Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter)!

17 A Trajetória de Ikki e Aioria na Infernal Ilha!


Notas iniciais
Olá galera. Hoje darei seguimento a história e também postarei mais uma parte do especial Reedição do Anime Clássico. Espero que gostem e quem puder favorite e deixe um comentário, me ajuda bastante por aqui. Boa leitura

SANTUÁRIO — GRÉCIA


No cemitério dos cavaleiros, June está em frente ao túmulo de seu mestre. A lápide tinha escrito a discrição do cavaleiro: Albiore – Prata – Cefeu.

- Meu Mestre... Ainda não acredito.

- Você é a amazona de Camaleão? – June escuta uma voz feminina e se vira.

- Sim. Quem é você?

- Sou Marin. Amazona de Prata de Águia. Sinto muito pelo Albiore. Também tinha grande apresso por ele.

June chora e abraça Marin.

- Seja bem vinda ao Santuário June. E tenha certeza de uma coisa, a morte dele não será deixada de lado, eles vão pagar.

June triste agradece o apoio da amazona de Prata. As duas se retiram.


Nesse momento Shura chega em sua casa e fica parado refletindo:

- Aonde estão os deuses do tempo? Onde está Ártemis? Será que está acontecendo tudo como eles planejaram? Quem está por trás de tudo isso? Hades? Ares? Apáte? Poseidon?

- Shura? – Aioria adentra a sala de Capricórnio.

- Aioria... Você?

- Sim retornei e preciso falar com Aioros.

Shura segue Aioria no caminho para sair de sua casa.

- Certo. Me conte no caminho tudo o que aconteceu. Preciso ir até a casa de Aquário falar com Camus.

Os dois chegam na casa seguinte. Aioria cumprimenta Camus e segue rumo a sala do Grande Mestre.

- Camus, preciso falar com você. – Shura e Camus se olham.

- Certo Shura, pode falar.

Camus guia Shura até o meio de sua casa para eles enfim conversarem.


Aioria segue caminho e passando pela casa de Peixes, chega até Aioros.

- Aioros!

- Aioria! Para onde você foi quando saímos da mansão de Athena?

- Fui atrás de Ikki que tinha regressado a Ilha da Rainha da Morte. Ele estava próximo quando cheguei e disse que tudo tinha sido destruído. Ele se revoltou e sumiu. – Diz Aioria com um semblante triste.

- Aioria você só falou por cima, mas como foi o ataque de Jango?

Aioria olha pra cima e relembra:


Ikki estava treinando sob o forte calor da Ilha da Rainha da Morte.

- Haaaaaa... – Ikki queimava fortemente seu cosmo.

- Isso Ikki, faça mais força!

- Estou usando toda a minha força mestre Aioria!

- Você pode mais! – Aioria pedia para Ikki se esforçar mais.

Ikki treinava com afinco. Aioria sentiu uma presença estranha e se virou.

- Hahahahaha – Uma voz foi escutada

- Quem está aí? – Indagou o cavaleiro de Leão.

- Somos cavaleiros negros!

Aioria irritado avistou cavaleiros negros se aproximando.

- O que? Vocês novamente? Tinham dito que não usariam mais essas armaduras impedidas de serem vestidas por Athena.

- Por que obedeceríamos? Se nós somos renegados por Athena? – Disse um deles. – Só estávamos aguardando nosso mestre Jango para ir ao ataque!

- Vocês estão em quatro, cretinos! – Comentou Ikki.

Os cavaleiros negros cercaram Aioria e Ikki.

- Representamos o Unicórnio Negro, Lobo Negro, Leão Menor Negro e Hidra Negro.

- Eu também estou aqui, o Urso Negro! – Apareceu um cavaleiro negro segurando Esmeralda.

- Socorro! – Gritou a garota.

- Esmeralda, Esmeraldaaaaaaaaaaaaaaa! – Ikki se desesperou.

Aioria sorriu para os cavaleiros negros.

- Do que está rindo invasor maldito que matou Guilty? – Perguntou o Unicórnio Negro

- Vocês acabaram de assinar suas sentenças de morte. – Aioria virou de costas.

