntei indignada. Eles apenas me lançaram um olhar irritado. – O pai de vocês é um retardado! – exclamei e levantei a cadeira do chão sentando-me novamente.

– Está aí uma coisa na qual você tem razão. – Subaru concordou comigo. Eu suspirei, simplesmente não suportei saber que além de ter que ser mordida por seis vampiros teria que aturar a vinda de sei lá quantos mais para essa casa. Abaixei a cabeça e Yui pegou minha mão num gesto de consolo, eu a olhei e sorri.

– Gostaria de saber qual é o motivo por trás dessa ação. – Reiji disse ajeitando o óculos.

– Nós só vamos saber quando ele quiser que saibamos. – Laito respondeu arrumando o chapéu, ele estava com raiva e frustrado, resolvi fazer a mesma coisa que Yui fez comigo e peguei a mão dele. Laito me olhou espantado e eu sorri tentando tranquiliza-lo, ele só apertou minha mão.

– É melhor que ele não esteja esperando que nós compartilhemos nossas noivas, não é, Teddy? – Kanato disse para o seu ursinho e eu me senti feliz por saber que eles não tinham a menor intensão de dividir a mim e a Yui com esses Mukami.

– Parece que eles vão morrer de fome! – Ayato exclamou com um sorriso maligno. Agradeci imensamente o fato de todos eles serem muito possessivos, assim não precisaria ter que lidar com os outros vampiros, bem, eu não podia ter certeza que esses novos moradores não fossem beber meu sangue, porém acho que eles não conseguiriam fazer isso tão frequentemente.

– Vamos deixar esse assunto de lado, precisamos ir para a escola. – Reiji anunciou e todos concordaram se levantando, eu tentei soltar minha mão da de Laito, entretanto ele não deixou apenas começou a me arrastar para fora da mansão. Eu podia sentir que os outros irmãos nos olhavam com um pouco de raiva, só que não era culpa minha o Laito que não queria me soltar. Ele me puxou para dentro da limusine e eu fiquei sentada entre ele e o Subaru.

– Laito-kun, você já pode soltar a minha mão. – falei para ele corada, o automóvel começou a se mover. Realmente era uma situação meio constrangedora aquela pela qual estava passando.

– Não quero, Muchi-chan. – negou me olhando pelo canto do olho, eu tentei puxar minha mão, no entanto a única coisa que consegui foi fazer com que ele puxasse o meu braço me fazendo ficar colada nele, eu tentei me afastar só que Laito passou o braço ao redor da minha cintura me imobilizando.

Eu suspirei e resolvi desistir, soltei meu peso no banco e recostei minha cabeça no ombro do Laito fitando o teto da limusine. Fiquei imaginando como seriam os novos vampiros que iriam morar na casa, estava com receio deles serem piores que os Sakamaki, afinal não queria que algum deles me torturasse de um jeito pior do que o Ayato fez comigo.

Respirei fundo e fechei os olhos. Qual era o problema do Karl Heinz? Como é que ele podia ser tão safado, cafajeste, retardado e inconveniente! Com certeza ele era um dos motivos para os filhos dele terem ficado com essas personalidades distorcidas.

– Você está frustrada com o quê, Tora-chan? – Yui perguntou. Eu abri meus olhos e a fitei cansada.

– Eu só estou pensando em uma das razões para tantas personalidades deturbadas. – respondi calmamente. Yui me olhou confusa e eu sorri tristemente.

– É melhor você não perder tempo pensando nisso. – Subaru aconselhou, parecia que ele já sabia no quê, ou melhor, em quem eu estava pensando. Aceitei o conselho de Subaru, não precisava perder meu tempo pensando em lixos como Karl Heinz.

– São quantas pessoas que virão morar aqui? – perguntei com uma curiosidade súbita.

– Quatro. – Reiji respondeu rapidamente sem me dar atenção. Eu bufei de raiva, lindo... De agora em diante eu moraria com DEZ vampiros sádicos! Me joguei no colo do Laito, escondendo meu rosto nas coxas dele, os Mukami nem chegaram e eu já estou cansada só de pensar em ter que aturá-los.

– O que houve, Jujuba, está irritada por ter mais vampiros vindo para cá? – Ayato perguntou, eu não estava vendo, contudo sabia que ele estava com um daqueles sorrisos debochados.

– Estou sim, já é muito difícil aguentar seis imagine dez! – respondi ríspida sem nem sair do lugar que estava.

– Muchi-chan, é melhor você parar de mexer seu rosto. – Laito avisou.

– Por quê? – questionei o encarando confusa, ele apenas deu um sorrisinho pervertido e na hora eu entendi o porquê, ele estava começando a ficar excitado com movimentações desnecessárias, me afastei do Laito num pulo, estava totalmente corada de vergonha.

