Provavelmente, a pior sensação de um estudante é o fim das férias, fim da certeza de folga, diversão 24 horas por dia. No caso dos aprendizes e cavaleiros, férias prolongadas, mas que não diminuíram o sofrimento. Kiki voltou com Dohko, Mu e Shiryu de Rozan, um mês antes de as férias acabarem, até porque ninguém aguentava mais o grude entre Shunrei e Shiryu. Shura e Máscara, que viajaram juntos, se alternando entre seus países origem, voltaram com muitas histórias de touradas (fugindo dos touros em Sevilla) e de tentativas frustradas do italiano de aprender mais um pouco de sua cultura culinária, culminando em sérias infecções intestinais com direito até a internação em hospital. Aldebaran voltou aos prantos, por ter deixado Camila, uma morena com quem tinha se envolvido nos Lençóis Maranhenses, mas que seu amigo Zé tratou logo de tomar conta a partir do momento em que ele voltou. Aiolos e Aiolia foram dar uma volta no Egito, mas no segundo dia voltaram a Atenas devido ao pânico do mais velho por múmias, causado por terríveis filmes de terror vistos na infância. E cada qual a sua maneira, os alunos iam retornando revoltados, porem felizes, pois, graças a Seiya, fizeram um curso supletivo e conseguiriam se livrar da escola em menos tempo.

Para os que ficaram, a zona rolou solta, com as terríveis histórias do canceriano ao tentar cozinhar, o que lhe rendeu um novo apelido: Mask Macarronada Assassina. Quase o Santuário inteiro tinha chegado, só Sammyrah e Saga que se demoraram mais. Ele veio logo, mas ela parou em Paris, para fazer mais algumas compras com a mãe. Mas o real intuito disso ainda era esconder o relacionamento, porém, mal sabiam eles que já não era mais tão escondido assim. Quando chegou, Saga não arrastava mais um velho kit de malas, mas um novo, que a namorada mandou monogramar, que ele só descobriu quando já estava prestes a partir. Ele decidiu subir para o templo pelas Doze Casas, cumprimentando os amigos que há tempos não via, mesmo sem perceber os olhares de alguns. Mas quando chegou em peixes, Afrodite o surpreendeu logo na entrada da Casa:

-Saguiiita! Onde está a ruiva? Não a vejo... Hm que belas malas hein? Deve ter sido um nojo ter ficado naquele palácio terrível não? E ela parece mais com quem? O pai ou a mãe? –Afrodite pulou na frente de Saga, assustando um pouco o grande mestre, que continuou seu caminho rindo.

-Mas o que é isso Afrodite? Eu passei as férias pela Europa, mas não fiquei em palácio algum! E que ruiva? Não lembro se peguei alguma ruiva! – Saga gelou quando ouviu peixes falar da namorada, mas agiu como ela mandou: zombando e fingindo que não sabia de nada.

-Largue de se fingir de desentendido! Meio santuário já sabe que, quando Seiya, Kiki e Louise foram procurar pela Sammy você estava lá com ela! Até me contaram a cor dos olhos dela! Verdinhos como duas esmeraldas, não que eu não duvidasse... – falou o pisciano todo serelepe.

Saga ficou entre a cruz e a espada, mas percebeu que o Pisciano não mentia, então tirou os óculos escuros, colocou na camisa e soltou o carrinho da mala. Resmungou um pouco e logo depois, respirou fundo:

-Paris. Sammyrah que me deu. Realmente os palácios são monstruosos... Parece mais com a mãe físico, mas tem os cabelos, os olhos e o fígado do pai. –Respondeu o geminiano, levemente irritado.

-Fígado ? Não entendi essa, Grande Mestre... Mas quero saber mais! Bailes? Jantares com o Czar? Os irmãos dela tentaram te espancar? – Dite só faltava saltitar ao lado do Grego.

