Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter)!
28 As Batalhas nas Terras Gélidas!
Notas iniciais
Asterion pula na frente de Kanon e impede sua passagem.
- O que está fazendo na minha frente, cavaleiro? – Pergunta Kanon.
- Cumprindo ordens. Você não deve deixar o Santuário. Como cavaleiro de Prata deve fazer a ronda como os demais.
- Não sou um cavaleiro de Prata comum. Saia da minha frente que minha missão é proteger Athena.
- A de todos nós, seu arrogante. Todos somos cavaleiros de Athena. Agora como pedido por Aioros e Aioria, você deve cuidar dos arredores do Santuário.
Kanon de olhos fechados não se mostra a fim de cumprir nada.
- Sinto dizer, mas não posso cumprir essa ordem.
- Quem não cumpre ordens deve ser punido. – Asterion fecha o punho e queima seu cosmo.
Kanon olha fixamente para Asterion.
- E quem vai me punir?
- Eu, Asterion, o cavaleiro de Prata de Cães de Caça! “Ataque de Um Milhão de Fantasmas.”
Kanon evita o golpe com facilidade, surpreendendo Asterion.
- Você chama isso de golpe de um cavaleiro de Prata? Mais fraco que de um cavaleiro de Bronze.
- Idiota! – Se revolta Asterion.
- Saia do meu caminho, desapareça! “Triângulo de Ouro.”
- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhh... Para onde vou?
Kanon intercepta o próprio golpe e Asterion vêm caindo do alto até o chão. Kanon dá uma surra em Asterion e sai correndo.
- Não posso matar esse cavaleiro, seria mais um pecado a ser perdoado por Athena. Tive que feri-lo. Foi a única forma de partir daqui. Saga, irmão, me aguarde que também irei proteger Athena.
Asterion está caído sangrando bem machucado. Marin o encontra.
- Asterion, é você!
- Ma-Marin... Foi Kanon quem me feriu.
- Aquele homem é muito poderoso. Será que realmente ele é confiável?
- Ele deixou o Santuário... Foi atrás de Aioros e Saga... – Asterion começa a delirar e lembrar-se do tempo original...
Asterion olha para Marin que está diante dele.
- Marin, não me mate!
- Por que eu iria lhe matar?
Asterion desmaia. Marin o carrega até as proximidades do Coliseu. Chegando lá ela encontra Shaina desmaiada.
- Shaina!
- Se- Seiya... Eu vi o Seiya... Eu tenho que matá-lo... – Shaina está delirando.
- De fato era o Seiya, ele voltou a pouco da Sibéria com Shiryu. Shaina engoliu muito pó de cristal, ela está realmente querendo matar o Seiya apesar de já saber que ele não é inimigo, será que ainda está tomada pelo engano dos cristais ou tem outro motivo? – Se pergunta Marin.
Marin encosta Shaina ao lado de Asterion. June se aproxima.
- Marin, está tudo bem?
- June, se eu não estou enganada você é a única amazona da patente Bronze no Santuário. Cuide desses dois, por favor!
- Sim.
Marin deixa o local correndo. Próxima a entrada das doze casas ela fica pensativa.
- Tome cuidado, Seiya!
LESTE DA SIBÉRIA
Shun está deitado em um sofá e aos poucos vai despertando.
- Onde estou? O que está acontecendo? Minhas forças estão voltando, mas ainda me sinto fraco...
- Andrômeda? – O Cavaleiro de Cristal se aproxima.
- Você é...
- Sou o mestre do Hyoga!
Shun sorri ao reconhecê-lo.
- Ah sim, o Cavaleiro de Cristal, obrigado por cuidar de mim.
- Eu que te agradeço pelo que fez por mim e Hyoga, Andrômeda.
- Imagina, eu fiz o meu melhor para salvá-los.
O Cavaleiro de Cristal coloca a mão no ombro de Shun em cumprimento.
- Essa vitamina que te dei vai fazer você se recuperar com mais rapidez.
