Sangue Frio
12 Capítulo 11
Notas iniciais
Se entregue, mas nunca se deixe entregar.
– Matheus Rocha
Sentindo os lábios nos seus, a entrega de Renesmee, ambos sentia o clamor e o desespero pelo corpo um do outro, as pernas dela rodearam a cintura de Jacob que a firmou e então ela pôde sentir a parede da sala sendo pressionada em suas costas, encurralada entre a parede e o corpo másculo de Jacob. O moreno tratou de beijá-la com mais ardor e pressionando os sexos mesmo que fossem impedidos por algumas peças de roupas fez com que os dois corpos entrassem em uma sintonia de combustão. A ruiva gemeu arqueando o corpo ao sentir o moreno esfregando os sexos e beijando seu colo, ele subiu até a boca carnuda da ruiva e mordeu o lábio inferior de leve.
– Aqui não, vamos para o meu quarto. – Jacob sussurrou, ofegante no ouvido da ruiva que conseguiu só assentir em meio a névoa de luxúria que pairava sobre eles.
O moreno a carregou até o quarto, depositando-a na cama forrada com lençóis azul marinho igualmente da cor do vestido da ruiva, Jacob alisou as pernas e coxas brancas feito leite de Renesmee, apertando-as com cuidado e subiu até as alças do leve e frágil tecido, fazendo com que a ruiva aos poucos ficasse como os primeiros habitantes do planeta terra, nua, Jacob fez esse ritual demoradamente intercalando beijos enquanto tirava o vestido e o conjuntinho azul bebê de renda e deixando-a como Eva quando ainda não pecara, assim que os olhos do moreno viu a ruiva nua com a pele de leite sobre o lençóis azul marinho teceu beijos pelo dorso de Nessie trilhando com os lábios e línguas arrancando arrepios da ruiva e então parou nos seios fartos da ruiva e tratou de chupá-los, beijá-los e dar pequenas mordidinhas alternando-os enquanto a mão descia e chegava ao clitóris da ruiva que arfou com o toque quente dos dedos do moreno que começaram a esfregar aquela área com ardor.
– Oh! – Renesmee gemeu se curvando um pouco com a combustão que sentia vindo em sua coluna, sentindo uma queimação pelo corpo todo que nunca sentira, abriu os olhos e encontrou com a do moreno que lhe sorriu com os olhos brilhantes e então desceu trilhando beijos e pequenas mordidas ao longo da barriga até chegar ao destino abocanhando-o, oras chupando, oras beijando. A ruiva se curvava sentindo um tesão profundo, sua pele arrepiava e arquejava, os gemidos aumentavam, porém não eram escandalosos e nem tão pouco puritanos – Jake... – ela gemeu e gritou um pouco mais alto puxando o cabelo do moreno, sentindo a língua do moreno invadir lhe o canal em um ritmo frenético e o seu coração acelerar-se em um átimo com a outra mão ele passou a esfregar o clitóris dela oras lento e oras forte e freneticamente, não tardou para que um calor abrasador subisse pela coluna da ruiva fazendo-a revirar os olhos, espasmos atingiram o corpo de Renesmee arrepiando-a por completo e com que ela fosse ao céu e voltasse aos poucos, sua respiração era irregular e Jacob lambia o néctar que sobrara em seus lábios.
– Deliciosa. – Jacob disse, beijando-a de leve deixando que a ruiva se recuperasse. Ela sorriu para ele ofegante e beijou-o sentindo o próprio gosto. E então inverteu as posições sentando em cima de Jacob.
– Estamos em desvantagem e agora é a minha vez. – disse em uma voz ofegante e sexy. Jacob sorriu e sentiu Renesmee tecer beijos demorados e longos pelo seu abdômen e então sentiu sua calça descer, viu a ruiva corar ao comprovar que o moreno não usava cueca e então Jacob sentiu os lábios dela beijar seu membro sem as pequenas mãos tocarem-no, a língua foi junto com o toque dos lábios fazendo com que mais rastros de calor alojassem o corpo do moreno e só então as pequenas mãos da ruiva puxaram para si e então a boca dela abocanhou a glande descendo pela extensão do membro até tocar até o fundo e então em um ritmo frenético começou a chupar como se fosse um picolé, o favorito, oras lento, oras rápido, Jacob gemeu e puxou o cabelo da ruiva pronunciando um “Nessie” prolongado e cheio de suspiros. Renesmee lambeu a extensão retomando o fôlego e então abocanhou-o novamente, mas de leve e enroscando a língua levemente ao mesmo tempo, sua pele se arrepiava de desejo assim como a de Jacob, ambos gemendo, Jacob um pouco mais alto.