-Vai ficar sem entender... E outra: você faz o questionário a filha do Czar quando ela chegar. Provavelmente vai adorar lhe explicar tudo certo?! Só quero descansar. — Saga pega a mala pelo carrinho, e volta a caminhar, até o templo, ignorando os gritos de Afrodite. –Bicha fofoqueira! Hm...

Saga parou de andar em meio às escadarias e riu sozinho, pois tinha acabado de falar igual ao sogro quando via a esposa com diversos estilistas e a filha, logicamente, fofocando.

Quando chegou ao templo, nem quis ouvir Satrina falar, só entrou, foi até seus aposentos, largou as malas em qualquer lugar, descalçou os sapatos e se jogou na cama. Estava morto. Virou-se na cama e percebeu um lugar vazio. Seria difícil não conviver com ela o dia inteiro, dormir e acordar. Principalmente dormir, mas quando chegou a essa conclusão, já estava pegando no sono.

Sammyrah estava em Paris com a mãe. Iria passar mais um dia lá, só voltaria no outro, mas a falta de um certo grego de cabelos azuis a fez reconsiderar. Pegou o jatinho particular de seu pai e se mandou para Atenas. Provavelmente, chegaria horas depois de Saga. Estava decidida: não passaria sequer na Casa das Amazonas, apenas pediria a um soldado que o fizesse. Porém esqueceu de uma coisa: tinha perdido a máscara no navio. Não ia prestar, mas ela iria correr. Chegou no destino horas depois. Estava acabada e com Jet lag, mas valeria a pena.

Largou as malas e nem se trocou: usava uma saia bandage preta, com uma camisa de seda branca e uma jaqueta de paetês. Estava chamando muita atenção, mas não estava nem aí. Passou pisando duro pelo caminho alternativo que Saga a ensinara e quando chegou ao Salão do Grande Mestre não encontrou com ninguém. Passou calmamente pelo corredor, até encontrar as pesadas portas de madeira do quarto do Mestre. Precisou de um pouco de força para abrir, mas conseguiu e as trancou, descalçou os saltos e foi acordar seu príncipe.

-Saguinha... Acorda belo adormecido! –A ruiva estava sentada na barriga dele e dava lentos selinhos no rapaz. – Amoor, é sério... Acorda...

-Hm.... – Saga não respondia, mas mesmo com o sono pesado, quase acordou num pulo quando ouviu a voz da namorada.

-Sem fazer corpo mole! As férias acabaram sabia? – A ruiva se divertia. Ela sabia que ele estava se segurando para não acordar, então faria do melhor jeito — Hm... E as suas de mim já acabaram minha delí-....

A ruiva não chegou a terminar a frase, saga virou o corpo e deitou encima dela, a beijando intensamente.

Fizeram amor, como sempre faziam antes de dormirem, mas algo não os lembrava que ali não era mais Moscou e que agora estavam na zona de risco, qualquer passo mais extravagante e mal dado, resultaria em consequências desastrosas, porém não queriam pensar naquilo. Sammyrah pensou seriamente em não voltar. A única razão dela continuar ali seria ele, sempre seria.

-Amor... Temos que tomar cuidado, e você sabe disso! Nada de paetês a noite entendeu? –Saga estava sentado na cama com a ruiva abraçada a si. Acariciava lentamente os cabelos vermelhos dela. – E não dormimos mais juntos, lembra?

-Eu sei Saga, eu sei... E não vai ser tão fácil assim, me esgueirar de madrugada por aqui... Voltando para casa... Mas mesmo que me prejudique vou subir aqui todos os dias! Não quero nem saber.

A ruiva fez bico. Não estar com ele a deixava extremamente irritada e, o fato de a casa das amazonas ser na parte baixa do Santuário, também complicava a situação dos dois.

-É, subir e descer o santuário... Transar tudo na mesma noite é algo meio complicado Sammy. Talvez teremos que dar umas fugidinhas para podermos nos ver – Disse Saga, logo após dando diversos selinhos antes que a ruiva protestasse.

