Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter)!
13 A Mudança Temporal Não Alterou a Amizade!
Notas iniciais
SANTUÁRIO — GRÉCIA
Mu e Aldebaran seguem juntos na casa de Áries. Eles percebem a aproximação de Shura, que vem chegando da casa de Capricórnio.
-Mu! Aldebaran!
- Shura!
- Como estão as coisas por aqui?
- Por enquanto sem novidade. Mas estou muito preocupado com Aioros! – Responde Mu.
Shura olha para a sala do mestre com preocupação.
- Eu também. Tanto que enviei alguns cavaleiros de Prata para o Japão. E já recebi notícias deles. Os cavaleiros negros da Ilha da Rainha da Morte estão por lá provavelmente atrás de Aioros e dos garotos que se tornaram cavaleiros de Bronze. Não sabemos o motivo, mas eles descobriram uma caverna em que eles estavam arquitetando algo.
- Cavaleiros negros! Mas por que isso? Quem você mandou para lá Shura? – Questiona Aldebaran.
- Mandei Algol de Perseu e Babel de Centauro!
Marin se aproxima da casa de Áries. Os cavaleiros de Ouro se viram em direção à amazona de Águia.
- Marin, você aqui? – Shura fica surpreso.
- Sim. Algo estranho está acontecendo no Santuário.
- O que? – Questiona o cavaleiro de Capricórnio.
Marin abre as mãos e mostra algo aos cavaleiros de Ouro.
- Junto a outros cavaleiros de Prata encontrei isso vejam. São cristais espalhados por vários lugares dentro do Coliseu. Existe uma cosmoenergia estranha nesses cristais. O cavaleiro de Prata Dante, encontrou uma porção em uma rocha e desmaiou com o poder desses cristais.
- Cristais? Mais o que significa isso? – Questiona Mu.
- Talvez seja coisa daqueles garotos que recém se tornaram cavaleiros, não acham? – Shaina chega ao local.
Marin encara sua antiga rival.
- Shaina!
- Eu não confio neles. Talvez eles sejam traidores. – Diz Shaina.
Shura balança a cabeça negativamente.
- Aioros confia muito neles.
Marin se irrita com a insinuação de Shaina.
- Deixe de ser hipócrita Shaina. A pouco você treinava um aspirante à armadura de Pégaso. Agora porque Seiya quem venceu você fala uma bobagem dessas.
Shaina parte pra cima de Marin, mas é amparada por Mu.
- Acalmem-se amazonas.
As duas se olham de forma nada amistosa. Milo chega na casa de Áries.
- Cavaleiros, estou partindo para o Japão!
- O que? – Shura estranha.
- Aioros não manda notícias. E vou até lá ver o que está acontecendo.
- Você não deve deixar o Santuário nesse momento Milo. – Diz Shura.
Milo olha contrariado para Shura.
- Estou farto da sua ladainha Shura de Capricórnio. Irei lá e pronto...
- Cavaleiros de Ouro! – Um cavaleiro de Prata se aproxima.
- Misty de Lagarto! – Shura o olha.
- Tem um inimigo nas redondezas. Um homem com uma armadura de Cristal nos atacou e fugiu. O estado de Dante piorou. – Comenta Misty.
Os cavaleiros de Ouro ficam assustados com a informação.
- Inimigos? – Se surpreende Milo.
- Fique atento Misty junto aos outros cavaleiros de Prata. Varram todo o Santuário atrás desse inimigo ou inimigos. Nós cavaleiros de Ouro devemos permanecer aqui protegendo o Templo de Athena através das doze casas. Pelo menos até Aioros nos falar algo. – Ordena Shura.
- Certo! – Concorda Misty, que parte.
- Espero que você volte logo, Aioros! – Comenta tenso Shura.
Milo fica tenso. Mu e Aldebaran seguem calados pensativos.
TÓQUIO — JAPÃO
Hyoga e Shun chegam próximos ao Monte Fuji.
- Senti o cosmo de Seiya por aqui! – Comenta Shun.
- Vamos nos separar Shun. Temos que encontrar Seiya, o cosmo dele está fraco.
- Certo Hyoga! – Cada um parte por um lado.
Shun vai andando devagar até sentir uma sensação estranha. Ele percebe um penhasco e encontra Seiya caído logo abaixo, desacordado com o corpo cheio de manchas. Sua pele está escura.
- Seiya!
Shun se aproxima do penhasco e grita para o amigo:
- Aguente firme Seiya! Ele deve ter recebido golpes muito poderosos. Vou tirá-lo daí. – Shun lança suas correntes no penhasco.
Shun começa a puxar Seiya de volta para cima.
