Notas iniciais
[Destiny] Olá corações, quase 2 meses ein? Bom, as coisas estão meio que corridas para mim, mas com as férias chegando creio que vou postar todas as semanas, ou seja, 5 semanas e talvez adiante uns capítulos e coloco para postar com esse novo sistema do Nyah. Mas digo, talvez, mereço férias!!! Mas como sou totalmente contra a prova nem estou ligando para esses jogos.... Enfim, mais um capítulo recheado sobre Aro Volturi, pequeno, porém vai tirar todas as dúvidas de vocês.

Os passarinhos piavam sem parar, o sol estava quente demais para crianças ficarem fora de casa, a grande casa rústica com grandes pilares gregos ornamentava a entrada da casa e dentro dela duas crianças, exatamente, dois meninos brincavam.

Aro sorriu malicioso para o irmão ao ver que o mesmo havia pegado um dos caminhões enormes de brinquedo, ele olhou para seu caminhão de porte médio e franziu o cenho, seus olhos se voltaram ao irmão de forma mais provocativa que poderia ter.

– Acho tão injusto que tenha ganhado um maior que o meu. – Ambos tinham ganhado de suas madrinhas presentes quase iguais, somente o tamanho era diferente.

– Porque não pediu um grandão pra sua dinda? – Hades perguntou inocentemente – De qualquer forma quando eu me cansar te empresto.

– Primeiro não é dinda. – fungou Aro cinicamente – Já temos idade suficiente para falar madrinha. E segundo, porque não me empresta agora?

– Porque estou brincando A...

– Então, não?

– Depois. – respondeu Hades confuso, nunca teve uma discussão antes com o irmão, mas Aro vinha mudando sua personalidade cada vez mais.

O pequeno Hades se virou a tempo de ver o caminhão do irmão ser jogado na parede pelo mesmo com brutalidade quebrando-se em pedaços grandes. Aro voltou-se para o irmão com pupilas dilatadas e grandes olhos negros que brilhavam, um sorriso nos lábios de escarnio.

– Não vai me dar?

Hades fechou e abriu a boca diversas vezes sem entender porque o irmão fizera aquilo, foi quando escutou Aro gritar a mãe em um falsete de choro.

A mãe dos gêmeos chegou em disparada com os olhos desesperados varreu toda a sala de brinquedos.

– O que houve? – perguntou desesperada. Aro apontou para o caminhãozinho enquanto esfregava os olhos e soluçava.

A mãe comprimiu os lábios ao ver o caminhãozinho – Quem fez isso A? – perguntou carinhosamente.

– Ele. – respondeu apontando para Hades que arregalou os olhinhos.

– Eu não! Foi ele. – Hades disse nervoso.

– HADES! – a mãe grunhiu – Isso é muito, muito feio! Saia da minha frente agora e está de castigo.

Antes de Hades sair da sala, ele viu sua mãe ajoelhar perto do filho e abraça-lo.

– Mamãe te dará um bem maior do que de Hades, tudo bem? – e o abraçou, fechando os olhos. Porém Aro não, ele virou o rosto e deu um sorriso de escarnio para o irmão.

Hades fechou a feição e bateu a porta.

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Estava um belo dia de sol para aproveitar com churrasco e em uma festa de piscina e era isso que a Família Volturi e Parker faziam, duas famílias de negócios e amigos de longas datas. Hades estava estirado em uma das cadeiras em frente da piscina enquanto conversava com sua primeira namorada e observava o irmão brincar com Alice, uma criança de quatro aninhos de grandes cabelos loiros e encaracolados. Hades franziu ao olhar a forma que o irmão a olhava e às vezes a pegava, a menininha não percebia nada e achava engraçado as cosquinhas.

– Vou a minha futura sogra. – ele escutou a namorada dizer e sair rebolando com um biquíni de bolinhas, o cabelo da garota estava amarrado em um coque alto e elegante.