-Eu já disse que eu não ligo! Lembre-se: eu quis assim! Sabia que seria complicado e perigoso, mas vai ser assim mesmo! Saindo me escondendo depois de tudo isso!

A ruiva era extremamente cabeça dura e ardilosa. Já tinha todo um plano armado: deixaria a casa das amazonas de vez. E seria de véu e grinalda.

-Hey, deixe de mal-criação viu? Sua mãe disse que eu poderia lhe castigar se você ficasse muito revoltadinha, ouviu? – Saga dá um cascudo na namorada e começa a rir.

-PÁRA! Não fala na minha mãe enquanto eu estou nua numa cama com você! É muito estranho, sei lá – A ruiva ria, o abraçando calmamente – Hey... Eu te amo, seu velho!

-Velho? – indaga Saga com um ar de indignação – Vai, esnoba mais esse velho aqui! Esse velho que te deixa doidinha vai...

Os dois riam, se beijaram... E naquela noite, se amaram mais uma vez antes que tudo desmoronasse. É, talvez a solução birrenta de Sammyrah, seria a única para aqueles dois. Pela manhã, a ruiva fora acordada por Kammy, que pulou em cima dela na cama:

-SUA LOUCA!!! – exclamou a ruiva, empurrando a loira de sua cama no chão – ISSO SÃO MODOS DE ACORDAR UMA GRÃ-DUQUESA?! E QUE HORAS SÃO?

-Preciso te atualizar das fofocas, ma cherie... – respondeu a namorada de Milo, levantando tranquilamente e sentando a beira da cama da aprendiz de Shina – Quanto as horas... Acho que já são umas 11hrs...

-AAAAH! SE NÃO FOSSE PRA FOFOCAR EU TE ESPANCAVA AGORA MESMO! – falou Sammyrah, dando um beliscão leve na loira – Deixa isso como sua punição... Agora vai, conta tudo!

-Pois bem então... – Kammy se levantou, foi a cozinha e trouxe uma bandeja com dois copos de leite e muitos biscoitos – Seis meses de fofoca vai acabar dando fome.

-Bem pensado!!!

A loira entregou a bandeja à ruiva e trancou a porta. Em seguida, sentou-se na cama junto com ela e começou a contar tudo:

-Bem... Que o Seiya iniciou um projeto de boicote a escola você já está sabendo, né?

-Uhum – a ruiva confirmou, de boca cheia.

-Então... Ele conseguiu falar com todo mundo e ele já até iniciou uma faculdade de ciências.

-CIÊNCIAS?! – espantou-se a namorada de Saga – Mas... Ele é burro que nem uma porta!!

-Pois é... Pra você ver como as pessoas mudam, mon ami... Continuando... Ele terminou com a mestra Shina há uns 3 meses...

-Isso não é surpreendente... Era um namoro muito forçado! A galera toda sacava que ele ainda amava Athena...

Kammy pegou um biscoito, deu duas mordidas, mastigou, deu um gole no copo de leite e continuou:

-Falando na Saor-... Em Athena, há três meses também, ela mandou o Shô de volta ao Japão... Segundo ela, para que ele resolvesse uns assuntos da Fundação GRAAD... Ela anda meio revoltadinha... Usando os cabelos presos, vestidos um pouco mais curtos, calças, mini-blusas, maquiagem carregada, falando gírias...

-Sei não... Eu já vi esse filme!!!!

Kammy continuou contando em ricos detalhes as fofocas do Santuário. Sammyrah, por sua vez, também contou tudo que tinha acontecido em Moscou e, ficou surpresa ao saber que quase metade do Santuário sabia sobre ela e Saga:

-EU VOU PEGAR AQUELES TRÊS E MATAR, ESQUARTEJAR, DESOSSAR, DAR A CARNE PARA OS CACHORROS E ENTERRAR OS OSSOS!!

