Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter)!

30 Hyoga: Siga as Estrelas de Seus Mestres!


Notas iniciais
Olá pessoal. Voltando hoje com novo capítulo e também com encerramento do especial Reedição dos Filmes Clássicos, postando o que seria o último filme. Espero que gostem e toda a participação é vem vinda, me ajuda bastante, então quem puder favorite a história, marque na sua lista de leitura, deixe um comentário. Me ajuda demais e eu ficarei muito agradecido. Boa leitura

CAIRO — EGITO



Seiya e Shiryu chegam nas proximidades das pirâmides do Egito, também pelo lado Sul da Necrópole de Gizé. Eles se surpreendem com o grande número de pirâmides que tem no local.

- Então essas são as famosas pirâmides do Egito, Seiya!

- Sim, Shiryu, e entre elas deve estar a tal Pirâmide de Cristal.

- Sim, vamos logo procurar essa pirâmide sem perder tempo!

- Certo, Shiryu.

Os dois caminham e são interceptados.

- Nem mais um passo!

Seiya tenta avistar o homem entre a ventania de areia que está no local.

- Quem é você?

- Não se recorda de mim, Pégaso?

Seiya logo que passa a ventania reconhece o homem.

- Você é... O legionário de Cristal Teremum de Telescópio!

- Sim. E não estou sozinho!

Seiya avista ao lado dele Jahi e também se recorda.

- Esse é... Jahi de Sárdio!

Shiryu avista os dois legionários que se colocaram no caminho dos cavaleiros. Shiryu questiona Seiya.

- Você os conhece, Seiya?

- Sim, eles são os legionários que invadiram a mansão da Saori para raptá-la. Eu e Kanon conseguimos impedir.

- Hahahaha, mas foi por pouco tempo, cavaleiro de Bronze. Nossa senhorita Apáte trouxe Athena que está sob o domínio do nosso senhor Arles. – Responde Jahi.

- Apáte? Arles? Então são eles quem os comandam? – Questiona Seiya.

Teremum fica mais próximo de Seiya e o desafia.

- Já falou demais, Pégaso. Vou dar um fim no nosso confronto no Japão!

- E vamos acabar com vocês dois de uma vez! – Complementa Jahi.

Os dois erguem seus punhos e suas energias parecem se acumular.

- Eles estão unindo seus golpes, Seiya! – Shiryu puxa Seiya para trás.

- “Radiação Eletromagnética.”

- “Vendaval Translúcido.”

- Aaaaaaaaaaaaaaaahhhh... – Seiya e Shiryu são atingidos em cheio.

Jahi, vendo os dois cavaleiros feridos no chão, os ameaça.

- Cavaleiros, aqui nas proximidades da Pirâmide de Cristal nossos poderes duplicam. Agora vamos dar um fim logo a vocês.

Seiya e Shiryu se levantam. Jahi começa uma luta corporal com Seiya e Teremum com Shiryu. Logo eles são interrompidos.

- Vocês dois estão de brincadeira? Dessa forma nunca irão matar eles dois mesmo que sejam apenas cavaleiros de Bronze.

Os dois legionários olham para trás e avistam o homem.

- Então você está aqui... Máscara da Morte de Câncer! – Comenta Jahi.

- Sim, agora façam o que Arles pediu e protejam a entrada da Pirâmide de Cristal, deixe que eu facilmente dou um fim neles dois.

- Se assim prefere tudo bem, já os deixamos para você numa situação mais confortável hahaha! – Jahi comenta, se retirando ao lado de Teremum.

Shiryu olha com ódio para Máscara da Morte. Ele está muito revoltado.

- Máscara da Morte, seu cretino, você realmente está do lado do mal?

- Lado do mal? Não, não diria isso, estou do lado do mais forte, é assim que se faz justiça, Shiryu. Não esqueci da sua insolência nos Cinco Picos, darei um fim a você junto ao Pégaso.

- Isso é o que você pensa. Iremos salvar a Saori nem que custe nossas vidas! – Interrompe Seiya.

Máscara da Morte coça a cabeça dando risadas e irritando os dois cavaleiros de Bronze.