Hades olhou de novo para seu irmão e Alice, a visão do que acontecia nada lhe agradava, porém ninguém parecia perceber o que ali acontecia. Todos conversavam futilidades como a bolsa de valores ou como aquele vestido era lindo, porém sem uma etiqueta de uma grife famosa... Não aguentando mais Hades resolveu intervir um pouco daquela brincadeira que o irmão mantinha com a garotinha, adentrou a piscina que estava levemente gelada causando-lhe arrepios, ao chegar perto pode escutar melhor.

– Esse é seu irmão chato que você disse A? – perguntou carinhosamente a menina no colo de Aro que deslizou as mãos pelos bracinhos dela.

– É esse sim! – ele fingiu sussurrar, mas disse alto o suficiente para Hades escutar e então a apertou mais contra si.

– Não faz isso A, to com vontade de fazer xixi!

– Tá?

– Uhum! – ela assentiu.

– Vou te mostrar o banheiro. – disse Aro lhe dando um sorriso, seus olhos brilhavam com mais intensidade e então acariciou o cabelo loiro da pequena.

– Também... – Hades ia dizendo que iria com eles, mas foi interrompido.

– Hades, Aro venham ajudar aqui! – a Senhora Volturi disse. Apesar de terem milhares de empregados, era um feriado e a família tinha o ritual de dispensar todos e eles mesmo cuidarem de seus afazeres, incluindo visitas ou festas.

– O Hades vai mãe! Vou levar Lice ao banheiro. – disse saindo com Alice no colo

– Faça isso mesmo querido, leva para o de dentro de casa, esses de fora são sujos para uma criança. Venha Hades!

– Mas...

– Deixe o seu irmão um pouco em paz! Sua namorada está aí. – grunhiu a mãe baixo.

Hades olhou mais uma vez o irmão antes que ele adentrasse a casa com aquele sorriso e com aquele olhar para a criança em seu colo, seu coração apertou, mas não poderia fazer nada.

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– Belle não chega! Que droga... – Hades gritou enquanto bufava.

– O que houve? – Senhor Volturi perguntou adentrando a casa com um jornal em mãos.

– Pedi para que Belle viesse, mas não a vi até agora.

– Uh... Sua namorada, não é? – perguntou Volturi.

Hades revirou os olhos, era bem típico de seu pai não saber qual era o nome de sua namorada, e então assentiu.

– Faz já um tempo que ela disse que ia para seu quarto, ela chegou quando você estava na piscina.

– Valeu pai! – Hades foi irônico e então correu não sem antes ouvir o pai gritar “Me respeite, moleque!”, não era novidade que ele era a ovelha negra da família, sempre que algo errado acontecia naquela casa, caia sobre ele, porém tudo era artimanhas de Aro.

Hades andou pelo corredor, mas parou assustado ao escutar gemidos, seu coração desacelerou com o susto e bombeou cada vez mais forte a cada passo que dava para a porta de seu quarto. Os gemidos vinham dele, ele fechou os olhos com força, sua mente começando um zumbido, ele abriu a porta com cuidado e então presenciou a pior cena. Seu irmão estava com sua namorada na cama enquanto bombeava-a forte e firme, Hades escutou sua namorada murmurar seu nome e então tudo foi um borrão sentiu seu punho golpear algo duro e maciço, gritos dele mesmo e de outras pessoas.

Hades sentia o ódio dentro dele enquanto socava o irmão que não fazia nada.

– Ela era a minha garota! Ela era virgem, seu monstro! – os braços de alguns funcionários da casa e de seu pai o envolveram.

– Aro! – a Senhora Volturi disse horrorizada – Mas o que você fez?

– E-eu... Foi ela! – apontou para Belle que tremia e se cobria com os lençóis azuis escuros – Ela começou com uma conversa e depois foi tirando a roupa e... E eu sinto muito. Nem pura é!

– O-o-o quê? – Belle rugiu com os olhos marejados – Você que fingiu ser seu irmão. – ela disse tremendo. – Hades você confia em mim, não confia? – ela se aproximou ainda envolvida aos lençóis, mas Hades tirou a mão que ela iria toca-lo.

