Saint Seiya: Sekai no Iseki Mundo de ruínas
2 Diferentes concepções
"Bem ou mal? É tudo questão de concepção. Irrealidade é imaginar que tais lados são distintos. O desespero é imediato, a gloria também. Por que tal decisão também não?"
"As pessoas estão um pouco enlouquecidas, sem rumo. O mais lamentável é ver famílias inteiras sem saber o que fazer ou para onde voltar. As crianças olham para nós, uma a uma, quando passamos, segurando nas mãos sempre algo, um cachorro, um gato, a gaiola com canários dos quais não conseguiram se separar, assim como suas esperanças."
"Humanos são sempre tão frágeis, há quem diga que eles possuem algo que nenhum deus possui, porém, até hoje nenhum deles demonstrou isso."
Áustria, uma avenida no meio do nada.
– Pode-se escapar da guerra por algum tempo, mas não por muito tempo, porque ela está por toda parte, mesmo à luz do sol. Está por trás de tudo o que se diz ou faz. É possível sentir seu gosto na comida, ouvi-la na música. — Falava sem cerimônia o pomposo homem bem vestido ao fim da avenida. — J.P Marquand, creio que você não tem o costume da leitura. Mas hoje é a única coisa que me faz sair um pouco da realidade, e mesmo assim leio sobre guerras.
O sorriso era algo que estava estampado em seu rosto desde que deu o ar da sua graça, seus cabelos cacheados e loiros brilhavam como ouro, confundindo-se com o branco alvo de seu terno impecável.
O capitão inimigo olhava com certo temor, não era todo dia que um inimigo conseguiria derrubá-lo tão facilmente. Seus músculos contraem-se quando o primeiro passo é dado do outro lado.
– Vejo que você não é muito de falar, espero que continue assim. — Aproximando um objeto metálico e dourado da boca, uma flauta transversal. — Deixe-me apresentar, Sorento, e você está realmente fazendo uma grande bagunça, saiba que nasci nessa cidade. — Abrindo os braços como se mostrasse algo ao inimigo.
O antigo general marina protetor de Poseidon estava ali, em carne e osso.
– Sorento? — O capitão inimigo finalmente pronunciara uma palavra. — Mas você é um defensor de Poseidon, o que faz ao lado dos humanos?
Sorento com um breve sorriso de sarcasmo retira novamente a flauta da boca. — Tolo, esquecerdes que eu nasci na terra? E não seria de interesse do meu senhor Poseidon que a terra fosse destruída.
O guerreiro da armadura negra parecia querer avançar contra Sorento, mas algo o impedia, talvez por saber que seus níveis de poder eram extremamente diferentes. — Você não têm noção do que estão provocando, o desaparecimento da terra é inevitável.
Sorento ouve tais palavras com um ar de desdenho e repugnância, fechando os olhos calmamente e levando a flauta à boca mais uma vez. Em pequenos passos, Sorento ritmava a música que saía do instrumento, como um doce réquiem.
Por fim abrira seus olhos e uma enorme onda de som se espalhara por toda avenida, estilhaçando todas as vidraças que ainda restavam.
Como em um breve toque, o capacete inimigo despedaça assim como o vidro que agora não passava de poeira. Revelando o rosto de alguém que parecia não ter mais que quinze anos.
O olhar de Sorento se encontra com o do garoto e por um momento ele pensou ter compaixão e esquecera do que realmente aquilo se tratava. Foi quando em um breve espaço de tempo ele se viu rodeado por sombras, algo denso e pesado como um grande nevoeiro.
“Fog düstere!”– Fora a única coisa que Sorento conseguiu ouvir, enquanto o nevoeiro se tornava mais denso. Sua respiração já estava prejudicada, e a sensação era de que seus sentidos estavam sendo bloqueados deixando-o à mercê de qualquer ataque sorrateiro.
– Alemão? — Rapidamente Sorento impulsiona sua flauta para frente, e o barulho fora de que ela teria perfurado algo. Por um momento ele fecha os olhos e respira, o nevoeiro se dissipa.
