Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter)!
36 O Poder do Camaleão: Vingando os Amigos da Ilha!
Notas iniciais

Na Necrópole de Gizé, Isaak fica mais próximo de Hyoga após o seu antigo amigo se surpreender em vê-lo vivo.
- Sim, estou vivo, Hyoga. Não se esqueceu da pessoa que salvou a sua vida não é? – Comenta Isaak.
- Então por todo esse tempo você esteve vivo, Isaak!
- Sim, lamento por não ser um fantasma. – Caçoa Isaak.
Shun tenta sair do local segurando Shiryu. Isaak ataca um poder de ar frio que Shun evita com a corrente circular. Shun adentra uma das pirâmides e Isaak a congela com os dois cavaleiros dentro.
- Não... Shun... Shiryu! – Grita Hyoga.
- Esse é o meu poder frio, Hyoga. Não posso permitir que sigam por esse local. Apenas a pirâmide congelou, eles so ficaram lá dentro.
- Isaak, eu... Nem tenho como te pedir desculpas por aquele dia...
Isaak se aproxima de Hyoga e lhe dá um soco, o jogando para trás.
- O que está pensando, Hyoga? Estamos em guerra. O Isaak que você está vendo agora é um legionário de Cristal e que protege a deusa Apáte. Sou Isaak de Peixe Austral.
- Nós dois fomos discípulos do Cavaleiro de Cristal na Sibéria. Você era puro e justo. Por que virou um legionário de Cristal? Na verdade hoje era você quem deveria estar vestindo a armadura de Cisne.
Isaak fecha os olhos e se cala.
- Por que está fazendo isso, Isaak? Essa cicatriz no seu olho é daquele dia?
- Sim, desde que salvei você. Eu não devia nem ter sobrevivido.
- Você pode deixar uma cicatriz no meu olho igual ao seu, Isaak! Você pode até me matar. – Hyoga começa a chorar.
- Nem precisava pedir. Eu ia fazer isso mesmo. Prepare-se, Hyoga!
Isaak golpeia o olho de Hyoga, que começa a sangrar.
- Isaak, você só feriu minha pálpebra eu continuo enxergando.
- Isso pouco importa, você logo vai morrer!
- Então se você vai me matar, me conte o porquê você virou um legionário! – Pede Hyoga.
Isaak encara Hyoga e resolve atender seu pedido.
- Muito bem, vou te conceder esse último desejo antes da morte, Hyoga. Quando te salvei, estive à beira da morte, e senti um cosmo envolvendo meu corpo. Logo fui levado por esse cosmo para a superfície. Foi quando encontrei Telly de Coroa Austral e ele me revelou que o cosmo magnífico que me salvou era de nossa majestade a deusa Apáte. Ele me revelou que ela é a deusa do engano, mas que esse poder dela poderia transformar o mundo em um mundo muito melhor, e o que pode ser visto como engano hoje pode ser a verdade amanhã. Ele continuou meu treinamento e agora sou leal à deusa Apáte, que é muito mais poderosa que Athena. O mundo tem que ser destruído e começarmos tudo do zero, e Apáte, junto com Arles, o espírito leal ao deus da guerra Ares, será capaz de conseguir esse feito.
- Você está enganado, Isaak! – Responde Hyoga.
Nesse momento, a Pirâmide que estava congelada é partida com o ataque da corrente de Andrômeda. Shun consegue fugir com Shiryu desmaiado. Isaak tenta os impedir, mas Hyoga se coloca na frente. Os dois cavaleiros fogem para a irritação de Isaak.
- Maldito, agora eu vou te mandar para o inferno. Morra, Hyoga: “Aurora Boreal.”
- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhh... – Hyoga é arremessado contra o chão de gelo criado por Isaak.
Hyoga se levanta sangrando. Ele olha para Isaak.
- Isaak, com um cosmo contaminado igual o seu é impossível você me vencer. A verdadeira força só pode servir a justiça.
- O que? Você disse que meu cosmo está sujo? – Perguta Isaak indignado.
- Sim. Essa sua aliança com seu novo mestre Telly, que enfrentou e matou nosso mestre Cavaleiro de Cristal e depois teve uma luta mortal contra o meu mestre Camus, que você também o conhece tão bem e deveria considerar seu mestre, luta em que os dois morreram, essa aliança com uma deusa que causa engano e nesse espírito imundo do Arles mancharam seu cosmo. Você não tem capacidade de matar um defensor de Athena.
Isaak fica muito incomodado com a repreensão de Hyoga e ataca com violência.
- Cale-se! Não preciso levar lição de moral de um moleque que chora pela mamãe: “Aurora Boreal.”
- Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhh... Mesmo sendo da constelação de Peixe Austral ele ataca o poder da Aurora Boreal tão bem! – Lamenta Hyoga, ferido no chão.
- Sim, mas agora você vai receber o meu poder secreto. O poder que aprendi sendo um legionário de Cristal. Morra Hyoga: “Dilúvio de Gelo.”
O golpe cria uma imensidão do mar de água gelada. Hyoga é totalmente tomado.
- Mas o que é isso? Que água gelada... Aaaaaaaaaaaaaaahhhhh...
Hyoga é afogado e começa a sucumbir.
- Eu sou Isaak de Peixe Austral, um legionário de Cristal estelar! – Diz Isaak, orgulhoso de si.
- Mmmm... Isaak! – Hyoga está caído quase inconsciente no chão.
- Ah, Hyoga. Com a sua morte você enfim pagou a sua dívida comigo. Será que precisávamos chegar nesse ponto?
Isaak percebe a dificuldade que Shun está tendo para levar Shiryu nas costas devido ao desgaste que teve para quebrar a Pirâmide de gelo. Eles estão no caminho um pouco a frente. Isaak dispara contra Shun de longe, congelando o caminho dele.
- Argh... Eu não posso parar aqui... Tenho que salvar o Shiryu também. O Hyoga está tendo problemas contra o antigo amigo dele. Eu vou infelizmente ter que lutar com ele. – Lamenta Shun.
- Se não me derrotar, Andrômeda, não irá a lugar nenhum. Será um prazer te matar assim como fiz com o Hyoga. – Grita Isaak para Shun ouvir.
- Nós cavaleiros de Athena arriscamos nossas vidas para proteger a paz e a justiça. Eu não vou permitir que você mate o Hyoga! – Shun se aproxima de Isaak, deixando Shiryu caído mais atrás.
Shun e Isaak se encaram.
Próximo dali, Seiya segue caído devido aos golpes de Jahi.
- Quer de novo? Muito bem: “Vendaval Translúcido.”
- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhh... Parece que cada vez que ele ataca, ele fica mais poderoso...
- Vejo que Isaak matou um dos cavaleiros que invadiram nosso território. Ótimo, o Pégaso também já era. Agora devo ir até lá dentro da Pirâmide de Cristal ver que energia estranha foi essa que adentrou o local. Devo evitar que se aproxime do senhor Arles!
Jahi se vira e segue andando deixando Seiya para trás. Seiya faz força para se levantar.
- E-espere Jahi.
- Han? – Jahi se vira e percebe Seiya se levantando.
- Eu ainda não estou derrotado.
- Você realmente quer insistir Seiya de Pégaso? Por que não morre logo em paz?
Seiya fecha os olhos e volta a concentrar seu cosmo.
- Eu só saio daqui com a Saori salva!
- Idiota, tudo bem. Eu vou massacrar seu corpo. Eu não posso mais perder tempo com um inútil igual você, então darei um fim nisso tudo agora: “Vendaval Translúcido.”
O vendaval vai com tudo em direção a Seiya, que desaparece.
- Hahahaha, o corpo dele foi pulverizado. Moleque atrevido, agora tenho mais o que fazer.
- Estou aqui, Jahi!
- O que? – Jahi olha pra cima e vê Seiya vindo em sua direção com um chute. O chute de Seiya acerta a cara de Jahi, que é arremessado para trás.
- Eu já disse que não vou desistir: “Meteoro de Pégaso.”
- Idiota... Mas esses meteoros... Não pode ser... Aaaaaaaaaaahhhhh...
Jahi fica atordoado com o golpe de Seiya. O cavaleiro de Pégaso salta pra cima de Jahi novamente, mas o legionário de Sárdio desvia e contra ataca, jogando Seiya no chão.
- Seiya de Pégaso, só ficarei feliz agora com sua morte. Agora essa minha técnica dará um fim a você. – Grita irritadíssimo Jahi, que também se machucou.
- O que... Os meus pés... Estão presos... O que é isso?
Várias pedras prendem os pés de Seiya no chão. Jahi mostra fúria no olhar e vai se aproximando do cavaleiro.
SANTUÁRIO – GRÉCIA
Catalyn e Celina se olham. A legionária perde a fala, presa no chicote de June.
- Marin, essa mulher é Catalyn de Tucano, ela foi junto com o legionário que matou meu mestre destruir a Ilha de Andrômeda. O Shaka conseguiu matar o mestre deles, Hiero de Citrino, mas não evitou a destruição da Ilha e a morte dos demais. – Explica June.
- Então essa mulher estava lá? Deixe comigo, June, eu mesmo darei um fim a ela. – Marin se prontifica a lutar.
