Notas iniciais
Olá pessoal. Hoje darei continuidade a postagem da história e do especial Reedição do Anime Clássico. Espero que curtam. Favorite se estiver gostando, me ajuda bastante. Comentem o que estão achando também. Agradeço a todos. Boa leitura

Aioria encara a mulher que está com o rosto coberto. Ela está com uma bolsa no ombro. Ela enfia a sua mão dentro da bolsa e tira pós de cristais, que espalha pelo ar.

- Hahahahaha! – Anpu se diverte.

- Mas o que significa isso? Quem é você mulher? – Aioria se irrita.

A mulher segue calada.


Na casa de Sagitário, Aioros e Saga estão muito assustados com a invasão.

- Athena precisa chegar logo aqui em segurança.

- Sim Aioros, tenho certeza que meu irmão não irá falhar... Não pode falhar! – Responde Saga.

- Mas ela estava com o Seiya. Quem o parou? Algo estranho está acontecendo no Santuário. – Comenta Aioros.

- Não pode ser. Sinto que alguns cavaleiros podem estar enganados e isso só pode ser obra de... – Saga se assusta.

Aioros aflito olha para Shun.

- Shun, você precisa voltar, veja o que está acontecendo, por favor!

- Sim Aioros!

Quando Shun ia regressar Saga o intercepta.

- Mas antes você precisa ter conhecimento de uma coisa Andrômeda.

- O que?

- Para enfrentar inimigos com nosso nível de poder, o poder dos cavaleiros de Ouro, você precisa despertar dentro de você o sétimo sentido. Aquele sentido que está além do sexto, que é a intuição. Nós os cavaleiros de Ouro temos o domínio do sétimo sentido, por isso conseguimos nos movimentar na velocidade da luz, assim como nossos golpes também alcançam.

- Nossa! – Shun se surpreende.

Saga procede enquanto olha para as casas anteriores.

- Você tem que conseguir fazer esse milagre, ir além do limite humano para superar o adversário.

- Eu entendo...

- Agora você já pode ir Shun! – Ordena Aioros.

- Sim Aioros, obrigado Saga.

Shun parte deixando a casa de Sagitário. Saga avista Shun partindo e desvia seu olhar para Aioros.

- Aioros, vá para a sala do Grande Mestre. Eu fico aqui na guarda da casa de Sagitário.

- Certo Saga! – Aioros parte.


Shun chega na casa de Escorpião e encontra Milo. Ele percebe cristais no ar.

- Milo, o que são esses cristais?

- Quem você pensa que está enganando Andrômeda?

- Como?

- “Agulha Escarlate.”

Shun recebe uma ferroada na barriga e grita.

- Aaaaaaaaahhhhhh...

Shun vai ao chão com o ataque de Milo.

- Agora você vai ver o que acontece com um traidor!

- Do que você está falando, Milo?

- Você que escolhe. Rendição ou morte?

- O que?

Milo aponta o dedo ameaçadoramente para Shun.

- Já disse, escolha!

- Eu tenho que voltar para a entrada das doze casas a pedido do Aioros para ver o que está acontecendo.

- “Agulha Escarlate.”

- Aaaaaaaaaaaaahhhhh...

Shun sofre caído no chão com o ardor da ferroada. Ele não entende o que está acontecendo com Milo.

- Basta Milo! – Saga entra na casa de Escorpião.

- Saga!

- Deixe o Andrômeda voltar!

- Como eu imaginava. Não da para confiar em você Saga, seu maldito. Você também está traindo Athena. Você está ao lado de quem?

Saga olha friamente para Milo.

- Agora você vai pagar por isso. Vou te mandar junto com esse cavaleiro de Bronze para o inferno.

- “Satã Imperial.” – Saga ataca Milo.

- Aaaaaaaaaaaahhhhhh...

Milo se sente travado sem conseguir se mexer.

- Vá Shun de Andrômeda. Eu cuido dele.

- Mas o que aconteceu com ele?