- Você teve sorte Seiya. Se você tivesse caído no precipício você estaria morto.
Outra corrente prende o braço de Shun. É uma corrente negra.
- Não perca seu tempo tentando salvar esse infeliz, cavaleiro de Andrômeda.
- Andrômeda Negro!
- Ele foi acertado pelo meteoro negro. Agora está sofrendo a morte negra.
- O que?
O cavaleiro negro vendo a angústia de Shun resolve explicar o que sabe.
- Quando todo o corpo dele for coberto por essas manchas negras ele morrerá. Nessas condições em poucas horas ele vai morrer...
- Não pode ser! – Shun se assusta.
- Agora largue esse condenado aí. Ou acha que tem condições de me enfrentar nessa posição, o puxando por suas correntes?
Shun é puxado com mais força pelas correntes negras.
- O que?
- Qual é a melhor, a corrente negra ou a corrente de bronze? Eu o desafio! Tome isso!
O Andrômeda Negro ataca Shun com sua corrente negra.
- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhh...
- Reaja Andrômeda!
- Eu não posso soltar o Seiya. Se eu soltar ele morrerá!
- Imbecil! Ele vai morrer de todo jeito!
- Não posso...
O Andrômeda negro aperta suas correntes negras e eleva seu cosmo.
- Muito bem, vamos ver o quanto você aguenta: “Correntes Negras.”
- Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh...
- Se soltar ele morre hahahahaha. Aguente meu golpe sem reação hahahaha, deixa eu me divertir!
O cavaleiro negro é interrompido.
- Chega! Você já brincou demais. Mate os dois logo!
Um dos dragões negros chega no local.
- Muito bem. Você tem razão Dragão Negro. Tenha o seu fim agora cavaleiro de Andrômeda: “Corrente Negra.”
- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh... As correntes viraram... Serpentes! – Grita Shun.
- Sim, minhas correntes ganham vida como serpentes. E elas só vão te soltar quando você morrer hahahaha.
Shun sofre com as víboras que os picam.
- Argh...
- “Shun...” – A voz fraca de Seiya alcança Shun.
- Mmmm... Seiya... Você acordou?
- “Solte-me Shun”.
Shun olhando para o precipício abaixo nega de primeira.
- Não fale besteira.
- “Nós dois vamos acabar morrendo. A não ser que você me solte e lute de igual para igual.”
- Jamais irei te soltar.
- “Seja realista. Mesmo que você me puxe de volta eu vou morrer. Então vá a luta.”
Seiya desprende seu braço da corrente de Andrômeda.
- Seiya!
Seiya cai no precipício e Shun se desespera. Shun começa a chorar. O Andrômeda Negro se irrita.
- Pare de chorar imbecil. Você vai pro inferno junto com ele!
Shun explode seu cosmo e derrota as serpentes, partindo a corrente negra.
- O que? Você partiu minha corrente negra?
- Você vai descobrir o poder da minha corrente de bronze cavaleiro Negro. Vai pagar por ter feito o que fez!
- Não subestime o poder das minhas correntes negras!
- Essa é a verdadeira e única corrente de Andrômeda. Agora sinta meu poder: “Corrente de Andrômeda.”
- Aaaaaaaaaaaaahhhhhh... – O Andrômeda Negro é ferido mortalmente, cai no precipício e morre.
O Dragão Negro se aproxima de Shun e o encara.
- Parabéns cavaleiro de Bronze. Você venceu seu adversário. Agora eu irei o enfrentar, sou Shinadekuro de Dragão Negro!
- Dragão Negro!
- Você ainda tem forças para me enfrentar?
- Esperem! Eu também estou aqui! – Uma voz os interrompe.
Shun não presta atenção com quem os interrompeu. Suas correntes querem falar algo.
- Minhas correntes estão agitadas. O que significa? Ela está apontando como se o inimigo não fosse o Dragão Negro que está na minha frente.
- Quem está aí? – Indaga o Dragão Negro.
Shiryu surge no local e Shun fica feliz.
- É você... Shiryu! Você está vivo?
- Sim. Você está cansado Shun. É a minha vez de lutar. Onde está o Seiya?
Shun abaixa a cabeça.
- Ele caiu no precipício!
- Como ele caiu?
- Ele foi atingido pela morte negra do Pégaso Negro. Ele tem pouco tempo, se não ele vai morrer de vez! E temos que torcer para ele não ter caído lá no abismo. Eu vou atrás dele então. – Explica o cavaleiro de Andrômeda.
Shiryu avista Shun descendo o precipício com as correntes.
- Você vai sozinho Shun? No seu estado?
- Sim tenho que ir logo senão não dará tempo. Tenho minhas correntes para me auxiliar.