- Não, Marin, pelo meu mestre eu mesma vou derrotá-la...
Enquanto as duas conversam, Celina se aproxima de Catalyn. A legionária percebe que mesmo enfraquecido, o cosmo é de sua deusa, da mulher a quem segue.
- Se vocês quiserem, eu mesmo a mato! – Comenta Celina.
Celina fica frente a frente com Catalyn, através de seu cosmo, a deusa fala com Catalyn.
- “Catalyn de Tucano, ordeno que você dê logo um fim nessa amazona de Bronze, já que você não teve a capacidade de fazer naquela Ilha”.
- “Senhorita Apáte, que bom saber que invadiu o Santuário de Athena com seu corpo humano se fazendo de amazona. Me sinto mais tranquila assim”. – Responde Catalyn por cosmo.
- “Como deve saber, os malditos deuses aliados de Athena conseguiram temporariamente deter meu poder, mas até eu recuperar todo o meu cosmo o poder do meu engano vai fazer muitas vítimas por aqui. Acabe logo com essa amazona de Bronze que essa enxerida amazona de Prata eu mesma darei um fim”.
- “Sim, senhorita...”.
June interrompe a conversa mental entre as duas mulheres.
- Não, Celina! Eu mesma enfrentarei essa legionária.
- Muito bem, acho melhor deixarmos essa luta para June, Marin! – Comenta Celina.
- Concordo. Mas não vamos nos distanciar, temos que ficar de olho para essa daí não causar nada por aqui!
Marin e Celina se afastam. June solta Catalyn de seu chicote.
- Sem interferências, agora vamos nos enfrentar, legionária.
- Você é muito burra, amazona, no momento em que você me prendeu em seu chicote era a única chance de me vencer. Agora vai pagar caro por ter me soltado: “Bicada Assassina.”
- O que? Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhh...
- O meu poder cósmico está ainda mais forte, amazona. Meu cosmo cria tucanos que vão bicar seu corpo até deixá-lo em pedaços. Agora não é apenas uma bicada, mas varias bicadas por segundo que você terá que sentir a dor.
June sente sua pele rasgando pelas bicadas. Ela vai ao chão com seu corpo cheio de buracos.
- Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh...
- Agora, June de Camaleão vou fazer o que já tinha que ter feito lá na Ilha. Dar o golpe fatal em você.
- Pena que você não tem mais condições de me atacar. – June se levanta sangrando.
A legionária olha com estranhamento para June.
- Que bobagem é essa?
- Olha para sua barriga e braços.
- Han? Mas o que... Estou toda cortada. – Catalyn estranha o que vê.
- Exatamente. Você já foi atacada por minha camuflagem. Eu te soltei, mas sem você perceber meu chicote que mudou de cor já havia feito cortes em seu corpo. Só que o efeito dele tarda para enganar o adversário.
Catalyn começa a sentir muita dor e não consegue se movimentar direito.
- Aaaaaaaaaaaahhhhhhh... Mas que dor... Se eu conseguisse te acertar mais uma Bicada assassina... Seu corpo não resistiria... – O corpo de Catalyn começa a travar.
- Legionária imbecil, vai pagar pelas vidas do meu mestre e de todos da Ilha: “Chicote do Camaleão.”
- Aaaaaaaaaaaahhhhhh...
June segue golpeando intensamente Catalyn com seu chicote.
- Receba os golpes de justiça de uma amazona da Ilha de Andrômeda.
- Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh...
Catalyn não resiste e morre. June sangrando debilitada perde a consciência e também vai ao chão.
Um pouco distantes, Marin e Celina olham a luta das duas enquanto fazem a ronda para ver se nenhum inimigo mais vai invadir o Santuário. Elas percebem que Catalyn está sendo derrotada e Marin fica parada vendo o fim da luta de June. Celina aproveita e fica logo atrás, olhando Marin de costas.
- Amazona idiota, insiste em ficar no meu caminho, te darei um fim que ninguém nem vai perceber que você desapareceu hahaha. – Diz a forma humana da deusa Apáte erguendo sua mão e mirando o pescoço de Marin.
Celina ataca com sua mão direita no pescoço de Marin. É tarde até Marin perceber já estaria morta. A mão chega com intensidade no pescoço de Marin, quando é atacada por uma ferroada.
- Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh... Quem fez isso! – Grita Celina.
Marin se vira e percebe que Celina está com a mão machucada. As duas olham a presença de um cavaleiro.
- O que pretendia fazer com Marin, amazona de Prata de Cassiopeia? – Questiona Milo de Escorpião, o cavaleiro de Ouro que atacou Celina.
Celina e Milo se olham friamente. Os pós de cristais espalham ainda mais pelo ar.
Fale com o autor