- Está fugindo cretino? – Questionou o Urso Negro.

Eles partem para cima de Aioria, mas Ikki entra na frente.

- Vocês vão se arrepender de terem ferido Esmeralda!

- Mas que cosmo é esse? – Se assustaram os cavaleiros negros.

- “Ave Fênix.”

- Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh...

Ikki matou o Hidra Negro e o Leão Menor Negro em um golpe. No segundo golpe ele matou o Unicórnio Negro e o Lobo Negro.

- Mas como você fez isso? – Indagou o Urso Negro

- Solte Esmeralda agora maldito! – Ordenou Ikki.

- Me faça soltar! – O cavaleiro negro desafiou Ikki.

Ikki golpeou o Urso Negro com intensidade. Ele esmurrou o cavaleiro negro até a morte.

- Você está bem Esmeralda? – Ikki a socorre.

- Sim Ikki, obrigada!

A armadura de Fênix saiu da urna e trajou Ikki.

- Acredito que não temos mais o porquê permanecer nessa Ilha, Ikki! Você enfim conquistou a sagrada armadura de Bronze de Fênix! – Comentou Aioria.

- Certo mestre, mas antes tenho que ir ao Japão!

- Japão?

- Sim, prometi voltar lá quando conseguisse a armadura. Agora soube de um torneio ridículo que uma riquinha miserável que é neta do dono do orfanato onde morávamos quer fazer usando os cavaleiros. Tenho que impedir isso e volto. Cuide de Esmeralda por enquanto para mim, Mestre!

Aioria se mostrou surpreso com a intenção de Ikki.

- Ikki!

Ikki partiu. No dia seguinte, Aioria resolveu levar Esmeralda para o Santuário. Quando percebeu o ataque de vários cavaleiros negros!

- Malditos! – Aioria os derrotou e levou Esmeralda até o jardim.

- Me aguarde aqui Esmeralda! Eu retornarei!

- Sim senhor! – Respondeu Esmeralda.

Aioria começou a ver que a Ilha estava entrando em colisão. Ela começou a explodir com o ataque dos cavaleiros negros.

- Essa Ilha não será selada por Athena! – Jango apareceu.

- Você, Jango? – Aioria o encarou.

- Retornei para tomar meu lugar. Ou essa Ilha será minha ou será destruida.

- Desgraçado! – Se revoltou o cavaleiro de Ouro.

Os cavaleiros negros tocaram o terror na Ilha. A intenção deles era matar Aioria de qualquer forma. Eles conseguiram explodir tudo.

- Adeus cavaleiro de Ouro: “Chamas do Inferno da Ilha da Rainha da Morte.” – Jango ataca.

Aioria se esquivou e o local onde ele estava explodiu.

- Morra junto com essa Ilha cavaleiro maldito. – Gritou Jango.

- Não pense que conseguiu Jango: “Cápsula do Poder.”

Aioria matou todos os cavaleiros negros que ainda estavam na Ilha. Ele ficou frente a frente com Jango.

- Meus cavaleiros negros mais fortes já não estão mais aqui. Agora em nome de Arles morra cavaleiro: “Chamas do Inferno da Ilha da Rainha da Morte.”

Aioria impediu o ataque. Jango se surpreendeu.

- Não nega que é um cavaleiro de Ouro... Maldito!

- Vá para o inferno Jango: “Relâmpago de Plasma.”

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh – Jango caiu no fogo da Ilha e sucumbiu.

A explosão continuou. Aioria correu para socorrer Esmeralda no jardim e ela não estava mais lá.

- Onde está a Esmeralda! – O jardim, única parte que havia sobrado da Ilha explodiu, e Aioria fugiu.


Aioria conta tudo a Aioros, que lamenta. Aioria continua:

- Depois que saí do Japão fui atrás de Ikki:


Ikki corria para a Ilha da Rainha da Morte após a invasão dos cavaleiros negros no Japão. De longe ele não avistou nada.

