Samurai Warriors - Legacy Of Devil Kings
1 Chapter one: The Crimson Samurai
Japão, ano de 1573. Após a vitória da armada do clã Takeda contra a investida da armada de Tokugawa Ieyasu,em 1572, em Mikatagahara, uma incrível e poderosa combinação das forças Oda — Tokugawa atacaram a armada do clã Takeda, liderado pelo exímio estrategista Shingen Takeda. A batalha não era mais de igual para igual, apesar das incríveis estratégias, naquela batalha o clã Takeda não resistiu, foi derrotado e Shingen foi morto. Alguns acreditam que junto com Shingen o resto do seu clã também foi morto, pois seu filho o novo líder do clan não conseguiu fazer jus a seu sangue, destruindo o restante do clã anos mais tarde. Atualmente as forças de Oda representam a maior força em termos de pessoas e tecnologia, sendo o único exercito em todo Japão a possuir os rifles, a primeira arma de fogo a ser colocada dentro do campo de batalha na era Sengoku. Mas apesar de sua grande força outras grandezas ainda tinham território e vontade de lutar, eram as forças de Toyotomi Hideiyoshi, Tokugawa Ieyasu, ambos tinham o lorde em comum, Nobunaga Oda. Além delas ainda havia a armada do clã Hojō, o restante do clã Takeda e diversos pequenos exércitos espalhados por todo o Japão.
Nossa história começa alguns depois do combate decisivo entre as forças da armada de Takeda contra a sólida defesa da armada de Oda — Tokugawa. O combate foi um massacre, a armada do clã Takeda enviada para aquele ataque foi completamente dizimada, restando apenas poucos guerreiros no monte de corpos mortos. Esse massacre recebeu o nome de "A Batalha de Nagashino".Chapter one: The Crimson SamuraiA chuva era incessante naquele dia trágico, os céus estavam chorando devido a todo aquele massacre. Estamos na vila de Sakada, localizada no território de Tawara, província de Mikawa. Alguns homens, que faziam a escolta durante a noite, ouviram algum som parecendo ser um cavalo muito próximo a entrada do vilarejo, logo os guerreiros do local foram acionados, o líder deles parecia usar uma faixa azul em sua cabeça para se diferenciar dos outros. Todos se juntaram na entrada, mas a única coisa que viram foi uma cena deplorava: Um cavalo, muito cansado e aparentemente doente, tinha as rédias quase arrancadas. No chão um homem jovem de cabelos negros e armadura vermelha, inconsciente enquanto, quase caindo do cavalo, segurava também inconscientemente a rédia com uma força incrível.Soldado Um: O que vamos fazer líder? Soldado Dois: Do que está falando, devemos matá-lo! Não vê que ele é um guerreiro? E não é qualquer um, pode ser um dos generais de alguma armada famosa, se souberem que o corpo dele veio parar em nossa vila pode ser que venham até aqui.Soldados: Isso mesmo! Vamos acabar com ele e enterrá-lo para não descobrirem que está aqui.Líder: Do que estão falando homens? Vocês falam isso como se matar fosse incrivelmente fácil. Nós não somos assassinos, com exceção de minha pessoa todos aqui são pessoas normais. Padeiros, carpinteiros, camponeses entre outros. Não assassinos.Soldado Dois: Mas líder...?!Líder: Não tenho muito o que falar...Treinei vocês e criei essa pequena armada para nossa vila com o objetivo de protegê-la, mas como vocês podem ver esse homem ainda não fez nada conosco.Soldado Dois: E quando fizer vai ser tarde demais, vamos estar condenados!Líder: SE acontecer, aconteceu. Vou fazer como fiz naquele dia...Irei lutar com a minha vida para manter todos a salvo...Todos se calaram. Ninguém mais tinha forças para continuar discutindo com aquele homem de voz forte e imponente, apesar de aparentar ser apenas um jovem. Sua altura não passava de um e oitenta, magro com apenas alguns músculos desenvolvidos, cabelos negros e longos, vestia-se como todos os outros soldados