- Certo Shun. Vá que eu enfrento o cavaleiro Negro.
- Só tome cuidado com o contra golpe! – Diz Shun pulando no penhasco.
Shiryu estranha o comentário de Shun.
- Contra golpe?
- Que imbecil. Pra que correr atrás de alguém que já deve ter morrido? – Ironiza o Dragão Negro.
- Independente disso temos que tentar salvá-lo, isso se chama amizade. – Responde Shiryu.
Shinadekuro desdenha do que foi dito por Shiryu.
- Desconheço essa palavra. A burrice de vocês vai levá-lo a morte! – Shinadekuro desaparece diante dos olhos de Shiryu.
- Ele desapareceu? Não, mergulhou na escuridão. Tenho que fazer o mesmo senão permanecendo visível ele vai me atacar sem eu ver. – Shiryu também mergulha na escuridão.
- Agora!
- Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh... – Shiryu é atacado em cheio.
Um novo ataque leva Shiryu ao chão.
- Morra!
- Ele me encontrou mesmo na escuridão! – Shiryu estranha.
- Seguir seus movimentos na escuridão é brincadeira para mim.
Shiryu não entende o que está acontecendo.
- O que?
- Agora tome vários golpes. Você não vai enxergar hahahaha. – Ataca o Dragão Negro.
- Argh... Eu não consigo enxergar de onde vêm os golpes.
- Morra cavaleiro de Dragão.
Shiryu começa a entender o alerta que Shun havia feito anteriormente.
- Então deve ser isso que o Shun me falou... O contragolpe!
- Você não é o cavaleiro que treinou nos Cinco Picos e consegue reverter o fluxo da cachoeira? Mas você se mostrou fraco, não é digno de lutar comigo. Vou te matar.
- Tem certeza? Acho que você está um pouco apressado. – Comenta Shiryu confiante.
- Você não tem mais condições de lutar.
Shiryu fecha os olhos e mostra tranquilidade.
- Tenho sim, mas antes de continuar preciso me livrar dele!
- O que? – Shinadekuro estranha a fala de Shiryu.
Shiryu ataca do outro lado e acerta em cheio o outro Dragão Negro, Fukuryu, o perfurando.
- Aaaaaaaaaahhhhhhh...
- O meu irmão! Furukyu! – Shinadekuro vê o irmão morto no chão.
- Era ele quem te indicava a minha posição nas sombras. Seu irmão é cego e guia você no escuro! – Shiryu mostra que descobriu as artimanhas.
- Maldito! – Se revolta Shinadekuro.
Shiryu se aproxima de Shinadekuro e revela como descobriu.
- A corrente de Andrômeda pressentiu que você não tava sozinho e tinha alguém nas sombras. Eu me atentei a isso quando Shun me avisou.
- O que?
- Graças a minha armadura restaurada meu corpo não sofreu danos. Tenho consciência que não posso perder sangue que pode ser fatal.
O cavaleiro negro eleva seu cosmo.
- Então se eu acabar com sua armadura você morrerá. Será muito simples.
- Desista. Nem com a ajuda do seu irmão você conseguiu me ferir.
- Vamos ver então qual é o Dragão mais forte!
- Veremos!
Shinadekuro aponta o dedo em direção a Shiryu.
- Eu preciso de apenas um dedo para acabar com você, tamanha a diferença do meu poder para o seu.
- Um dedo? Você deve ter pirado com a morte do seu irmão.
Shinadekuro demonstra um sorriso ao escutar as palavras de Shiryu.
- Até parece que me deixaria abater com uma coisinha dessas. Nada nesse mundo é capaz de me fazer chorar.
- Então pra você a morte do seu irmão é uma coisa qualquer? – Shiryu fica indignado.
- Exatamente!
- Um ser igual a você não merece continuar vivo. Sinta o ataque do Dragão. – Shiryu golpeia Shinadekuro.
O cavaleiro negro desvia dos ataques com certa facilidade.
- Você está mal de mira hahahaha.
Shiryu percebe que Shinadekuro se moveu muito rápido, e ele não conseguiu enxergar.
- Não é possível. Não consigo acompanhar seus movimentos.
- Como prometi, morra apenas com um dedo meu. – O cavaleiro Negro ataca Shiryu com um dedo.
- Aaaaaaaaaaaaaahhhh...
- Hahahaha.
Shiryu está caído no chão sentindo dores.
- Ele realmente é muito mais forte que eu pensei!
- A restauração de sua armadura é magnífica. Mu de Áries está de parabéns. Ela não sofreu nenhum dano.
- Mmmm... – Shiryu está ferido no chão.