- Ele ainda ri, cretino! – Shiryu ergue o punho – Vamos Seiya!

- Vamos: “Meteoro de Pégaso”

- “Cólera do Dragão.”

Máscara da Morte evita a investida dos dois com facilidade.

- Isso é tudo?

- Ele não nega que é um cavaleiro de Ouro! – Se surpreende Seiya.

- Agora vou levá-los ao Yomotsu, a entrada do mundo dos mortos e darei um fim a suas detestáveis vidas! “Ondas do Inferno.”

Seiya e Shiryu são envolvidos na energia e sentem suas almas desprenderem de seus corpos.

- Me sinto sugado, o que é isso... Aaaaaaaaaaahhhhhhhhh! – Shiryu é atingido.

- Argh... – Seiya também é arrasado.

- Hahahaha agora vou dar fim a esses dois moleques la no sekishiki hahahaha... O que? Eu os enviei para lá e não consigo partir... Quem está interferindo no meu golpe?

- Hihehahahaha.

Máscara da Morte se assusta ao reconhecer tal voz.

- Essa voz...

- Máscara da Morte, como você pode seguir por esse caminho infeliz? – O homem se aproxima do cavaleiro de Câncer.

- Você... Saga de Gêmeos.

O cavaleiro de Ouro de Gêmeos surge diante de Máscara da Morte.



LESTE DA SIBÉRIA

Camus se aproxima de Telly. Ele vê o Cavaleiro de Cristal morto, Hyoga ferido e Shura com os braços congelados.

- Então você que é o Camus de Aquário, mestre do Floki que o salvou do engano de Apáte. Isso custou a vida do seu discípulo, cavaleiro de Ouro!

Camus olha friamente para Telly. Hyoga se levanta.

- Deixe que eu vou dar um fim em você, legionário de Cristal. Você vai se arrepender de ter matado meu mestre Cavaleiro de Cristal...

Camus coloca o braço na frente de Hyoga, enquanto ele está falando, impedindo sua passagem.

- Mestre Camus!

- Recue, Hyoga.

- Mas mestre...

- Hyoga, eu tenho contas a acertar com esse sujeito. E você está muito ferido.

Hyoga se nega a deixar o combate.

- Camus eu devo lhe ajudar...

- Não seja teimoso, Hyoga. Quero que você se recupere, quero você inteiro para o prosseguimento dessa guerra.

- Mestre...

Shura olha atônito para Camus.

- Acabou seu discurso, cavaleiro de Aquário? Agora sinta a força que os seus pupilos já conhecem: “Brilho da Aurora Austral.”

O golpe vai igual uma rajada de gelo em cima de Camus que é arrastado para longe. Camus vai ao chão.

- Hahaha, agora entendo porque o Cavaleiro de Cristal era tão fraco. Hyoga, você é um pouquinho melhor, acho que Floki foi melhor mestre para você do que Camus para ele.

- Eu não vou ficar calado escutando suas ofensas aos meus mestres, legionário. Você sentirá a verdadeira força do punho do Cisne!

- Já disse pra você recuar que eu o enfrentarei, Hyoga. – Camus surge do lado de Hyoga segurando seu braço.

- Mas mestre Camus...

Telly fica surpreso com a velocidade que Camus se levantou.

- Incrível a velocidade dele... Eu o mandei para longe e ele retornou rápido!

- Telly de Coroa Austral, esse é seu nome, não é? Muito bem, seu poder não foi tão gélido assim. Estou de pé sem danos, acho que você se quer conhece sobre o zero absoluto.

- Não seja cretino, é claro que conheço!

Camus olha friamente para o adversário e coloca suas mãos entrelaçadas por cima da cabeça.

- Mas nem se aproxima dele, sinta o que é mais próximo do zero absoluto, sinta a técnica máxima de Aquário: “Execução Aurora.”

- Aaaaaaaaaaaaahhhhhhh... – Telly é atacado com violência.

Camus se vira para Shura que está sentado com os braços congelados.

- Você está bem, Shura?

- Sim, Camus, você realmente não é um traidor?

