Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter)!
12 A Renovada Força dos Cavaleiros Negros!
Notas iniciais
TÓQUIO – JAPÃO
MANSÃO KIDO
Saori leva os cavaleiros de Ouro e Kanon até sua mansão. Kanon segue inconsciente enquanto os demais conversam.
- Aioria poderia nos explicar sobre Arles e o que de fato aconteceu na Ilha da Rainha da Morte? – Questiona Aioros.
- Não há necessidade de explicações Aioros. Arles era o espírito que me dominava. E se o Aioria está dizendo que Arles comandou os cavaleiros negros, isso significa que ele já tem um corpo! – Comenta Saga olhando para baixo de olhos fechados, suspirando e lamentando.
- Exatamente o que Saga disse Aioros! Descobri tudo isso em uma conversa que flagrei desse homem com Guilty, antigo mestre de Ikki e líder da Ilha da Rainha da Morte. Aliás, foi esse homem que colocou em Guilty uma máscara que o tornou maligno e aliado do deus da guerra Ares!
- Então esse Arles é um espírito maligno comandado pelo deus Ares realmente! – Comenta Aioros.
- Sim! – Confirmam Saga e Aioria.
Aioros aflito percebe que ainda tem muitas perguntas a serem respondidas.
- Então será Ares... Mas e Poseidon... Quem é nosso real inimigo? Quem está por trás desses legionários de Cristal?
- Acredito que não seja Poseidon. – Comenta Saga. – O inimigo está entre Ares, Hades e Apáte. O marina de Dragão marinho que foi recrutado foi por outro deus e com isso me usou para tentar matar Shion da primeira vez quando eu estava com o espírito Arles. Aioria poderia me dizer como era esse homem que se disse Arles?
- Ele era bem alto, cabelo longo cinza e repicados, tinha uma pinta grande na bochecha esquerda, olhos avermelhados e era forte e pele bem morena.
- Com exceção dos olhos que eram castanhos claros e dos cabelos que eram arroxeados é muito parecido com o marina que enfrentei. O cabelo cinza e olhos vermelhos mostram que ele é dominado pelo espírito maligno. Provavelmente é o corpo daquele marina que está dominado por Arles.
Aioria se vira para Saga querendo mais informações. Apesar de tudo Aioria ainda tinha certa desconfiança contra Saga, embora tudo para ele agora estivesse mais claro.
- Saga, por que citou Apáte como inimiga?
- Quando fui chamado para essa missão a possibilidade era de uma guerra entre Ares, Hades e Apáte juntos contra Athena. Voltei com minhas memórias a esse tempo que foi anulado para evitar isso, mas sabia que uma guerra poderia acontecer como resultado. Minha missão era evitar que esse espírito dominado por Ares fizesse tudo o que fez no meu corpo e na mente de Kanon.
- Missão? Tempo anulado? De que fala Saga? – Questiona o cavaleiro de Leão.
- É uma longa história Aioria, temos que nos concentrar no mais importante. Será que os cavaleiros de Bronze encontraram os tais cavaleiros negros? – Aioros olha pela janela.
Saori desce as escadas e se aproxima dos cavaleiros.
- Não posso ficar parada aqui. Sei que é a mim que querem. E eu como deusa protetora da Terra tenho que descobrir o que devo fazer.
- Athena! – Os três suspiram.
Nas ruas de Tóquio, Seiya, Shun e Hyoga correm à procura dos cavaleiros negros.
- Eles não podem ter ido tão longe. Aqueles pilantras roubaram a armadura de Prata e temos que fazer alguma coisa! – Comenta Seiya.
- Vamos encontrá-los Seiya. Vamos seguir esses rastros de cosmo! – Responde Shun.
- Sim, mas há esses rastros por todo lugar. Vamos nos separar. – Sugere Hyoga.
Os três se separam. Shun chega próximo a um lugar que já conhecia no Japão.
Shun avista uma árvore onde seu irmão Ikki treinava quando eles eram crianças. Ele percebeu que a árvore tinha socos que formavam a cruz da constelação de Cisne.
- Mas por que o Hyoga viria aqui e faria isso? – Estranha Shun.
Shun percebe um golpe vindo em sua direção. Ele lança suas correntes.
- Minha corrente congelou. Mas quem é capaz de emanar tanto frio? Só o Hyoga...
- Hahahaha. – Uma voz ecoa.
- Minha corrente está completamente congelada. Ela não reage mais.