- Esses pós de cristais são cristais do engano e com certeza ele respirou e se deixou dominar por esse engano. Mas vou livrá-lo disso. Parta.

Shun corre e passa por Libra e Virgem onde Shaka está levitando. Depois de passar por Leão ele chega na casa de Câncer e estranha a casa.

- A casa de Câncer está esquisita... O que é isso? Existem cabeças de pessoas mortas nessa casa! – Se assusta Shun.

Shun escuta passos. Ele fica em alerta.

- É o cavaleiro de Câncer quem está aqui?

- Han? – Seiya aparece na frente de Shun.

- Seiya?

- Shun?

Os dois cavaleiros de Bronze se encaram surpresos.

- Você aqui?

- Sim. Minha mestra Marin está enfrentando a Shaina perto da casa de Gêmeos. Ela pediu para eu ir até Aioros, mas me assustei com essa casa cheia de cabeças.

- Aioros me pediu para voltar Seiya. Disse que houve invasão aqui. Alguém trouxe pó de cristais que trazem engano, e Milo quase me matou.

- Será que por isso que Shaina quis me matar? Sei que ela me odeia porque venci Cassius, mas ela estava muito estranha!

Shun acredita que Shaina possa estar sob domínio dos pós de cristais, mas tem pressa de partir.

- É bem possível, Seiya. Vamos sair dessa casa.

Eles se aproximam da entrada. Quando veem dois corpos.

- Não pode ser! – Grita Seiya.

- São Kanon e Saori desmaiados. – Se surpreende Shun.

- Vamos acudi-los. – Os dois cavaleiros de Bronze se aproximam dos dois desmaiados.

- Nem mais um passo! – Um homem se aproxima.

Seiya e Shun encaram o homem que se aproxima.

- Quem é você? – Questiona Seiya.

- Sou Misty de Lagarto, cavaleiro de Prata. Você é um dos traidores do Santuário então?

- Não sou traidor!

- Ninguém dará mais um passo nessa casa! – Outro homem adentra.

Shun e Seiya, sem reação, avistam outro homem se aproximando.

- Mas você é... – Shun estranha.

- Sou Algol de Perseu. Traidores, preparem-se para a morte!

- Mas Algol, sou eu... – Shun tenta conversar com Algol.

- Shun de Andrômeda já sei que você é um traidor prepare-se para a morte. Com o meu escudo da medusa vou transformar vocês dois em pedra. Aliás, vocês três!

Misty estranha o comentário de Algol.

- O que?

- Você também é um traidor, Misty.

- Você que está contra Athena, Algol!

Os dois cavaleiros de Prata se olham com raiva um do outro.

- Vamos dar cabo desses cavaleiros de Bronze depois resolvemos essa pendência! – Algol olha para os cavaleiros de Bronze.

Misty se aproxima de Seiya.

- Você é o discípulo da Marin não é? Um traidor igual a você deve ser o primeiro a morrer!

Misty golpeia Seiya, que vai ao chão.

- Seiya! – Grita Shun.

Seiya se levanta e mira seu punho para Misty.

- Um cavaleiro de Bronze querendo enfrentar um cavaleiro de Prata? Nossos poderes não têm comparação. – Misty pisa em Seiya.

Seiya segura o pé de Misty o irritando.

- Se você não reagir você terá menos sofrimento cavaleiro de Pégaso.

- Pouco me importa o que você fala Misty. Você está nos chamando de traidor, mas o traidor é você que está indo contra Athena... Haaaaaaaa...

Seiya da um soco na cara de Misty, que é jogado para cima. Algol e Shun se olham porém sem se atacarem.

- Eu lutarei contra você, Misty!

Misty se levanta e da risada.

- Hahaha um cavaleiro de Bronze querendo me enfrentar. Olha para você garoto.

- “Meteoro de Pégaso.”

O golpe nada faz em Misty, que estende as mãos para bloquear, criando uma barreira de ar.