- Mas o que aconteceu aqui? – Estranhou o cavaleiro de Fênix.

- Ikki! – De longe, Aioria o chama.

Ikki avistou Aioria em uma outra Ilha isolada um pouco mais distante. Ele se aproximou.

- Mestre Aioria? Você aqui? O que aconteceu com a Ilha?

- Jango me atacou com alguns cavaleiros negros.

- Jango? Ele voltou?

- Sim, eu o matei junto com aqueles cavaleiros negros. Mas eles destruíram a Ilha.

- E Esmeralda?

Aioria abaixou a cabeça.

- Diga Aioria.

- Eu a deixei no jardim, quando retornei ela não estava mais lá.

- Você a deixou morrer, Aioria? – Ikki atacou seu Mestre, que se defendeu, mas não antes de deixar ser acertado com um soco na cara.

Ikki somiu entre as chamas do seu golpe. Aioria resolveu voltar para o Japão imaginando que os cavaleiros negros foram para lá.


Aioros escuta atentamente. Ele resolve falar.

- Você fez o melhor Aioria. Com certeza o Ikki irá compreender isso mais cedo ou mais tarde. Agora temos que nos concentrar nos perigos que estão por vir. Você e Milo deixaram de fato Athena com Kanon?

- Eu parti quando Milo ainda estava lá Aioros, não sei como Milo sucedeu.

- Com certeza Milo deve ter aplicado a penitência a Kanon, que agora deve ser novamente leal a Athena. Ele deve ter retomado a consciência!

Aioria não entende o que o irmão quis insinuar.

- Do que fala Aioros?

- Depois explico melhor irmão.

Os dois ouvem um barulho vindo da casa de Aquário. Eles estranham.

- Os cosmos de Camus e Shura! – Aioros comenta.





MONTE FUJI – JAPÃO



Ritahoa segue levando golpes de Ikki. Ele é esmurrado indo ao chão.

- Mas como isso pode ser possível? O poder desse homem cresceu imensamente!

Ritahoa de Fênix Negro está muito assustado. Ikki eleva ainda mais seu cosmo.

- Encontre a morte agora cavaleiro pirata: “Ave Fênix.”

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh... – Ritahoa cai ensanguentado e com sua armadura danificada.

Ikki se aproxima e o segura pelo pescoço. Ele o golpeia quando o Fênix Negro joga algo na cara dele.

- Mas o que é isso? – Ikki tem seus olhos atingidos pelo pó!

- É o pó de cristal... Cuidado Ikki! – Grita Shun.

- Cof cof cof! – Ikki tosse.

- Tome mais pó de cristal hahahaha.

Ikki se sente fraco. Ele se revolta.

- Minhas forças... Covarde!

- Ter os legionários de cristal como parceiros não foi nada ruim. Eu estaria morto se não fosse esse pó. Confesso que você é mais forte do que eu Ikki, mas com a sua morte herdarei sua armadura hahahahaha. – Se diverte Ritahoa.

Ikki e Shun se apoiam. Eles sentem suas forças acabarem.

- Quem quer morrer primeiro? O caçula ou o mais velho? Hahahahaha – Ritahoa enche o local de pó de cristal.

- Cof cof cof...

- Vocês não vão sobreviver. Morram agora com meu golpe... O que é isso? – O cavaleiro negro percebe golpes vindo em sua direção.

- “Meteoro de Pégaso.”

Ritahoa não consegue deter e é atingido de frente.

- Aaaaaaaaaaaaahhhhh... O pó... Se desfez... Você é... – Ritahoa olha fixamente.

- Seiya de Pégaso. Achou que eu estaria morto? – Seiya já está recuperado.

- Seiya! – Shun sorri.

Ritahoa se levanta e eleva seu cosmo contaminado com ódio de Seiya.

- Desgraçado você desfez o efeito do pó de cristal. Agora vou terminar o serviço que o Pégaso Negro não conseguiu. Você se salvou da morte negra, mas vai morrer. – Ameaça Ritahoa.

- Quem vai morrer é você inútil! – Ikki se levanta recuperado.