Shun avista alguém se aproximando e já atacando.
- Sua corrente não serve mais para nada, cavaleiro de Andrômeda.
- Mas você é... Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh...
Shun é atacado em cheio. Ele sente seu corpo congelar.
- Esse é o... Pó de diamante!... Não tenho dúvidas... É o Hyoga quem está me atacando!
- Hahahaha.
- Mas o que... Essa neve é negra... É o Cisne Negro! – Grita Shun.
- Então você é o irmão do Ikki? Esperava mais de você. Ele é muito mais forte que você. – Comenta o inimigo que aparece.
Shun fita o homem a sua frente.
- Você é um dos cavaleiros negros?
- Sim sou Jido de Cisne Negro. Viu só Andrômeda? Destruí a arvore que você tanto admirava e lembrava do seu irmão. Agora que destruí sua lembrança, vou destruir você!
- O que? Sinto meu corpo preso por cristais de neve negra. Estou numa ilusão...
- Agora você vai ver o verdadeiro poder dos cavaleiros negros Shun de Andrômeda. Vou te mandar direto para o inferno!... O que? Meu braço congelou? Como isso foi possível? Quem poderia fazer isso? Só o...
Logo de frente a Jido alguém salta.
- Hyoga! – Grita Shun ao ver o amigo.
- Minha neve negra se tornou branca. Seu maldito! – Se revolta Jido.
- Sou um cavaleiro! Não posso continuar em pensar apenas nos meus próprios interesses. Cisne Negro vamos ver qual de nós dois é o mais digno de representar a constelação de Cisne! – Desafia Hyoga.
- Não esperava encontrá-lo tão cedo cavaleiro de Cisne! Pensei que eu fosse mais impaciente que você para descobrir quem é o melhor. Prepare-se para morrer!
Shun olha para os dois e percebe uma certa semelhança entre eles.
- Incrível como eles são parecidos! Será que o fato dos cavaleiros negros usarem réplicas falsificadas das armaduras de Athena os fazem ter a habilidade de copiar a aparência de seu real portador? – Imagina Shun..
- “Tempestade Negra de Gelo.” – Ataca Jido.
- Cuidado Hyoga! – Grita Shun.
Hyoga tenta agir, mas está travado.
- Não estou conseguindo me mexer. Será que o frio dele é tão intenso? Tenho que reagir! – Hyoga segue sem reação.
- Hyoga foi totalmente congelado! – Se surpreende Shun.
- Isso foi pra ele aprender que esse gelinho dele não se compara a minha neve negra. O que? Uma fissura no Hyoga congelado?
- Hyoga! – Shun grita.
- Seu gelo é decepcionante cavaleiro de Cisne Negro! –Hyoga se descongela totalmente. – Ele é inútil contra o cavaleiro de Cisne!
- Não é possível! – Jido fica incrédulo.
- Você só congelou a superfície do meu corpo. Veja o que é um gelo de verdade: “Pó de Diamante.”
- Aaaaaaaaaaahhhhhh...
Jido se fere muito e sente partes do seu corpo congeladas. Ele se levanta após ser atacado.
- Parabéns Cisne Negro, você conseguiu evitar meu golpe, mas uma de suas pernas foi congelada. Com sua perna desse jeito a nossa luta acabou. Não tem como você sobreviver com a perna desse jeito em uma luta contra mim. Agora vou acabar de vez com isso... O que? – Hyoga tem seu braço preso por algo.
Correntes atacam Hyoga em cheio.
- Correntes negras? – Estranha o cavaleiro de Cisne.
- Não me atrapalhe Andrômeda Negro. Lutar contra o Cisne é para mim! – Jido se irrita ao ver o companheiro.
- Não é o momento disso. Arles não quer que a luta seja nesse lugar. Ele quer a morte dos cavaleiros de Ouro! – Responde o Andrômeda Negro, que não se mostra.
- Está certo! Nossa luta termina em uma outra hora, cavaleiro de Cisne! – Responde Jido.
Jido desaparece com o Andrômeda Negro deixando todo o local congelado com flocos negros de neve.
- Shun, esse tal Arles está armando alguma coisa. De qualquer forma a armadura de Altar não estava aqui. Está com o Fênix Negro. A ele que devemos encontrar! – Comenta Hyoga.
- Certo Hyoga. Obrigado pela ajuda.
- Desculpe pela minha arrogância. – Hyoga se mostra envergonhado e está com os olhos fechados.