Em sua frente o garoto, com a flauta dourada cravada no diafragma. Seus olhos, boca e ouvidos escorriam sangue e em seu olhar um certo desespero.
– Por um breve momento esqueci que guerra não permite caprichos como compaixão, obrigado por lembrar-me novamente disso. — Sorento retira lentamente sua flauta do corpo do inimigo. — Mesmo sendo uma criança poderia ter matado a mim, um general.
– General? Traidor sujo… — Caindo sobre os joelhos e finalmente tombando ao chão.
Em algum lugar da Itália
Um grande contingente de soldados de Atena se deslocavam durante o fim da tarde, o crepúsculo tomava conta da paisagem. Muitos deles feridos, com bandagens em volta da cabeça, segurando braços fraturados e se apoiando em companheiros.
Acompanhando a caminhada, posicionados ao lado, frente e atrás dos soldados de patente menor, 3 homens trajando armaduras que ofereciam uma proteção maior ao corpo.
Seus olhos vasculhavam incessantemente os arredores. Mesmo que aquela fosse apenas uma migração rotineira, costumavam acontecer ataques inimigos com frequência contra contingentes com soldados níveis mais baixos.
A caminhada até o momento fora pacifica, porém nem mesmo isso tirara a feição de preocupação e medo dos rostos, alguns até mesmo o terror era perceptível.
Os vilarejos iam passando por eles, muitos desabitados, outros em chamas. A cada passo a preocupação aumentava, pois, os locais ficavam mais destruídos, o que mostrava que havia grande atividade inimiga no local.
Talvez a maior dificuldade, que era perceptível, estampada nos rostos dos soldados, era ver toda aquela destruição em locais que outrora era pontos turísticos, que exaltavam beleza. Ver toda aquela miséria nos rostos das pessoas à beira das estradas, aproximando-se da morte, quase nus, reduzidos a esqueletos. Muitos não possuíam sequer energia para respirar. Muitos deles tinham a má sorte de ver alguns deles soltarem o último suspiro diante de seus olhos.
As viagens muitas vezes são sempre sofridas, se não ocorriam ataques repentinos, reduzindo um contingente com quase mil homens à algumas centenas, as imagens em seu decorrer marcavam profundamente as almas dos nobres soldados.
O comboio que já atravessara quase toda península itálica em direção ao mar mediterrâneo tinha como objetivo deslocar tropa para ajudar locais com ataques mais críticos ao exército de Atena. Porém, quando se é feito deslocamentos desse tipo, os soldados chegam feridos ou metade dos que foram enviados morrem no caminho. A Europa havia se tornado campo de constantes batalhas, os inimigos haviam dominado desde o norte da Noruega, atingindo metade da Itália e chegando à Grécia com grande ímpeto de avanço.
A Grécia que em tempos remotos fora campo de grande resistência e grande concentração de refugiados de toda Europa, agora estava tão pobre quanto todo continente.
As pessoas iam em busca de uma proteção da deusa que estava à frente de toda resistência para com aqueles que se declaravam Armee göttlichen Apokalypse, Exército do Apocalipse divino. Decidiram usar alemão para satirizar e relembrar uma das grandes tragédias da humanidade, a segunda guerra mundial.
Muitos deles diziam que tudo aquilo era apenas um grande reflexo de tudo que os humanos faziam. Espalhando cartazes de propaganda no início com frases que os retratavam como purificadores e pacificadores.
Porém, os relatos eram de que pareciam mais demônios sedentos por sangue e sofrimento, que espalhavam a dor por todo local que passavam.
No início muitos humanos se deixaram levar por toda aquela campanha feita, afinal, poucos sabiam do que se tratava e a proteção dada pelo Santuário era algo, em sua maior parte, desconhecida pela sociedade atual.
Exatamente em 23 de julho de 2009, a Terra sofreu o maior golpe, e teve como primeiro alvo o Santuário, em uma fatídica noite todo um plano, que até mesmo para as mentes mais pessimistas demoraria anos para ser aplicado, fora tragicamente realizado em menos de 12 horas.