- Só isso? Já terminou?

- Não pode ser. Nada meus meteoros fizeram nele. Ele fez uma barreira com as mãos...

Misty ataca Seiya com apenas um dedo. Seiya é acertado em cheio.

- Você é mesmo um ridículo!

- Ele só precisou de um dedo... – Shun se impressiona.

- Você já está derrotado, Seiya.

Seiya ataca novamente seu meteoro, mas nada acontece com Misty.

- Adeus Seiya: “Furacão das Trevas.”

- Aaaaaaaaaaaahhhhh...

- Seiya! – Shun se desespera.

Seiya é arremessado para fora da casa de Câncer. Seu sangue respinga em Misty.

- Esse sangue imundo me sujou. Vou me limpar. Algol, dê um fim no Andrômeda depois teremos nosso embate de cavaleiros de Prata. Mate-o e mostre que você é não é um traidor.

- Não adianta matar um cavaleiro de Bronze para tentar me enganar porque sei que você é um traidor, Misty. – Responde Algol.

Misty pega um pano, que tinha junto a si, e começa a limpar o sangue que o sujou.

- Sou tão lindo. Não permito uma poeira no meu corpo. Apenas Athena consegue meu nível de beleza.

- Você está brincando ou é idiota assim mesmo? – Seiya retorna respirando ofegante.

- Ainda está vivo Seiya? Muito bem quer continuar lutando. Só um milagre o faria me vencer.

- “Meteoro de Pégaso”

De olhos fechados Misty volta a erguer as mãos para deter o ataque de Seiya.

- Já disse que é inútil... O que? Você me feriu... Eu jamais havia me ferido desse jeito!

- Você se diz cavaleiro de Athena e não quer se ferir? Os ferimentos são a prova da coragem de um homem. Eu tenho orgulho das minhas cicatrizes!

- O que?

- Se você não sabe o que é dor eu vou vencê-lo para descobrir.

Misty resolve atacar Seiya com mais intensidade.

- Não pense que porque me atingiu uma vez...

- “Cometa de Pégaso.”

- Cometa? Isso realmente é um cometa... Aaaaaaaaaaaahhhhh...

Misty é ferido gravemente. Ele se levanta.

- Você me surpreendeu Pégaso. Mas você não tem mais forças para resistir ao meu: “Furacão das Trevas.”

Seiya evita o golpe com as mãos.

- Isso é impossível! Ele conteve toda a força do meu furacão.

A casa de Câncer treme. Seiya surge atrás de Misty.

- Está desnorteado Misty? Se você disse que te vencer seria um milagre farei esse milagre: “Turbilhão de Pégaso.”

- Aaaaaaaaaaaaahhhhh...

Seiya agarra Misty por trás e os dois voam em um turbilhão. Seiya ataca Misty com violência contra o chão e o cavaleiro de Prata desmaia muito ferido.


Nesse momento Shun explode seu cosmo.

- Shun, o que pretende fazer? – Questiona Seiya.

- Quero que minha corrente chegue até o verdadeiro inimigo: Vá corrente, vá encontrar o verdadeiro inimigo.

Algol estranha a atitude de Shun. Ele olha para Seiya e depois para Misty desmaiado. Ele fica tonto.


Na entrada da casa de Gêmeos, Marin e Shaina seguem trocando golpes.

- “Lampejos da Águia.”

- “Garras de Trovão.”

As duas são golpeadas. Marin se levanta e olha para Shaina.

- Diga-me Shaina, o que você quis dizer quando estava lutando contra Seiya que Afrodite estava certo?

- Ele me alertou que Aioros não era o homem certo a se seguir. Agora vejo quantos traidores tem esse Santuário.

- Shaina, você acredita no Afrodite?

- E você no Aioros?

Marin balança a cabeça negativamente bastante contrariada.

- Como você é tola Shaina. Vou te fazer ver a verdade.

- Cala a boca Marin, morra!

As duas seguem trocando socos.