- Está tudo bem... Espero que Seiya esteja bem também! – Responde Shun olhando para trás.
Jido de Cisne Negro ao lado do Andrômeda Negro chegam a uma caverna, onde encontram os demais cavaleiros Negros. Ritahoa toma a frente do grupo.
- Temos que transformar essa armadura de Prata de Altar em uma armadura de Cristal. Arles me deu esses cristais, colocando na armadura ela será mais uma armadura de um legionário. Cada um de nós vamos pegar um desses cristais e unir nossos cosmos para fazer esse procedimento.
- Certo! – Todos concordam.
Uma grande explosão ocorre na caverna. Alguém os descobriu e atacou a caverna.
- Vamos nos separar, corram! – Comunica Ritahoa de Fênix Negro.
Os cavaleiros negros correm do poderoso invasor cada um com um pedaço do cristal de transformação. Ritahoa segue com a armadura de Altar.
Horas depois, Seiya corre e chega ao Monte Fuji, local onde havia ocorrido a luta contra Hyoga e Jido e a reunião dos cavaleiros negros. Ele percebe que existe rastro de cosmos ali, quando escuta alguém falando:
- Estava te esperando Seiya!
- Pégaso Negro? – Seiya avista o oponente.
- Sim sou Kenuma de Pégaso Negro!
- Você está sozinho aqui? Está com a armadura de Altar?
Kenuma salta e de frente a Seiya já o ataca com agilidade.
- Chega de papo Seiya: “Meteoros Negros.”
- Aaaaaaaaahhhhhh...
Seiya é jogado longe. Kenuma ri.
- Esperava mais de um cavaleiro treinado no Santuário. Só isso que resiste?
Seiya levanta intacto. O Pégaso Negro se assusta.
- O que? Você conseguiu evitar todos os meus golpes?
- Talvez alguns fracos tenham me acertado. Mas a minha armadura não permitiu eu sofrer um arranhão sequer. Devo isso ao meu grande amigo Shiryu!
- Han?
- Agora é minha vez! Se prepare cavaleiro Negro! “Meteoro de Pégaso.”
- O que é isso? Aaaaaaaaaaaahhhhhhh...
Kenuma de Pégaso Negro é ferido mortalmente. Seiya se aproxima dele.
- Agora me diga. Onde está a armadura de Altar? Vou onde ela estiver!
- Você quebrou a cara cavaleiro. Você não vai a lugar nenhum hahahaha. – Diz Kenuma, caído ensanguentado no chão.
- O que?
- Se você pensa que me derrotou Seiya, errou feio. Você perdeu desde o meu primeiro ataque.
Seiya olha com estranheza para o cavaleiro negro.
- Como?
- Prepare-se para enfrentar os efeitos do meteoro negro. Você vai morrer com a terrível morte negra hahahaha.
- Morte negra? O que é isso?
Kenuma morre. Seiya sente seu corpo pesado.
- O que está acontecendo comigo? Sinto partes do meu corpo queimando! – Seiya vai tirando partes de sua armadura e percebe manchas pretas nos lugares onde os meteoros o atingiu.
Seiya começa a gritar sentindo seu corpo todo ardendo. As manchas começam a tomar todo o corpo de Seiya.
- Essa é a tal morte negra. Ele realmente era um forte cavaleiro negro! – Seiya cai do penhasco e fica próximo de um precipício desacordado.
FIM DO CAPÍTULO
ESPECIAL SAINT SEIYA: REEDIÇÃO DO ANIME CLÁSSICO
SAINT SEIYA: POSEIDON — O ARCO DE ATLÂNTIDA!

Episódio 6: A Alma dos Mitológicos Ofiotauros!