– Não toque em mim! – Hades cuspiu as palavras de repente com nojo. – Deveria saber diferenciar quem é quem, impura.

– Acho que está tudo explicado. – disse a Senhora Volturi com a voz glacial – Deveria escolher melhor minhas noras meu filho. – e saiu com Aro abraçado a si que lhe deu aquele sorriso.

Hades viu seu pai afagar-lhe o ombro e sair, e logo uma garota que tinha entrado no banheiro dele, Belle lhe lançar um olhar de ódio e sair chorando.

Hades se inclinou até sua cama sentindo seu coração doer, seu choro silencioso doía-lhe a alma e em mais uma explosão de raiva arrancou os lençóis de cama só parando ao ver um pequeno filete de sangue ali na cama, seu peito estourou em mais dor. Ela dizia a verdade, mas ninguém acreditaria, afinal, ela que tinha seduzido o pobre Aro... E ele era só uma ovelha negra.

–--

O cheiro de canapés, vinhos e champagnes pairavam pelo salão da casa dos Volturis, era mais uma das milhares festas que os Volturis davam. Hades pegou um copo de rum de um dos garçons e misturou em seu refrigerante, bebendo-o em seguida sentindo a doce queimação lhe atingir, ele sorriu para algumas damas e olhou para o irmão que dançava com uma criança que aparentava ter seus sete anos, ele sentiu seus lábios comprimirem ao ver o sorriso de Aro para a garota, ele sussurrou-lhe algo no ouvido e ela sorriu encantada. Nenhum adulto tinham os olhos ali, como sempre Aro era acima de qualquer suspeita, somente Hades estava vendo aquele olhar que ele tanto conhecia, o olhar de um predador para sua presa.

Aro pegou na mão da criança enquanto lhe dirigia até as escadas. Hades respirou fundo, virando o copo, sentiu-se zonzo não era o primeiro copo de bebida alcoólica que tomava, porém se dirigiu as escadas.

– Aí está você! – Senhor Volturi disse entusiasmado. – Preciso lhe apresentar a alguém. – antes que ele pudesse responder o senhor Volturi arrastou-o até chegar a uma garota que deveria ter a mesma idade dele. Hades comprimiu os lábios com raiva, desde o que havia acontecido com a ex-namorada dele o senhor Volturi vinha apresentando várias garotas. – Esta é Garladiel, agora preciso ir atender aos outros convidados. – e saiu.

– Olá... – ele sorriu para a moça que não tinha nada a ver com sua vida – Me desculpe por não poder lhe fazer companhia, mas estou indisposto, quem sabe outro dia.

– É claro... – a garota disse corando quando o garoto lhe beijou a mão.

Hades subiu as escadas quase correndo e se esbarrou com a criança que descia chorando as escadas, ele a olhou e subiu com mais firmeza, a tontura veio mais forte, mas parou ao encontrar o irmão.

– O que você fez com ela? – bradou Hades.

– Eu? Nada Hades... – disse dando um tapinha no peito do irmão e então tirou-lhe o lenço branco do paletó do irmão e colocou o dele no irmão – Mas vejo que está um pouco tonto... Se sente bem?

– O que você fez?

– Sabia que não deveria beber? É perigoso...

– O que..? – Hades bambeou.

– FOI ELE PAPAI! O que está com o lenço azul! – a garota disse tremendo e chorando – Foi ele que tentou me tocar.

– Tem certeza? – o pai da garota perguntou atônito – Eles são idênticos!

– Eu lembro bem! Dancei com ele, foi ele que tentou me tocar. – tornou a dizer.

– O que? – Hades estava zonzo.

As vozes não faziam sentido, mas de repente tudo o fez... Tinha algo em sua bebida, ele não havia bebido tanto para ficar tonto, ele olhou para o irmão que lhe deu mais uns dos sorrisos “Te peguei!”