Um barulho é escutado do lado de fora. O Cavaleiro de Cristal fica apreensivo e sai de sua casa.
- O que foi isso? – Ele se pergunta olhando para todos os lados, quando vê um homem próximo.
- Confesso que estou surpreendido. Não acreditei quando vi que o meu esquife com você dentro não estava mais lá onde deixei. Você foi salvo por alguém, mas não fugiu de me dizer qual a sua decisão! – Telly de Coroa Austral aparece na frente da casa do Cavaleiro de Cristal.
- Telly de Coroa Austral, você realmente voltou!
- Exatamente, Floki de Coroa Boreal. Agora me diga, qual sua decisão?
Shun olha pela janela e se surpreende.
- Floki de Coroa Boreal? Esse é o nome do Cavaleiro de Cristal e sua constelação!
O Cavaleiro de Cristal se aproxima de Telly.
- A minha decisão é eliminar você e todos os malditos legionários de Cristal, e quem me fez sofrer daquele terrível engano: “Pó de Diamante.”
O golpe faz Telly ser arremessado para trás de surpresa. O Cavaleiro de Cristal gosta de ver o inimigo surpreendido.
- Não pensou que me submeteria a suas ordens, não é mesmo, Telly?
- Imaginava que não, Floki! – Telly aparece do outro lado surpreendendo o Cavaleiro de Cristal.
- Mas como? Que velocidade!
- Agora sofra a punição por nos trair: “Brilho da Aurora Austral.”
- Aaaaaaaaaaaaaahhhhh... – O Cavaleiro de Cristal sai rolando.
Telly volta a ficar diante de Floki caído.
- Você não é páreo para mim, Floki. Se tornou um simples cavaleiro de Prata que ficava cuidando das terras gélidas e de olho aonde foi o antigo Templo de Poseidon. Achou que treinando um cavaleiro de Bronze iria evoluir seu poder? Mesmo sendo treinado por um cavaleiro de Ouro você está mais fraco do que era quando foi um legionário de Cristal!
- Eu já te disse, fui um legionário de Cristal por engano. E foi apenas um ano. Nunca soube a quem os legionários de Cristal seguiam. A falsa justiça de vocês era aquele engano. Agora me diga Telly, quem é que traz esse engano? Quem é o deus que vocês seguem?
- Exatamente! Nossa deusa Apáte é a deusa do engano!
- O que? Então agora está tudo explicado. Talvez muito de vocês também estejam dominados pelo engano dessa deusa! – Percebe o mestre de Hyoga.
Telly cai na risada irritando o mestre de Hyoga.
- Hahahaha não Floki. Você foi o único legionário que ela utilizou seu poder. Ela só o usa nos inimigos. Ela queria ter um homem bem ligado ao exercito de Athena. E escolheu você.
- Malditos, vão pagar caro por isso!
- Cale a boca e pague sua penitência: “Brilho da Aurora Austral.”
- Aaaaaaaaaaaaaahhhhh... Estou muito ferido. – O cavaleiro olha sua mão e percebe muito sangue.
Telly volta a elevar seu cosmo e se concentra. Ele está decidido em matar Floki.
- Agora será o golpe fatal Floki: “Aurora Austral Reluzente.”
- “Corrente Circular.”
- O que? – Telly estranha seu golpe ser detido.
Shun se coloca na frente do Cavaleiro de Cristal.
- Um cavaleiro de Bronze?
- Todos somos cavaleiros de Athena. E não posso permitir que você machuque o Cavaleiro de Cristal, mestre do meu amigo Hyoga.
Telly ri sarcasticamente de Shun.
Perto dali, Hyoga começa a falar com Camus.
- Camus, eu já sei o porquê você me prendeu em um esquife de gelo. Achou que eu era fraco e não tinha condições de ser cavaleiro e preferia que eu morresse pelas suas mãos do que pelas de um inimigo.
- Hyoga, não tenho mais nada para lhe falar. – Responde Camus.
