Sangue Maldito

40 A Luxúria Me Corrompe


Notas iniciais
Bom, minna, eu decidi fazer um capitulo especial para vocês, já que tinham algumas leitoras curiosas para saber mais detalhes sobre a perda da virgindade da Yui aí está!! Espero que gostem, mas saibam que é meu primeiro hentai e não sei se ficou muito bom!! ^-^ Aproveitem suas pervertidas!! :P

Yui POV’s On

Depois que Tora deixou todos falando sozinhos e saiu para tomar banho eu decidi que também era hora de me retirar e fui para o meu quarto me jogando na cama. Toda essa discussão sobre a virgindade dela acabou me fazendo lembrar de quando eu fui vítima de tal debate e, por consequência, também lembrei de quando eu perdi a minha virtude.

Flashback On

— Calem-se! Eu vou fazer isso! – Subaru gritou socando a parede, acho que até o chão tremeu com esse soco.

— Quem tem que ficar calado é você, a Chichinashi é minha! – Ayato protestou alterado. Eu estava sem reação perante aquela situação, nunca eu poderia imaginar que eles começariam a brigar para saber quem tiraria minha virgindade, eu ficava cada vez mais vermelha quando alguém se manifestava reivindicando minha virtude. O que eles estavam pensando? Eu não queria fazer isso, mas eu os amava e queria fazer algo para provar isso, só que mais parecia uma competição para saber quem poderia se gabar por ter me tomado.

— Eu acho que vocês estão se precipitando demais, todos já sabemos que sou eu quem vai ter a Bitch-chan. – Laito falou calmamente com o sorrisinho de sempre.

— Yui-san é minha preciosa boneca, somente eu posso tocá-la! – Kanato gritou bem irritado.

— Vê se cai na real, psicopata do ursinho! – Shu falou com um sorriso debochado.

— Você é quem deveria cair na real, um inútil que não serve para nada deveria ficar calado. – Reiji alfinetou Shu, que fechou os punhos com força e se levantou pronto para socá-lo. Foram raras as vezes que eu havia visto Shu ser tão afetado pelas palavras de Reiji que quisesse bater nele.

— CHEGA! – gritei com raiva, já estava cansada de ser tratada como objeto, lágrimas de raiva e de tristeza desciam pelo meu rosto. – Eu não quero que vocês briguem por isso, eu não quero ser o motivo de disputa entre vocês, principalmente como se eu fosse um objeto! – disse chorando e depois me virei e saí correndo para qualquer lugar longe eles, acabei indo parar no lago que havia nas proximidades da mansão. Sentei-me no pequeno píer de madeira e me encolhi abraçando minhas pernas e apoiando minha cabeça nos joelhos.

— Oe, Chichinashi, o que há com você? – Ayato perguntou atrás de mim. Não estava a fim de falar com ninguém, só queria ficar sozinha.

— Vai embora! – exclamei sem levantar minha cabeça. Ouvi os passos dele ecoando na madeira enquanto ele vinha até o meu lado.

— Olhe para mim. – ordenou autoritário, preferi ignorá-lo. Ayato agarrou meus braços e me obrigou a deitar olhando para ele. – Quando o Ore-sama diz alguma coisa é melhor que obedeça ou irá pagar! – Ayato disse ameaçador e logo cravou as presas no meu pescoço chupando meu sangue ferozmente.

— A-Ayato-kun... – gaguejei com dor. Bem, depois de um tempo a gente acaba se acostumando com as mordidas, porém passaram-se apenas alguns dias depois do despertar e eu ainda me sentia enfraquecida. Ayato continuou bebendo sem me dar atenção, então eu o empurrei e sentei-me. – Pare, por favor! – pedi com lágrimas escorrendo pela minha face, ele me olhou espantado. Na verdade eu não estava chorando por causa da dor, o que me doía era que eu os amava e sabia que eles também gostavam de mim, mesmo que só um pouco, contudo às vezes eles me tratavam como lixo.

Ayato tocou meu rosto com carinho, sempre que ele fazia algo assim eu corava envergonhada, ele era o que mais conseguia me afetar já que desde que cheguei eu reparava em algumas coisas que ele fazia. Como aparecer no meu quarto de vez em quando e dormir abraçado comigo, ou quando ele me beijava.

— E-eu acho q-que já vou. – falei me levantando, no entanto Ayato puxou meu pulso e eu caí sentada no colo dele.