Na casa de Câncer, a corrente de Andrômeda começa a seguir quem seria o verdadeiro inimigo, quando alguém a segura impedindo seu avanço.

- O que pensa que está fazendo garotinho? – Um homem surge com uma aura reluzente.

- Quem é você?

- Sou um cavaleiro de Ouro!

- Um cavaleiro de Ouro? – Gritam Seiya e Shun.

O homem de imenso cosmo para diante de Seiya e Shun.

- Sim. Sou Afrodite de Peixes.

Seiya, Shun e Algol olham para Afrodite, que está com uma rosa na boca.


FIM DO CAPÍTULO



ESPECIAL: REEDIÇÃO DO ANIME CLÁSSICO


SAINT SEIYA: A SAGA DE BLUEGRAAD!


Episódio 11: Condenado a Morte: Requiém de Cordas!


Shun queima o seu cosmo, mas Mime interrompe dizendo que ele não sabe o que é tristeza e raiva, por isso Mime acha que Shun não deveria ser um cavaleiro. Neste momento ele ataca novamente com o golpe Réquiem de Cordas. Shun diz que encontrará uma forma de derrotar Mime, mesmo que antes não tenha conseguido com as correntes de Andrômeda. O fato se repete e Shun não consegue acertar Mime, sendo golpeado e caindo no chão em seguida. A postura do guerreiro azul incomoda o Andrômeda. Em outro local, em uma espécie de cabana, Kiki cuida de Natássia. Ela está desacordada e sonha com o dia em que conversava com Alexei sobre o clima inóspito de Bluegraad, sobre os sacrifícios impostos a eles por viverem em um lugar tão frio. No sonho, ela se lembra da lição que Hilda deu, encorajando-a a continuar vivendo em Bluegraad, apesar de todas as dificuldades. O sonho acaba virando um pesadelo, com a imagem de Hilda virando maligna e mandando Alexei matar a própria irmã. No Palácio de Bluegraad, Hilda lamenta a derrota de Alexei e diz que se Natássia continuar desrespeitando-a, o seu destino será a morte. De volta a luta entre Shun e Mime, o cavaleiro de Athena dispara vários ataques em sequência, utilizando as suas correntes, mas Mime leva vantagem mais uma vez. Shun chega a acreditar que Mime estava correto ao dizer que as correntes são inúteis, pois ele não demonstra vontade de matá-lo. Shun percebe que tudo isso pode estar sendo causado por causa da melodia da harpa de Mime. Ele não deve escutar a música para vencer. Shun consegue se concentrar e finalmente consegue atingir Mime, segurando-o com sua corrente. Shun finalmente descobriu como a técnica de Mime funciona. Entretanto, as correntes se tornam inúteis novamente, mesmo sem Mime tocar a harpa. Shun não consegue entender e o guerreiro azul começa com o mesmo discuro de que Shun não deve continuar sendo um cavaleiro. Shun então retira a sua armadura, para surpresa de Mime. O cavaleiro de Andrômeda diz que não tem medo da morte e faz a mesma pergunta que Mime havia lhe feito: porque luta? Shun entende que ele é um inimigo diferente de todos o que ele enfrentou e Mime responde que luta por Hilda e por Bluegraad. Shun diz que é mentira, pois Mime é igual a ele. No fundo Mime também odeia lutar. Mime se irrita um pouco com as palavras de Shun, que neste momento queima o seu cosmo intensamente. Shun está determinado a vencer Mime e ataca com a Corrente Nebulosa, jogando Mime para longe. O guerreiro azul se assusta com o fato da Corrente Nebulosa adquirir cada vez mais força. Shun pede a safira de Odin de Mime e em seguida ataca com a Tempestade Nebulosa. Mime não pode fazer nada e acaba atingido de frente, porém acaba sendo salvo por causa das cordas da sua harpa, que o seguraram durante a tempestade de Shun. Ele elogia a técnica de Shun dizendo que o subestimou, mas que agora não irá mais cometer o mesmo erro. Ele ataca agora com a técnica Réquiem de Cordas, enforcando Shun com as cordas da sua harpa, enquanto a toca. Shun clama por Athena e pelos seus amigos e quando tudo parecia perdido, penas da Fênix rompem as cordas de Mime. Eis que surge Ikki de Fênix, irmão de Shun, para salvá-lo mais uma vez. O combate agora será entre Ikki e Mime. Em outro lugar, Seiya sofre para superar a subida de um precipício.


