Saint Seiya: Generation of hope
7 Capitulo 7: O murchar das flores e o brotar da esperança
Em um bosque próximo ao santuário, havia uma pequena clareira que era cercado pelas arvores e arbustos e uma grande montanha. Akash após conseguir tempo para pensar observa com atenção o inimigo e com base nessa observação, tenta bolar alguma estratégia para vencer seu adversário.
—Faustus de fato é um adversário formidável, atacar com as rosas piranhas não está surtindo efeito algum já que pode bloqueá-las com suas penas cortantes e o veneno das minha rosas diabólicas reais parece ser nulo ou seu corpo possui uma resistência anormal a veneno. Resumindo, tenho dois problemas para solucionar; o primeiro é descobrir como quebrar sua defesa já que ataques a longa distância é ineficiente e a curta distância é equilibrada demais e muito arriscado, e o por fim a segunda é a relação entre ele lutar tão despreocupado e o fato de ninguém te aparecido mesmo depois de tanto cosmo emanado. — Pensa Akash.
Faustus continua procurando o cavaleiro de Peixes, tentando sentir seu cosmo sem sucesso, seu nervosismo aumenta e ataca aleatoriamente para todas as direções com a intenção de revelar a localização de Akash, o ataque aleatório passa raspando próximo do rosto do cavaleiro que se mantem inerte, o Olimpiano então começa a derrubar as arvores e aos poucos vai perdendo a paciência elevando seu cosmo a níveis extremos, Akash achava estranho que aquela demonstração de poder não chamava a atenção do santuário quando algo fora do campo de batalha chamou sua atenção.
— Apareça maldito, me enfrente se tem honra... se tem orgulho de vestir esta armadura de ouro. – Grita elevando ainda mais seu cosmo.
Uma rajada de flores vermelhas é arremessada pelo flanco esquerdo, Faustus defende-se com suas asas bloqueando-as e em seguida o mesmo ataque se repete mas vindo do flanco direito, logo após flores foram lançadas pelas costas de Faustus e depois pela frente, todas foram repelidas pelas asas negras e os ataques se repetiam aleatoriamente.
— Não adianta, posso antecipar seus ataques – Grita o Olimpiano.
Ao se virar para defender-se, Akash aparece agachado com entre seus dedos, o cavaleiro de Peixes os arremessa e quase instantaneamente as asas do Olimpiano se fecham. – Como havia dito, posso antecipar seus ataques. – Akash leva uma joelhada no estomago que o faz cair, porem uma sorriso se forma no rosto de Peixes com um olhar transbordando confiança, o cavaleiro de ouro se levanta e com o punho direito desfere um soco que com o impacto, arranca o elmo de seu adversário. Faustus e Akash começam um combate corporal intenso, minutos se passam e os dois após se digladiarem observam-se esperando o próximo movimento.
— Então minha teoria se confirmou – Sorri Akash
—Do que está falando? Ficou louco de tanto apanhar? – Retruca Faustus, ofegante.
— Descobri o porque de nenhum outro cavaleiro apareceu até então, assim como aconteceu com os cavaleiros de bronze e prata mortos por você. Até mesmo contra o Escorpião. – Responde limpando o sangue do canto da boca.
— O que...? – Questiona surpreso.
Akash sorri mais uma vez – Como pensei, você utiliza o próprio cosmo para criar algum tipo de barreira que impede a percepção dos cosmos emanados em combate, assim como ocorreu com cavaleiro de Escorpião, suponho que não só você assim como o homem que matou Kaio possuem esta habilidade, talvez até mesmo todos que vieram com você. – Termina retirando o próprio elmo.
— Bela teoria Akash, mas o que te faz pensar isso? Pergunta cruzando os braços.
— Quando você perdeu o controle, elevou o cosmo descuidadamente abalando esta barreira e por alguns instantes pude sentir cosmos vindo do santuário nesta região e quando o confrontei cara a cara elevei meu cosmo denunciando nossa localização.
— E você acha que sairá vivo? Acha que dará tempo da ajuda chegar? – Afirma, com expressão seria.
— Sim, eu acho. Já devem estar chegando.
— Você não conseguirá tempo para isso.
— Vou sim Faustus, não reparou o quão ofegante está? O quão debilitado se encontra?
Faustus então para pra sentir a própria respiração e percebe que seus batimentos estavam muito acelerados em contra partida seu tato começa a desaparecer – Mas oque? Eu estou suando frio. – o guerreiro Olimpiano então curva-se apoiando-se em seus joelhos.
— Como já está surtindo efeito, eu posso dizer... você não defendeu todas as minhas rosas.
— O que? – Faustus arregala os olhos e coloca a mão direita nas costas sentindo que tocou em algo, puxa e vê que se tratava de uma das rosas. – Quando foi que...?
— Durante as rajadas de rosas você se virava para se defender e ignorava tudo ao seu redor, foi quando o ataquei de das direções diferentes, essa Rosa Diabólica Real está pelo menos uns quinze minutos presa em suas costas.
— Então, só tenho que te matar antes que cheguem. – Diz correndo com o braço direito posicionando-o para atacar.