As defesas que outrora eram intransponíveis se desintegravam rapidamente, conforme as forças do Santuário caiam, as grandes capitais e continentes eram tomados quase que instantaneamente. Chefes de estado foram assassinados e todo o mundo foi exposto ao terror quando a pior das tragédias aconteceu, a morte de Atena.
Após isso as coisas apenas pioraram, navios eram atacados e naufragados contendo milhares de refugiados que tentavam fugir de toda miséria que eclodira na Europa. Vilarejos eram devastados, alguns humanos para tentar escapar se ofereciam para entrar no exército, porém, por sorte conseguiam se tornar escravos. Na pior das hipóteses eram enforcados ou usados como peça de um jogo no qual os soldados inimigos disputavam quem retalhava mais prisioneiros.
A resistência tentava sobreviver aos cercos cada vez mais apertados, muitos homens considerados bons para batalha se uniram, aumentando bastante todo o contingente, e aqueles que sobreviveram tentavam manter a honra do exército de Atena, que agora denominava-se apenas de A resistência humana.
Entretanto, tudo isso acabou chamando atenção demais, e mesmo que nada mais fosse imaginável para poder piorar o sofrimento das nações europeias, uma grande praga caiu sobre o continente, consumindo milhões de vidas. Adoecendo crianças, apodrecendo plantações e deixando tudo negro, fazendo até mesmo o Sol se tornar algo raro de se ver.
No decorrer do tempo, o poder de luta da resistência fora ficando mais fraco, e hoje evitam batalhas, evitando assim maiores baixas.
Já era quase noite, a fome não afligia apenas refugiados, eram tempos difíceis, os soldados estavam magros, cobertos apenas por suas proteções, que balançavam folgadas sobre seus corpos.
Tudo que conseguem para comer são pães feitos de farinha que acham em moinhos abandonados, assados em fogueiras improvisadas. Porém, até mesmo isso já estava em seu estado mais crítico.
A acomodação é feita de maneira que houver alguma emergência todos possam levantar-se rapidamente.
– Você acha que todos conseguem fechar os olhos? – Questionava um dos cavaleiros de patente maior para um homem deitado ao seu lado.
– Se o senhor não consegue, será que aqueles que não possuem poder para se defender sozinhos conseguem? – Uma voz em meio a alguns soldados ao seu lado responde com um ar de normalidade, mesmo para algo tão ríspido.
A noite era algo que se tornava um sofrimento, a insegurança e todo temor exalavam dos homens. Alguns refugiados andarilhos se acomodavam ao lado do comboio. Uma maneira de se sentirem mais seguros.
A noite passa silenciosa, apenas o som de alguns sussurros de preocupação e o uivar do vento em toda área deserta. A lua tão vermelha quanto sangue iluminava com um ar trágico todo local.
Um dos cavaleiros superiores até imaginou estar dormindo por um segundo, porém seu olho rapidamente se abriu, em outro momento de imaginação, pensou ter ouvido uma explosão.
Em sua mente, era isso que ele realmente desejava, porém, os gritos se tornavam tão reais e mais próximos que ele não conseguia mais acreditar que era apenas sua imaginação.
Ao levantar-se, a cena era infernal. Soldados em chamas corriam gritando de um lado para o outro, corpos de refugiados estavam jogados ao chão. Um dos seus companheiros que o acompanhava guiando o comboio passa do seu lado, gesticulando e gritando algumas palavras de ordem.
Mais uma explosão, dessa vez mais próxima. Tão próxima que o sangue das pessoas atingidas pôde alcançar seu rosto. Assim como um braço protegido por uma armadura conhecida caiu à sua frente.
– Senhor! Senhor! Vamos todos morrer! – Gritava um soldado ao seu lado.
As palavras entravam pelos seus ouvidos, porém sem nenhum significado. Seu corpo se balançava involuntariamente, alguém o balançava, era como se seus sentidos se fossem por alguns segundos.