– Renesmee... – ele suspirou e puxou-a para si, ela ia protestar. Entretanto, ele a calou beijando-a – Eu vou gozar, mas dentro de você. – ele sussurrou no ouvido dela fazendo com que a mesma se arrepiasse. Rapidamente voou até a mesinha de cabeceira e puxou uma camisinha, rasgando o pacote e colocando, deitou-se sobre Renesmee e foi adentrando-a levemente sentindo cada pedacinho do canal da ruiva moldando ao seu membro quando chegou ao fundo, Jacob deixou-se permanecer quieto enquanto o corpo de Renesmee adaptava-se, não demorou muito para que a ruiva desse permissão para que ele continuasse, o moreno deslizou em um vai e vem sem pressa enquanto sentia o canal dela se adaptar ao seu membro, mas mesmo assim apertada, ele mordeu o ombro da ruiva reprimindo os gemidos altos, ela arranhava a costa do moreno e gemia sem pudor no ouvido dele pedindo por mais e de bom grado, ele a estocou com força em um ritmo frenético e constante deixando com que os gemidos dele se juntasse com os dela. Ele a beijou e apertou-a mais para si enquanto estocava fundo, massageando os seios ao mesmo tempo e depois beijando-os. Nessie rodeou a cintura de Jacob deixando que ele fosse mais profundo nela, ela gemeu mais forte, quase um grito, mas o gemido foi abafado por um beijo ardente seguido de mordidas de Renesmee que arrancou um filete de sangue que passou a chupar enquanto Jacob estocava cada vez mais forte fazendo com que o dossel da cama rangesse.
Renesmee sentiu o calor abrasador lhe tomar, porém bem mais forte do que antes, seus ouvidos zumbiram, sua vista ficara preta, sua boca se formou um delicado “o” de prazer.
– Jake... Eu v-ou...
– Eu sei... Vem pra mim, minha ruiva. – então ela se liberou sentindo os espasmos profundos e ao mesmo tempo sentindo Jacob inchar e derramar-se dentro dela em espasmos violentos caindo em cima dela. Corações batendo rapidamente, porém no mesmo embalo, os corpos suados de puro sexo e marcas pelos corpos...
Jacob demorou-se ainda dentro dela, sentindo-a ali tão entregue, aos poucos foi saindo, beijou-a e ela sorriu sentindo-se cansada. O moreno foi ao banheiro para descartar a camisinha e quando voltou Renesmee dormia com um sorriso nos lábios, os cabelos selvagens pelo travesseiro e nua como veio ao mundo, Jacob a cobriu beijando os lábios levemente da ruiva e deitando-se junta a ela e assim como ela, o cansaço o venceu.
–
Renesmee acordou com o raios solares fracos que vinham da cortina batendo em seu rosto, olhando o quarto ao redor lembrou do que aconteceu e sorriu ao lembrar dos acontecimentos anteriores e então Jacob entrou no quarto trazendo uma bandeja cheia, a ruiva sorriu.
– Não precisava disso. – disse sorrindo.
– É claro que precisava, e além disso deve estar fraquinha... – se gabou e ela deu um tapa leve de brincadeira e sorriu logo pegando um pedaço de bolo de chocolate e comendo junto do suco de laranja.
– Está ótimo, obrigado.
– Não dê créditos a mim, foi minha empregada que fez, Dona Vivian.
– Então... Não é tão independente assim...? – ela lhe sorriu.
– Digamos que se eu não a tivesse, comeria fora, sempre. – ele riu.
A ruiva pegou uma uva e Jacob levantou as sobrancelhas.
– Ei, eu não estou comendo tanto assim. – disse o beijando de leve e em seguida fazendo com que o moreno mordesse a uva.
