Sam & Cat - O Reencontro

1 Sam está de volta, e em grande estilo!


Notas iniciais
Não liguem para os palavrões, eu só quiz interpretar a Sam da vida real mesmo. Bom, espero que gostem!! c: Não pretendo continuar com a fic, só se vocês gostarem dela mesmo. >u< nos vemos lá embaixo!

Cheguei. Após horas num avião com crianças pulando em cima de mim (me desacostumei com isso assim que cheguei na Europa), gordos comendo salgadinhos envolta da minha poltrona, e ainda por cima não me deram NADA para comer durante a viagem. Segundo as aeromoças, eu estava "praticamente em coma, não acordava de jeito nenhum". Ah, também já mandei todos se foderem.

- SENHORAS E SENHORES — Puta que pariu, vão me prender por xingar eles agora? Fudeu — EM QUINZE MINUTOS ESTAREMOS NOS PREPARANDO PARA O POUSO... — Ufa, estamos aterrissando. Bom, não ainda.

Coloco meus fones de ouvido novamente, e, feliz com a música que escolho aleatóriamente, encosto com minha cabeça na janela e um raio de sol ilumina meu rosto. Acho que nunca fiquei tão feliz assim em reencontrar a Cat. Pensei que fosse algo muito passageiro, mas ela tomou conta de minha vida. Literalmente... Estou com muitas saudades, penso nela sempre bobinha e sorridente, nada entristecia ela por muito tempo... A não ser eu. Rsrs.

Cat ainda não sabe da minha chegada, apesar de eu ter comunicado a ela que em breve nos veríamos. E isso foi ontem. Não creio que ela tenha se animado muito com a notícia, pois eu já disse isso umas trinta vezes só nesse mês. Não sei o que houve com ela, tinha um tom desanimado na voz e parecia me esconder algo... Sei lá. Em horas vou descobrir o quê está havendo e o que houve enquanto estive fora.

Eu estava quase dormindo novamente, quando a música que eu estava ouvindo acaba, e quando olho pro visor, vejo apenas uma coisa escrita na minha tela: "SEI ONDE VOCÊ CHEGOU. NÃO FAÇA NADA DE ESTÚPIDO COMO SEMPRE." como assim? Quem sabe onde eu estou?? Como assim "não fazer nada de estúpido"??? Como sempre???? Que merda é essa?????

Não sei novamente o porquê, mas o medo tomou conta de mim, eu senti que algo de muito ruim estava para me acontecer. Havia alguém me seguindo, e me conhecia. Além do mais, a minha bateria acabou assim que eu recebi aquela mensagem. Por sorte, ainda tenho meu Ipod. Sem música, eu acredito que fico mais rabujenta que a mãe do Freddie.

Também não vejo ele e a Carly a muito tempo, mas não senti a falta deles tanto quanto a da Cat. Nunca senti isso antes por ela. Antes, me parecia apenas uma colega de... "Casa" mimadinha e toda feminina, mas agora... Não sei. Na realidade, eu sei... Mas é difícil de explicar. É como se... Eu sentisse um "pouco" de... "Atração" por ela. Não sexual, mas física (ok, admito. Ela é muito gata) e pelo jeitinho dela de ser. Toda essa meiguiçe me deixa sem ar. Enfim, eu tenho pensado nisso desde que deixei ela (ela chorou por me ver indo embora, parecia que ela queria me dizer algo), e ainda não tomei nenhuma decisão a respeito. Apenas a decisão de que não aguentava mais viver sem a compania dela, e que deveria voltar.

- TRIPULAÇÃO, PREPARAR PARA O POUSO. — Isso foi tudo que pude ouvir, apesar de ainda estar com os fones de ouvido ligados.

Deixo a música rolando, encosto com a cabeça no encosto fofinho do meu lugar, e sinto o avião tocar o chão. Com essa sensação de finalmente "estar em casa", o conforto é tão grande, que penso nos cachinhos vermelhos de Cat e solto um sorrisinho envergonhado. Fecho os olhos, respiro fundo, e vou em frente.

Saindo do avião, uma aeromoça morena colocou sua mão em meu ombro e disse: "Você vai fazer alguém muito feliz." dando um sorrisinho, uma piscada de olhos, e me deixando azul de medo.

- Como assim, o quê você quer dizer com isso? — Perguntei, com ar desafiador — Venha comigo. — Disse a aeromoça de cabelos pretos, e me guiando até um canto fora da fila de saída — Eu tenho sonhado com você, e quase não acreditei quando a vi entrar por essas portas no avião. Você é tudo que uma garota ruiva tem, provavelmente deve conhecê-la. Não a deixe escapar. Tudo que ela precisa para ser feliz é VOCÊ.

- Eu... Eu não... — Disse eu, passando a mão na testa, começando a suar frio. — Olha moça, você deve estar me confundindo com alguém...

- Olha, pode dizer o que quizer, você sabe que é a seu respeito que estou falando, "Sam". Ela te chama assim e eu sei disso. Sei de muitas outras coisas também, e você trate de não a deixar escapar, isso é sério. Não fuja disso. Experimentar coisas novas não quer dizer que elas sejam ruins, apenas deve se escolher o rumo certo para as coisas boas acontecerem.

- Pode deixar. — Disse, com um leve suspiro — Eu vou cuidar dela. Muito obrigada, seja lá quem for você.

- Boa sorte, e meu nome é Alice. Conte comigo para qualquer ajuda aqui no aeroporto ou algo do tipo. — Disse ela, dando uma piscadinha com o olho direito.

- Uhum — Nunca vou precisar — p-pode crer... — Me seguro para não rir — Agora... Bom, eu vou indo. Tenho que pegar as bagagens. Tchau!! — Disse eu, já largando a aeromoça que eu mal lembrava o nome, dando adeus.

Corri para pegar as bagagens, nem sei mais o quê fazer. Tudo que eu tinha em mente era rever a Cat, sendo que nem avisei nada... Saí do aeroporto e entrei num táxi que ali perto estava.

Notas finais
Música que a Sam ouvia no avião antes de receber a mensagem anônima: Radioactive - Imagine Dragons
Música que a Sam ouvia no Ipod: Get Lucky - Daft Punk

TCHAN NAN NAAAAN *U*

Qual será a reação da Cat ao receber Sam de volta? Quais são os sentimentos verdadeiros de Sam por Cat? Quem está por trás das mensagens anônimas? Vai dar tudo certo?