Episódio 12: Um Guerreiro Triste e Corajoso!


Shun explica para Ikki que eles devem derrotar os guerreiros azuis para chegar o Palácio de Bluegraad e salvar Athena. Ikki diz que já sabe e pede para Shun descansar. Em seguida, Mime o ataca, mas com muita agilidade o cavaleiro de Fênix consegue se desviar. Entretanto, por muito pouco Ikki não caiu em um penhasco. Ele entende que os golpes de Mime são tão rápidos como os de Saga de Gêmeos, com quem ele lutou nas doze casas do Zodíaco. Mime começa então a tocar a sua harpa, criando ilusões na frente de Ikki. Shun tenta explicar para Ikki, que neste momento já está atordoado, a não ouvir a harpa. Mime se vangloria dizendo que foi muito fácil e ataca Ikki com um golpe explosivo. O cavaleiro de Athena conseguiu se desferir e reaparece nas costas de Mime, atacando com a Avê Fênix. Ele diz que a técnica de Mime não faz efeito sobre ele, pois ele possui uma técnica similar, o Golpe Fantasma de Fênix. Ikki percebe algo estranho ao olhar dentro dos olhos de Mime, que neste momento está ferido. No Palácio de Bluegraad, Hilda pergunta para Siegfried se Mime está tendo dificuldades para vencer Andrômeda. Siegfried explica que não há motivos para se preocupar, já que a sua técnica superou a de seu pai, o temível Folken. Mime diz que já escutou muito sobre Ikki e sobre suas habilidades de luta. Ele tenta utilizar a mesma técnica psicológica sobre Ikki, instigando a dizer que ele não está nem aí para seus amigos e luta por si só. Ikki diz que tudo isso é besteira, mas que no passado já foi verdade. Ikki resolve atacar, mas Mime consegue se defender com apenas uma corda da sua Harpa, empurrando Ikki para trás. A força que Mime demonstra neste momento é muito superior aquela que ele havia mostrado contra Shun. O poder e a velocidade dos seus ataques têm aumentado. Ikki observa que Mime não gosta de lutar, assim como Shun havia percebido antes. Mime então começa a contar a sua história, quando ele matou o seu pai com seus próprios punhos. Quando era uma criança, Mime tocava sua harpa para os animais, quando seu pai, Folken, surgiu, intimidando-a a parar de tocar e sim treinar e lutar. Mime diz que não tem jeito para se tornar um guerreiro e Folken se irrita, quebrando a harpa de Mime. Folken era um guerreiro muito respeitado em Bluegraad, por ser o mais corajoso. Mime tinha medo dele e vivia na solidão. Entretanto, Mime acabou treinando como o seu pai queria. Quando era adolescente, descobriu que Folken não era o seu pai de verdade e sim o seu pai adotivo. Folken contou que foi ele quem tirou a vida dos seus verdadeiros pais. Quando Bluegraad entrou em guerra com um outro vilarejo da Sibéria, os seus verdadeiros pais acabaram mortos por Folken, mas Folken não matou o bebê Mime. Mime se revoltou com isso e entendeu que foi por isso que Folken nunca o amou, já que ele era um verdadeiro assassino. Mime desafiou Folken e acabou matando-o. O seu ódio nunca desapareceu e tem vivido em função daquele dia desde então. Ikki ri da situação de Mime e diz que o guerreiro azul é como ele era no passado, onde ele chegou a erguer o seu punho contra seu irmão e seus amigos. Ikki então ataca com o Golpe Fantasma de Fênix, obrigando Mime a ver o seu verdadeiro passado. Folken era uma pessoa muito rude e dura, é verdade, mas no fundo sempre amou Mime e sempre o protegeu. Mime fica tocado ao perceber que não se trata de uma ilusão e sim uma lembrança verdadeira que estava escondida dentro do seu coração. Folken na verdade havia tentado poupar os pais de Mime, mas se viu obrigado a matá-los. A história é triste e comovente. Mime chora de forma copiosa e pede para Ikki parar, mas o cavaleiro de Fênix pede para ele assumir a verdade, a verdade de que ele sempre amou Folken. O coração de Mime está despedaçado e demonstra um cosmo muito mais poderoso. A corrente de Shun reage, o que significa que Mime finalmente demonstrou os seus sentimentos de luta.