- Então o que dizem sobre restaurar armaduras mortas é verdade. Você realmente usou metade do seu sangue para restaurá-la. Um simples arranhão pode levá-lo a morte!
Shiryu se levanta mesmo se sentindo fraco.
- Luto pela amizade! Já te disse isso.
Shinadekuro golpeia Shiryu e volta a dizer que nada é capaz de lhe abalar nem o fazer chorar.
- O que é isso? – Estranha o cavaleiro Negro.
O Dragão Negro percebe a corrente de Andrômeda presa em uma pedra. Ele se aproxima.
- Aqueles dois não estão aqui, mas a corrente sim. Vou soltá-la e assegurar que Seiya e Shun irão morrer!
- Estou fraco. Tinha que atacar a Cólera do Dragão, mas tenho que elevar muito meu cosmo. É a única forma de eu vencer! Meu mestre me disse que não estiver em boas condições esse golpe pode me matar... Mas não tenho outra escolha.
Shinadekuro segura as correntes com as mãos.
- Agora vou soltar a corrente...
- Espere Dragão Negro, nossa luta não acabou! – Diz Shiryu retirando sua armadura.
O Dragão Negro não entende a intenção de Shiryu.
- Você enlouqueceu? O que pretende fazer sem armadura?
- Haaaaaaaaaaaaaaaa...
O corpo de Shiryu começa a sangrar conforme ele queima seu cosmo.
- O que está fazendo? Seu corpo está todo sangrando! Você vai se suicidar.
- Shinadekuro, talvez nada te abale realmente, nada te faça chorar. Mas eu e meus amigos somos órfãos, só choramos pela amizade que é o que nos restou. Eu vou chorar e lutar pela amizade mesmo que isso me leve a derrota.
- Certo Shiryu! Então morra em nome dessa tal amizade!
- Agora conheça o verdadeiro poder do Dragão: “Cólera do Dragão.”
O poder de ataque é intenso e o cavaleiro negro não tem como se defender.
- Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh que poder imenso!
- Eu venci! – Suspira Shiryu! – Que adversário forte ele foi. Agora o que me resta é esperar que meu corpo perca todo o sangue... Espero que Shun salve Seiya...
- Não comemore tão cedo rapaz! – Shinadekuro mesmo ferido se levanta.
Shiryu fica abismado e se sente completamente vulnerável.
- O que? Ele sobreviveu... Usei minhas últimas forças nesse golpe... E fracassei...
Shinadekuro mira seu dedo em direção a Shiryu.
- Agora ele vai me dar o golpe de misericórdia. Não tenho mais forças para lutar...
O Dragão Negro golpeia o peito de Shiryu.
- Pressionei um de seus pontos vitais. A hemorragia vai parar.
- Como? Por que fez isso?
- Por que talvez eu tenha vontade de chorar... Pelo que você chama de amizade...
- Shinadekuro! – Shiryu se impressiona.
O Dragão Negro cai. Shiryu o ampara.
- Pena que seja tarde demais...
- Segure firme Shinadekuro. – Grita Shiryu.
O efeito do Cólera do Dragão é devastador. O Dragão Negro sucumbe na frente de Shiryu.
Shiryu deita no chão o corpo de Shinadekuro. Ele se aproxima do precipício.
- Shun está tudo bem? – Grita o cavaleiro de Dragão.
- Estou chegando... – Shun vai puxando a corrente e voltando com Seiya.
- O que? Seiya? – Shiryu se surpreende com o estado de Seiya.
- Shiryu eu adoraria dizer que salvei Seiya, mas olha o corpo dele.
O corpo de Seiya está todo coberto de manchas negras.
- O que faremos agora Shiryu?
- Afaste-se Shun!
- O que?
- O Seiya está condenado. Só resta fazer uma coisa.
Shun olha para Seiya angustiado.
- O que seria?
Shiryu começa a golpear e perfurar o corpo de Seiya. Shun se desespera.
- Pirou Shiryu? Você quer acabar com o sofrimento dele o matando? – Shun segura o braço de Shiryu.
- Me solte Shun. Estou acertando os pontos vitais da constelação dele.
- Pontos vitais da constelação dele?
Shiryu volta a golpear Seiya enquanto explica para Shun.
- Sim, cada estrela da nossa constelação representa um ponto vital.
- Isso é verdade. Já ouvi falar que os pontos vitais de um cavaleiro são representados pelas estrelas de sua constelação.
- Sim e vou salvar o fazendo jorrar o sangue contaminado nos seus treze pontos vitais. Já que Seiya é protegido pela constelação de Pégaso, e ela compreende treze estrelas.
- Eu entendi.
Shiryu termina de golpear os pontos vitais. Seiya sangra por eles.