- Ikki! Que cosmo...

- Socorro! – Eles escutam uma voz feminina dentro da caverna.

Ikki olha em direção a caverna e o pânico o invade.

- Esmeralda!

- Desgraçada. Isso é hora de despertar do seu sono! – Se irrita Ritahoa.

- Morra maldito. Eu não te pouparei: “Ave Fênix.”

- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhh... – Ritahoa é arrasado e cai morto.

Shun parte em direção a Seiya e o abraça.

- Obrigado Seiya! Que bom que você sobreviveu.

Ikki aperta a mão de Seiya, mas continua com o semblante sério.

- Cadê o Shiryu e o Hyoga? – Questiona o cavaleiro de Pégaso.

Shun abaixa a cabeça e começa a chorar.

- Você não quer me dizer que eles...

- Seiya! – Hyoga surge de dentro do lago.

- Hyoga! – Gritam Seiya e Shun.

- Eu não podia morrer. Ritahoa me atacou e me deixou ferido, mas eu sobrevivi.

Seiya e Shun abraçam Hyoga. Shun quer falar sobre Shiryu quando...

- Amigos! – Shiryu surge correndo.

- Shiryu você está vivo! Mas a caverna que você estava... – Shun comenta!

Shiryu olha para os seus amigos e vai revela o que ocorreu.


FIM DO CAPÍTULO




ESPECIAL: SAINT SEIYA: REEDIÇÃO DO ANIME CLÁSSICO!


SAINT SEIYA: POSEIDON — O ARCO DOS SETE MARES!



Episódio 6: Excalibur habita no baço de Shiryu!


A armadura de Andrômeda se torna dourada ao se sincronizar com o sangue de Shaka de Virgem. Enquanto mantêm Io preso, Shun se prepara para se atirar contra o pilar do Oceano Pacífico Sul. Seiya e Hyoga buscam chegar aos pilares que sustentam o Oceano Atlântico. Antes que Shun se sacrifique, Kiki surge com a armadura de Libra, a qual libera seus nunchakus. Shun, usando a barra-dupla, parte em direção do pilar, no mesmo momento em que Io se interpõe no caminho, sendo atingido em cheio, junto com o pilar do Pacífico Sul, que é destruído. Ele explica que, assim como Shun daria sua vida para derrubar o pilar, ele deu a dele para protegê-lo, para morrer logo a seguir. No território do Oceano Índico, Shiryu e Krishna se enfrentam. Usando sua lança intermitente, Krishna perfura o corpo e o escudo de Shiryu, que tenta, em vão, cortar a lança sagrada de Chrysaor. Neste momento o espírito de Shura fala com o cosmo de Shiryu e o relembra que a espada sagrada Excalibur habita em seu braço direito. Shiryu então eleva seu cosmo e, interagindo com o sangue de Mu de Áries, faz brilhar sua armadura de bronze, tornando-a dourada por um instante. Imbuído deste cosmo, tenta pela segunda vez destruir a lança, porém sem sucesso. Chrysaor perfura o joelho de Shiryu. Shiryu percebe que apenas terá êxito em destruir a lança se arriscar se privar de sua defesa e tira sua armadura. Krishna ataca mais uma vez, porém desta vez Shiryu consegue quebrar a lança sagrada em duas seções e também parte das escamas de Chrysaor. Vendo-se vulnerável, Krishna adota a postura de Lótus, levita seu corpo e eleva seu cosmo para iniciar outra fase da batalha.


Episódio 7: Seiya Encontra seu Ente Mais Querido!