– Por favor, não diga a ninguém, nós mesmos cuidaremos dele. Ele teve problemas nesses últimos anos e está bêbado como pode ver. – ele podia escutar a voz da mãe longe.

– Eu deveria chamar a polícia.... – todas as palavras saiam cortadas para Hades — Mas se vocês não fizerem nada... Vou denunciar, nossas famílias são amigas durante anos só por isso não o faço agora. Porém, saiba que aqui não piso nunca mais.

Hades não pode escutar muito depois, mas a família rapidamente disse que o filho estava com depressão e foi hospitalizado em uma clínica de reabilitação. Era obvio que o pequeno Hades não era mais inocente e muito menos tão saudável mentalmente, afinal conviver com um irmão louco não faria bem a qualquer um.

–-

Aro viu sua esposa Jaqueline sair mais uma vez com os olhos marejados, seu nariz arrebitado estava vermelho, isso mostrava que ela não tinha chorado só o que seus olhos demonstravam.

– Deixe-me adivinhar... Não deu certo? – disse Aro frio.

Jaqueline Volturi era infértil, era o terceiro tratamento que haviam feito, porém sem efeito. De boa família foi isso que atraiu o olhar de Aro, nada mais, já que não fazia seu tipo, ou seja, era um pouco mais velha que ele e já tinha aparência de adulta, porém mimada. Ela soltou um soluço doloroso.

– Há outras alternativas... Porque não procuramos aquele senhor que nos propôs adotar? Já gastamos muito nesses tratamentos, me desculpe.

– Crianças são difíceis, já disse. Não sei porque queres ser tanto mãe.

– Podemos criar uma criança mais grandinha. Vamos lá, prometo que vou deixar que você escolha. – ela lhe sorriu.

– Hum... Tudo bem.

No dia seguinte já conseguiram uma visita ao orfanato mais próximo já que eram de boa família e com grandes riquezas.

– As crianças são as mais educadas, exigimos aulas de etiqueta... Tem de todos os tipos de idade, desde bebês até os dezessete anos. Querem ver o berçário? – a Madre perguntou com um sorriso tímido e profissional.

– Oh, eu adoraria! – disse Jaqueline entusiasmada faltava só dar pulinhos.

Aro pigarreou – Não falamos que iriamos ver maiores?

– É sim, mas não custa dar uma olhada não é? Por favor...

Aro revirou os olhos, mas assentiu ao sentir a madre os observando, colocou as mãos para trás mostrando bem sua recusa enquanto Jaqueline brincava com todo tipo de bebês que ela poderia.

– Madre, podemos ver as crianças maiores? – Aro perguntou quando viu a mulher se afeiçoar a um bebê.

Jaqueline fez bico, mas seguiu quando a Madre assentiu sem nada a dizer, entraram no pátio, crianças brincavam, liam e conversavam.

– Não separa meninos de meninas? – perguntou inquisitivo Aro.

– Sim, esses vão logo para outro convento somente para meninos, geralmente os usamos para as meninas interagirem mais com outro sexo, porém maioria que aqui ficam preferem servir a Deus ao que ir para esse mundo libertinoso senhor Volturi.

– Então todas essas crianças são puras?

– Claro! – Madre respondeu como se fosse obvio – Além das aulas que são obrigatórias pelo governo, elas assistem missas às terças e aos domingos e rezam o terço todos os dias. Aos oito anos leem a bíblia adulta pela primeira vez, a infantil aos cinco ou seis, dependendo do grau de leitura que adquiriu.

Aro assentiu e olhou para o pátio novamente, mas desta vez uma criança lhe chamou a atenção.

– Quem é ela? – Aro perguntou olhando a garota mais atentamente seus cabelos lisos caiam como sombras pelos ombros até o quadril, sua boca pequena e vermelha, sua pele pálida, porém saudável.