– Não é isso, você come que nem um passarinho. – ele riu – Pensei que escolheria morangos...
– Não gosto tanto assim de morangos, só com leite condensado ou chocolate.
– Bom saber seus gostos... Ainda bem que não é tão difícil assim, nem parece ter o sangue azul dos Cullen’s. – disse arrancando beijos e fazendo Renesmee revirar os olhos – E aliás, mandei seu motorista embora daqui.
– E como vou embora? – perguntou sentindo os beijos de Jacob tecerem pelo seu dorso.
– Hm... Eu vou te levar... – disse beijando-a.
– Seu braço...
– Ele está ótimo se não se lembra. – disse empurrando a bandeja para o lado – E ainda quero mais...
–
Renesmee desceu do carro do moreno com a boca vermelha, mas estava composta, sua mãe a essa hora deveria estar na faculdade, mas ao adentrar Bella estava com olheiras.
– Onde estava mocinha? Sabe o quanto fiquei preocupada e... – mas parou e depois deu um sorrisinho maroto para a filha – Como foi?
– MÃE! – Nessie sentiu-se corar – Não vou contar isso a senhora, agora vou tomar outro banho... E tenho que pegar o Petter. O motorista está aí?
– Está para chegar. Só não procurei a polícia, pois ele disse que você havia dormido por lá.
– Mãe... Eu não sou sua bebê, já sei me cuidar há muito tempo, até neto você tem!
– Para mim você sempre será meu bebê. – Renesmee revirou os olhos, mas teve que concordar, Petter sempre seria também seu bebê.
–
– Nessie, o que faz aqui? – Leah digitava fervorosamente enquanto estava sentada na mesa da ruiva.
– Vim saber como estão as coisas? Já que minha assistente e melhor amiga não me mandou nada... – disse sentando-se na poltrona em frente à mesa e pegando alguns itens pessoais que ela, por sorte, tinha deixado no trabalho como o notebook.
– Me desculpe, mas estava ocupada e ainda estou. – a morena se defendeu.
– Ok... Sabe quando minhas coisas serão liberadas? Ou se já estão?
– Isso já é com o departamento de perícia, então não posso informar. E seu novo distintivo está ali. – disse apática.
– É, eu vi. Léah, tem alguma coisa te incomodando... Estou te vendo afastada já faz alguns dias. – afirmou a ruiva.
– Não é nada, não se preocupe. – ela deu um sorriso para Nessie, mas que não a convenceu muito.
– Léah... Sabe que tiver algo, algo mesmo, pode contar comigo.
– Tudo bem, agora vá pra casa e descanse. Não pense que ficarei uma semana aqui para você não. – ela sorriu desta vez verdadeiramente.
– Estarei aqui amanhã, sem falta. – disse e piscou.
Renesmee saiu do prédio às pressas, sempre andando rapidamente até alcançar o carro que sabia bem que era blindado, coisa de Cullen’s. Entrou no carro e abriu sua pasta tirando o compacto notebook e ligando-o e disse em seguida um endereço.
Sua mão coçou ao ver as imagens que havia estalado na casa do Volturi, deixou o arquivo carregar e pronto, estava “dentro” da casa do Volturi. Seus olhos analisaram cada câmera da casa até seus olhos caírem no escritório e lá estava ele, mas não sozinho. Renesmee colocou os fones de ouvido.
“Chegaram de avião.” o homem que Renesmee não reconhecia pronunciou-se “Mas ainda não desembarcamos”
“Já disse para não falarmos disso aqui, inútil” disse Aro com feição tranquila, mas uma voz baixa que se Nessie não estivesse prestando atenção, não escutaria.
– Senhorita? Senhorita? – o motorista já abria a porta para ela. Renesmee fechou o notebook rapidamente e o motorista levantou uma das sobrancelhas – Chegamos ao destino.
– Obrigada. – disse colocando o notebook na pasta e seguindo até o escritório. Sabia bem com quem falar e sabia que dali em diante seu filho estaria novamente na mãos de dois seguranças do qual tinha confiança.
