Poema: O Sangue

Vermelho vivo

Vermelho que dá a vida

Um líquido precioso

Que deixa a alma ativa

Borbulha na veia

Com seu tom escarlate

O coração bombeia

O vermelho de Marte

Ele não procrastina

Em simplesmente ajudar

Não muda a sua rotina

Com o coração a bombear

Almas foram ceifadas

Pelo próprio deus da morte

O rubro nas enseadas

Entre guerras e má sorte

Thanatos mexeu no tabuleiro

Para arrancá-lo de todos

O líquido precioso

Neste jogo de tolos

Vermelho vivo

Vermelho que dá a vida

Um líquido precioso

Que há muito intriga.

O sangue.

Notas finais
Foi minha primeira poesia. Então não esperem muito de mim. Vlw, flw.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!