Episódio 13: Fênix e suas Asas Ardentes!


Pela primeira vez Ikki sente que Mime tem a vontade de matar e seu cosmo está cheio de ódio. Ikki diz que Mime na verdade não odeia Folken e sim a si mesmo, por tudo o que ele fez no passado. Ikki faz um trabalho psicológico no guerreiro azul, que fica cada vez mais irritado, atacando Ikki. Entretanto, Mime tem mais lembranças da sua infância, quando treinava com seu pai e ele lhe contou sobre os guerreiros azuis de Bluegraad. Seu pai o encorajou a ser um guerreiro azul, algo como se ele já soubesse que Mime seria um. Ikki se levanta mais uma vez e explica que o ódio de Mime não faz o seu cosmo ser mais poderoso do que o dele. Ikki consegue se esquivar da nova investida de Mime e contra-ataca. O mesmo golpe não funciona duas vezes contra Ikki. Ele dispara a Avê Fênix e Mime mostra força defendendo. A luta é intensa. Saori, através do seu cosmo, percebe que Ikki também está em Bluegraad e manda forças para ele. Mime parabeniza Ikki por ter conseguido decifrar o seu golpe, mas ele avisa que possui outras técnicas. Neste momento ele ataca com o Réquiem de Cordas, enforcando o cavaleiro de Athena com as cordas da sua harpa enquanto toca uma música. Ikki tenta se desvenciliar, mas não consegue. Mime avisa que quando a música acabar, Ikki morrerá. Shun então utiliza as suas Correntes para salvar o seu irmão, segurando o braço de Mime. Ikki pede para Shun recolher as correntes, pois ele conseguirá vencer o Mime. Shun faz o que seu irmão pede e Mime ataca o Fênix novamente. Neste momento, Ikki queima o seu cosmo até o sétimo sentido e consegue se desvenciliar das cordas da harpa, para espanto de Mime. Ikki reaparece, sem armadura, no topo de uma pilastra, atrás de Mime. A avê Fênix renasceu e Ikki ataca Mime com novamente, ferindo-o no pescoço. Ao cair, a harpa é totalmente despedaçada. Mime está vencido. O guerreiro azul pergunta o que Ikki tem que ele não tem. Ikki responde dizendo que talvez ele tenha até uma técnica maior do que a dele, porém o cosmo de ódio de Mime o derrotou. Ikki tem amigos e esperança por um mundo maior, isso o fez derrotar Mime. O cavaleiro de Bronze diz também que entende perfeitamente o que Mime sentia, já que ele era igual a ele. Ele odiava a tudo e a todos, mas felizmente ele teve tempo de assumir os seus erros e perdoar o seu destino. Mime se levanta com dificuldades e pergunta se o que Fênix está dizendo é verdade, enquanto retira a sua armadura. As palavras de Ikki retiraram o ódio de Mime e seu cosmo agora está cheio de esperança e determinação. Os dois se enfrentam novamente. Um único golpe mais decidirá o confronto. Ikki é o vencedor e Mime agradece o cavaleiro de Athena. Antes de morrer, ele diz que gostaria de um dia renascer e ser amigo de Ikki. Mime fica feliz, pois logo estará junto de seu pai novamente. Shun pega a safira de Odin. Ikki está muito ferido e pede para Shun seguir em frente, sem olhar para trás. No Palácio de Bluegraad, Siegfried, Shido e Alberich conversam sobre a derrota de Mime. Alberich avisa que eles devem utilizar outra estratégia para vencer os cavaleiros de Athena e parte para o combate. Ele vai recorrer a todos os meios disponíveis, de forma desalmada, para vencer Seiya e os outros.