Apesar de toda essa histeria, ela achava que era melhor assim. Que, com todos sabendo, seria mais fácil para ela levar o geminiano ao altar. Quando todos os biscoitos e o leite já havia acabado, a ruiva criou coragem para contar uma coisa a melhor amiga:

-Sabe Kammy... Há três meses... Eu e o Saga bebemos três litros de vodka... E ai... Eu perdi minha virgindade – a confissão saiu em forma de sussurro, seguido do rosto corado da ruiva.

-Ahn... É... Eu... Je...

-Desembucha logo, sua bruaca francesa!

-J\'ai perdu ma virginité! – A loira falou, como sempre, de tão tímida, em francês.

-DROGA! VOCÊ QUER FALAR EM GREGO???!!!

-Eu... Também...

-AH NÃO PRECISA NEM TERMINAR!!! EU JÁ ENTENDI!!! Hmmm, então quer dizer que a tímida Kammy de Cassiopéia caiu nas garras...? Presas...? Ferrões...? Bah! Caiu na cama com o escorpiano... Hmmmm!

-Para com isso que aí eu realmente fico com vergonha!

-Eu quero detalhes sórdidos, queridinha!

-Ah, mas nem pensar!!!

As duas garotas passaram horas e horas conversando, até suas mestras baterem na porta exigindo que elas abrissem.

Enquanto isso, no Templo de Athena, outra pessoa retornava de seu “período de férias”. Era Shô, que, além das duas malas, trouxera também uma frasqueira de cosméticos da Chanel, acreditando que assim a deixaria mais feliz, já que ela pediu que ele partisse de uma forma tão bruta...

#Flashback on#

-Shô! Eu preciso que você vá amanhã mesmo para o Japão!

Ela entrou de forma bruta no quarto do rapaz. Estava usando uma calça justa preta, sandálias de salto, uma blusa colada e decotada, sobreposta com uma jaqueta com estampa de zebra. Ele estava deitado, de bermuda e sem camisa, assistindo o canal de esportes:

-Ah! Mas... Por quê, Saori-chan?

-Por que? Por quê? Oras! Porque eu preciso que alguém vá averiguar como estão as coisas por lá! E apenas você tem a capacidade para tal, querido!!!

Ela estava fria, seca e grossa. Ele quase não a reconhecia. Porém, não esquecera que, além de deusa, ela ainda era mulher. Poderia ser apenas TPM. Acreditando nisso, ele consentiu e se levantou:

-Tudo bem, Saori-chan... Vou fazer uma mala rápida e volto assim que tudo estiver resolvido.

-Nada disso! Você tem meu aval para ficar lá por três meses e resolver TUDO o que for preciso...

-Mas... Saori-chan?

-NADA DE “MAS”!! VOCÊ VAI E PRONTO!!

O garoto estranhou mais ainda a atitude da namorada, porém apenas consentiu com a cabeça. Ela ainda era a deusa que ele protegia e sua patroa.

#Flashback off#

-Saori-chan?! – Shô perguntou, entrando no aposento da jovem.

A jovem estava deitada de bruços, com enormes headfones no ouvido e o tocador de discos no chão, além de alguns LP’s jogados no chão. Ela estava de calça jeans, uma mini blusa branca e os cabelos presos.

-Saori-chan?!

Foi preciso ele acender e apagar a luz para ela perceber que ele estava ali:

-Ah... É você... – ela falou, meio desapontada, colocando os headfones sobre a cama, levantando e sentando na mesma. – Achei que iria demorar pelo menos mais uma semana a voltar...

-Não... É que decidi voltar antes para que pudéssemos ter mais tempo juntos antes que as aulas voltem — Shô tentou ignorar a cara dela, só continuou a falar, ainda escondendo a frasqueira. — Senti bastante sua falta Saori-Chan. Você sentiu a minha?

-Senti... — Respondeu com desinteresse, até um certo escárnio. — Shô, o que tem a me dizer? Não voltaria mais cedo sem propósito algum.

Ela se levantou da cama, puxou uma cadeira, pegou uma lixa de unhas e sentou, cruzando as pernas.