Shiryu tenta atacar Krishna com seu Dragão Voador, mas seu golpe não surte efeito. Logo ele percebe que existe uma espécie de barreira invisível, protegendo Krishna, o qual explica se tratar da energia vital Kundalini, que cerca a todos os seres, muito semelhante ao cosmo dos cavaleiros. O General Marina ataca então o Cavaleiro de Athena com seu golpe Maha Roshini, causando a perda do sentido da visão em seu oponente. Krishna aproveita para falar a respeito da utopia de Poseidon e de como os seres humanos transformaram a Terra num mundo corrupto e que eles devem ser eliminados para a criação de uma nova era, assim como explica que o seu poder emana dos 7 pontos vitais do hinduísmo, os chamados Chakras, centros que distribuem a energia prânica através de canais que nutrem órgãos vitais, se assemelhando com os pontos cósmicos dos cavaleiros. Cego, Shiryu nada pode fazer para atingir os chakras de Krishna, eis que neste momento, Athena fala com o cosmo de seu cavaleiro, indicando a localização dos pontos. O Cavaleiro de Dragão, usando sua Excalibur, acerta precisamente os pontos e derrota Chrysaor, para logo em seguida cair desmaiado. Hyoga acredita ter alcançado o pilar do Oceano Ártico quando, para sua surpresa, é recepcionado por seu mestre, Camus de Aquário. Hyoga não acredita que seu mestre tenha ressuscitado e ataca seu oponente com o Trovão Aurora. Camus facilmente repele o golpe e contra-ataca com a Execução Aurora, derrubando o Cisne e provando sua autenticidade. Seiya pensa ter atingido o pilar do Atlântico Norte. Chegando ao local, sua mestra Marin está lá e tenta dissuadi-lo da idéia de lutar contra Poseidon e lhe oferece um abraço. Logo ele desconfia, pois esta não é a postura normal de sua exigente instrutora. Ela confessa que precisou ocultar sua verdadeira identidade e revela-se ser Seika, a irmã de Seiya. Vendo um flash de sua infância, Seiya logo se desarma e se entrega ao calor da emoção. Eis que a sombra de Marin se transforma na de um monstro. Shiryu, com a vista comprometida, recebe a ajuda de Kiki e, usando a espada de Libra, destrói o pilar do Oceano Índico. Shun imagina estar no território do Oceano Atlântico Sul e lá se depara com Seiya e Hyoga desmaiados no chão, quando percebe em suas costas a presença do inimigo, o qual revela-se ser Ikki, que o ataca sem explicação.


Episódio 8: Lymnades, o Malvado!


Shun se defende do golpe de Ikki com uma de suas correntes e então a imagem de Ikki se transmuta para a de Kasa de Lymnades, que se apresenta como o guardião do pilar do Oceano Antártico, que era o real local dos últimos acontecimentos. Shun lembra que as Lymnades eram gênios marinhos (demônios dos lagos) da mitologia grega que podiam se metamorfosear em outros seres e, dessa forma, seduzir suas vítimas. Temos um flash que mostra como os falsos Camus e Seika golpearam respectivamente Hyoga e Seiya, pelas costas. Kasa zomba dos derrotados, dada a sua fragilidade. Shun sente empatia por seus companheiros e jura vingá-los, atacando Lymnades com sua Onda Relâmpago. Desta forma, Shun captura Kasa e está prestes a derrotá-lo, porém o general volta a assumir a aparência de Fênix. Shun, mesmo ciente de toda a verdade, hesita em atacar o inimigo, pela simples aparência dele, e o liberta. Kasa derruba o Cavaleiro de Atena com sua Salamandra Satânica e acredita na vitória dos marinas, quando sente a presença de um cosmo poderoso. Ikki, em mais uma triunfante entrada, se apresenta, mesmo não tendo obrigação em fazê-lo, e já chega desferindo seu Golpe Fantasma. Kasa faz pouco caso do golpe e prepara seu contra-ataque, porém Ikki se metamorfoseia em Kasa que, como se visse seu reflexo num espelho, se desespera com a impossibilidade de matar a si mesmo e é arremessado em seguida pelo Ave Fênix de Ikki, que o castiga por ter provocado sofrimento em seus amigos. Kasa se levanta e apela, tomando a aparência do Shun e cortando o rosto de Ikki com uma corrente. Após isso ele pede para Ikki deixar ser assassinado sem reagir e o ataca. Após olhar de relance o corpo de Shun estendido no chão, Ikki não tem dúvidas e transpassa com seu punho o coração de Lymnades, mesmo este possuindo a aparência de Shun. Kasa se mostra surpreso, pois foi a primeira vez que alguém se atreveu a feri-lo enquanto ele assumia a personalidade de um ente querido da pessoa, concluindo que apenas um homem insensível o faria. Inconformado com a atitude de Ikki, Kasa tenta investigar um ponto fraco de Fênix e descobre a existência de Esmeralda. Conclui que se tivesse explorado essa fraqueza, teria conseguido vencer Fênix. Porém é tarde demais, já que ele morre. Ikki estanca os ferimentos de seus amigos e, com a ajuda do tridente de Libra, destrói o pilar do Oceano Antártico. Para a surpresa de Kiki, Ikki parte dizendo que os três derrotados pelos sentimentos devem se levantar por si mesmos, se quiserem ser considerados cavaleiros.