Episódio 14: A Couraça Ametista!


Alberich insiste que é necessário ser desalmado para vencer os cavaleiros de Athena, para espanto de Shido e Siegfried. Hilda chega no local e pergunta o que está havendo. Alberich pede autorização para enfrentá-los. Ele diz que pela honra de Bluegraad vencerá todos os cavaleiros de Athena. Ele se julga também o cérebro de Bluegraad! Em outro local, Seiya ainda sofre por causa dos golpes de Thor, mas segue adiante. Shiryu, que estava desacordado após a luta contra Fenrir, finalmente acorda. Alberich se lembra de quando Hilda era uma pessoa boa e o crucificava por sempre fazer coisas ruins e egoistas. Lembra também que Natássia tentava o ajudar com palavras de apoio, mas ele não queria nem saber. Agora que Hilda mudou, ele sabe que ela confia nele. Caminhando no jardim sagrado, ele vê um intruso correr em direção ao Palácio de Bluegraad. Trata-se de Marin de Águia, que ataca Alberich e acaba fugindo para uma floresta. Alberich diz que o azar de Marin foi ter sido encontrada por ele. Ele pergunta qual é intenção dela ao entrar escondida em Bluegraad. Ela diz que ele não deve subestimar Seiya e os outros e os dois iniciam uma batalha. Alberich leva ampla vantagem e derruba a amazona de Prata. O guerreiro azul pede para Marin olhar em volta da floresta, que está cheia de ametistas com vários cadáveres dentro. Alberich diz que acrescentará na sua coleção o esqueleto de uma mulher. Marin ataca com vários golpes e Meteoros. Alberich reconhece que Marin é muito forte, mais forte até que muitos homens, e acaba atingido e caindo no chão. Ele se aproveita, finge estar derrotado e ataca Marin com uma espécie de ácido, atingindo a máscara dela. Seiya sente que Marin está em perigo. Alberich golpeia violentamente a amazona, que contra-ataca com o golpe Lampejos da Águia, acertando em cheio Alberich. Entretanto, quando foi disparar o golpe novamente, Alberich leva vantagem e avisa que seu golpe não funcionará duas vezes contra um guerreiro azul como ele. Ele a convida a passar o resto da vida dentro de uma ametista e ataca com o golpe Couraça Ametista. Marin nada pode fazer e acaba presa dentro de uma amestista criada pelo golpe de Alberich. Seiya sente que o cosmo da Marin sumiu e corre em direção a floresta. Saori sente fraqueza e quase cai, mas consegue retomar as forças para continuar ajudando a não deixar o gelo de Bluegraad descongelar. Seiya chega na floresta e encontra Alberich. Alberich diz que estava esperando Seiya, que pergunta onde está Marin. Alberich diz que sabe que Seiya quer a sua safira de Odin, mas nunca conseguirá vencê-lo neste estado. Ele ataca logo de cara com a Couraça Ametista, mas Seiya contra-ataca com os Meteoros de Pégaso, derrubando Alberich. O guerreiro azul tenta usar a mesma tática que usou contra Marin, se fingindo de derrotado, mas não consegue surpreender Seiya, que agarra Alberich e dispara o Turbilhão de Pégaso. Alberich caido no chão, pede para Seiya olhar para o lado. O cavaleiro de Bronze vê Marin presa na ametista e fica atordoado. Alberich avisa que logo mais Seiya estará preso em uma ametista também. Marin pede para Seiya não se preocupar com ela e derrotar Alberich. O guerreiro azul avisa que ele não poderá derrotá-lo, pois se ele morrer Marin jamais poderá se livrar da ametista. Seiya hesita! Alberich pede para ele ajoelhar e entregar a Safira de Odin de Thor.


