Saint Seiya: Athena no Takaramono.
1 Amigo ou Inimigo? Novos Cavaleiros.
Como quase sempre, estava um dia comum e pacífico no Santuário, lá se localizavam, Seiya, Shiryu, Shun, Ikki e Hyoga, os quais discutiam com Atena sobre algum assunto aleatório.
Próximo ao fim do dia, todos do Santuário sentem uma cosmo energia enorme e intensa, com um poder destrutivo o suficiente para acabar com o Santuário. Eles desconfiam do tal poder e, Shiryu vai até a casa mais próxima.
Lá encontram-se quatro homens de manto preto que encobriam seu corpo por inteiro, uma mulher de manto igual e atrás de tais, um homem mais alto, com um manto ainda mais escuro e um cosmo enorme.
– O quê vocês pensam que estão fazendo!? — Shiryu exclamava.
– Saia do nosso caminho. — Dizia a mulher que se localizava no centro dos tais. — Ou terei de lhe tirar do caminho...
– Não sairei daqui. — Shiryu ficava em pose de combate. — Pode vim sua inútil.
– Não sou inútil, não como seus outros inimigos. — Ela respondia. — Eu sou, Nigera de Limbo.
Nigera retirava seu manto, revelando uma armadura de Diamante com detalhamentos não tão grande coisa. Em seus antebraços, a armadura é um pouco afastada da pele, tendo leves pontas afiadas, servindo como escudo. E na parte superior esquerda de seu rosto, a armadura se destaca por cobrir parte do olho esquerdo e dela sair uma serpente.
– Mas... O quê? — Shiryu olhava espantado para a armadura de Diamante. — Isso é-!
– Sim, uma armadura de Diamante. — Nigera dizia rude, mexendo em seu cabelo longo e ruivo. — Você vai sair da frente?
Shiryu mesmo observando tal armadura, ignorava ela e continuava em pose de combate, apertando seus punhos com força e rangindo os dentes.
– Não deixarei que passem por aqui. — Shiryu olhava para o chão e engolia seco.
Nigera corria na direção de Shiryu, deixando o braço levemente inclinado para trás, com o punho fechado e com bastante cosmo concentrado no mesmo.
Shiryu confiante de sua armadura de Libra, colocava seus braços em forma de ''X'' afrente de si, como defesa, também concentrando o cosmo nos braços para que defenda. O golpe de Nigera pega certeiro nos braços de Shiryu, quebrando aquela parte da armadura e tirando a defesa dele, ela logo acertava um chute na barriga dele que, destruía uma boa parte da armadura de Libra.
– Agora, retire-se. — Dizia ela, virando as costas para ele e voltando para o grupo de supostos cavaleiros.
De volta ao Santuário.
Shiryu retornava ao Santuário, rastejando, sangrando e com uma enorme parte de sua armadura destruída, ele levantava sua mão destra, colocando-a na direção de seus companheiros.
– Cuidado... eles estão vindo... — Shiryu dizia ofegante, num tom baixo e fraco.
– Eles... quem? — Seiya perguntava.
– Nós. — Dizia Nigera, aproximando-se de tais com os outros supostos cavaleiros.
Shun e Ikki recuavam um pouco, enquanto Seiya e Hyoga olhavam aos supostos adversários.
– Atena! Eu, Haito lhe trago uma mensagem. — O homem ao meio deles, com um cosmo devastador dizia. — Nosso senhor, Mugen, nos mandou para persuadimos você à liberar o selo... liberar o poder das armaduras sagradas.
– Armaduras...? — Atena perguntava meio desconfiada.
– Francamente... — Haito aproximava-se de Atena, segurando algo em sua mão direita que parecia com uma bengala.
Haito encosta tal objeto na testa de Atena, fazendo um cosmo negro se dirigir à ela e algumas pedras do local levantarem. Atena arregala seus olhos e sente algo estranho.
– Lembrada? — Haito dizia irônico.
Seiya e os outros preocupavam-se com Atena, logo ficando em posição de ataque. Todos os outros que seguiam Haito, retiravam seus mantos, demonstrando armaduras de Diamante.
Haito segurava seu manto, mas não retirava-o.
– Esses são... — Haito olhava aos Cavaleiros de Diamante. — Nigera de Limbo, Juhko de Hércules, Itsuki de Desespero, Kenta de Prometeu e Kazuki de Caos.
Juhko, um homem literalmente enorme, com músculos imensos, face normal de um adulto, cabelo escuro e comprido que chega à costa do mesmo. Sua armadura se destaca ao braço direito, que é onde fica grossa, grande e irregular ao resto da armadura, apropriadamente para Juhko. Essa armadura não tem braço esquerdo, pelo fato de Juhko também não o ter, mas, entre quase todas as outras, sua armadura é a mais resistente.