- Eu atingi as treze estrelas. Quando o sangue contaminado parar de jorrar a hemorragia para sozinha. Agora a vida dele só depende de seu cosmo!
- Seiya! – Shun olha para o amigo.
- Me ouve amigo. Há pouco tempo eu também estive para morrer, você tem que voltar Seiya! – Diz Shiryu emocionado.
Shiryu se levanta e da as costas. Shun o olha.
- Vamos Shun. Eu aposto que ele vai se recuperar. Vamos a nossa missão, recuperar a armadura de Altar.
- Certo Shiryu! Força Seiya! – Os dois partem.
FIM DO CAPÍTULO
ESPECIAL: SAINT SEIYA: REEDIÇÃO DO ANIME CLÁSSICO
SAINT SEIYA: POSEIDON — O ARCO DE ATLÂNTIDA!

EPISÓDIO 11: OS TENTÁCULOS DO POLVO!
Shun queima o seu cosmo, mas Mime interrompe dizendo que ele não sabe o que é tristeza e raiva, por isso Mime acha que Shun não deveria ser um cavaleiro. Neste momento ele ataca novamente com o golpe Réquiem de Cordas. Shun diz que encontrará uma forma de derrotar Mime, mesmo que antes não tenha conseguido com as Correntes de Andrômeda. O fato se repete e Shun não consegue acertar Mime, sendo golpeado e caindo no chão em seguida. A postura do general atlante incomoda o Andrômeda. Em outro local, em uma espécie de cabana, Kiki cuida de Eudora. Ela está desacordada e sonha com Hagen e com seu irmão Siegfried ainda nos tempos de treinamento dos generais atlantes em terras nórdicas. O sonho acaba virando um pesadelo, com a imagem de Anfitrite mandando Hagen e Siegfried matá-la. No Castelo Atlantis, Anfitrite lamenta a morte de Hagen e diz que se Eudora continuar desrespeitando-a, o seu destino será igual ao de Hagen. De volta à luta entre Shun e Mime, o cavaleiro de Athena dispara vários ataques em sequência, utilizando as suas correntes, mas Mime leva vantagem mais uma vez. Shun chega a acreditar que Mime estava correto ao dizer que as correntes são inúteis, pois ele não demonstra vontade de matá-lo. Shun percebe que tudo isso pode estar sendo causado por causa da melodia da harpa de Mime. Ele não deve escutar a música para vencer. Shun consegue se concentrar e finalmente consegue atingir Mime, segurando-o com sua corrente. Shun finalmente descobriu como a técnica de Mime funciona. Entretanto, as correntes se tornam inúteis novamente, mesmo sem Mime tocar a harpa. Shun não consegue entender e o general atlante começa com o mesmo discuro de que Shun não deve continuar sendo um cavaleiro. Shun então retira a sua armadura, para surpresa de Mime. O cavaleiro de Andrômeda diz que não tem medo da morte e faz a mesma pergunta que Mime havia lhe feito: porque luta? Shun entende que ele é um inimigo diferente de todos o que ele enfrentou e Mime responde que luta por Anfitrite e pela nova terra Atlântida. Shun diz que é mentira, pois Mime é igual a ele. No fundo Mime também odeia lutar. Mime se irrita um pouco com as palavras de Shun, que neste momento queima o seu cosmo intensamente. Shun está determinado a vencer Mime e ataca com a Corrente Nebulosa, jogando Mime para longe. O general atlante se assusta com o fato da Corrente Nebulosa adquirir cada vez mais força. Shun pede a concha dourada de Atlântida de Mime e em seguida ataca com a Tempestade Nebulosa. Mime não pode fazer nada e acaba atingido de frente, porém acaba sendo salvo por causa das cordas da sua harpa, que se tornaram tentáculos de polvo e o seguraram durante a tempestade de Shun. Ele elogia a técnica de Shun dizendo que o subestimou, mas que agora não irá mais cometer o mesmo erro. Ele ataca agora com a técnica Tentáculos do Polvo, enforcando Shun com as cordas da sua harpa que se tornaram tentáculos de polvo enquanto a toca. Shun clama por Athena e pelos seus amigos e quando tudo parecia perdido, penas da Fênix rompem os tentáculos de Mime. Eis que surge Ikki de Fênix, irmão de Shun, para salvá-lo mais uma vez. O combate agora será entre Ikki e Mime. Em outro lugar, Seiya sofre para superar a subida de um precipício.
EPISÓDIO 12: O FANTÁSTICO GOLPE MENTAL DE FÊNIX!