- Não, agora cuide de seus braços. Vá até a Ilha do Canhão, Ilha que está localizada no Mediterrâneo, lá você conseguirá curar seus braços congelados com a fumaça do vulcão que existe lá.

- Mas Camus, eu...

Camus vira de costas a Shura e volta a olhar para o local onde lançou Telly.

- Shura, assim como eu disse para Hyoga, digo para você. Precisamos de você inteiro para a continuidade dessa guerra. Eu não sofri grandes danos na luta contra Hyoga com sua ajuda e por trajar a armadura de Ouro. Agora vá, se recupere.

- Sim, Camus. Eu não vou demorar por lá, prometo! – Shura parte em retirada.

Camus se aproxima de Hyoga e o apoia no chão.

- Hyoga, você está bem?

- Sim mestre... Cuidado!

Telly surge debaixo da neve e pula em direção a Camus que desvia.

- Obrigado por chamar minha atenção, Hyoga. Saiba que os danos da Execução aurora logo vão aparecer em seu corpo Telly.

- Se aparecerem você já estará morto! Sinta a “Aurora Austral Reluzente.”

- “Execução Aurora.”

- Aaaaaaaaaaaahhhh... – Os dois golpes se colidem e ambos são atingidos.

Hyoga grita ao ver Camus indo com violência ao chão.

- Mestre Camus! Você está usando muita energia utilizando a Execução aurora!

Camus se levanta com dificuldade. Ele cospe sangue e sente suas forças se esvaírem.

- Hahahaha eu sabia que você não resistiria meu poder de gelo, cavaleiro de Aquário.

- Olhe para você, legionário de Coroa Austral.

- O que? Minha perna direita... Meu braço esquerdo... Estão congelados. Eu não consigo descongelar...

Camus fica zonzo e cai. Hyoga o ampara.

- Agora acabou sua energia, cavaleiro. Não tem mais condições de usar seu golpe mais poderoso. – Diz Telly.

- Nesse momento não será necessário. – Responde Camus.

- O que? – Estranha o legionário.

— Seu corpo já não tem a mesma resistência.

Telly desacredita das palavras de Camus.

- Bobagem!

- Veja se é bobagem então: “Pó de Diamante.”

- Até parece que esse golpe... O que? Aaaaaaaaaaaaahhhhh... – Telly é atacado sem conseguir se defender e é mortalmente ferido.

Camus olha para Hyoga, que está se levantando.

- Hyoga, me escute. Você deve ir até Cairo, no Egito e procurar a Pirâmide de Cristal. Lá é o esconderijo de Arles, um homem que é a personificação do mal e já dominou o corpo de Saga de Gêmeos e matou o antigo Grande Mestre. Ele tem o poder próximo a um deus e está junto com Apáte, a deusa do engano.

- Apáte! – Exclama Hyoga.

- Sim, Hyoga, confio em você para salvar Athena!

- Sim mestre, mas... O que você está fazendo?

Camus tira a parte de cima da armadura, ficando apenas com os braços vestidos. Telly se levanta e mesmo sucumbindo queima seu cosmo.

- O que você vai fazer, mestre? – Pergunta o cavaleiro de Cisne.

- Hyoga, vou explodir o resto do meu cosmo e derrotarei Telly, foi muito bom te ensinar minha técnica Hyoga.

- Por que está falando assim?

- Eu que vou usar minha energia para te dar um fim e te mandar junto ao Floki! – Grita Telly.

Camus concentrado mira seu punho em direção a Telly.

- Vamos perder nossas vidas nesse golpe, Telly. Mas com certeza quem vai pro inferno será você.

- Está engando, apenas você vai morrer. Prepare-se.

- Eles estão elevando seus cosmos ao limite! Mestre! – Hyoga se desespera.

- Adeus Hyoga: “Execução Aurora.”

- Morra Camus: “Aurora Austral Reluzente.”

Os dois golpes de gelo ficam intensos. Eles se unem e causam uma explosão. Hyoga é arrastado para trás. O chão sofre varias rachaduras. Hyoga fica zonzo.

- Mas que poderes imensos! O que aconteceu?