Itsuki, o mais magro de todos, com um rosto meio decaído e queimado, parte de seu cabelo não é presente, por ter sido queimado junto ao rosto. Sua armadura destaca-se na parte das costas, onde algo desce desde os ombros até a parte de trás do joelho, como uma capa, feita de diamante e dura, como um escudo traseiro. Na cintura, tem um ''triangulo'' de cabeça para baixo, com as letras ''TK'' nele, como se fosse um cinto. Dos pés ao joelho, a armadura parece ser mais grossa e, no jogar ao joelho, há um espinho que fica direcionado para cima.
Kenta, o mais baixinho, seu cabelo curto, bagunçado e branco e um rosto bem juvenil por ser o mais jovem junto de Nigera, pelo fato de serem irmãos. Sua armadura parece ser a mais comum de todas, tirando o fato de que, a partir de suas costas, saem duas cobras enormes e as ombreiras são mais alargadas e tem três pequenos espinhos.
Kazuki, o terceiro dos mais fortes, ele tem seu rosto meio juvenil, como o de outros, seu cabelo é ruivo e curto, em sua face, há uma cicatriz que começa na parte direita da testa e vai descendo até atravessar o olho direito. Sua armadura é um pouco mais grossa nos braços e nas pernas, de seus ombros ao esterno, ela fica mais alargada e solta, se tornando algo mais defensivo, como a armadura de ouro de virgem.
– O quê...? — Seiya se afastava, totalmente aterrorizado com o cosmo deles e as tais armaduras.
– Não ligue para isso Seiya! — Hyoga gritava. — Nós somos Cavaleiros de Ouro.
Hyoga corria na direção de Juhko, aproximando-se o suficiente, ele pulava e socava o peitoral de Juhko, não tendo efeito e nem sucesso algum.
– A armadura de aquário, não serviu de nada. — Hyoga pensava.
Juhko sem esforço algum segurava a face de Hyoga, encobrindo-a por inteira, logo jogava Hyoga para cima e segurava seu pé, batendo-o contra o chão e fazendo parte de sua armadura quebrar. Juhko cospe em Hyoga e esmaga o peitoral do mesmo, quebrando o resto da armadura.
– Hyoga! — Seiya grita, correndo na direção de Juhko. — Eu vou te matar-!
– Ah, não vai não. — Kazuki se metia na frente de Juhko, olhando para Seiya, de guarda baixa e sorrindo.
Seiya se aproximava o bastante para desfrutar da guarda baixa de Kazuki, colocando seu punho fechado para frente, com a intensão de acertar um soco poderoso na face de Kazuki.
Kazuki botava sua mão para frente, defendendo-se do soco. Segurando o punho de Seiya, Kazuki usa sua força para quebrar aquela pequena parte da armadura, logo dando uma joelhada na barriga do mesmo, quebrando outra parte da armadura. Por final, Kazuki soca o peitoral de Seiya, destruindo o resto da armadura e o lançando longe.
– Esses Cavaleiros de Ouro... — Kazuki olhava para Seiya. — São uns fracos.
Shun ficava em frente de Atena, olhando para os Cavaleiros de Diamante.
– Eu vou defender Atena, mesmo que custe a minha vida! — Shun exclamava.
– Ui, lá vem o Cavaleiro de Virgem. — Itsuki zombava de Shun.
Shun ignorava-o e colocava sua mão para trás, logo apontando-a para frente e fechando seu punho.
Da mão de Shun, sai uma corrente de cosmo que ia rapidamente na direção de Itsuki, que segurava-a e puxava Shun para perto, logo batendo a face de Shun em seu joelho e socando a barriga de Shun, quebrando uma enorme parte da armadura. Itsuki logo assopra e Shun cai no chão, com boa parte de sua armadura destruída.
– Concordo, Kazuki. — Itsuki dizia irônico. — Esses Cavaleiros de Ouro estão bem mais fracos que os anteriores.
Todos olhavam para Kenta, que segurava Ikki em seus braços, retirando a última parte da armadura de Leão.
– Já acabei aqui. — Kenta sorria sarcástico.
– Acabamos por aqui, voltaremos depois. — Haito dirigia-se para fora do Santuário.
– Espere-nos! — Itsuki gritava.
Os 5 Cavaleiros de Diamante pegavam seus mantos, colocando-os e seguindo Haito.
No esconderijo dos tais Cavaleiros.
Kazuki, Kenta, Itsuki, Juhko e Nigera ajoelhavam-se, enquanto Haito falava para um homem alto.
– Senhor, terminamos o serviço. — Haito curvava-se.
– Muito bom... — O homem ria maleficamente.
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