– Senhor... – Sua audição voltara aos poucos.
Então decidiu virar o rosto para aquele que o sacudia em busca de alguma resposta.
– Espalhe a ordem de...
Um metal pontiagudo lançado por alguma explosão atravessara a cabeça do soldado, que tomba no mesmo momento para o lado.
– Recuar! Recuar! – Levantar e ordenar tal estratégia foi a reação instantânea do cavaleiro após o acontecido.
Ao levantar, seus olhos atravessam todo campo repleto de desgraça de desastre e foca o inimigo. Era um general, desferindo diversos golpes contra soldados que sequer ofereciam ameaças para ele.
O cavaleiro aperta a barriga, em seu rosto uma mistura de repugnância e ânsia de vômito. Seu olhar não conseguia desviar, até que sua alma congela, quando o olhar do general inimigo troca com o seu.
O general inimigo continuava a avançar, mesmo seu corpo sendo franzino e o mesmo não aparentando muita altura, ele rasgava os soldados como papel com leves movimentos de sua espada.
Seus olhos acinzentados não desviavam do cavaleiro, seus cabelos brancos, porém levemente sujos de fuligem balançavam conforme ele se movimentava. Seu uniforme era negro como o céu naquela noite. Em seu rosto um sorriso maléfico e uma feição que demonstrava apenas a intenção de fazer o mal.
O cavaleiro estava ali, imóvel enquanto o general avançava. Não havia nada que ele pudesse fazer, mesmo correr era algo que parecia improvável.
– Ora.... Um tenente, não esperava encontrar alguém de patente aqui em terra tão distante. – Pôs-se a falar o general enquanto estendia a mão para o cavaleiro. – Diga-me seu nome jovem.
O cavaleiro alternava seu olhar perplexo entre a mão estendida e o sorriso cínico no rosto do inimigo. Seu corpo quase não se mexia.
– Entendi. – Fechando os olhos enquanto embainhava seu sabre e dava as costas para o cavaleiro. – Não é porque estamos em guerra que não possa haver cordialidades entre nós. Afinal, somos seres providos de inteligência, e minha missão nesse mundo é purifica-lo dos pecados aqui cometidos pelos humanos.
– Purificá-lo? Vocês apenas fizeram destruí-lo, apenas causaram desgraça e sofrimento. – Com um olhar mesclado entre ódio e náuseas.
Os olhos do general se abrem mais uma vez, alguns soldados que estavam à espreita saltam para trás como se esperassem um ataque. – Entendo, essa é sua concepção. Porém, a concepção do göttlichen Apokalypse é de que nós sim somos a salvação desse mundo. Vocês tiveram sua chance e a deixaram fugir. – Virando-se mais uma vez. – General Albrecht, der Ritcher (o julgador).
A mão do general inimigo permanecia estendida, enquanto ele sorria incansavelmente como se aquela fosse uma conversa cordial.
– Mate-me agora, não pense que eu irei acreditar que você seja alguém bom. – Cuspindo no chão. – Todos vocês são como demônios que pairam sobre a carne podre, alimentando-se de todo sofrimento.
O sabre de Albrecht é pressionado levemente contra o pescoço do cavaleiro. – Lembre-se que meu julgamento é imparcial e inegável. Afinal, o göttlichen Apokalypse é a atual lei no mundo.
Um pequeno talho, e o sangue escorre no pescoço do cavaleiro, o mesmo cambaleia para trás com as mãos sobre o pescoço, enquanto o sangue esguicha.
Seus joelhos tocam o chão, seus olhos estavam fixos para frente, vendo o inimigo observá-lo perecer.
Antes que sua visão ficasse completamente turva, ele conseguira ver por um momento que aqueles que estavam à sua frente dão alguns passos para trás como se algo acontecesse às suas costas.
Seu corpo tomba levemente para trás e seus olhos vêm pernas trajando um tecido rente ao corpo e um manto branco que balançava sobre o vento.