- Espere, mestre Camus. Você também é meu mestre, você auxiliou o seu discípulo Cavaleiro de Cristal no meu treinamento e me repreendeu quando descobriu meus motivos pessoais para ser cavaleiro. Você também é meu mestre.
Camus fecha os olhos e Shura observa atentamente.
- Agora vou lhe provar o meu poder e que sou digno de ser um cavaleiro!
- Muito bem, Hyoga, me mostre do que você é capaz. Se não for merecedor eu mesmo darei um fim em você!
- Cretino. – Se irrita Shura.
- Por favor, Shura. Permita que eu resolva isso com meu mestre! – Hyoga pede ao cavaleiro de Capricórnio.
Shura contrariado vira de costas para os dois e vai caminhando para o outro lado.
- Agora vou te mostrar Camus que sou um cavaleiro de verdade: “Pó de Diamante.”
- Novamente tentando me atingir com uma técnica básica como o pó de diamante e achando que poderia me fazer algum dano? Eu que o ensinei ao Cavaleiro de Cristal e ele passou para você, se esqueceu novamente? Vou te ensinar o que é frio de verdade! – Camus ergue o dedo de golpeia Hyoga.
- Han? Aaaaaaaaaaaahhhhh...
Hyoga se levanta e percebe que sua perna esquerda está congelada.
- Minha perna... Não se move...
- Hyoga, você sabe o que é o zero absoluto?
- Zero absoluto?
- Você deve saber que para congelar um objeto é preciso conter os movimentos de seus átomos.
Hyoga escuta atentamente e confirma saber.
- Sim, meu mestre me falou sobre isso...
- Mas para dominar a técnica de congelamento você precisa romper o movimento dos átomos.
Camus volta a golpear Hyoga com violência.
- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh... Agora a minha perna direita congelou...
- Hyoga, o zero absoluto é o limite extremo. É um frio impossível de criar até mesmo por mim. A energia cósmica faz a diferença no confronto entre dois cavaleiros de gelo. A vitória será de qual mais se aproximar desse limite. E por mais que você se esforce você jamais conseguirá se aproximar tanto quanto eu. – Camus levanta as mãos e as entrelaça por cima da cabeça.
- Essa posição é...
- “Execução Aurora.”
- Aaaaaaaaaahhhhh...
Hyoga cai com violência no chão e com o corpo congelado. Camus vira de costas e avista Shura já a alguma distância.
- Shura, agora que derrotei o Hyoga você vai mesmo querer o nosso confronto?
Shura o olha friamente e não diz uma palavra. Camus percebe que Hyoga se levantou.
- Hyoga, você acabou de receber a Execução aurora e conseguiu se levantar! – Camus comenta olhando Hyoga.
- Um golpe pode não funcionar uma segunda vez caso o cavaleiro consiga aprender algo ao recebê-lo. O senhor que ensinou a mim e ao Cavaleiro de Cristal se esqueceu?
- O que?
Hyoga eleva seu cosmo gélido e ergue seu punho.
- Mesmo que eu não consiga chegar ao zero absoluto eu vou te igualar e vencer! “Trovão Aurora, Ataque.”
- Já disse que é inútil Hyoga. Você não tem a menor chance. – Camus volta a deter sem grandes problemas.
- Eu não consigo acertá-lo! – Se desespera Hyoga.
- Hyoga, você já fez muito em sobreviver ao Execução aurora. Como recompensa vou deixá-lo descansar para sempre em um esquife de gelo. Quem sabe um dia você volte à vida! – Camus dispara seu golpe prendendo novamente Hyoga no esquife de gelo.
Camus se vira de costas e vai em direção a Shura.
- Você é um imprestável, Camus. Matar o discípulo do seu discípulo. Ele também era um cavaleiro de Athena! Você realmente é um inimigo e agora eu vou acabar com você.
- Shura, eu preferi que ele morresse pelas minhas mãos do que de outro. E se você insistir terei que te matar também!