Episódio 9: Isaak, o Homem que Esqueceu os Sentimentos!


Hyoga é o primeiro a se levantar e, se desculpando por sua fraqueza, manda Ikki seguir em frente, pois ele estava certo quanto ao sentido de honra e merecimento dos cavaleiros. Ikki parte para o templo de Poseidon, sem olhar para trás. Seguindo os passos de Ikki, Hyoga também parte, em direção do pilar do Oceano Ártico e manda Kiki cuidar de Seiya e Shun. Ikki reflete que, considerando a importância da causa que eles defendem, não há tempo para terem compaixão entre si. Hyoga chega à região do mar ártico e, para sua surpresa, se depara com um cosmo familiar. O general guardião do pilar surge e logo elogia Hyoga trajando a armadura de Cisne. Ele retira seu elmo e se revela como Isaak de Kraken, companheiro de treinamento de Hyoga, que começa se desculpando por fatos ocorridos no passado. Isaak recusa as desculpas e chuta o Cisne para longe. Temos um flashback de quando Hyoga foi apresentado a Isaak pelo Mestre Cristal, seguido da narrativa do árduo treinamento imposto pelo instrutor de ambos. Voltando ao presente, Hyoga percebe que Isaak é cego do olho esquerdo e pergunta como ele se feriu daquela maneira. Isaak responde que a culpa era de Hyoga, que se compadece e pede ao amigo que lhe tire a visão de um olho, como compensação e acabe com sua vida, em seguida. Isaak fere a pálpebra de Hyoga para, a seguir, relembrar a lenda do monstro marinho da mitologia nórdica, Kraken, que destruía as embarcações que portavam pessoas de índole perversa, tendo misericórdia apenas dos seres inocentes. Isaak discorre sobre a missão dos cavaleiros em lutar pela paz, supondo que os objetivos de Hyoga eram os mesmos que os seus. Depois de descobrir que os ideais de Hyoga eram fracas e que o seu objetivo ao se tornar cavaleiro era o de possuir o poder para resgatar sua mãe morta no fundo do mar, Issak se indigna e começa a dar uma lição em Hyoga. Após ver que não valia a pena corrigir o companheiro, Isaak abre um buraco na superfície de gelo para demonstrar que o sonho de Hyoga era possível. Após 5 árduos anos de treinamento, Hyoga sente-se confiante em atingir seu objetivo. Ele consegue quebrar o gelo e mergulhar ao reencontro de sua a mãe, pela primeira vez. Porém é pego de surpresa por uma forte corrente marítima, ficando inconsciente e amarrado às cordas do navio. Isaak mergulha e resgata Hyoga, mas em razão da corrente, os dois se afastam da abertura. Issak conclui que a saída era abrir um novo buraco quando, por descuido, fura o olho num pedaço de gelo. Em seguida, Isaak consegue abrir um novo buraco no gelo e arremessa Hyoga para a superfície para, em seguida, ser tragado para o fundo do mar. Neste instante, Isaak acorda no fundo do mar e descobre que ele não é preenchido por água. Passado algum tempo, Isaak fica sabendo que Hyoga foi honrado com a armadura de Cisne e passou a lutar em diversas batalhas junto com os cavaleiros, matando diversos inimigos, entre eles o mestre de ambos (Cristal) e Camus de Aquário. Foi neste momento que Isaak passou a acreditar na utopia de Poseidon, ante a carnificina praticada pelos Cavaleiros de Atena, justamente aqueles que deveriam manter a paz na Terra. Isaak, por fim, dispara sua Aurora Boreal, que atinge Hyoga em cheio.