Hyoga se levanta e vai em direção a Camus que está totalmente congelado.

- Camus, me responda Camus!

- Hyoga... Meu discípulo... Tenho muito orgulho de você... – Camus morre e Hyoga cai no choro.

- Esse é o poder de um cavaleiro de Ouro. Ele conseguiu me vencer... – Diz Telly com a voz fraca.

Telly cai no chão também totalmente congelado. O legionário morre.

- Não, mestre Camus... Perdi meus dois mestres! – Hyoga cai em prantos.

- Hyoga, o que aconteceu aqui? – Celina surge correndo e se aproxima.

- Celina, que bom revê-la. O Cavaleiro de Cristal e o Camus morreram na luta contra esse legionário, que também foi derrotado! – Hyoga chora no ombro de Celina.

Celina olha com raiva para Telly morto. Ela muda sua feição e consola Hyoga.

- Me desculpe pelo atraso, mas estou ao seu lado Hyoga.

- Você é o Hyoga de Cisne não é? – Outra mulher surge de surpresa no meio da neve.

- Sim. Quem é você?

- Meu nome é Rydia, sou amazona de Bronze de Pomba.

Rydia é uma bela mulher morena com os olhos verdes claros, ela tem os cabelos longos tão pretos que chegam a brilhar.

Celina encara Rydia. O cosmo daquela mulher não era estranho para a humana que abrigava a alma da deusa Apáte.

- Rydia? Nunca ouvi falar sobre você. – Celina a mede dos pés a cabeça.

- Agora me conhece. Sou discípula de Saga de Gêmeos!

- Saga de Gêmeos? – Se intriga Celina.

Rydia balança a cabeça positivamente e se mostra fria.

- Sim, vim ajudar o Hyoga a pedido do meu mestre.

As duas mulheres se olham friamente. Hyoga está confuso sem saber o que fazer.


FIM DO CAPÍTULO



ESPECIAL SAINT SEIYA: REEDIÇÃO DOS FILMES CLÁSSICOS!


SAINT SEIYA — O FILME: PERSÉFONE E OS GUERREIROS DO ARMAGEDON!



(Reedição do filme “Os Guerreiros do Armagedon” com alguns detalhes do “Prólogo do Céu”. Ele ocorre após a Saga de Hades.


Athena saiu dos Elíseos e está com Seiya numa cadeira de rodas, tem seu rosário quebrado, o que era um mal presságio; ela não quer que nenhuma coisa má aconteça e diz que agora ela vai proteger Seiya, que a protegeu com seus amigos.

Em uma casa de campo, Seiya está sentado em uma cadeira de rodas, em aparente estado catatônico — resultado de sua batalha final contra Hades. O dia se torna noite e um vento sombrio sopra. Surgem três anjos caídos chamados Belzebu de Serafim, Érigor de Virtude e Moa de Trono. O trio ataca, lançando lanças em direção a Seiya que é apenas superficialmente atingido. Moa sente a presença de alguém e arremessa uma lança em direção uma porta de vidro. O objeto cai inerte, sem ter atingido o alvo. Indiferente ao trio de guerreiros, Athena caminha com uma manta onde gentilmente coloca no colo do cavaleiro de Pégaso. Os anjos de Serafim e Virtude pedem que Athena se afaste, pois sua missão primeiramente é eliminar o cavaleiro de Pégaso. Athena se nega e pergunta quem dera tal ordem. Moa avisa que foi Perséfone, a Imperatriz do Submundo que ressurgiu após a morte de Hades. Apesar disso, a deusa se nega a ceder a vida de Seiya. Nesse momento, um cosmo divino hostil é sentido. A deusa Perséfone surge pessoalmente, condenando Athena por matar Hades e agora ela terá que punir a humanidade — algo que ela acusa Athena de não o fazer. Dado a isso, ela exige que Athena entregue-lhe o reino da Terra. Mesmo diante de tal situação, os guerreiros de Perséfone não deixam de notar o ar nobre e inabalável, bem como o cosmo justo emanando de Athena e isso os incomoda. Perséfone confronta Athena, que materializa seu báculo. Perséfone mostra estar em posse da espada de Hades. Seiya sofre. Athena vai socorrê-lo e Perséfone aproveita e a ataca, tomando posse do báculo. Athena é atingida e pede para Perséfone deixar que os cavaleiros vivam em paz. Perséfone consente, mas avisa que a próxima vez que os cavaleiros se rebelarem contra qualquer deus, ela os destruiria. De posse do báculo, Perséfone avisa que agora a ordem do mundo a pertence. Athena não consegue ter reação. Passado tudo, Seiya relembra os eventos finais de sua batalha contra Hades, em que teve a espada do imperador do submundo fincada em seu peito. A dor dessa lembrança o tira do estado catatônico, e imediatamente Seiya lamenta pela partida de Athena. Pouco depois no Santuário Perséfone surge no Templo de Athena e rindo parte a cabeça da estátua de Athena.