— Eu não disse que você podia sair, Chichinashi. – disse e depois me beijou ferozmente, eu tentei resistir, não tive sucesso e acabei retribuindo o beijo. Ayato se levantou comigo no colo e sussurrou com um sorriso de canto. – Hoje você vai ser minha!

Então ele só queria tirar minha virgindade? Foi para isso que ele foi me procurar? Eu não podia acreditar que ele realmente fez isso, não acreditava que ele queria me usar dessa forma. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa contra ele nós já estávamos no meu quarto e Ayato já havia me deitado na cama.

— Ayato-kun, eu não quero fazer isso! – falei apreensiva me sentando na cama. Se eu acabasse irritando-o não sei o que ele seria capaz de fazer comigo.

— Você não pode me negar, Chichinashi. – Ayato disse e sentou na minha frente, ele agarrou meus cabelos e puxou meu rosto para bem perto do dele. – Eu esperei muito para te ter! – declarou beijando-me em seguida. Ele realmente disse que queria me ter, eu fiquei tão feliz, pois era a primeira vez que alguém naquela casa falava algo assim para mim, todos só diziam que eu não passava de uma bolsa de sangue e agora o Ayato disse que queria a mim e não ao meu sangue.

Retribui o beijo dele, tentava acompanhá-lo, contudo não era tão experiente e sua língua era muito mais habilidosa que a minha. Ele se separou de mim e seus olhos passearam pelo meu corpo, como se ele já estivesse me vendo nua, então me empurrou para que eu deitasse e deslizou as mãos pelas minhas pernas até chegar aos meus pés e tirar as sapatilhas cor-de-rosa.

Depois colocou as mãos no meu quadril e foi deslizando-as pelo meu corpo enquanto levantava minha blusa logo ele a tirou deixando-me somente de sutiã. Ayato se abaixou e começou a beijar e chupar minha barriga abaixando meu short lentamente, não era justo, pois eu já estava seminua e ele ainda estava vestido. Levei minhas mãos até a jaqueta preta que ele usava e tentei tirá-la do jeito menos desengonçado que consegui.

— Já quer me desnudar, Chichinashi? – Ayato perguntou contra a pele da minha barriga causando um arrepio. Eu fiquei completamente corada de vergonha, então Ayato se sentou e tirou o lenço marrom que usava. – Vamos fazer algo diferente. – disse me puxando para sentar e colocou o lenço sobre os meus olhos transformando-o numa venda.

— Ayato-kun, para quê isso? – perguntei receosa. Senti a cama balançar e no momento seguinte Ayato havia pegado minhas mãos e as colocado sobre algo firme, começou a desliza-las e eu consegui perceber que eu estava tocando o tórax dele. Foi descendo minhas mãos pela sua barriga até chegar a algo diferente, parecia um cilindro só que mais macio e bem mais quente, eu apertei e ouvi Ayato suspirar, logo soube o que era e tentei puxar minhas mãos, mas ele as segurou.

— Você vai fazer do jeito que eu mostrar, entendeu? – Ayato falou autoritário e colocou minhas mãos ao redor do membro dele movimentando para cima e para baixo. – Faça desse jeito. – mandou soltando minhas mãos e me deixando continuar sozinha. Agradeci imensamente por Ayato ter coberto os meus olhos para que eu não visse nada, óbvio que eu ainda estava corada com aquilo, pelo menos com os olhos vendados eu não ficava com tanta vergonha a ponto de não conseguir fazer o que ele falou.

Continuei com os movimentos de vai-e-vem, eu ouvia Ayato dando suspiros e até gemidos, isso era bem excitante, saber que eu estava fazendo isso com ele. Apertei mais e aumentei a velocidade, logo senti um liquido viscoso em minhas mãos e rapidamente limpei no forro da cama.

— Muito bem, Chichinshi! Agora é a sua vez. – falou e eu sabia que ele estava sorrindo, me perguntei o que ele pretendia fazer. Ayato tirou meu sutiã e me empurrou para deitar, depois rasgou minha calcinha sem qualquer cerimônia. – Tão molhada só para mim. – disse e eu fiquei rubra.