Dentro do esquife, Hyoga começa a explodir seu cosmo.
- Eu não vou morrer aqui, eu não posso... Mestre Cavaleiro de Cristal... Seiya... Shiryu... Shun... Celina!
- Mas o que é isso? Hyoga está tentando quebrar o esquife por dentro! – Se surpreende Camus.
Hyoga quebra o esquife de gelo e vai ao chão.
- Acho que seu esquife não foi páreo para ele, Camus hahaha. – Caçoa Shura.
- Você não entendeu, Shura. Para conseguir quebrar o esquife de gelo por dentro ele teve que criar um frio superior ao do esquife. Isso significa que Hyoga alcançou o zero absoluto.
- O que? Mas nem você conseguiu o alcançar. – Se surpreende Shura.
- Ele me superou! – Se emociona Camus.
Hyoga se levanta e está quase inconsciente.
- E-eu disse que iria chegar ao seu nível!
- Que cosmo imenso. Pare com isso Hyoga, seu corpo não vai resistir. – Alerta Camus.
Hyoga ataca Camus com intensidade. Camus é arremessado longe com tamanho poder frio. Shura olha admirado e não consegue falar uma palavra.
Camus se levanta e olha Hyoga que está de pé com os olhos fechados.
- Você está de parabéns, Hyoga, mas sabe que não pode me vencer, sou um cavaleiro de Ouro. Na sua situação se eu te acertar a minha Execução Aurora será a sua morte. – Camus faz novamente a posição do golpe.
- O que pretende Camus? Hyoga te surpreendeu, chegou a um limite imenso e alcançou o zero absoluto. Por que você insiste e quer matá-lo? Você realmente acha que Athena gostaria de uma atitude assim de um cavaleiro de Ouro? – Comenta Shura.
- O que? – Camus é pego de surpresa com o comentário de Shura.
- Camus de Aquário. Saiba que isso já aconteceu e você morreu. Eu cada vez mais tenho todas as minhas memórias de volta. Você vai morrer para ensinar Hyoga? Ele já aprendeu. Athena tem uma grande batalha contra um forte inimigo e você vai desperdiçar sua vida novamente? Vai ser novamente um cretino?
Camus não entende, mas acha estranhas as palavras de Shura. Elas mexem com ele. Quando ele percebe, Hyoga está fazendo a mesma posição que a sua!
- O que está fazendo, Hyoga? A posição da Execução aurora? Não é porque você a recebeu e conseguiu esse nível de frio que você irá saber usá-la! Eu considero isso um desafio, com isso vou te mostrar o que é a execução aurora de verdade! – Camus e Hyoga ficam frente a frente na mesma posição.
- Camus, seu cretino ignorante! – Se revolta Shura.
- “Execução Aurora.” – Camus e Hyoga disparam ao mesmo tempo.
O ataque de Hyoga está superando o de Camus. Os dois começam a sucumbir. Quando de repente...
- Espada que tudo corta, eleve ao seu extremo e rompa todo esse frio! “Excalibur.”
Uma grande explosão ocorre com o ataque de Shura. Camus e Hyoga estão muito congelados. Shura observa os dois que seguem de pé.
FIM DO CAPÍTULO
ESPECIAL: SAINT SEIYA: REEDIÇÃO DOS FILMES CLÁSSICOS!
Hoje começamos o especial agora dos filmes clássicos. O primeiro, nessa nova versão, será: "Saint Seiya: O Filme — A Batalha de Asgard!"
Baseado em “A Grande Batalha dos Deuses” e inserido como um filme na Reedição do Anime Clássico. A história desse filme ocorre após a batalha das doze casas. (Lembrando que na Reedição do Anime clássico não existe Saga de Asgard, e sim o "Arco de Atlântida" em sua primeira versão, e "A Saga de Bluegraad", na segunda versão).
SAINT SEIYA: O FILME — A BATALHA DE ASGARD!