Shun explica para Ikki que eles devem derrotar os generais atlantes para chegar até o Castelo Atlantis, local central de Atlântida e salvar Athena. Ikki diz que já sabe e pede para Shun descansar. Em seguida, Mime o ataca, mas com muita agilidade o cavaleiro de Fênix consegue se desviar. Entretanto, por muito pouco Ikki não caiu em um penhasco. Ele entende que os golpes de Mime são tão rápidos como os de Saga de Gêmeos, com quem ele lutou nas doze casas do Zodíaco. Mime começa então a tocar a sua harpa, criando ilusões na frente de Ikki. Shun tenta explicar para Ikki, que neste momento já está atordoado, a não ouvir a harpa. Mime se vangloria dizendo que foi muito fácil e ataca Ikki com um golpe explosivo. O cavaleiro de Athena conseguiu se desferir e reaparece nas costas de Mime, atacando com a Avê Fênix. Ele diz que a técnica de Mime não faz efeito sobre nele, pois ele possui uma técnica similar, o Golpe Fantasma de Fênix. Ikki percebe algo estranho ao olhar dentro dos olhos de Mime, que neste momento está ferido. No Castelo Atlantis, Anfitrite pergunta para Siegfried se Mime está tendo dificuldades para vencer Andrômeda. Siegfried explica que não há motivos para se preocupar, já que a sua técnica superou a de seu pai, o temível Folken. Mime diz que já escutou muito sobre Ikki e sobre suas habilidades de luta. Ele tenta utilizar a mesma técnica psicológica sobre Ikki, instigando a dizer que ele não está nem aí para seus amigos e luta por si só. Ikki diz que tudo isso é besteira, mas que no passado já foi verdade. Ikki resolve atacar, mas Mime consegue se defender com apenas uma corda da sua Harpa, empurrando Ikki para trás. A força que Mime demonstra neste momento é muito superior aquela que ele havia mostrado contra Shun. O poder e a velocidade dos seus ataques têm aumentado. Ikki observa que Mime não gosta de lutar, assim como Shun havia percebido antes. Mime então começa a contar a sua história, quando ele matou o seu pai com seus próprios punhos. Quando era uma criança, Mime tocava sua harpa para os animais, quando seu pai, Folken, surgiu, intimidando-a a parar de tocar e sim treinar e lutar. Mime diz que não tem jeito para se tornar um guerreiro e Folken se irrita, quebrando a harpa de Mime. Folken era um postulante a general atlante muito respeitado, por ser o mais corajoso. Mime tinha medo dele e vivia na solidão. Entretanto, Mime acabou treinando como o seu pai queria. Quando era adolescente, descobriu que Folken não era o seu pai de verdade e sim o seu pai adotivo. Folken contou que foi ele quem tirou a vida dos seus verdadeiros pais. Quando houve uma guerra entre postulantes guerreiros de Poseidon, os seus verdadeiros pais acabaram mortos por Folken, mas Folken não matou o bebê Mime. Mime se revoltou com isso e entendeu que foi por isso que Folken nunca o amou, já que ele era um verdadeiro assassino. Mime desafiou Folken e acabou matando-o. O seu ódio nunca desapareceu e tem vivido em função daquele dia desde então. Ikki ri da situação de Mime e diz que o general atlante é como ele era no passado, aonde ele chegou a erguer o seu punho contra seu irmão e seus amigos. Ikki então ataca com o Golpe Fantasma de Fênix, obrigando Mime a ver o seu verdadeiro passado. Folken era uma pessoa muito rude e dura, é verdade, mas no fundo sempre amou Mime e sempre o protegeu. Mime fica tocado ao perceber que não se trata de uma ilusão e sim uma lembrança verdadeira que estava escondida dentro do seu coração. Folken na verdade havia tentado poupar os pais de Mime, mas se viu obrigado a matá-los. A história é triste e comovente. Mime chora de forma copiosa e pede para Ikki parar, mas o cavaleiro de Fênix pede para ele assumir a verdade, a verdade de que ele sempre amou Folken. O coração de Mime está despedaçado e demonstra um cosmo muito mais poderoso. A corrente de Shun reage, o que significa que Mime finalmente demonstrou os seus sentimentos de luta.
EPISÓDIO 13: O COSMO DE ESPERANÇA E DETERMINAÇÃO!