– Ah, bela escolha. Sulpícia além de linda é a mais responsável, aguentou muitas coisas, faz dois anos que chegou aqui, os pais bem... Não eram tão gentis e nem se importavam com o bem estar da garota. Ela mesma pediu ajuda ao estado, desde então é a melhor aluna e sempre discreta, obedeci como ninguém. A garota perfeita.... Que pena que tenha doze anos. – suspirou.

– Posso falar com ela?

– Oh. – disse a Madre surpresa – É claro!

Aro mal esperou a Madre parar de falar e se encaminhou até a garota. Ela sentiu a aproximação dele e olhos com grandes olhos brilhosos.

– Olá senhor. – disse com a voz mais doce e discreta que ele poderia imaginar.

– Olá Sulpícia não é? – ele pergunta.

– Sim, Sulpícia. – diz sorrindo – E o senhor é? – ela diz mordendo o lábio inferior inconsciente de seu ato. Aro repara o movimento, seu sorriso aumentando e sua pupila aumentando.

– Aro Volturi...

Não foi difícil Aro convencer Jaqueline, Sulpícia demonstrou todo um amor conquistando o coração mole da então esposa, mas ela não poderia imaginar como Aro era.

Nos dois anos Aro foi moldando Sulpícia para que fosse sua mulher, nunca a tratara como filha somente quando perto de Jaqueline, mas esta não parava em casa fazendo compras, gastando fortunas, seu casamento não ia bem, mas tinha aprendido a ser submissa ao homem e em ser dona de casa nada mais além disso. Entretanto, não era somente compras que Jaqueline fazia e Aro sabia bem, ele só esperava pelo momento mais oportuno e a cada dia mais Sulpícia reivindicava seu posto.

– Sabe que não quero lhe sobrecarregar. Gosto de mamãe, porém eu o amo mais do que a ela... Não acha que está na hora?

Aro enrolou que havia processos já que só fazia três anos que fora adotada, mas que ainda assim vinham agentes para inspecionar se tudo ocorria bem. Não foi Sulpícia que fez com que ele matasse Jaqueline, mas a própria.

Enquanto todos dormiam na calada noite Jaqueline saiu da cama e abriu a porta, ao mesmo tempo Aro abriu os olhos e a seguiu, vinha suspeitando da mulher, porém como passara tanto tempo com ela deixara para lá.

Ele a seguiu e a viu entrar em uma das casas dos funcionários, propriamente do motorista. Aro rodeou a casa e encontrou um pouco da veneziana aberta, foi em uma pequena frecha daquela cortina que viu sua esposa e o motorista se beijarem ardentemente. Ele voltou-se para casa engolindo o ódio e a repulsa durantes dias até a morte de Jaqueline.

A morte dela foi lenta e dolorosa, por conta de um veneno de uma planta que não deixavam vestígios de envenenamento, enquanto morria ela contou que estava grávida dele, Aro riu, pois sabia que aquele filho poderia ser dele ou do motorista, ele a acusou de adultério e ainda disse seus segredos e que sempre a traiu com Sulpícia e nunca gastara da mesma. Aparentemente para os médicos Jaqueline morrera de problema cardíaco.

O motorista veio um ano depois, Aro continuou com ele, paciente como era esperou o tempo necessário para que as mortes não fosse tão perto uma da outra. O motorista morreu cabornizado quando o carro também aparentemente perdeu o controle e se chocou com um caminhão, capotando e caindo ladeira a baixo.

Aro esperou para que Sulpícia completasse dezoito anos, nesse tempo se mudaram para Nova Iorque para não criar tanto alarde para então pedi-la em noivado. Ela sim o entendia perfeitamente e sabia de todos os segredos mais macabros dele.

Notas finais
Desculpa pelo capítulo sair meio "picado", mas foi desta forma que eu achei melhor para mostrar as principais partes da estória deste louco, sim, pois como poderão ver Aro sempre teve de tudo, mas é um psicopata. Sei que está bem pequeno, mas vou recompensar no próximo e como louca que sou, estou com alguns outros projetos que postarei em breve. Beijos ♥