Saint Seiya: Hades - Saga do Submundo/Elisios 2.0!

3 3. A Punição Pelos Julgamentos Injustos!


Notas iniciais
Olá galera. Hoje vou postar o terceiro capítulo. Espero que estejam gostando dessa minha versão. Comentem o que estão achando e boa leitura ;)

Seiya parte para o ataque contra o espectro de Aqueronte, mas seus meteoros voltam a ser repelidos pelo remo de Caronte.

— Imbecil! Quando vai entender que esses seus meteoros são inúteis diante do meu remo giratório?

Caronte começa a sentir dores no corpo. Ele percebe que alguns meteoros atravessaram seu remo.

— O que aconteceu? Os golpes dele não tinham como passar pelo meu remo que gira mil vezes por segundo!

Seiya volta a atacar e mesmo usando seu remo, Caronte não consegue evitar ser atingido.

— Argh... Os golpes dele superaram a velocidade do meu remo.

— Caronte de Aqueronte, o meu cosmo está aumentando gradativamente. E aumenta mais quando surge alguém como você dizendo que não posso vencer! – Diz Seiya disparando.

Seiya derruba o espectro no Caronte no rio. O mesmo volta sem seus remos e está com ódio de Seiya.

— Saiba que meus braços têm uma velocidade superior ao meu remo. Receba o “Redemoinho esmagador.”

— Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh... – Seiya é atacado com violência.

Caronte se aproxima de Shun e o pega pelo braço.

— Agora você virá comigo rapaz!

Seiya volta a saltar diante de Caronte, o irritando. Seiya pede para Shun se afastar.

— Agora será seu fim Caronte!

— Morra seu verme: “Redemoinho esmagador.”

— “Meteoro de Pégaso.”

Seiya consegue superar o barqueiro do inferno e seus ataques são fatais.

— Aaaaaaaahhhhhh... Pelo menos consegui trazê-lo para cá... Argh...

Caronte está derrotado. Shun vai acodir Seiya, que diz estar bem e conseguiu se esquivar dos golpes de Caronte.

— Então essa é a tal segunda prisão? Vamos adentrar! – Diz Shun.

Os dois dão de cara com Cérbero, o lendário cão de três cabeças que guarda a entrada do Inferno. Eles tentam passar, mas uma das cabeças do monstro os ataca e pega Seiya.

— Cuidado Seiya! – Grita Shun.

Seiya eleva seu cosmo e consegue se libertar da boca do Mostro. Seiya e Shun se veem diante do cão do inferno, que vai ao ataque.

— Eu não vou ser interrompido por esse monstro: “Meteoro de Pégaso.”

— “Corrente de Andrômeda.”

Com os ataques combinados os dois cavaleiros conseguem destruir as três cabeças do Cérbero, que cai morto logo em seguida.

— Vamos entrar Seiya, com cautela!

Seiya concorda com Shun e os dois entram com cautela na segunda prisão.

PRIMEIRA PRISÃO DO SUBMUNDO

Shiryu desperta e vê Hyoga ao seu lado. Ele o chama.

— Você está bem Hyoga?

— Sim Shiryu. Conseguimos! Despertamos o oitavo sentido. E estamos perto de uma entrada.

Alguém se coloca na frente dos dois. Era um espectro.

— Quem é você? – Pergunta Shiryu.

— Eu sou Tokusa de Hanumam, a estrela celeste da habilidade. E vocês estão na entrada da primeira prisão, local onde os juízes julgam os mortos. Mesmo se você mentir será descoberto. Mas percebi que vocês estão vivos e aqui não se pode entrar com vida humana. Então irei matá-los e depois vocês podem entrar para serem julgados.

Hyoga se irrita e eleva seu punho.

— Quem irá morrer aqui é você! “Pó de Diamante.”

— “Desejo dos Espíritos.”

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh...

Hyoga e Shiryu são atacados com espíritos agarrando seus corpos. Eles vão ao chão gritando.

— O golpe dele até me lembrou de Máscara da Morte... Argh... – Diz Shiryu.

— Eu tenho a habilidade de controlar esses espíritos. Com isso sou capaz de destruir tudo o que está em volta. Vocês morrerão no próximo ataque! – Avisa Takusa.

Tokusa ataca e um escudo de Ouro entra na frente. Era o escudo de Libra. Dohko aparece diante dos cavaleiros e do espectro.

— Mestre! – Grita Shiryu.

Dohko sorri e encara o espectro que se irrita. Ele volta a investir e nada acontece.

— Eu estou... Conseguindo enxergar! – Diz Shiryu.