A luta entre Shiryu e Fenrir prossegue. O general atlante conta vantagem e ri da situação de Shiryu, que está encurralado. Ele ataca novamente com o golpe Presas da Besta, mas Shiryu consegue se esquivar, mesmo com os olhos muito machucados. Fenrir começa a golpear violentamente Shiryu contra a cascata. Em outro lugar, Seiya pressente que Shiryu corre perigo, mas sabe que não pode ajudar. Shun e Hyoga têm o mesmo pressentimento. Shiryu está sangrando muito e Fenrir ordena que os lobos comam o cavaleiro de Dragão. Quando Guing e os outros chegam perto de Shiryu, eles começam a lamber o sangue dele. Fenrir continua dando risada da situação. No local onde Athena está, Eudora e Kiki estão preocupados com os cavaleiros de Athena. Eudora sabe que caminhar por Atlântida é muito complicado. Kiki acalma a irmã de Siegfried, dizendo que os cavaleiros já passaram por vários desafios mortais e sempre sairam vitoriosos. Eudora continua rezando por eles. Fenrir ordena que Guing coma Shiryu, mas neste momento o Dragão acorda e consegue afastar os lobos. Entretanto ele é pego novamente por Fenrir, que pede para ele se render. A luta é violenta! Shiryu se lembra mais uma vez das palavras de Shura e isso serve mais uma vez como inspiração para ele se levantar e continuar lutando. Shiryu avisa Fenrir que ele quer a concha dourada de Atlântida para proteger a Terra dos terremotos causados pelo continente que ressurgiu do fundo do mar. Fenrir não aceita entregar a concha. O cavaleiro de Bronze pede para Fenrir confiar nele, mas o general atlante não confia em ninguém. Ele não acredita na amizade, pois foi traído no passado, por isso ele só confia nos lobos. Shiryu pergunta que ele nunca poderá ser feliz se não confiar nas pessoas. Fenrir começa a contar a sua triste história. Quando ele tinha seis anos caminhava com seus amigos em uma floresta da Finlândia, seu país natal, próximo ao mar, quando eles foram surpreendidos por um urso. O urso atacou e matou seus pais. Fenrir correu e pediu ajuda para todos os seus amigos da região. Todos se negaram e o abandonaram. Quando ele estava para ser morto, criaturas híbridas surgiram do mar e mataram o urso, salvando Fenrir. O jovem então descobriu que se tratavam de monstros da era mitológica, os ofiotauros, que tem cabeça de touro e cauda de serpente. Vários ursos surgiram para enfrentar esses monstros, e essas criaturas mostraram que estavam presentes como almas e encarnaram em lobos da região, que surgiram e mataram todos os ursos e o salvaram. Fenrir seu uniu a alcateia liderada por Gingue e passou a viver com os lobos. As almas dos ofiotauros voltaram para o fundo do mar, mas sempre apareciam para visitá-lo encarnando nos lobos. Os anos se passaram e Fenrir foi escolhido pela escama de Ofiotauro após treinamento que teve na cidade de Tebas, na Grécia, e admitido pela senhora Anfitrite, se tornando um general atlante que quer purificar esse mundo desses seres humanos imundos.
De volta à luta, os lobos continuam atacando Shiryu e neste momento Fenrir dispara um novo golpe: Presas da Fera Imortal. Shiryu pede para Fenrir tirar os lobos de cima dele, mas não é atendido. Saori então envia o seu cosmo, fazendo os lobos recuarem. Agora a luta será apenas entre aquele que confia nos amigos contra aquele que não confia em ninguém!
Episódio 7: A Habilidade de Shiryu Decide o Combate!
Shiryu ataca com o Cólera do Dragão, mas as Presas da Besta se sobressai, golpeando Shiryu em cheio. Fenrir diz para os lobos não terem medo do cosmo de Athena e pede para eles atacarem o Dragão novamente. Shiryu queima o seu cosmo e afasta os lobos. Shiryu quer a concha dourada de Atlântida de qualquer maneira. Fenrir desdenha falando que Shiryu comete uma bobagem ao lutar pelos outros humanos. O cavaleiro de Bronze fala que eles também são orfãos, mas jamais choraram por isso, eles compartilharam a dor e a felicidade entre eles, em um sinal de amizade, diferentemente de Fenrir, que se revoltou contra o destino que a vida o reservou. Shiryu está muito determinado agora. Em outro local, o general atlante Hagen de Árion surge na frente de Hyoga de Cisne. Ele estava esperando o cavaleiro de Athena, pois acredita que foi ele quem colocou Eudora contra Anfitrite, manipulando Eudora. De volta à luta de Shiryu e Fenrir, o general atlante está muito zangado com as palavras de Shiryu e o ataca várias vezes. Shiryu não encontra saídas para vencer Fenrir, já que o seu Cólera do Dragão se mostra ineficaz. Ele tem a ideia então de desviar o seu golpe para a cascata. A ideia de Shiryu dá certo, pois ele reverte o fluxo da cascata e a imensa energia emanada atinge em cheio Fenrir e os lobos. Shiryu também acaba tragado pela avalanche, mas sobrevive. Guinge e os outros lobos começam a cavar a terra, na tentativa de encontrar Fenrir. Os lobos encontram o general atlante, mas ele está morto. Shiryu pega a concha dourada de Atlântida e lamenta a morte de Fenrir. Ele espera que dá próxima vez que ele renascer, ele possa confiar nas pessoas. Os lobos começam a uivar e, como vingança pela morte de Fenrir, partem para cima de Shiryu, que cai em um penhasco. Seiya sente que o cosmo de Shiryu enfraqueceu. Saori e Kiki também. Com a queda do penhasco, Guinge e os lobos morreram. De volta à luta de Hyoga e Hagen, o cavaleiro de Bronze sente que o cosmo do general atlante é muito poderoso, similar ao dos cavaleiros de Ouro. Ele resolve testar a sua força e dispara o golpe Pó de Diamante. Hagen acaba congelado, mas consegue quebrar o gelo facilmente. Hagen desdenha do golpe de Hyoga e pede para ele atacar novamente. O Cisne então dispara o Pó de Diamante novamente, mas Hagen consegue defender e repelir o golpe de volta. Hyoga não acredita no que vê, mas não desiste da luta, queimando novamente o seu cosmo. Hagen resolve lutar com todas as suas forças também!