Episódio 10: Tome Cuidado Kiki! Outra Triste Batalha Mortal!


Shun desperta e manda Kiki seguir Hyoga, pois acredita que Seiya será capaz de se levantar sozinho. Em seguida, ele parte para o pilar do Oceano Atlântico Sul. De volta a batalha, Hyoga se recupera da Aurora Boreal e se defende, dizendo que a maioria dos inimigos derrotados confiou o futuro da Terra aos cavaleiros antes de morrer. Isaak desdenha de seus mestres, dizendo que eles foram fracos, ao contrário do que pregavam. Continua afirmando que Poseidon é o único capaz de acabar com a corrupção na Terra e ele então se prepara para atacar. Pela primeira vez Hyoga confronta seu antigo companheiro e pede que ele reveja seus conceitos. Mais uma vez Hyoga é atingido e cai. Kiki chega e encontra Hyoga desmaiado. Isaak, vendo uma grande oportunidade em tomar a armadura de Libra, ataca Kiki, que resiste em entregar a urna, arriscando a sua vida. Hyoga se levanta e cuida de Kiki, elogiando a bravura do pequeno aprendiz de cavaleiro. O Cavaleiro de Cisne percebe que a causa pela qual luta é mais importante que os assuntos pessoais, sendo o seu dever derrotar o marina em detrimento do sentimento de dívida que possuía e finalmente parte para o ataque. Hyoga emana seu verdadeiro poder até o 7º sentido, fazendo Isaak hesitar ao sentir o ar gelado do Cisne, que ataca com seu Pó de Diamante, arremessando o adversário para longe. Isaak se levanta e percebe a presença dos cosmos do Cavaleiro de Cristal e de Camus atrás de Hyoga. Contudo ele continua negando a autoridade dos mestres e se irrita com Hyoga, que continua a lutar sem a determinação necessária e dispara novamente a Aurora Boreal. Hyoga contém o golpe, no mesmo instante em que a armadura de Cisne se torna dourada, por força do sangue doado por Milo de Escorpião. Todavia o golpe de Isaak consegue abrir o ferimento no pescoço de Hyoga, feito for Lymnades. Hyoga tenta passar uma lição de moral em Isaak, alertando-o sobre o sofrimento de seus conterrâneos na Sibéria, causados pelas chuvas torrenciais que assolam a Terra, porém em vão. No Santuário, na casa de Áries, Aioria indaga Mu a respeito do motivo do Mestre Ancião não permitir que eles desçam ao Templo Submarino, em socorro aos Cavaleiros de Bronze. Mu explica que o Mestre Ancião está no comando e que eles não devem desobedecê-lo. De volta a batalha, Isaak e Hyoga disparam seus golpes. A Aurora Boreal contra o golpe final dos cavaleiros do gelo: a Execução Aurora. Neste momento, a determinação de Hyoga supera a de Isaak, fazendo com que seu golpe supere o de seu adversário e o derrote. Usando a tonfa da armadura de Libra, Hyoga destroça o pilar do Oceano Ártico. Antes de morrer, Isaak chama Hyoga para revelar-lhe um segredo a respeito do arquiteto por trás das batalhas contra Poseidon. Ao tentar pronunciar o nome, deixando no ar a possibilidade de ser um antigo inimigo dos cavaleiros, Isaak parece ser atingido por uma força distante que termina por cessar de vez com sua vida. Na frente do templo de Poseidon, Ikki tem seu caminho interposto por um General do Mar, o Dragão Marinho.


CONTINUA...

Notas finais
Próximo capítulo de Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter): "Os Planos do Maligno Ares."