— É verdade Shiryu. Agora que nos demos conta. – Comenta Hyoga.

Dohko olha para trás para seu discípulo.

— Sim, assim como quando você lutou com Máscara da Morte, aqui seus sentidos regressam. Então Shiryu, já que consegue enxergar, veja totalmente a última técnica que tenho para lhe ensinar!

— Do que está falando imbecil? Aqui não é lugar para ensinar nada, aqui vocês serão julgados! – Grita Tokusa.

Dohko se concentra e Shiryu presta atenção.

— Você é muito chato e fala demais espectro. Vou calar sua boca. Preste atenção Shiryu: “Cólera dos cem dragões.”

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh...

Tokusa é derrotado. Dohko abraça Shiryu e cumprimenta Hyoga.

— Sabia que conseguiriam despertar o oitavo sentido.

Vários espectros que eram comandados por Tokusa os cercam. Dohko mostra tranquilidade.

— Adentrem a primeira prisão. Darei conta deles, isso não deve demorar!

Shiryu e Hyoga aceitam. Eles partem e Dohko mira seu punho nos espectros. Os dois cavaleiros adentram a prisão falando alto e logo recebem uma advertência.

— Silêncio!

Shiryu e Hyoga encaram o espectro que surgiu.

— Então você é o guardião da primeira prisão? – Pergunta Shiryu.

— Sou Lune de Belrun, a estrela celeste sábia. No momento estou substituindo o juíz Minos no tribunal do mundo das trevas.

Lune pede para eles dizerem seus nomes. Shiryu e Hyoga dizem e ele acha estranho não encontrar o nome deles nos registros do livro. Ele pede para eles repetirem seus nomes e Hyoga se irrita, grita seus nomes e diz que eles são defensores de Athena e vieram atrás da deusa. Lune fecha os olhos.

— Agora compreendo...

Markino, o espectro auxiliar de Lune chega gritando que cavaleiros invadiram o Submundo. Por gritar, Lune usa seu chicote e mata o espectro, surpreendendo Shiryu e Hyoga.

— Vocês então são cavaleiros? Se ainda não morreram é normal o nome de vocês não estarem nos registros do mundo das trevas. Mas mesmo não estando mortos posso fazer que os seus pecados se revelem agora!

— A gente não fez nada para estar sendo julgado aqui! – Se irrita Hyoga.

— Ah não? Então verão: “Reencarnação.”

A técnica de Lune começa a mostrar os pecados que Hyoga e Shiryu cometeram. Hyoga se sente condenado por ter matado seu próprio mestre Camus e seu amigo Isaak de Kraken e Shiryu se lembra de ter matado Shura e se condena por isso. Lune usava do peso na consciência de seus adversários para vencer.

— Tudo o que fizemos foi em nome da justiça! – Diz Shiryu com a cabeça baixa bastante atordoado.

— Há um inferno perfeito para vocês responsáveis por tanta violência e atos sanguinários. Vou mandá-los para a sexta prisão, o inferno de poço de sangue. Nesse mar de sangue escaldante todos sofrem eternamente.

Shiryu e Hyoga levitam e já começam a se sentir tragados para a sexta prisão. Hyoga lança seu Pó de Diamante e cai no chão ao lado de Shiryu. Hyoga se levanta e diz:

— Podemos ter ferido muitas pessoas, até pessoas queridas, mas tudo foi em nome da justiça. Será que existe algum homem capaz de viver sem cometer um único erro? Mesmo o mais puro dos homens tem que matar em algum momento plantas e animais para sobreviver. Se cada uma dessas pessoas é considerada má, então viver é pecado!

— Lamento, mas só Deus pode responder seu questionamento. Eu sou encarregado de levar os pecadores ao inferno. E vocês dois são pecadores. Recebam o “Chicote de fogo.”

Hyoga é amarrado no chicote de Lune. Quando Lune se preparava para dilacerar o corpo de Hyoga, ele se recorda de ter condenados vários inocentes por supostos pecados como matar insetos e peixes e se lembra de ter matado seu próprio irmão em sua vida terrena por motivos banais.

A voz do Juiz Minos alcança Lune e ele se assusta.

— “Lune! Você matou seu próprio irmão, isso é um pecado imperdoável, você irá pagar por isso!”

— Senhor Minos! – Se desespera Lune.

— “Você condena inocentes e não enxerga seus próprios pecados? Há um inferno perfeito para você...”

— Mas o que é isso? Eu estou me vendo sendo punido argh... – Lune coloca as mãos na cabeça.

Lune fica atordoado. Ele sai correndo para fora da prisão e da de cara com Radamanthys.

— O que houve Lune?