Episódio 8: Um Combate Por Eudora!
Hyoga lembra que durante a batalha contra o seu mestre Camus, na casa de Aquário, ele conseguiu despertar o sétimo sentido. Ele avisa Hagen que pegará a sua concha dourada de Atlântida para poder derrotar Anfitrite, libertar Hilda e Siegfried do domínio da deusa e para que Eudora não sofra mais. Hagen se irrita pelo fato de Hyoga falar de Eudora com tanta intimidade. Hyoga pede para Hagen entregar a concha dourada de Atlântida, se ele gosta tanto de Eudora. Somente assim ele ajudará Eudora. Hagen está "cego" e não percebe que Hyoga fala a verdade e então ataca com o golpe Força Congelante. O general atlante congela o cavaleiro de Athena, mas Hyoga ri da situação e consegue se livrar do "caixão de gelo" criado por Hagen. Hyoga é um cavaleiro do gelo e não irá ser morto por um golpe assim. Hyoga diz que Eudora ficaria triste se visse como Hagen está agindo. Ele conta também que Eudora salvou a sua vida quando ele entrou em Bluegraad para averiguar sobre de onde veio a ação de reconstrução de Atlântida. Hyoga se deixou ser preso e acabou torturado. Ele subestimou a força dos generais atlantes e se arrependeu por isso, sendo capturado pelos seus aliados, que eram guerreiros azuis de Bluegraad, que em outras eras eram cavaleiros de Athena responsáveis por cuidar do selo de Athena sobre o deus dos mares Poseidon, e que nessa geração grande parte deles haviam traído Athena e se unido a Anfitrite. Não havia como escapar, mas Eudora apareceu e o tirou da prisão. Hyoga derrotou o líder dos guerreiros azuis, Alexei, que era irmão de Frey, outro guerreiro azul que não era traidor, e fugiu com Eudora. Depois de ajudá-lo, Eudora pediu ajuda para Hyoga, sendo ele um cavaleiro de Athena, no intuito de libertar seu irmão Siegfried da influência de Anfitrite, além de impedir seus planos que poderiam destruir a Terra. Hagen fica ainda mais irritado, achando que Hyoga está mentindo e que ele enganou Eudora. Hagen diz que mostrará para a Hyoga toda a força de Árion, o deus cavalo que era uma criatura filha de Poseidon que ele representava. O general atlante ataca com raiva, mas o Cisne consegue esquivar. No local onde Athena está, Eudora e Kiki ficam preocupados ao verem que Atlântida está cada vez mais próxima de ser reconstruída totalmente. Hagen se lembra da sua infância, época que já servia Anfitrite, que já tinha domínio sobre Hilda mesmo muito jovem. Hagen tinha consigo a missão de proteger Anfitrite e através de Siegfried conheceu Eudora, a quem sempre nutriu um sentimento bonito. Ele era a pessoa mais próxima de Eudora após seu irmão Siegfried. Ele se lembra da promessa que fez a Eudora, de ser o homem mais poderoso do mundo, assim podendo proteger ela junto a Anfitrite mesmo que isso custasse a sua vida. Hyoga diz que também prometeu a Eudora que a protegeria mesmo que isso custasse a sua vida. Os dois se confrontam com os golpes Trovão Aurora e Raio de Fogo. Hagen leva vantagem e Hyoga fica perplexo ao ver que o general atlante possui um golpe controlando o fogo. Hagen sai correndo para dentro de uma caverna e Hyoga pede para ele não fugir, mas acaba sendo obrigado a seguí-lo. No interior da caverna de Atlântida, o calor é intenso. No local havia um rio de lava. Hagen diz que aquele é o local mais quente do continente Atlântida e será o local do túmulo do Cisne. Hyoga diz que Hagen está fugindo, pois não tem poder suficiente para vencê-lo, mas Hyoga está sofrendo demais com o calor. Hagen ataca com uma corrente de ar quente e Hyoga quase desmaia com o calor. O general atlante de Árion ataca novamente com o golpe Raio de Fogo. Hyoga pula para se esquivar, mas acaba atingido e quase cai no rio de lava. Kiki sente que Hyoga está correndo perigo e vê a imagem dele sofrendo em um lugar com muito fogo. Ele conta para Eudora o que ele viu e ela logo entende que ele está enfrentando Hagen no local mais quente da nova Atlântida. Esta é a última coisa que ela gostaria de ver e sai correndo em direção a eles.
