Saint Seiya: New Classic Universe!

62 A Misericórdia de Hyoga!


Notas iniciais
Olá pessoal. Momento decisivo da terceira temporada chegou. Espero que gostem do capítulo. Quem puder favorite e comente, me ajuda demais. Boa leitura


MONTE FUJI – JAPÃO


Shun está tentando localizar onde Seiya caiu. A sua corrente está fincada em uma pedra. Cavaleiros negros com armaduras similares a de Fênix surgem no local.

- Vejam, a corrente do cavaleiro de Bronze. Vamos soltá-la! – Diz um deles.

Eles percebem Shun indo atrás de Seiya, já o avistando.

- Sim, vamos assim garantir a morte de dois cavaleiros de uma vez só. – Responde outro cavaleiro negro.

Um dos cavaleiros pega na corrente e Shun sente. Ele se assusta.

- Agora que encontrei o Seiya... Aparecem cavaleiros negros!

- Chegou a hora de sua morte cavaleiro. Afunde no precipício!

- Espere! – Alguém chama a atenção dos cavaleiros negros. Era Shiryu.

Shun avista Shiryu e sorri.

- Shiryu meu amigo. Que bom que voltou da China.

- Resolvi as coisas lá Shun. E regressei imediatamente. – Responde Shiryu já vestido com sua armadura.

Os cavaleiros negros ficam tensos.

- E onde está o Dragão Negro?

- Foi derrotado, mas morreu com honras. Para falar a verdade, ele morreu, mas me salvou. – Responde Shiryu.

- Isso que você fala é um absurdo. – Responde um dos cavaleiros negros.

Shiryu se aproxima.

- Se tentar soltar a corrente, quem cairá no precipício será vocês! – Alerta Shiryu.

- Tente a sorte! – Um dos cavaleiros negros segura a corrente.

Em um segundo Shiryu eleva seu cosmo e dispara:

- “Dragão Nascente.”

- Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh.... – Todos os cavaleiros negros são lançados no precipício.

Shiryu se sente zonzo, mas se aproxima do precipício.

- Shun está tudo bem aí?

Shun já colocou Seiya em suas costas e está subindo as correntes. Shiryu o ajuda puxando a corrente, levando Shun e Seiya para o chão firme.

- Eu queria dizer que está tudo bem Shiryu e que Seiya está a salvo. Mas vejo só como está o corpo de Seiya.

Shun deixa Seiya no solo. Shiryu conta a Shun o ocorrido na China e Shun conta sobre June e seu confronto com Spica. Os dois se mostram surpreendidos por seus antigos parceiros de treinamento terem tomado o caminho do mal e se tornado cavaleiros negros, mas Shiryu fica feliz pela redenção final de Ohko. Shun tenta despertar Seiya em vão.

- Acredito que já sei o que fazer, afaste-se Shun! – Shiryu eleva seu dedo indicador. – Seiya está condenado, só resta fazer uma coisa.

Shiryu começa a acertar diversos pontos no corpo de Seiya, que jorra sangue escuro. Shun aparta a ação de Shiryu.

- Está doido Shiryu? Você quer matá-lo para acabar com o sofrimento dele?

- Solte-me Shun! Estou acertando os pontos vitais na constelação dele. – Explica Shiryu.

- Os pontos vitais... – Shun solta Shiryu que o explica que todos os cavaleiros vivem sob a proteção de uma constelação e vivem sob a influência dessas estrelas, e que cada estrela representa um ponto vital.

Shun começa a compreender a intenção de Shiryu.

- É verdade, já ouvi falar sobre isso.

- Seiya é protegido pela constelação de Pégaso, que possui treze estrelas. Vou atingir os pontos vitais das treze estrelas, quando o sangue contaminado parar de jorrar a hemorragia vai parar sozinha. A vida dele agora dependerá de seu cosmo.

Shun balança a cabeça positivamente. Shiryu fica próximo a Seiya que ainda sangra.

- Também estive perto de morrer Seiya, mas eu voltei. Você tem que voltar amigo, trate de me ouvir.

Nesse momento uma explosão é escutada no Monte Fuji. Cavaleiros negros colocam fogo nas cavernas. Shun pega Seiya e o coloca nas costas e corre ao lado de Shiryu. Os dois ficam presos no famoso labirinto da gruta do local. Cavaleiros negros riem.

- Jamais sairão daí hahahahaha.

Shiryu sente tontura, pois está muito fraco. Shun se coloca na frente.

- Isso é o que vocês pensam: “Corrente de Andrômeda.”

- Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh... – Os cavaleiros negros são derrotados pelo ataque de Shun.

Shiryu senta no chão ainda com tontura.