da vila, apenas com uma armadura azul, e uma faixa também azul, significando que era o líder. Logicamente ao tocar em assuntos do passado, o restante dos soldados perderam completamente a força de vontade em discutir, então, mesmo não aceitando aquilo eles se dispersaram, como sinal que ficaram contrariados. Com exceção de uma pessoa. Um rapaz de aparência parecida, mudando somente o corte de cabelo, usando-os bem curtinhos e espalhados, além de não usar a parte de cima da armadura. Este parecia ter certa intimidade com o homem.Soldado Três: Você me pareceu concordar com todos eles...Mas porque preferiu seguir o seu coração à sua mente?Líder: Masaru...Você realmente me conhece bem, mesmo nos conhecendo somente a poucos meses. Mas respondendo a sua pergunta, eu tenho valores a seguir. Honra, justiça entre muitos outros.Masaru: Não estou contrariando você, não se preocupe. Imaginei que seria algo do gênero. Mas tome cuidado, pois em nome de tudo isso que essa guerra tem rodado. Além disso...A Paz...Todos falam de tudo isso como se fosse fácil também.Líder: Vai filosofar agora? Me ajude a carregá-lo.Masaru: Nosso líder é uma moça? Acho que desde o momento em que você pisou aqui adotou o ditado "Não consegue fazer chame o melhor amigo". E ele correndo o ajuda.Líder: E estou errado?Masaru: Nem um pouco, manda ele pra cá.Masaru então carregou o homem, em seu ombro, até a vila. Pararam em frente a uma casa humilde, mas que aparentava ser nova devido a clareza da madeira. Ela era logo a primeira casa após a entrada. Ambos os homens entraram na casa...Ela parecia muito confortável, bem decorada e bem aconchegante.
Masaru: Se eu morasse aqui todo dia eu ia sonhar com ela.Líder: Quem?Masaru: Ta-tsu-ko. Tatsuko-dono. Ela era a residente dessa casa, lembra que eu lhe contei sobre ela?Líder: A rebelde que simplesmente se foi porque achava que deveria fazer parte da guerra? Desista, não sonhe com pessoas mortas.Masaru: Não fale assim dela, lhe contei que ela tinha além de determinação muita perícia com arco e flecha, não disse? Ah, larga logo de falar besteira. Vou deixar esse homem aqui, acho que ele precisa de alguns cuidados médicos. Vou ficar ali fora, não quero ver um homem pelado.Dizendo isso Masaru se retirou da casa, somente o líder ficou e tratou dos ferimentos do rapaz. Ele não tinha apenas machucados, mas havia sido perfurado por algo...Ele já sabia a resposta, eram da nova tecnologia que veio do ocidente, os rifles. Pensou se aquele homem ainda ia viver...Nunca tratou de uma ferida daquelas...Tratou aquele ferimento e os outros, retirou aquela armadura pesada e lhe colocou novas roupas. Estaria tudo bem por enquanto, ele pensou.Líder: Hei, Masaru, pode voltar...Masaru retornou, mas não estava normal. Seu rosto estava muito suado como se estivesse correndo longas distancias a poucos segundos atrás. Ele desesperadamente bateu com a mão sobre a mesa.Masaru: Os vizinhos vieram nos avisar, as vilas em nossa província estão sendo atacadas pela armada de Tokugawa. Nagashino...Caiu.Líder: Nagashino? O grande forte? Impossível...Masaru: É realidade, e aparentemente eles estão querendo atacar as vilas agora, fiz como você nos ensinou...Evacuei todas as crianças e mulheres, nós estamos pronto. Taichou, contamos com você.Líder: Você está louco? Fiz isso para nos defender dos bandidos ou piratas, mas não de um verdadeiro exercito. Tokugawa possui um numero assustador de homens...Vamos ser todos esmagados.Masaru: E devemos lhes dar as terras que cultivamos com nossas forças? Terras que usávamos para brincar durante nossa infância? Terras que estavam ai na época de nossos pais e avós? Sinto muito, mas vamos aproveitar tudo que nos ensinou agora para lutar, você não vem conosco?O líder parecia inquieto, sabia que iam