O filme começa nas gélidas planícies da Sibéria. Um soldado desertor de Odin é perseguido e selvagemente atacado. Prestes a morrer, é salvo por Hyoga de Cisne que derrota os agressores que fogem. Hyoga comenta nunca ter vistos guerreiros como aqueles. Hyoga se volta ao soldado ferido, mas este delira dizendo que a batalha em nome de Odin iria iniciar. O cavaleiro de Cisne vai então a Asgard, a terra gélida e oculta no extremo norte da Europa, que mais parece um outro mundo, só que de gelo, para colher mais detalhes, porém ao chegar lá desaparece misteriosamente. Saori retorna do Santuário e ao descobrir o sumiço de Hyoga, resolve ir com os cavaleiros de Bronze procurá-lo. Eles acessam o local oculto, as geladas terras de Asgard.
O grupo é recebido por Durval de Draug, o representante do deus Odin na Terra e líder dos guerreiros asgardianos. Colocado a par da questão, Durval pergunta a Loki de Alioth, outro guerreiro asgardiano, porém esse diz não haver recebido informações relacionadas com a visita de nenhum cavaleiro. Saori explica a situação que teria levado Hyoga a Asgard, mas tanto Durval quanto Loki negam qualquer conhecimento do caso. Seiya de Pégaso suspeita da atitude de Loki, chegando a questioná-lo. Loki por sua vez intimida o cavaleiro de Pégaso, emanando um pouco de seu cosmo extremamente agressivo. Com os ânimos acalorados, Saori toma a saída, no mesmo instante em que surge Frey, acompanhado de sua irmã Freya. Frey sente uma ligação profunda com Saori, levando-o a dizer-lhe que aquela não era a primeira vez que os dois se encontraram.
Enquanto deixam o Palácio Valhalla, o grupo tem o caminho barrado por um grupo de guerreiros asgardianos; Ur de Garm, Rung de Grendel e o misterioso Midgard. Todos emanam uma presença tão hostil quanto Loki. Por intermédio de Frey, no entanto, conseguem passar sem maiores entraves. Após isso, Saori e seus cavaleiros se hospedam na casa de Frey, onde escutam de Freya que deviam deixar Asgard o mais depressa possível, sem revelar exatamente o motivo. Enquanto isso, Frey vai a presença de Durval conversar sobre suas suspeitas de que Loki estaria planejando uma batalha entre Asgard contra o Santuário de Athena, e o receio de que tal confronto arrasasse a humanidade. Durval finge tomar providência contra tal ato, somente para atacar Frey desprevenido e trancá-lo numa masmorra.
Nesse meio tempo, o soldado que Hyoga resgatou, surge na casa de Frey, trazendo consigo o elmo danificado da armadura de Cisne. O temor pela vida do companheiro é forte o bastante para fazer com que Shiryu de Dragão e Seiya de Pégaso saiam para procurá-lo. Inicialmente juntos, os dois decidem se separar para cobrir uma maior área. Outros soldados asgardianos vão a casa, onde estão Saori, Freya e Shun de Andrômeda, e informam que Hyoga havia sido encontrado. Um ardil criado por Durval para atrair Saori para a morte. Sem conseguir destruí-la, Durval opta prender Saori numa outra realidade. Usando a espada de Odin, Durval sela a deusa na estátua de Odin, onde de lá jamais poderia sair.