- Como vamos sair daqui?

- A minha corrente nos guiará Shiryu. Vamos corrente, ache o caminho!

A corrente faz movimentos circulares e se perde no ar. Shun sente que ela fincou em algo.

- Vamos segui-la Shiryu! Encontrei o caminho.

Os dois conseguem deixar o Monte Fuji com Seiya junto. Eles devem tomar outro caminho. Shiryu está com o peitoral da armadura de Prata e Shun com o cinturão que Seiya conseguiu de Ushio, já que a parte que estava com Spica June havia levado.

- Vamos ter que nos separar Shun. Temos que ir até a Ilha da Rainha da Morte, mas também ver o que está acontecendo com Hyoga na Sibéria. – Diz Shun.

- Você tem razão. June com certeza foi para a Ilha, então irei para lá. Por favor, Shiryu, encontre Hyoga na Sibéria.

Shiryu balança a cabeça positivamente. Quando iam partir, Shiryu e Shun olham para Seiya.

- O melhor é deixá-lo aqui Shun, estamos próximos a Fundação. A vida dele dependerá da força de seu cosmo. – Shiryu parte.

Shun olha Seiya e fecha os olhos, virando de costas.

- Estaremos te esperando Seiya, meu amigo. Tenho certeza que sobreviverá e nos alcançará! – Shun parte. Seiya começa a mexer os braços.


BLUEGRAAD


Alexei e Hyoga se estudam. Natássia está angustiada.

- Não tenho muita paciência para lutas longas, Cisne. Irei te matar com o meu impulso negro. – Diz Alexei.

- Já disse que agora é a minha vez de te mostrar minha técnica de cavaleiro. Agora que a neve negra desapareceu é o momento de você sentir o verdadeiro ar congelante na pele: “Pó de Diamante.”

Alexei salta e evita de tomar o golpe de frente. Ele pula nas costas de Hyoga, que não se abala.

- Parabéns Alexei. Você conseguiu evitar meu pó de diamante, mas uma das suas pernas congelou.

- Isso é o que você pensa... O que? – Alexei tenta partir para cima de Hyoga, mas sua perna direita está completamente congelada.

Hyoga se aproxima de Alexei, que se mostra tenso.

- Acabou Cisne Negro. Com uma perna nesse estado, não tem como você evitar outro golpe igual.

Alexei cria uma barreira de neve negra em volta de seu corpo.

- Não pense que acabou Hyoga de Cisne. A minha neve negra impedirá a sua ação!

- “Círculo de Gelo.” – Hyoga lança o golpe sem se abalar.

Um círculo congelante trava o corpo de Alexei e desfaz toda a neve negra.

- Mas é impossível! Um círculo de gelo... Agora eu não posso mais me mexer! – Grita Alexei.

- É impossível você se livrar desses círculos de gelo que envolverá todo o seu corpo Cisne Negro. Mas por Natássia posso poupar sua vida. Mas primeiramente me entregue a parte da armadura de Taça que está em seu domínio! – Ordena Hyoga.

Natássia está desesperada. Ela sai de dentro do igló chorando.

- Você está me subestimando Hyoga. Não quero que você tenha clemência de mim. Pode me atacar, eu não tenho medo!

Alexei está travado sem se mexer e Hyoga calmamente se aproxima.

- Muito bem. Irei tirar Natássia daqui antes de dar o golpe de misericórdia... O que?

Hyoga percebe Natássia correndo na neve. Ele e Alexei gritam.

- Natássia!

Natássia segue correndo e logo seu corpo começa a congelar. Novamente a garota está envolvida em gelo. Ela já havia pegado uma pneumonia da outra vez, agora poderia ser fatal.

- Idiota! Por que você fez isso? – Grita Alexei.

Alexei eleva seu cosmo, mas nada pode fazer. Hyoga parte para o local onde Natássia congelou e a arranca de dentro do gelo.

- Ela ainda está respirando. Ainda podemos salvá-la! – Avisa Hyoga.

- Hyoga! – Exclama Alexei.

Hyoga leva Natássia no colo. Alexei derrama lágrimas.

- Natássia... Me perdoe... Eu sinto muito...

Hyoga coloca Natássia dentro do igló e se aproxima de Alexei. Hyoga mostra seu golpe ainda mais poderoso para o oponente.

- Receba isso Alexei: “Turbilhão de Gelo.”

- Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh...

Alexei tem sua armadura totalmente destruída e treme de frio. Ele está preso congelado próximo a uma montanha. Hyoga pega no chão as ombreiras da armadura de Prata que Alexei derrubou. Ele pega Alexei pelo pescoço. O Cisne Negro fecha os olhos esperando a morte...