Episódio 15: A Espada de Fogo! A Ambição Maligna!


Marin pede novamente para Seiya não se preocupar com ela. Seiya não sabe o que fazer. Marin sente que o seu corpo virou pedra. Alberich diz que é inútil ela tentar qualquer coisa, já que sua energia vital será sugada pela ametista. Ele pede novamente para Seiya entregar a safira de Odin e o Pégaso não vê outra escolha a não ser entregá-la. Ele lembra tudo o que Marin fez por ele, desde os seus seis anos de idade e todo o seu treinamento. Alberich diz que se ele entregar a safira, libertará Marin. O cavaleiro de Bronze não cede e não entrega a pedra de Thor. Em seguida, Seiya ataca Alberich com os Meteoros de Pégaso. O golpe joga o guerreiro azul para longe. Entretanto, Alberich se levanta rápido e começa a fazer um jogo psicológico sobre Seiya, dizendo que ele abandonou Marin e que ela agora está morrendo por culpa dele. Seiya encurrala Alberich em uma árvore e dispara novamente seus Meteoros, mas Alberich consegue escapar facilmente. Ele se aproveita para pegar a sua Espada de Fogo, uma poderosa arma que faz parte da armadura de Garm. Ele ataca Seiya de todas as formas e leva grande vantagem na luta agora. O trabalho psicológico continua e a cada vacilada de Seiya, Alberich acaba o ferindo. Seiya é mais forte e consegue fazer com que Alberich largue a espada. De qualquer maneira, o guerreiro azul não hesita e dispara o golpe Couraça Ametista, prendendo Seiya em uma ametista também. A safira de Odin de Thor agora é de Alberich. Hyoga sente que o cosmo de Seiya desapareceu e parte em direção da floresta. Shiryu e Shun sentem o mesmo. Alberich se vangloria da vitória sobre o Pégaso. Neste momento ele lembra que estava presente quando o Anel de Nibelungo foi colocado em Hilda, tornando-a maligna. Alberich na verdade quer as sete safiras de Odin para conseguir a Espada Balmung e vencer Hilda. O desejo dele é governar Bluegraad e o mundo, assim como era a vontade de Alexei. No Palácio de Bluegraad, Shido e Siegfried conversam sobre Alberich. Siegfried quer que Alberich seja vencido, para depois ele assumir a luta. Hyoga finalmente chega na floresta de ametistas e se depara com Seiya e Marin presos em ametistas. Alberich dá as boas-vindas a Hyoga, dizendo que ele chegou no túmulo dos cavaleiros. O guerreiro azul pede que Hyoga entregue a safira de Odin de Alexei. Hyoga diz que vencerá Alberich e ficará com três safiras. O Cavaleiro de Cisne queima o seu cosmo, mas é perseguido pela Espada de Fogo do guerreiro azul. Ele consegue se esquivar bem de todas as investidas de Alberich e depois contra-ataca com o Pó de Diamante, congelando a espada. Alberich se livra rapidamente do gelo que cobria sua espada, avisando que subestimar a Espada de Fogo é algo fatal. Hyoga tenta o golpe de congelamento das pernas, mas é atingido nas costas. O cavaleiro de Bronze terá que enfrentar mais uma vez um guerreiro azul que controla o fogo! Alberich diz que já ouviu falar sobre o mestre de Hyoga, o Cavaleiro de Cristal. Hyoga se surpreende e Alberich afirma que o Cavaleiro de Cristal na realidade era um guerreiro azul, Floki de Midgard. Hyoga fica abalado.


CONTINUA...

Notas finais
Próximo capítulo de Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter): "O Rapto de Athena."