Ele era uma criança genial, mas aquilo a incomodava. Por que ele tinha de ser tão preguiçoso? Sentia-se inconformada com o quão difícil era fazer com que ele apenas se levantasse pela manhã.

— Levanta dessa cama e vai fazer alguma coisa útil, Shikamaru! — As cobertas foram puxadas e o corpo pequeno se encolheu na cama, afundando o rosto contra o travesseiro.

— Hoje é sábado, mulher. Pare de ser tão problemática!

O rosto bonito se contorceu em uma carranca irritada. Shikamaru pôde sentir a aura assassina que o rondou naquele momento.

— Você me chamou de quê?

A criança engoliu em seco...