-Voltei antes porque não gostei muito da forma como nos separamos alguns meses atrás... Então vim pedir o seu perdão, Saori-Chan — Disse o Japonês, sentando na cadeira ao lado da Deusa e lhe entregando a frasqueira — Espero que goste do presente.

Saori esboçou um leve sorriso ao ver o presente. Provavelmente aquele era um dos kits mais caros da linha francesa. Bufou. Estava cansada das tentativas inúteis dele, a tratando com se fosse apenas uma menininha fútil que se deixava ganhar pelos presentes caros que ele a dava:

-Shô... Você usou o quê para pagar a frasqueira? — Perguntou a deusa calmamente, virando-se para o Cavaleiro de Aço.

-Bem, Saori querida...- Shô se lembrou como pagou a frasqueira, se arrependeu profundamente de ter entrado na maison naquele momento — Não é educado perguntar como alguém adquire um presente...

-Claro que é educado! Shô, quando você vai aprender que não adianta me encher de presentes caros que você compra com o MEU DINHEIRO?! QUANTAS VEZES VOU REPETIR?!- Indagou a Deusa se levantando rapidamente.

-Mas Saori-chan... Eu os dou na maior boa vontade! — Disse Shô se assustando com a grosseria da moça.

-LÓGICO! NÃO SÃO COM O SEU DINHEIRO! COMPRARIA ATÉ A TORRE EIFFEL PARA MIM! CANSEI DE VER VOCÊ TENTANDO MALTRATAR OS OUTROS... GABANDO-SE DE ALGO QUE NEM LHE PERTENCE!

-Mas...

-CALE-SE DE VEZ, PORRA! TENTOU HUMILHAR O SEIYA PORQUE ELE COLHIA FLORES PARA A SHINA! MAS NÃO PODIA VER QUE O PRESENTE DELE ERA DE CORAÇÃO?! ERA ALGO QUE ELE DAVA A ELA DE BOM GRADO?! ALGO QUE ELE MESMO FAZIA?! NÃO SE APROVEITAVA DE OUTROS PARA AGRADAR COMO VOCÊ FAZ! CANSEI DE VOCÊ E DE SEUS PRESENTINHOS FUTÉIS CAROS!

Shô nunca tinha visto a namorada daquele jeito, com um vocabulário grosseiro e cheio de palavrões. Vociferava com ele como se fosse um monstro, mas ela tinha razão, por isso não revidava os gritos. Ele só se aproveitava do dinheiro, para impressiona-la e tentar rebaixar Seiya, já que o cavaleiro não podia pagar por presentes como aqueles, porém, pensando melhor, se não fosse pelo cartão que a namorada lhe dera quando começou a estagiar em sua empresa, também não poderia.

-AGORA! SAIA DAQUI, LOGO! TENHO PRESSA! QUERO FICAR SOZINHA! — Saori gritava e apontava firmemente para a porta.

-Está certo me retirarei por agora, Saori-chan... Quer dizer Saori-san... — Disse Shô, se levantando cabisbaixo.

-E LEVE ESTA MERDA COM VOCÊ!- A deusa entregou a ele, com ar de nojo, o presente que ele lhe deu.

Shô pegou a frasqueira e saiu, seguiu até a cabana onde ficava, largou a frasqueira na cama e começou a chorar. Já Saori, quando o Cavaleiro de Aço saiu, deixou algumas lágrimas caírem, mas eram de nervoso e orgulho, orgulho que ela sentiu de si mesma. Finalmente tinha conseguido falar tudo que a incomodava. Ainda não tinha finalizado o relacionamento com o Cavaleiro de Aço, mas, pelo menos, tinha conseguido mostrar a ele quem mandava.

-Cavaleiro de Lata Amassada, hunf — Disse Saori, recolocando os headfones, e voltando a ouvir sua música calmamente.

Notas finais
Notas:
¹J'ai perdu ma virginité!- Eu também perdi minha virgindade Olha só... sem review, sem próximo capítulo!!!!