Ao amanhecer, Shun, Hyoga e Shiryu, já sabendo da situação, tentam entender quem pode ter destruído a estátua que representava a paz na terra. Uma voz lúgubre se faz presente. Perséfone, acompanhado de seus anjos caídos, surge. Ela confirma ter vencido Athena e a prendido e agora comandará o Santuário. Hyoga diz que Perséfone morava em um lugar oculto no inferno. Perséfone revela que voltou a vida graças aos cosmos de Éris e Hades, que Athena e seus cavaleiros haviam derrotado e enviado suas almas ao Tártaro. Aqueles mesmos deuses estavam por trás dos desastres naturais que vinham castigando a humanidade. O ressentimento dos deuses vencidos deu forças e a rainha do Submundo que deseja governar, não apenas a Terra, mas o Universo. Persófone nesse momento liberta Athena e a ordena que sacrifique seu sangue em seu nome. Shiryu, Hyoga e Shun se irritam e tentam atacar Perséfone, porém são rapidamente derrotados pelos Anjos caídos. Perséfone vai embora e diz que esperará por Athena na trilha do Tártaro, atrás do cemitério do Santuário. Para evitar mais calamidades pelo mundo, Athena decide se sacrificar. Ela pede que Perséfone não destrua a Terra e o mesmo jura que não fará isso, mas Hades e Éris podiam desobedece-la. Saori é afligida por ventos demoníacos, mas segue firme em sua decisão de sacrificar-se. Seiya surge e os amigos, que estavam se recuperando, se surpreendem por ele ter reagido a maldição da espada de Hades. Seiya diz que sabe que Saori está em perigo e os cavaleiros o contam o ocorrido. Ele relembra de ter visto os anjos caídos, os chamados guerreiros do Armagedon. Seiya, Shiryu, Hyoga e Shun invadem a região do Tártaro, atrás de Athena. O caminho é barrado por Ashtaroth de Querubim e Belzebu de Serafim. Shiryu fica para combatê-los, abrindo caminho aos companheiros. Mais adiante, pilastras desmoronam e impedem a passagem. Um novo inimigo, Érigor de Virtude, surge. Shun se compromete a derrotá-lo. Alguns metros à frente, outro anjo caído, Moa de Trono, aparece. Hyoga decide ficar e combater o anjo, deixando caminho livre a Seiya.