Logo ele me beijou invadindo minha boca com a língua, só que dessa vez eu estava tão excitada e tão desejosa desse vampiro que agarrei os cabelos dele e o beijei com uma ferocidade que nem sequer sabia que existia em mim. Ayato rompeu o beijo e foi chupando e lambendo meu pescoço, depois meu colo e por fim abocanhou meu mamilo direito, eu gemi alto, sua mão foi massagear meu outro seio e eu tentava conter meus gemidos. Logo ele trocou o mamilo direito pelo esquerdo, então usou a mão que não estava no meu peito para acariciar minha intimidade, eu tentei de todas as formas segurar meus gemidos.

— Eu quero ouvir você gemendo, Chichinashi, não se segure ou eu serei cruel. – no mesmo segundo em que ele disse a palavra cruel um de seus dedos entrou em mim.

— Ayato-kun! – gemi em êxtase.

— Exatamente, grite e suspire meu nome. – falou enfiando outro dedo dentro de mim. Eu gemi e suspirei ainda mais e quando ele começou a movimenta-los eu fui à loucura, não me importava com nada que não fosse aquele pequeno ponto entre minhas pernas. Quando pensei que finalmente toda a tensão que eu estava sentindo poderia se esvair Ayato retira os dedos bruscamente.

— Não é justo! – protestei irritada e manhosa. Ayato deu uma risada.

— Quem disse que eu terminei, Chichinashi? – perguntou com divertimento. – Eu ainda quero sentir seu gosto. – sussurrou com a voz rouca e senti a boca dele encontrar meu ápice. Sua língua me penetrava impiedosa e seus lábios massageavam meu clitóris, eu não podia mais aguentar isso e meu corpo explodiu em deliciosos espasmos, agarrei a colcha e gritei o nome de Ayato enquanto encontrava o alívio que o orgasmo me ofereceu. Ayato lambeu o líquido que escorria pelas minhas pernas. – Tudo em você é tão doce quanto seu sangue. – disse um segundo antes de me beijar, pude perceber que ele estava se posicionando.

— Etoo, Ayato-kun, você já vai...? – não consegui terminar a pergunta de tanta vergonha, porém ele já sabia do que eu estava falando.

— Vai doer, mas eu vou tentar fazer devagar, está bem? – perguntou, eu tateei em busca da mão dele e logo que nossos dedos estavam entrelaçados eu assenti para ele continuar. Ayato tirou minha venda e me fitou, aquele verde reluzente estava me hipnotizando e eu acabei esquecendo o que ele ia fazer até que senti como se estivesse sendo rasgada e partida ao meio, eu gritei e lágrimas involuntárias começaram a rolar pelo meu rosto.

Ayato me beijou com carinho e depois mordeu meu pescoço tentando tirar a dor que eu sentia na minha intimidade do foco, funcionou muito bem e logo depois de beber um pouco do meu sangue ele voltou a me beijar e começou a se movimentar. No início eu senti uma ardência incômoda, mas depois senti prazer por tê-lo dentro de mim, saber que agora era como se fôssemos um. Mexi meu quadril no ritmo dele e foi como uma deixa para que ele fosse mais rápido e mais fundo, entrelacei minhas pernas na cintura dele facilitando a penetração.

Eu ouvia Ayato gemendo baixinho no meu ouvido enquanto eu suspirava e gemia cada vez mais alto.

— Suspire o meu nome. – ordenou.

— Ayato-kun... ahh! – suspirei soltando um gemido, eu sentia que estava cada vez mais perto de chegar ao meu limite.

—Goze para mim, Yui! – mandou bem baixinho no meu ouvido. Era a primeira vez que ele me chamava pelo nome e aquilo me enlouqueceu de tal forma que eu gozei ruidosamente clamando por ele. Ayato também chegou ao seu ápice sussurrando meu nome e me preencheu completamente.

Ficamos ofegantes tentando nos recuperar, depois de alguns minutos Ayato saiu de dentro de mim e eu me senti dolorida e vazia. Ele deitou ao meu lado e me abraçou, afundei meu rosto no peitoral dele e enlacei meus braços em sua cintura, senti um enorme cansaço físico e mental, só queria dormir um pouco. Fechei meus olhos e antes de adormecer ouvi Ayato sussurrar para mim algo que me fez dormir com um leve sorriso no rosto.

Flashback Off

Yui POV’s Off

Notas finais
Eu não sou pura e não me arrependo te ter cedido aos meu desejos. Sou uma pecadora e meu pecado favorito é a luxúria, não me importo de ir para o inferno. Eu sou uma garota suja e não pretendo mudar! Yui Komori