Quando saiu já estava mais tarde, não via a hora de ficar mais tempo com Petter. Entretanto, o coração dela sabia que o menino precisava de proteção, entrou no carro novamente, estava tudo certo e agora voltaria para casa, porém a palavra “Chegaram de avião e “desembarcar” não saia da mente de sua mente. O que afinal Aro estava aprontando? Tinha que dar algum passo, tinha deixado ele quieto e dar os primeiros passos, mas como um bom jogo de xadrez ela precisava ver como ele jogava e constatou que de maneira fria e suja, e teria que usar ao menos da maneira fria...
A ruiva abriu o notebook rapidamente, enquanto o motorista dirigia até de volta ao lar.
“Olá Sr. E Srª Volturi,
Gostariam de ter uma noite agradável entre amigos em La Casa Italiana?
Esperamos ansiosamente para a sua confirmação!
Renesmee Cullen e Jacob Black.”
A mão de Renesmee sem nem mesmo pensar novamente clicou em “enviar” e não demorou para que a resposta viesse imediatamente.
“Olá,
Apreciaria muito esse jantar. Estaremos disponível amanhã às 8:00 pm?
Aro Volturi.”
Renesmee tremeu, pois como ela pensou, ele não seria covarde e isso a assustava.
“Ótimo,
Senhor Volturi. Ansiosa pelo jantar e até amanhã.
Renesmee Cullen”
Renesmee suspirou repensando se não seria uma má ideia, mas não havia voltas, se voltasse atrás ele saberia que ela estava com medo e apesar de estar, não daria esse gostinho a ele. Digitou alguns números rapidamente já que havia comprado outro celular.
– Olá amor. Esse é meu novo número.
“Olá meu amor... Você nunca havia me chamado assim”
– Não se sinta Jake... Só que amanhã temos um jantar para ir.
“Sério? Um encontro” A voz de Jacob saiu sensual até demais e Nessie riu com o que ele estava imaginando.
– Apesar de ser uma boa ideia, não é bem um encontro... Seria mais de trabalho e de casais.
“Não sou bons em códigos de mulheres, meu bem.”
– Vamos jantar com os senhores Volturis e não tem como voltar atrás.
“Renesme...”
– Eu sei, mas já convidei e não vou desmarcar, sabe o que significaria. – disse e escutou um suspiro cansado.
“Tudo bem. Já está em casa?”
– Ainda não, quase chegando.
“Manda um abraço para o Petter e pra mãe dele um super beijo. Te amo e se cuida.”
– Também te amo. – e desligou, Renesmee olhou para a janela do carro, não estava acostumada com alguém levando-a o tempo todo aos lugares que necessitava, sempre foi muito independente e quando tentava puxar assunto com o motorista, ele sempre era monótono em suas respostas.
Não demorou muito para que chegasse ao condomínio, mas algo chamou a atenção da ruiva antes que o carro chegasse muito perto, uma pessoa, um Volturi estava ali, o carro se aproximou e então pode ouvir uma parte da discussão.
– Eu preciso falar com a Srta. Cullen! – Alec Volturi gritava.
– Não tenho permissões, tem que saber onde é exatamente o endereço para comunicá-la para permitirmos sua entrada senhor. – o porteiro parecia cansado.
Renesmee desceu do carro fazendo com que o alarme do carro soasse, ela fechou a porta com agressividade.
– Que merda é essa que está acontecendo aqui? – disse olhando diretamente para Alec.
– Precisamos conversar. – o garoto disse.
– Entre no carro e daremos uma volta.
Ele sorriu sarcástico para ela.
– Não acho uma boa ideia.
– Tanto faz, não me preocupo com a sua ideia garoto.
– Olha, estou tentando te ajudar, ok? Você não sabe com quem está mexendo Cullen.
– Acredite, eu sei. – ele riu presunçosamente com a resposta dela.
– Eu não tenho nada a ver com o meu pai então mantenha seu sistema de vigilância fora do meu quarto. – ele disse se virando – Ah, e tenha mais cuidado com seus dados, são fáceis para um Hacker entrar. – Renesmee fechou a boca antes que alguém pudesse ver, mas seu coração palpitava forte enquanto via o garoto subir na moto e sumir na virada.
– Senhorita podemos ir?
– Claro. – respondeu entrando no carro.
– A senhorita está bem?