– Parem com isso! – Reiji mandou e nós tínhamos acabado de chegar à escola, eu desci rapidamente e fui para a sala de aula, não queria levar bronca do Reiji. As aulas passaram lentamente com todos os professores falando coisas que eu já sabia, sério aquilo era mortalmente chato.

Logo era hora de ir embora e eu fui a primeira a entrar na limusine, o caminho até a mansão transcorreu em um silêncio confortável. Ao chegar eu fui direto para o meu quarto e troquei o uniforme por uma camisola branca e me joguei na cama, na verdade eu não queria dormir só precisava ficar deitada um pouquinho.

Fechei meus olhos e fiquei lá jogada até que senti alguém segurando meus pulsos, abri meus olhos assustada e me deparei com o Laito em cima de mim.

– Muchi-chan, você me provocou tanto hoje! – ele falou me fitando de um jeito extremamente pervertido e sádico.

– E-eu não f-fiz nada! – retruquei nervosa tentando arranjar um jeito de me livrar dele. Laito se abaixou e sussurrou ameaçadoramente em meu ouvido.

– Eu disse que da próxima vez não teria escapatória.

Depois de falar ele mordeu minha orelha de leve e começou a descer suaves beijos pelo meu pescoço dando pequenas lambidas vez que outra, eu me contorci e de nada adiantou. Laito soltou meus pulsos e tirou o chapéu colocando em cima da cômoda, ele usou uma mão para tirar o cabelo do rosto, aquilo era muito sexy! Eu fiquei vidrada, mas como não ficar com um deus grego desses na minha frente? Ele se inclinou sobre mim até nossos rostos ficarem a alguns milímetros de distância.

– Eu vou te amar muito, começando de cima para baixo! – murmurou sedutor e travesso, beijando-me em seguida, eu passei meus braços ao redor da nuca dele e enterrei minhas mãos em seu cabelo. A língua dele pediu passagem e eu concedi, o beijo do Laito era lento e experiente, ele já havia praticado bastante, disso eu tenho certeza.

Logo ele se afastou da minha boca e desceu até minha perna que não estava enfaixada mordendo-a, eu gemi de dor. Laito bebeu meu sangue por alguns minutos enquanto acariciava minha panturrilha lentamente, logo depois agarrou minha cintura e me puxou fazendo-me ficar sentada no colo dele, então ele pegou a barra da minha camisola e começou a levantá-la.

– Laito-kun, pare! – pedi ofegante. Ele só deu um sorriso de canto e tirou minha camisola jogando em algum lugar do quarto, como eu não gostava de sutiãs devido a sensação incômoda que eles causavam usava somente para sair, conclusão: meus seios ficaram à mostra já que eu resolvi colocar ataduras só na barriga. Rapidamente usei meus braços para cobri-los.

– Muchi-chan, você é tão ousada, andando por aí sem sutiã. – Laito comentou e me deitou na cama novamente, ele pegou meus braços com uma força absurda e os prendeu acima da minha cabeça. – Coitadinha da Muchi-chan, com esse machucado terrível no seio dela. – falou fingindo pena, logo ele se abaixou e deu um beijinho no furo do meu seio esquerdo, eu corei.

Laito beijou minha boca e foi descendo, beijando e chupando meu pescoço, depois meus ombros, minha clavícula e por fim os seios. Eu me contorcia tentando fazer com que ele parasse, mas a cada lambida eu ficava mais excitada com seus toques, a única coisa que conseguia fazer era gemer de prazer. Laito deu uma leve mordida no meu mamilo direito e segurou os meus braços com apenas uma mão, usando a outra para massagear um dos meus seios enquanto lambia e chupava o outro.

Tanto sua mão quanto sua boca eram habilidosas e a cada movimento eu ficava mais afundada em um mar de prazer, gemendo e gemendo sem forças para pedir que ele parasse. Laito trocou o seio que ele estava lambendo pelo outro e trocou as mãos de forma que pudesse apalpar o seio que acabara de chupar.

– L-Laito...kun... por... favor... – implorei entre um gemido e outro. Ele parou o que estava fazendo e ficou cara-a-cara comigo.

– Por que você resiste, Muchi-chan? – perguntou provocante. – Está na cara que você quer!

– Eu só não quero que isso chegue longe demais. – respondi num sussurro. Laito me encarou por um momento e depois me beijou carinhosamente.

– Eu te amo, Muchi-chan! – revelou e desapareceu logo em seguida.

Notas finais
Muchi-chan, não se esqueça de mim. Você foi a única que veio correndo até mim. Como vamos nos divertir hoje? Só de pensar já me enche de alegria. Vou te amar muito, começando de cima para baixo. Vamos voar até a lua, onde faremos amor entre as estrelas! Laito Sakamaki