Saint Seya - The Gold War.
1 As Doze Casas - 1 Parte.
Santuário– Grécia — 10 anos depois.
Subindo a escadaria para as dozes casas, um homem de longos cabelos negros, trajava uma armadura cuja qual o elmo ocultava parcialmente seu rosto. O misterioso cavaleiro, possuia um cosmo tão poderoso quanto os doze ántigos cavaleiros de ouro, afinal este homem que ántigamente era um dos cavaleiros de bronze, agora trajava a armadura de ouro de seu mestre que foi lhe dada pelo próprio, durante a ultima guerra santa.
No entanto, apenas herdar a armadura e da fim a guerra não era o suficiente, para que ele utiliza-se a armadura de seu mestre, antes teve de passar por um treinamento rígido, cujo qual submete a si mesmo para que se julgasse digno de usa-la.
Durante o trajeto de sua subida as doze casas, o cavaleiro de ouro notou a ausência do cosmo, do cavaleiro da primeira casa Áries. Perplexo o cavaleiro continuou seu caminho atravessando a casa de Áries, ao adentra-la não pôde deixar de olhar ao redor dela, a armadura de Áries abandonada, vazia. A casa de Áries tão calma devido a ausência de seu guardião, sentindo-se nostálgico as lembranças de sua época como cavaleiro de bronze vieram a tona e o fizeram lembra-se de seu pacifico amigo. O ántigo guardião da casa de Áries, o Lemuriano Mu de Jamiel.
– É como se eu pudesse sentir que seu cosmo ainda reside nesta casa velho amigo, você que sempre foi tão calmo, passar por sua casa desta maneira, é como desrespeita-lo, obrigado pela passagem Mu.
O cavaleiro de ouro continuou o trajeto pelas doze casas, pouco antes de seguir as escadarias para a casa de Touro o cavaleiro olhava para tras, seus olhos verdes esmeralda vislumbravam aquela casa, vazia e repleta de lembranças e batalhas.
Ao adentrar a casa de Touro, recordou-se que uma luta memoravél aconteceu naquela casa, no entanto não pôde observar atentamente aquela dificil luta, pois seguiu em frente deixando que seu amigo se encarrega-se do ántigo Touro dourado, ao observar a armadura de ouro de Touro, o cavaleiro tentou imaginar como teria sido, se ele tivesse que enfrentar o Touro em batalha no lugar do...
"É melhor deixar as lembranças de lado, bem onde deviam ficar no passado."
Repreendeu-se mentalmente o cavaleiro ao atravessar a casa de Touro. Enquanto caminhava para a próxima casa, a de Gêmeos. Novamente nostalgico, o trajeto por esta casa parece-lhe ser o mais longo de todas as doze casas zodiacais. Sentiu-se imerso em um labirinto como não se sentia a muito tempo. Gêmeos com certeza o mais poderoso e perigoso dentre todos os doze cavaleiros de ouro.
Nem ao menos conseguiria imaginar o quão dificil teria sido enfrentar o geminiano, ou mesmo se conseguiria sair daquela casa vivo, se Saga estivesse presente pessoalmente, ou mesmo seu irmão Kanon cujo qual dividia a mesma força destruidora de galáxias.
Explosão Galáctica o quão temerosa está técnica era em um combate, somente aqueles que a receberam puderam sentir sua intencidade. A armadura de ouro de Gêmeos vazia novamente, abandonada pelos únicos homens que ja a utilizaram e demonstraram ser dignos dela, Gêmeos que representava as duas faces a do bem e a do mal, Saga e Kanon, luz e sombras eram tanto um quanto outro e os dois ao mesmo tempo.
Casa de Câncer, finalmente estava em paz, aquela casa que antes estava repleta de Máscaras, Máscaras da morte, assim como o nome de seu guardião. Máscara da Morte de Câncer que ao final de sua vida pôde recupar a honra de utilizar sua amardura de ouro em pról de Atena. Uma dificil luta recordava-se o cavaleiro de ouro, ao vislumbrar a armadura de Câncer no centro da quarta casa.
– Acho que finalmente você se sente orgulhosa de seu cavaleiro, estou certo armadura de Câncer.
O cavaleiro dourado sorriu antes de rir consigo mesmo, imaginando o quão tolo pareceu por estar falando com uma armadura vazia. O cavaleiro tentou seguir em frente, mas parou por um instante após sentir um cosmo muito familiar, virou-se e viu a armadura de ouro de Câncer emanar um brilho dourado, acompanhado de uma risada muito conhecida por ele.
– Máscara da morte, não pode ser, devo estar imaginando coisas.
Novamente o cavaleiro seguiu rumo a próxima casa zodiacal, fechando seus olhos um sorriso se formou, a imagem daqueles quatro estaria gravada para sempre em sua memória ainda que vazias as armaduras deles, ele podia ve-las claramente em sua mente revestidas por aqueles que um dia as usaram em pról da paz na Terra. Uma pequena lágrima solitária se formou em um único olho,. A lágrima em seu olho esquerdo foi levada pelo vento através daquelas casas, um ultimo adeus era a única coisa que ele podia proporcionar a eles.
– Adeus amigos, meus companheiros cavaleiros de ouro.
Casa de Leão
Um cosmo intenso e poderoso era emanado de dentro desta casa, que um dia estiverá abandonada, devido a ausência de seu cavaleiro, devido a morte de seu guardião, o Leão Aiolia. Entretanto, está casa a muito tempo abandonada, agora apresentava uma presença hostil e perigosa.
Raiva e Hostilidade características de um Leonino eram reapresentados novamente a casa Leão. A armadura de Leão que deveria estar fria e vazia, jamais sentiu a incompletude das demais armaduras, mesmo após ter sido destruida nos Campos Elíseos por Thanatos o Deus da Morte, a nova e resnacida das cinzas a armadura de Leão partilhava do calor humano e do cosmo descomunal de um novo cavaleiro de ouro.
O novo Leão se mostrava a frente de sua casa observando as demais atentamente, trajando sua armadura de Leão o Leonino emanava um brilho dourado ao redor do corpo.
O Leão possuia cabelos curtos e usava o elmo da armadura de Leão, seus olhos azuis eram ferozes como os de um animal selvagem, como um verdadeiro Leão aguardava sua presa pacientemente, esperando pela chegada de uma inesperada visita, alguém cujo cosmo era feroz como o seu, que um dia partilhou de uma armadura de bronze como a sua, cujas as armaduras eram representadas por animais lendários e poderosos.
Ao vislumbre do cavaleiro de ouro que finalmente aproximava-se de sua casa, o Leonino desferiu um poderoso e feroz golpe contra ele, chamas foram lançadas contra o dourado que se aproximava da casa de Leão, o cavaleiro de ouro de Leão observava atentamente o dourado opositor se defender de seu golpe utilizando apenas um escudo dourado.
O caveleiro de ouro apenas respondia ao Leão sem contra-atacar, abaixando seu braço esquerdo o qual continha seu escudo.
– Vejo que continua hostil como sempre, Ikki de Leão.
– E você continua calmo demais, Shiryu de Libra.
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