Shun, que permanecera nos arredores do Palácio Valhalla, tenta chegar até onde Saori está, mas é interceptado por Ur de Garm, cujo golpe de sua espada, Corte de Luz, cria fissuras na a corrente de Andrômeda assim como danifica a armadura de Andrômeda. Ao mesmo tempo, Shiryu de Dragão se encontra com o misterioso Midgard, que logo revela ser Hyoga. Mostrando-se amistoso, Hyoga congela o braço direito de Shiryu, passando a atacar o amigo. O mesmo explica ter decidido servir e ser fiel a Durval e Odin, intimando Shiryu a lutar ou morrer. Hyoga ataca impiedosamente o ex-amigo, chegando mesmo a arrebentar a armadura de Dragão. Sem escolhas, Shiryu lança o Cólera do Dragão, Hyoga seu Trovão Aurora Ataque. O Dragão prevalece e Hyoga é lançado contra a parede do penhasco. Ambos perdem a consciência depois disso. A luta entre Shun e Ur caminha para o desfecho favorável ao guerreiro asgardiano, decepcionado com o fraco desempenho do cavaleiro de Andrômeda, quando Ur é atingido e derrotado pelo Ave Fênix. O cavaleiro de Bronze Ikki de Fênix se junta ao irmão instante antes de outro oponente surgir; Rung de Grendel. Atacando com seus poderosos Bumerangue Mjölnir, Ikki utiliza seu Golpe Fantasma de Fênix, conseguindo uma vitória temporária. Ikki acode o irmão, mas é surpreendido por Rung e ferido. O gigante se desequilibra e cai, levando junto Ikki e Shun. Shun se prende com Ikki com sua corrente, mesmo danificada. Rung cai na ponta de um penhasco, se lançando contra os cavaleiros. Shun eleva seu cosmo e ataca com sua corrente, superando o rival, mas caindo no precipício junto a Ikki. Seiya de Pégaso invade o Palácio Valhalla, chegando até a estátua de Odin, onde Saori está. Loki o esperava. Os dois iniciam um combate equilibrado, tendo o cavaleiro de Bronze e o guerreiro asgardiano praticamente a mesma força. Seiya sofre com o Ataque de Lobos e Tempestade de Odin, mas consegue prevalecer com o Turbilhão de Pégaso e derrota Loki. Durval surge na sequência, lamentando a atuação dos guerreiros asgardianos e se proclamando o novo mestre do Santuário.
A batalha final é difícil para Seiya, que não consegue acompanhar Durval, cuja velocidade se equipara a dos cavaleiros de Ouro. Hyoga surge e quando parece que vai atacar Seiya, mira seu golpe em Durval e diz que já foi liberto da maldição que ele havia o criado utilizando a espada de Odin e explorando seu sentimental, já que Hyoga era muito ligado ao povo das terras gélidas do norte da Europa. Hyoga não é páreo para Durval. Posteriormente Shun de Andrômeda e Ikki de Fênix se unem a luta, mas são derrotados. Quando Durval está prestes a matar Seiya, surge a armadura de Sagitário que se adere a seu corpo. Seiya dispara seus Meteoros de Pégaso, ferindo Durval pela primeira vez na luta. Durval, porém, ri com satisfação, dizendo que sua morte não desfaria o feitiço da espada de Odin que mantinha Athena selada. Hesitando executar Durval, Seiya recebe apoio de Frey, que tendo escapado da masmorra, encontrava-se escalando a estátua de Odin para desfazer o feitiço de Durval. Frey avisa que derrotou os vigias da masmorra e que foi auxiliado pela sagrada armadura de Odin. Durval desacredita, mas Frey avisa que como guerreiro asgardiano de Ymir, não deixará Durval colocar Asgard no caminho do mal. Frey ataca Durval, que desvia. O guerreiro asgardiano volta a escalar a estátua. O maligno representante de Odin opõe-se veemente, e tenta impedir. Seiya acredita nas palavras de Frey e dispara a flecha, varando o peito de Durval. A espada de Odin é retirada do dominio de Durval e Frey a controla, utilizando-a para libertar Saori. A estátua de Odin e Durval são destruídos simultaneamente. Pouco depois, nasce a colossal árvore Yggdrasil. Ela substitui a personificação maléfica da estátua de Odin, dando início ao que todos creem serem bons tempos. Frey assumirá o comando de Asgard junto com sua irmã Freya. Saori pode ir em paz para o Santuário com os cavaleiros, pois deteve mais uma presença maligna no planeta.
FIM DO PRIMEIRO FILME
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