Akash desvia do ataque indo por de baixo do braço de Faustus, e pelas costas lança uma rosa branca. – Rosa Sangrenta. — a flor se aloja nas costas do Olimpiano que cai com uma dor agonizante.
— Está é a Rosa Sangrenta, é a rosa que se “alimenta” de seu sangue e logo você estará morto e... – enquanto falava, Akash foi surpreendido atacado pelas costas, Hipogrifo o perfurou com seu ataque atravessando até o peito. — ... E esta é a Garra de Aço, a técnica que o matará – Completa ironizando Akash.
Akash cai no chão com dificuldade de respirar, impossibilitado de se mover devido ao choque aguardava i ataque final do Olimpiano, porém, Faustus começou a tortura-lo pisando em sua cabeça e o chutando, o cavaleiro é arremessado para tosas os lados. – Sua amadura o salvou, é muito azar seu ainda estar vivo. – Faustus começou a enforca-lo e todo esses esforço o causa tontura e larga seu adversário, ofegante arranca a rosa branca que começava a ter uma coloração mais avermelhada. – Como pude me esquecer de tira-la. – jogando a roca no chão e pisando nela, caminha devagar até o cavaleiro dourado, pressionando os punhos com força demonstrando uma raiva incontrolável, eleva seu cosmo para aplicar um ultimo golpe.
— Você foi um bom adversário Akash, agora morra... Garras de Aço.— Com a mão direita fazendo alusão a garras, ataca Akash, mas é interrompido por um ataque vindo pelos arbustos.
— Cólera do Dragão. – Faustus desvia do ataque e ao se virar, percebe a presença de alguém, que levanta Akash.
— Desculpe Akash, cheguei atrasado.
— Não se preocupe com isso. – Responde Akash, cuspindo sangue.
— Não fale mais, eu cuido desse cara.
— E quem seria você, maldito? – Esbraveja Faustus
— Sou o Cavaleiro de ouro, Adan de Libra. – Responde franzino a testa.
Logo em seguida, dois cavaleiros de prata surgem pelo mesmo caminho que Adan, o cavaleiro de Libra entrega Peixes aos cuidados dos Prateados.
— Tudo bem Akash, Fuso de Lagarto e Wills de Baleia vão ajuda-lo, eu cuido deste traste.
Com um olhar de descrença, Faustus caminha em direção ao dourado com sua intenção assassina transbordando de seu cosmo agressivo, Adan se coloca na frente de seus companheiros e o Olimpiano avança e ataca com suas penas, defendendo com seu escudo Adan revida com seu Cólera do Dragão sem sucesso, ambos travam uma batalha feroz mesmo Libra tendo uma leve vantagem de seu adversário.
— Você luta bem Lebra, queria muito enfrenta-lo em condições normais. – Diz o Olimpiano ofegante.
— Digo o mesmo, mas não posso me dar ao luxo de esperar você se recuperar, Cólera dos cem Dragões. – Dispara Adan contra seu oponente.
Faustus sobrevoa o ataque e aos poucos se afasta do embate e do santuário, deixando o cavaleiro de Libra irritado, que nada podia fazer a não ser observar o cosmo do Olimpiano se afastar até sumir. Peixes começa a perder os sentidos, Adan corre ao seu socorro que com muito esforço conta tudo que descobrira com o combate e logo em seguida uma estrela cadente corre acima da casa de Peixes, Akash morre nos braços de seus companheiros com um rosto tranquilo. Após o enterro de Akash, a armadura de ouro foi entregue a Saiki para repara-la e Adan se apresenta ao Grande Mestre para reportar o que ocorrera na luta de Akash.
— Grande Mestre, venho reportar os ocorridos as luta de Akash antes e depois da minha chegada! – Diz se ajoelhando.
— Prossiga – Responde seco.
— Ao que tudo indica, Akash teve uma luta difícil, porém, equilibrada. Quando cheguei, Akash estava muito debilitado mas o seu oponente também estava muito ferido, deria que não é impossível derrotar estes inimigos como achávamos. – Responde sem olhar para o Grande Mestre.
— Vocês como cavaleiros de ouro, deveriam se capazes de tal feito, já perdemos dois dourados restando apenas dez.- suspira ao ver o semblante de Adan, levantando-se e andando até o cavaleiro de Libra. – Não quero que se sintam pressionados, confio no cosmo de vocês.
Neste momento, Torin aparece com os cavaleiros de bronze de Pegasus, Dragão e Fênix, suas armaduras estavam extremamente danificadas, quase mortas, os quatro se ajoelham enquanto que que Libra se levantava dando espaço aos recém- chegados, por alguns instantes todos se mantem em silêncio, enfim o Grande Mestre senta-se e autoria o inicio do relatório.
— Bem, antes de começar o relatório informo que o cavaleiro de Bronze de Lobo e a amazona de Bronze de Lince estão em tratamento por isso não puderam vir até aqui, quanto ao relatório, nós conseguimos selar Poseidon mais uma vez, mas tivemos que derrotar quatro Generais Marinas que defendiam o templo, irei contar os ocorridos senhor.
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