Episódio 9: Hyoga Supera a Caverna Ardente!
Hyoga continua sofrendo com o calor da caverna de Atlântida. Eudora corre em direção da caverna. Hagen utiliza a lava para atacar Hyoga, mas o cavaleiro de Bronze consegue detê-la utilizando um golpe congelante. Hagen se aproveita do momento e ataca com o Raio de Fogo. Hyoga se lembra novamente das palavras de Eudora e entende que precisa achar uma maneira de contra-atacar, caso contrário será vencido. Hyoga jamais enfrentou um calor como este. Ele pergunta como Hagen suporta o calor do lugar, tendo nascido em terras nórdicas. Ele explica que a sua escama de Árion foi banhada em fogo e ele já treinava com esse elemento desde criança. Graças ao seu treinamento, ele consegue ficar lá por até uma semana. Hyoga está suando muito e entende que encontrou o pior inimigo que alguém que sempre viveu na Sibéria poderia enfrentar. Ele pede novamente para ele se render e entregar seu concha douarada de Atlântida. O Cisne começa a ter vertigens e cai novamente ferido no chão em mais um ataque do Raio de Fogo de Hagen. No Castelo Atlantis, Siegfried é informado que Fenrir foi derrotado. Shido fala que eles não podem subestimar os cavaleiros de Athena. Siegfried se revolta ao perceber que sua irmã Eudora ainda está com Athena. Eudora continua lembrando os bons momentos que viveu com Hagen na infância. Hyoga se levanta mais uma vez e vê Hagen invocar a lava novamente. Neste momento ele tem uma ideia, mas acaba ferido e perdendo o elmo. Hagen pega o elmo de Hyoga, como prova da sua vitória, mas o Cisne não morreu e se levanta mais uma vez. Ele explica mais uma vez que para salvar a Terra Hagen precisa entregar sua concha dourada de Atlântida. O general atlante se assusta com a força de vontade de Hyoga. Um novo ataque do Raio de Fogo não funciona desta vez e Hyoga ataca com a Execução Aurora, congelando uma parte da lava. Hagen conseguiu se desviar por muito pouco. Saori pede para Kiki ir até a caverna, ajudar Hyoga. Eudora chega no local no momento em que Hagen iria jogar Hyoga no rio de lava. Ela pede para ele parar e não machucar Hyoga. O general atlante joga o Cisne no chão e Eudora sai correndo para consolá-lo. Hagen fica irritado e Eudora pede para ele escutá-la. Ela conta sobre as intenções malignas de Anfitrite, implorando por sua ajuda. Hagen não quer acreditar e credita a culpa a Hyoga. Hagen se mostra muito fiel a Anfitrite e nem as palavras da sua amada o fazem mudar de postura. Eudora se coloca na frente de Hyoga, impedindo que Hagen ataque novamente. A raiva de Hagen contra Hyoga é muito grande e ele ataca com o golpe Raio de Fogo, sem se importar com a presença de Eudora. Hyoga se coloca na frente e salva Eudora. O Cisne se levanta e vê Eudora desmaiada. Hyoga queima o seu cosmo ao máximo, despertando o sétimo sentido, e dispara mais uma vez a Execução Aurora. Desta vez Hagen é atingido em cheio e morre diante de uma triste Eudora, que chora copiosamente pela morte do seu amado. Hyoga se lamenta, mas não havia outra solução a não ser vencer Hagen. Kiki finalmente chega na caverna e Hyoga diz que a luta já acabou. Em seguida, a concha dourada de Atlântida é libertada da escama de Árion.