— Senhor Radamanthys! Cometi um erro imperdoável. Eu matei meu próprio irmão. O que eu faço? Minos quer me punir por meu pecado...

— Idiota. Não existe nenhum tipo de julgamento aqui para espectros. Isso foi apenas uma ilusão. – Responde Radamanthys.

Lune fica abismado ao ver que foi enganado.

— Malditos cavaleiros. Terá sido isso uma técnica do Cisne? Ou será do Dragão?

— Com certeza não. Cavaleiros de Bronze não teriam a capacidade de brincar com espectros tão poderosos quanto você! – Responde Radamanthys. – Alguém muito mais poderoso deve ter invadido o Submundo.

— Então eu fui manipulado por esse sujeito muito antes de atacar o Cisne e o Dragão! Será que foi Dohko de Libra? Ele estava enfrentando alguns espectros na entrada da primeira prisão e sei que ele derrotou Tokusa.

— Não, eu senti o cosmo do Libra no Castelo de Hades. Parece ser alguém mais jovem que não teme ninguém! – Percebe o juíz.

Alguém surge chamando Lune. O espectro lança seu chicote e pega o guerreiro que chegou.

— Peguei! Agora que você está envolvido no chicote de Balron não poderá escapar. Trate de se revelar.

— Pois bem. Já que quer tanto saber quem sou, aqui estou eu.

Radamanthys encara o homem que se apresenta.

— Então você é aquele que já enganou um deus. Kanon de Gêmeos!

— Justo agora que atingi Lune e pensei que iria diretamente até Hades surge mais um incômodo. Mas não tem problema, na próxima vez vou te atingir também Radamanthys! – Diz Kanon.

Lune se irrita com a audácia de Kanon.

— Imbecil, como se atreve a dizer tal coisa com seu corpo prestes a ser dilacerado?

— Dilacerado? Acho melhor você se preocupar com seu corpo! – Responde Kanon.

Com o dedo Kanon golpeia o chicote de Lune, que vai tomando todo o chicote até chegar em seu corpo. O corpo de Lune é totalmente destruído.

— Impossível! Ele destruiu meu chicote... E não só o chicote, o meu corpo argh...

— Você disse aos cavaleiros de Bronze que somente Deus poderia julgar os homens não disse? Está aí o seu castigo por tanto julgar os outros sem ser um deus!

Kanon se aproxima de Radamanthys que o encara.

— E então Radamanthys, você também vai querer me enfrentar? Ou me levará diretamente a presença de Hades?

— O levarei sim! Mas para as profundezes do inferno!

Kanon desvia do ataque e diz que seu corpo está leve sem restrições. Ele diz que Radamanthys só venceu Mu, Aioria e Milo por conta da restrição que existia no Castelo de Hades, pois jamais os derrotaria em condições normais. Radamanthys se revolta e parte para o confronto com Kanon.

Dentro da segunda prisão, Hyoga desperta e chama Shiryu. Os dois se levantam.

— Você está bem Shiryu?

— Sim Hyoga. Cadê o espectro que estava aqui, o tal de Lune?

— Não sei. Eu pensei que estivéssemos derrotados. É melhor seguirmos caminho para a próxima prisão!

Os dois deixam a prisão quando são surpreendidos por Dohko.

— Mestre! – Grita Shiryu.

— Precisam tomar mais cuidado. Se não fosse Kanon vocês estariam mortos!

— Kanon! – Gritam os dois cavaleiros de Bronze.

Dohko confirma e avisa que graças a interferência de Kanon eles não foram mortos.

— Então o Kanon... De fato se arrependeu de seus pecados! – Comenta Shiryu.

— Ele apenas prolongou um pouco mais a vida de vocês. – Alguém surge na entrada da segunda prisão.

Dohko, Shiryu e Hyoga ficam atentos. Kuroko de Benu surge no local.

— Quem é você? – Pergunta Dohko.

— Sou Kuroko de Benu, o guardião da sexta prisão e vim aqui quando percebi a derrota de Lune. Não vou ficar parado na minha prisão. Irei matar vocês três como fiz com um cavaleiro violento que transportei lá para minha prisão.

— Cavaleiro violento? – Pergunta Shiryu.

Kuroko encara o cavaleiro de Dragão.

— Sim. Ele se chamava Ikki de Fênix. Agora está morto jogado em um fosso da sétima prisão. Quem será o próximo?

Shiryu e Hyoga ficam travados diante da revelação do poderoso espectro.

Notas finais
Próximo capítulo de Saint Seiya: Hades - A Saga do Submundo 2.0! "Minos de Griffon Sequestra Shun."