– Sim, obrigado. Só quero ver o meu filho. – assim que disse isso avistaram a casa, o carro mal parou e Renesmee desceu, tinha muita coisa ainda para resolver em um dia, começaria uma guerra que já estava adiando há muito tempo. Assim que abriu sentiu Petter abraçá-la e retribui apertando-o mais forte ainda.
– Pensei que não voltaria mais. – o menino disse angustiado ainda abraçado a mãe.
– Eu sempre voltarei por você, Petter.
– Eu sei. – ele suspirou.
– Nem posso pedir para você não ficar preocupado, não é? – ele assentiu em afirmativa – É, logo serei eu preocupada com você por esse mundão, mas não trocaria isso por nada não é?
– Por nada. – o menino concordou emburrado.
– Renesmee vai ficar desta vez né? – Bella perguntou.
– Sinto muito, ainda tenho planos para hoje, mas chego antes do jantar.
– Mãe... – ouviu a voz de Petter, mas correu antes que ele a convencesse de ficar ali, abriu a mala pegando uma 88 com calibre médio, sua bebê e colocando as balas.
– O que está fazendo com esse revolver Renesmee? – escutou a voz da mãe, suspirou, enfiando sua bebê na cintura.
– Fique bem. – a ruiva disse saindo. Bella ainda gritou por ela, mas a filha não escutou e dali em diante não poderia dar ouvidos à mãe.
Entrou no carro e disse rapidamente um endereço, o motorista rapidamente ligou o carro e se retirou, levaram algumas horas por causa do trânsito e por ser do outro lado da cidade e em um patamar mais baixo que o de Renesmee, umas da periferias perto de Brooklyn. O motorista parou em frente a um prédio imundo e em ruinas.
– Tem certeza que é aqui senhorita? – o motorista perguntou, desconfiado.
– Sim, fique aí e feche as janelas para qualquer surpresa. Em alguns minutos já volto. – a ruiva desceu do carro e viu algumas pessoas a olhando torto, já tivera naquele lugar antes e não ficava tão distante da antiga casa da ruiva.
Entrou no prédio que nem sequer tinha algum porteiro e foi até o elevador que desceu rangendo, entrou e apertou o quarto andar, puxou um chiclete da bolsa, mastigando-o saborosamente, o elevador parou abruptamente e Renesmee saiu, um casal que não era bem um casal discutiam ao lado do apartamento que a ruiva ia em direção. Tentou o interruptor, mas não funcionava, então bateu na porta velha e suja rapidamente, ninguém, mais outra.
– Ele não tá aí! – a mulher gritou ao lado dela – Se não te atendeu, ele não tá aí! – disse grosseiramente.
– Sabe onde ele possa estar? – perguntou.
– No bar do Godzilla, na esquina, ele sempre pega rumo por lá! Você é o novo lanchinho dele?
– Não. – Renesmee respondeu e desceu pelas escadas e foi até o motorista – Vou até a esquina, não demoro, fique seguro.
Renesmee desceu um pouco a rua e viu um pequeno beco, ali estava em um pequeno neon que piscava e agora só mostrava o “zilla”, a porta era de ferro e estava trancada, a ruiva bateu duas vezes e um cara abriu uma janelinha mostrando somente os olhos, a ruiva escutou um assovio e o cara destrancou a porta ruidosamente, assim que a ruiva entrou no local os olhos do segurança analisaram-na melhor.
– Nova por aqui?
– Primeira e última, espero. – e então desceu por uma escada de ferro e como esperado o bar não era exatamente um bar. Mulheres quase seminuas e algumas rondavam pelo local com aspecto sujo, o cheiro de cigarro e outras substâncias pelo local eram visíveis.
Renesmee avistou um homem barbudo e sujo fumando na mesa de sinuca e encaminhou-se até ele esquivando-se de alguns homens. Parou ao lado dele, mas o mesmo nem se mexeu.
– Senhor Hades Volturi. – Hades sorriu com o cigarro na boca e deu sua última tacada, deixou o taco da sinuca ao lado e puxou toda a fumaça e logo soltando em cima da ruiva que fechou e em seguida revirou os olhos.
– Porque demorou tanto? Estava te esperando.
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