Pela primeira vez Ikki sente que Mime tem a vontade de matar e seu cosmo está cheio de ódio. Ikki diz que Mime na verdade não odeia Folken e sim a si mesmo, por tudo o que ele fez no passado. Ikki faz um trabalho psicológico no general atlante, que fica cada vez mais irritado, atacando Ikki. Entretanto, Mime tem mais lembranças da sua infância, quando treinava com seu pai e ele lhe contou sobre os generais atlantes. Seu pai o encorajou a ser um general do novo continente Atlântida, algo como se ele já soubesse que Mime seria um. Ikki se levanta mais uma vez e explica que o ódio de Mime não faz o seu cosmo ser mais poderoso do que o dele. Ikki consegue se esquivar da nova investida de Mime e contra-ataca. O mesmo golpe não funciona duas vezes contra o Ikki. Ele dispara a Avê Fênix e Mime mostra força defendendo. A luta é intensa. Saori, através do seu cosmo, percebe que Ikki também está em Atlântida e manda forças para ele. Mime parabeniza Ikki por ter conseguido decifrar o seu golpe, mas ele avisa que possui outras técnicas. Neste momento ele ataca com os Tentáculos do Polvo, enforcando o cavaleiro de Athena com as cordas da sua harpa que se transformaram em tentáculos. Ikki tenta se desvenciliar, mas não consegue. Mime avisa que quando a música acabar, Ikki morrerá. Shun então utiliza as suas Correntes para salvar o seu irmão, segurando o braço de Mime. Ikki pede para Shun recolher as correntes, pois ele conseguirá vencer o Mime. Shun faz o que seu irmão pede e Mime ataca o Fênix novamente. Neste momento, Ikki queima o seu cosmo até o sétimo sentido e consegue se desvenciliar das cordas da harpa, para espanto de Mime. Ikki reaparece, sem armadura, no topo de uma pilastra, atrás de Mime. A avê Fênix renasceu e Ikki ataca Mime com novamente, ferindo-o no pescoço. Ao cair, a harpa é totalmente despedaçada. Mime está vencido. O general atlante pergunta o que Ikki tem que ele não tem. Ikki responde dizendo que talvez ele tenha até uma técnica maior do que a dele, porém o cosmo de ódio de Mime o derrotou. Ikki tem amigos e esperança por um mundo melhor, isso o fez derrotar Mime. O cavaleiro de Bronze diz também que entende perfeitamente o que Mime sentia, já que ele era igual a ele. Ele odiava a tudo e a todos, mas felizmente ele teve tempo de assumir os seus erros e perdoar o seu destino. Mime se levanta com dificuldades e pergunta se o que Fênix está dizendo é verdade, enquanto retira a sua armadura. As palavras de Ikki retiraram o ódio de Mime e seu cosmo agora está cheio de esperança e determinação. Os dois se enfrentam novamente. Um único golpe mais decidirá o confronto. Ikki é o vencedor e Mime agradece o cavaleiro de Athena. Antes de morrer, ele diz que gostaria de um dia renascer e ser amigo de Ikki. Mime fica feliz, pois logo estará junto de seu pai novamente. Shun pega a concha dourada de Atlântida. Ikki está muito ferido e pede para Shun seguir em frente, sem olhar para trás. No Castelo Atlantis, Siegfried, Shido e Alberich conversam sobre a derrota de Mime. Alberich avisa que eles devem utilizar outra estratégia para vencer os cavaleiros de Athena e parte para o combate. Ele vai recorrer a todos os meios disponíveis, de forma desalmada, para vencer Seiya e os outros.
EPISÓDIO 14: A TERRÍVEL TÉCNICA COURAÇA AMETISTA!
Alberich insiste que é necessário ser desalmado para vencer os cavaleiros de Athena, para espanto de Shido e Siegfried. Anfitrite chega no local e pergunta o que está havendo. Alberich pede autorização para enfrentá-los. Ele diz que pela honra e pela edificação de Atlântida vencerá todos os cavaleiros de Athena. Ele se julga também o cérebro do novo continente! Em outro local de Atlântida, Seiya ainda sofre por causa dos golpes de Thor, mas segue adiante. Shiryu, que estava desacordado após a luta contra Fenrir, finalmente acorda. Alberich sabe que Anfitrite confia nele, pois é entre os generais atlantes aquele que não tem escrúpulos para conseguir a vitória. Caminhando no jardim sagrado de Atlântida, ele vê um intruso correr em direção ao Castelo Atlantis. Trata-se de Marin de Águia, que ataca Alberich e acaba fugindo para uma floresta. Alberich diz que o azar de Marin foi ter sido encontrada por ele. Ele pergunta qual é intenção dela ao entrar escondida em Atlântida. Ela diz que ele não deve subestimar Seiya e os outros e os dois iniciam uma batalha. Alberich leva ampla vantagem e derruba a amazona de Prata. O general atlante pede para Marin olhar em volta da floresta, que está cheia de ametistas com