– Aguente firme. – Uma voz calma anunciava sua chegada, com um certo pesar em seu tom.
– Porque os humanos têm corpos tão frágeis? – Pergunta o cavaleiro enquanto olhava em seus últimos suspiros para o recém-chegado. – A vida dentro de mim está perdendo sua chama.
– Desculpa, eu fui descuidado e lento. – Observando com um pesar no olhar.
– Inacreditável, que mesmo em uma guerra a morte ainda chegue como uma surpresa. – Sua voz estava cada vez mais fraca. Até que seus olhos ficaram completamente fixos.
– Que desperdício. Uma vida é sempre um desperdício. – Andando lentamente em direção a Albrecht colocando uma espécie de capuz branco que cobria os olhos com uma máscara negra.
– Quem é você? – Pergunta Albrecht com um tom petulante na voz. – Acha mesmo que apenas um homem é páreo para mim?
– Sua ignorância é correspondente à sua raça. Por favor, avise ao seu exército que ou eles saem das trincheiras ou os queimarei agora mesmo. – Levantando as duas palmas das mãos.
Ele continuava a andar, sua roupa condizia com seu modo de falar e seus passos leves e calmos. Ela balançava com o vento, um manto branco com detalhes dourados, sobre o corpo que estava vestido com uma malha negra que ia do pescoço aos pés. Enquanto seus cabelos loiros caíam sobre a máscara em seu rosto. A imponência fazia com que os seus próprios aliados se afastassem conforme sua aproximação.
– Você é bem sensitivo, porém o que apenas um homem pode fazer contra um exército e um general do Apokalypse? – Desembainhando seu sabre.
– Recuem por favor. – Ordena para os outros soldados ali presentes, enquanto unia as duas mãos à frente do corpo, juntando as duas extremidades de seu manto.
No mesmo momento os soldados correm para longe, alguns deixando cair capacetes, tal ordem soara como uma carta de liberdade, algo que os impediria de morrer.
Os sons dos passos dos soldados que corriam para longe eram confundido com o som da marcha dos soldados inimigos que se aproximavam armados com lanças e escudos.
Um riso descontrolado ecoa entre tais sons, e um grito o acompanha – Parece que hoje é dia de caçada!! – Exclamava Albrecht enquanto curvava seu corpo para trás.
No mesmo momento todo exército inimigo corre em direção ao até então desconhecido. Seus gritos ecoavam por todo campo deserto. Uma massa negra, armados com lanças e um som metálico ensurdecedor. Centenas de homens protegidos das cabeças aos pés com armaduras negras, tão intimidadoras quanto sua fúria ao avançar.
O homem de branco olha por um momento por cima do ombro, e no mesmo momento o corpo do cavaleiro que houvera morrido flutua pelo céu noturno.
– Minhas condolências jovem guerreiro. – Voltando novamente o rosto para frente. – E quanto a vocês.... Desapareçam ratos imundos!
Um silencio toma todo campo, um cosmo calmo e intenso emana entre todos inimigos; tão poderoso que distorcia a noção de tempo e espaço.
– É sempre um fardo ter vidas ao alcance das minhas mãos. – Um breve suspiro escapa por sua boca com um certo desgosto.
No mesmo momento todos os soldados inimigos, centenas deles, são arremessados a mais de vinte metros de altura, permanecendo suspensos por alguns segundos.
– Queimem! – Alterando sua face pacífica para algo que transparecia ódio e raiva. – Presenciem o estilo artístico da morte, por Kaburagi! – Estendendo sua mão com vigor.
Os corpos dos soldados se retorcem no ar e queimam, o sangue dos mesmos pinga como uma chuva vermelha em chamas.
Os olhos de Albrecht estavam voltados para o agora auto-intitulado, Kaburagi. Enquanto o sangue de seus subordinados caía do céu.
– O que foi? Sua concepção de bem ou mal agora mudou? A perversão não escolhe lados. Nós a escolhemos.
Continua...
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