rumo a destruição. Mesmo que só fosse uma defesa, as forças de Tokugawa com certeza não lhes deixariam vivos. Se lembrou do que falou mais cedo sobre honra e justiça...Ele estava indo contra seus próprios princípios se pensasse em correr para salvar a própria guerra.Líder: Tranquem o portão como eu indiquei e preparem as flechas, aguardaremos até o sinal de que o inimigo realmente atacará. Pegarei minha espada.Então, abandonando o aposento da sala ele foi até o quarto dos esfundos, retirou uma caixa de madeira de baixo da cama e tirou de lá uma espada. A bainha era de cor negra, um dragão de ouro foi cuidadosamente repousado no centro da mesma. Respirou fundo e contou até dez, estava prestes a acontecer algo grande...Quando retornou para a sala encontrou uma grande surpresa, o homem que havia encontrado do lado de fora naquele dia estava de pé, recolocando a sua armadura vermelha. Ao ver de pé a reação foi instantânea, retirou a espada de sua bainha e a apontou para o pescoço do homem.Líder: Está de pé, já? Quem é você?Homem: Boa espada...Foi devidamente forjada...Acredito que se tiver habilidade o suficiente consegue facilmente partir outras laminas...Líder: Responda minha pergunta agora!Homem: Escutei sobre a armada de Tokugawa. Seu vilarejo está acabado. Mesmo assim seus homens confiam em você...E devido a essa confiança eles daram a vida em combate.Líder: Vou sacrificar a minha vida por eles se necessário! Agora responda a minha pergunta!Homem: Mas nem sempre é tão bom ter pessoas que confiam tanto em você...Algum dia,talvez até hoje, você olhe para os lados enquanto está caído e veja os cadáveres deles, um por um no chão. Pessoas com quem você dividiu uma refeição no dia anterior, agora jamais vão se levantar...Líder: Se você não quer me responder vou admitir que você não é ninguém, e infelizmente ninguém não vive, não aqui!Homem: Se fosse me matar teria feito mais cedo...Aonde está a minha lança?Líder: Do que está falando? Você está só, junto a seu cavalo.Homem: Sasuke...E então, de repente muitos gritos foram ouvidos do lado de fora do local, algo estava para começar.Líder: Que droga. Tão cedo?Então ele ignorou o tal homem e foi até a entrada da vila. Os homens já estavam arremessando flechas e mais flechas para o lado de fora, eles estavam vindo. O líder então se concentrou e fixou sua postura.Homem: Boa postura. Você me parece ser experiente, o que está fazendo em uma vila pequena como essa?Líder: Estou aqui para proteger meus ideais. Não quer lutar ao lado de nenhum dos lados nessa guerra...Pois todos eles usam a paz como desculpa para matar uns aos outros além de ferir e matar muitos inocentes. Decidi usar minha força para defender somente esse lugar, lugar que pode ser chamado de minha casa agora.Homem: Ingênuo...Hei, você!O homem chamou um dos soldados que estava correndo nesse momento. Ele claramente estava com medo, pois estava tremendo por completo. Nem parou para pensar que aquele homem era o suspeito encontrado do lado de fora do vilarejo.Homem: Me de sua espada e se retire daqui, você não está em condições de batalhar.Sem precisar pensar duas vezes o soldado entregou a espada ao homem e finalmente se retirou, indo para onde estavam as crianças e mulheres.Líder: O que você pretende?Homem: Tenho meus valores também...Não vou deixar que um vilarejo que me acolheu seja destruído, farei o possível para ajudar....Líder: Mas quem diab-Homem: Ai vem eles. O grande portão de madeira da vila foi completamente destruído pelo exercito inimigo. Agora eles entravam na vila, matando a cada ser com uma espada em suas mãos, foi nesse segundo que o líder e o homem desconhecido estavam prontos para agir.Homem: Sanada Yukimura, returns to battle!
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