Episódio 10: A Harpa Traiçoeira do General Atlante!
Anfitrite percebe que o cosmo de Hagen desapareceu e pergunta para Siegfried o que ele acha. O general atlante responde que os cavaleiros de Athena devem estar muito feridos, seria impossível eles terem saído ilesos das batalhas. Neste momento, Anfitrite escuta novamente a voz do ser misterioso que a da ordens, dizendo que ela não deve desistir pois vencerá Athena. Seiya continua subindo em direção ao Castelo Atlantis, mas sente muitas dores na região do estômago, dores estas devido a sua luta contra Thor. Neste momento ele acaba caindo em um precipício. Se ele não estivesse utilizando a nova armadura de Pégaso, certamente não teria sobrevivido. Neste momento Seiya se lembra do momento em que os cavaleiros de Ouro doaram seus sangues para restaurar as armaduras de Bronze. Aioria para o Pégaso, Milo para o Cisne, Aldebaran para o Dragão e Shaka para Andrômeda. Os cavaleiros de Ouro também reconhecem que Seiya e os outros são os verdadeiros cavaleiros que protegem Athena. Ao lembrar tudo isso, Seiya renova as suas forças e se levanta mais uma vez! Shun, que está mais a frente, não consegue sentir o cosmo dos seus amigos. Neste momento ele também se lembra das lutas nas doze casas do Zodíaco e os esforços que eles fizeram para salvar Athena. Mais a frente, Shun escuta uma bela música, ao mesmo tempo em que a considera triste. Surge na sua frente o general atlante Mime de Polvo. As correntes de Shun não conseguem sentir a presença do inimigo. Mime diz que sabe o que se passa pela cabeça de Shun, principalmente o fato dele não gostar de lutar. Shun diz que lutará para salvar Athena e ataca com as Correntes de Andrômeda. Entretanto, as correntes acabam hesitando e param de se mover ao chegarem perto de Mime. As Correntes de Andrômeda não consegue atacar alguém que não tem um cosmo ameaçador. Mime diz que não há razão para Shun lutar e ele deve apreciar a morte de forma tranquila. Mime ataca com vários golpes na velocidade da luz e Shun consegue se defender com a Defesa Circular. Uma brecha na Defesa Circular acaba acontecendo e Mime consegue golpear Shun. Os ataques de Mime lembram os ataques de tentáculos de polvo, um animal marinho. O cosmo de Mime é cheio de mágoas, tornando-o um guerreiro misterioso. Shun sente que Mime também não gosta de lutar, mas não pode ficar sem fazer nada, pois é necessário salvar Athena. Ele continua atacando com as Correntes de Andrômeda, mas Mime cria uma ilusão, criando vários "clones" seus espalhados pelo local. Nem as Correntes de Andrômeda, que tem o poder de localizar o inimigo mesmo há anos luz de distância, não conseguem fazer nada. Neste momento, Mime surge nas costas de Shun, golpeando-o de forma violenta. O general atlante pergunta por que Shun insiste em lutar e Shun responde que precisa resgatar Athena e proteger a Terra. Mime diz que é bobagem, já que a Terra nunca haverá paz e os crimes nunca acabarão. Shun entende que Mime é um oponente diferente de todos os que ele já enfrentou, o trabalho psicológico que Mime faz contra Shun é intenso, incentivando-o a abandonar as lutas. Shun se questiona, perguntando a si mesmo quantas pessoas mais ele terá que ferir em nome da justiça. O resultado de uma luta sempre será outra luta, por mais que eles se esforcem, nunca haverá paz. Shun pede ajuda para os seus amigos, mas não obtem a resposta. Mime diz então que Shun só parará de lutar quando estiver morto. Neste momento, a voz de Ikki diz para Shun que não há resposta, mas ele deve confiar naquilo que ele acredita, assim a sua luta não será em vão. Ikki diz para Shun não desistir e isso faz com que ele se encha de esperança novamente, pois ele acredita em seu irmão Ikki. Shun queima o seu cosmo e o combate vai reiniciar.
CONTINUA...
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