Shiryu e Ashtaroth travam uma batalha com poderes em pé de igualdade. Ashtaroth usa seu Picada de Cobra, conseguindo destruir o escudo da armadura de Dragão, bem como varar o corpo de Shiryu. Shiryu segura o punho do anjo, prendendo-o para que não fugisse. Elevando seu cosmo, Shiryu aplica o Cólera do Dragão e derrota Ashtaroth. Shiryu pensa em enfrentar Belzebu, mas é derrotado pelo Asas do Inferno. Belzebu elogia a capacidade de Shiryu de derrotar Ashtaroth, mas diz ter sido um erro fatal ter enfrentado dois anjos do armagedon sozinho. Shiryu não lamenta a decisão que tomou, dizendo que sua vida era apenas para servir Athena, e caso morresse deixaria seu cosmo para ajudar aos outros cavaleiros. Shun tem dificuldades em lidar com Érigor. Mesmo suas correntes não são páreo para a extrema velocidade e força do anjo caído. Não querendo estender a luta, Shun tenta usar a Teia de Aranha de Andrômeda. Érigor faz pouco das capacidades de luta de Shun, e usando seu golpe, Punho Mágico de Mantis, supera as correntes, partindo contra Shun e rachando a armadura de Andrômeda. Moa toma a forma de Natassia, mexendo com os sentimentos de Hyoga.Hyoga é pego no ataque de Moa, Demônio de Fantasia, onde enxerga sua mãe, Natassia. Paralisando frente a ilusão nostálgica, é golpeado e tem sua armadura de Cisne severamente avariada. Hyoga entende que aquilo é uma ilusão, porém Moa adverte não se tratar apenas de uma simples ilusão, e que mesmo sabendo que aquilo não é real, ainda não seria fácil para o cavaleiro de Cisne bater na sua própria mãe. Ademais, destruir a ilusão significaria apagar as lembranças de sua mãe. Perturbado, Hyoga hesita e é atacado. Reunindo todo poder de seu cosmo, Hyoga dissipa as dúvidas, e lançando seu Trovão Aurora Ataque destrói as ilusões, derrotando Moa.

Enquanto isso, Shun não tem mais forças para atacar. Érigor opta por decapitar Shun, mas é impedido por Ikki de Fênix. O recém-chegado começa a luta com seu Golpe Fantasma de Fênix. Érigor caçoa das habilidades do cavaleiro de Fênix que não produziram sequer cocégas e se aproveitando de um momento de descuido de Ikki, o decapita. Tudo, porém, não passava de uma ilusão do efeito do golpe, e Érigor termina derrotado. Shun tenta se levantar, mas Ikki diz que o irmão devia ficar de pé por si mesmo, caso quisesse resgatar Athena, e parte sem olhar para trás.

Seiya chega a tempo de ver Saori iniciar a subida pelas escadarias cobertas de espinhos que levavam a trilha do Tártaro. O cavaleiro de Pégaso tenta impedi-la, mas é atacado por Belzebu. Saori anda pelos espinhos afiados que rasgam sua pele, derramando seu sangue que, de acordo com Perséfone, iria para o novo inferno e daria vida nova a Hades e Éris. Ikki surge, mas acaba sendo aprisionado pelos espinhos e atingido por um ataque de Perséfone. Reunindo forças, Seiya parte para salvar Athena. Belzebu tenta impedir, mas é atrapalhado por Shun, Hyoga e Shiryu. O anjo caído os derrota e prestes atacar Seiya, o mesmo eleva, com a ajuda dos amigos, seu cosmo até o sétimo sentido, despertando sua armadura divina. Ganhando novo fôlego, Seiya ataca com o Cometa de Pégaso, derrotando Belzebu. Seiya hesita quando Perséfone sobe em direção os céus, usando Athena como escudo.

Seiya clama a ajuda de Deus para realizar um milagre. Nesse momento, os cavaleiros de Ouro mortos ressuscitam e unem forças, criando um poderoso raio de luz dourado, em direção a trilha do Tártaro, que ofusca Perséfone. A espada de Libra surge para auxiliar Seiya e é guiada até ele pelo cosmo de Shiryu. Aproveitando a chance, Seiya lança a espada de Libra, varando o peito de Perséfone e a derrotando. Os deuses malignos, que permaneciam presentes na Terra graças ao cosmo de Perséfone são novamente enviados ao Tártaro. Athena é salva, mas os cavaleiros partem o mais depressa possível para não serem engolidos pela destruição do da trilha do Tártaro. A salvos, Athena reafirma o compromisso de sempre lutar pela justiça e o amor na Terra, ao lado de seus cavaleiros. Ela é observada de longe enquanto o dia amanhece no Santuário. Quem a observa é Apolo, o deus do Sol e seu irmão.




Galera, assim encerro os especiais que postei junto a história "A Redenção". Quem puder diga o que achou e se tiveram ideias, fiquem a vontade para sugerir.

Notas finais
Próximo capítulo de Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter): "A Água da Vida e a Misteriosa Aliada."