Saint Seiya. Paradox
1 O despertar parte 1
Notas iniciais
Há muito tempo desde a era mitológica os deuses decidiam seus interesses através da guerra, às disputas entre eles causava um imenso caos no universo, A deusa da guerra e da sabedoria, Atena cansada de ver o mal que as guerras causavam a terra, cujo qual estava sobre sua proteção, escolheu Homens capazes de usar sua Cosmo energia para poder se tornar seu exército. Como A deusa não gostava de armas os guerreiros usavam seus punhos como extensão do cosmo para poder lutar, e para proteger seus corpos a deusa usou as constelações para criar armaduras com poderes incríveis. Assim surgiam os cavaleiros de Atena.
Santuário dois anos antes. —Nossa! Quanto tumulto, o que está acontecendo?
—Parece que um garoto entrou no santuário está gritando no meio da arena.
—O quê? Será um invasor inimigo?
—É só um garoto, ninguém seria louco de atacar o santuário sozinho muito menos um reles pirralho.
Os aspirantes a cavaleiros entram na arena para interrogar o garoto.
—Quem é você? Não sabe que esse lugar é perigoso?
—Meu nome é Sora eu vim me tornar cavaleiro.
—hahaha! Um moleque fraco como você jamais se tornará cavaleiro.
—Não sou fraco, e posso provar
—Como pensa em fazer isso.
—Vou derrota-los.
—Para de gracinhas garoto de jeito nenhum você vai derrotar todos nós, prepare-se para morrer.
Sora ataca os aspirantes, mais sem demostrar nenhuma manifestação de cosmo energia, ele rapidamente derrota-os, restando apenas um
—Maldito Moleque! Como ousa, a brincadeira acabou, vou derrotar você de uma vez...
—Achei que seriam mais fortes, mas você ainda ficou de pé então pode vir.
—Já basta. Um homem se aproxima da arena, o jovem aspirante se irrita.
—O que pensa que está fazendo, quem pensa que é para se meter...
O aspirante sente um grande cosmo vindo do homem e então se cala. —Seu nome é Sosuke certo? Pergunta o Homem.
—Sim senhor.
—Está tudo bem, eu cuido disso agora. Garoto. O homem se dirigia a Sora. — Venha comigo por favor, se quiser ser um aspirante terá que convencer o grande mestre.
—Sim senhor. Sora acompanhou o homem que caminhava em direção as doze casas
—Por que não conversamos enquanto chegamos lá, me diga o que fez você quere ser um santo de Atena.
—Eu vivia com minha mãe apenas, ela me criou para ser um cavaleiro ela me disse que um dia eu certamente ia ter que decidir se eu seguiria esse caminho ou não então e queria que eu estivesse preparado pra quando esse dia chegasse.
—Sua mãe?
—Sim, ela era uma amazona, ela disse que se eu escolhesse esse caminho eu deveria vir ao santuário e procurar por Seiya de pégaso.
—Seiya? Sua mãe conhece o Seiya?
—Sim ela me disse que foi a mestra dele, e que se eu o encontrasse ele com certeza me treinaria.
O homem parou. —Infelizmente para você garoto já faz alguns anos que não se ouve falar de Seiya de pégaso, além do mais garoto eu devo lhe alertar que a vida de cavaleiro não é nem um pouco fácil, é um caminho onde arriscamos nossas vidas todos os dias para proteger a terra, não podemos utilizar nosso cosmo pra benefício próprio, apenas em nome da justiça e pela Vontade de Atena. Aqueles que não levam seus corpos ao limite, e elevam seus cosmos ao infinito não tem lugar entre o exército de Atena. Mais uma vez o homem acendeu seu cosmo sora se viu fora do santuário ao seu redor estava o universo com milhares de astros ao redor.
Ainda pretende se tornar cavaleiro sora? Palavras não são necessárias para responder essa pergunta, apenas seu cosmo, deixe-o queimar e saberei sua resposta.
Então sora ainda espantando com toda aquela demonstração de poder, elevou seu cosmo o máximo que conseguiu, o homem sorriu. —Muito bem sora eu ouvi sua resposta seja bem vido. Mais uma vez o cenário mudou estavam em um salão com vários pilares que reluzia a ouro. —Essa é a casa de sagitário.
—Sagitário? Sora se admirou ao ver que uma armadura dourada agora se unia ao corpo do homem.
‒Isso mesmo! Eu lhe aceito como meu discípulo, a partir de hoje eu serei seu mestre, SEIYA DE SAGITÁRIO.
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