Pouco depois Alexei desperta. Ele está com o corpo todo dolorido, mas já descongelado. Alexei já não tem poder nenhum. Logo ele avista sua irmã na cama ao lado, ainda desmaiada. Ele percebe que os dois estão em sua antiga casa em Bluegraad.

- Natássia...

Hyoga se aproxima. Ele está ao lado de Jacob.

- Agora já podemos ir embora Jacob. – Diz Hyoga virando de costas ao lado do menino.

- Espere Hyoga! Por que não me matou? – Pergunta Alexei.

- Agora você já não tem poder algum. O efeito do Turbilhão de Gelo irá comprometer qualquer tentativa que você tenha em usar novamente seu cosmo congelante em seu corpo debilitado. E isso servirá para você refletir sobre o que fez para o resto da vida. Mas acima de tudo, eu não queria eliminar o último motivo que Natássia tem para viver. Então trate de cuidar dela.

Hyoga deixa a casa com Jacob. Após quase ver sua irmã morrer, Alexei se arrepende de ter matado seu pai, com quem sempre teve problemas, perde sua ganância e resolve dedicar sua vida para cuidar de sua irmã. Hyoga segue o caminho pensando em sua mãe. Depois ele pensa em Camus.

- Espero que se orgulhe de mim mestre. Mostrarei o meu valor ajudando a recuperar essa armadura de Prata.


Hyoga chega em sua casa na Sibéria com Jacob quando se surpreende ao ver Shiryu chegando correndo.

- Shiryu!

- Hyoga! Como você está? E os cavaleiros negros que invadiram aqui?

Hyoga conta a Shiryu todo o ocorrido e Shiryu conta para Hyoga o que ocorreu no Na China e no Monte Fuji.

- Então não devemos mais perder tempo. Temos que ir até a tal Ilha da Rainha da Morte! – Diz Hyoga.

- Você está certo. Vamos Hyoga!

Os dois cavaleiros partem rumo à infernal Ilha.


ILHA DA RAINHA DA MORTE


Jango está olhando o vulcão que derrama lavas na Ilha com semblante contrariado.

- Mas que diabos está acontecendo? Eu não posso acreditar que os meus cavaleiros negros mais fortes estão sucumbindo.

- Com licença meu irmão! – Quem surge é Geist.

Jango olha para a irmã e se mostra satisfeito.

- Geist, que bom que você está aqui!

- O que está acontecendo com os cavaleiros negros que não conseguiram as partes restantes da armadura de Prata? Eles não mataram os cavaleiros de Bronze?

Jango volta a virar de costas olhando o vulcão.

- Pelo visto não. Mas pelas últimas informações que obtive o Pégaso e o Dragão estão para morrer a qualquer momento. Agora o Cisne, o Andrômeda e aquela garota que estava com eles parecem ainda estar em condições de luta.

- A garota deve ter fugido Jango. E os outros, se quiserem algo, terão que vir para cá.

Jango olha para Geist e ri.

- Hahahahaha tem razão. Eles não terão a menor condição de sobreviver aqui na Ilha. Morrerão rapidamente.

- E o Ikki, será que desistiu da armadura? – Pergunta Geist.

- Aquele idiota deve estar formulando algum plano para destruir o Santuário. Ele ainda pode ser útil. – Responde Jango.

Logo uma gritaria começa na Ilha. Jango e Geist observam vários cavaleiros negros morrendo um após o outro.

- Mas o que está acontecendo aqui? Preciso agir! – Jango resolve ir averiguar o que ocorre quando tem seu braço segurado por Geist.

- Deixe comigo Jango. Eu sou uma amazona negra, deterei qual for a ameaça.

Jango concorda com a irmã.

- Muito bem Geist, vá e detenha o inimigo. Você é mais poderosa que qualquer cavaleiro negro que está nessa Ilha.

Os cavaleiros negros vão caindo um a um. Logo quem está os derrotando se apresenta.

- Então realmente acham que são páreos para mim que treinei nesse inferno por tanto tempo? Vocês não são páreos para a minha Ave Fênix!

Ikki derrota os cavaleiros negros com facilidade, quando tem seu braço preso por um chicote negro.

- O que?

Ikki avista Geist vestida de uma armadura negra e a reconhece.

- Então é você, irmã do Jango?

- Exatamente Ikki de Fênix. Sou Geist de Camaleão Negro e ao voltar para cá você assinou sua sentença de morte.

Ikki olha Geist dos pés a cabeça. Geist está com fúria no olhar.

Notas finais
Próximo capítulo de Saint Seiya: New Classic Universe: "Os Confrontos na Ilha da Rainha da Morte."