vários cadáveres dentro.Alberich diz que acrescentará na sua coleção o esqueleto de uma mulher. Marin ataca com vários golpes e Meteoros. Alberich reconhece que Marin é muito forte, mais forte até que muitos homens, e acaba atingido e caindo no chão. Ele se aproveita, finge estar derrotado e ataca Marin com uma espécie de ácido, atingindo a máscara dela. Seiya sente que Marin está em perigo. Alberich golpeia violentamente a amazona, que contra-ataca com o golpe Lampejos da Águia, acertando em cheio Alberich. Entretanto, quando foi disparar o golpe novamente, Alberich leva vantagem e avisa que um golpe não funciona duas vezes contra um general atlante com ele. Ele a convida a passar o resto da vida dentro de uma ametista e ataca com o golpe Couraça Ametista. Marin nada pode fazer e acaba presa dentro de uma amestista criada pelo golpe de Alberich. Seiya sente que o cosmo da Marin sumiu e corre em direção à floresta. Saori sente fraqueza e quase cai, mas consegue retomar as forças para continuar ajudando a não deixar a reconstrução de Atlântida ser concluída, evitando terremotos na Terra. Seiya chega na floresta e encontra Alberich. Alberich diz que estava esperando Seiya, que pergunta onde está Marin. Alberich diz que sabe que Seiya quer a sua concha dourada de Atlântida, mas nunca conseguirá vencê-lo neste estado. Ele ataca logo de cara com a Couraça Ametista, mas Seiya contra-ataca com os Meteoros de Pégaso, derrubando Alberich. O general atlante tenta usar a mesma tática que usou contra Marin, se fingindo de derrotado, mas não consegue surpreender Seiya, que agarra Alberich e dispara o Turbilhão de Pégaso. Alberich caido no chão e pede para Seiya olhar para o lado. O cavaleiro de Bronze vê Marin presa na ametista e fica atordoado. Alberich avisa que logo mais Seiya estará preso em uma ametista também. Marin pede para Seiya não se preocupar com ela e derrotar Alberich. O general atlante avisa que ele não poderá derrotá-lo, pois se ele morrer Marin jamais poderá se livrar da ametista. Seiya hesita. Alberich pede para ele ajoelhar e entregar a concha dourada de Atlântida de Thor.
EPISÓDIO 15: A AMBIÇÃO DO MALIGNO ALBERICH DE TELQUINES!
Marin pede novamente para Seiya não se preocupar com ela. Seiya não sabe o que fazer. Marin sente que o seu corpo virou pedra. Alberich diz que é inútil ela tentar qualquer coisa, já que sua energia vital será sugada pela ametista. Ele pede novamente para Seiya entregar a concha dourada de Atlântida e o Pégaso não vê outra escolha a não ser entregá-lo. Ele lembra tudo o que Marin fez por ele, desde os seus seis anos de idade e todo o seu treinamento. Alberich diz que se ele entregar a concha libertará Marin. O cavaleiro de Bronze não cede e não entrega a concha de Thor. Em seguida, Seiya ataca Alberich com os Meteoros de Pégaso. O golpe joga o general atlante para longe. Entretanto, Alberich se levanta rápido e começa a fazer um jogo psicológico sobre Seiya, dizendo que ele abandonou Marin e que ela agora está morrendo por culpa dele. Seiya encurrala Alberich em uma árvore e dispara novamente seus Meteoros, mas Alberich consegue escapar facilmente. Ele se aproveita para pegar o seu tridente de telquines, uma poderosa arma que faz parte da escama de Telquines. Alberich revela que foram os telquines, demônios marinhos que tinham cabeça de cachorro, corpos lisos e pernas curtas e grossas como nadadeiras e pés e mãos similares a de humanos com garras afiadas que ajudaram na criação do poderoso tridente de Poseidon, deus dos mares. Ele ataca Seiya de todas as formas e leva grande vantagem na luta agora. O trabalho psicológico continua e a cada vacilada de Seiya, Alberich acaba o ferindo. Seiya é mais forte e consegue fazer com que Alberich largue o pequeno tridente. De qualquer maneira, o general atlante não hesita e dispara o golpe Couraça Ametista, prendendo Seiya em uma ametista também. A concha dourada de Atlântida de Thor agora é de Alberich.
Hyoga sente que o cosmo de Seiya desapareceu e parte em direção da floresta. Shiryu e Shun sentem o mesmo. Alberich se vangloria da vitória sobre o Pégaso. Neste momento ele lembra que estava presente quando Anfitrite recebeu ordens de Poseidon para iniciar a guerra. Alberich na verdade quer as sete conchas douradas de Atlântida para se tornar o rei de Atlântida e destronar Anfitrite. Ele quer aproveitar que ela possui o corpo mortal de Hilda e derrotá-la. O desejo dele é também governar o mundo. No Castelo Atlantis, Shido e Siegfried conversam sobre Alberich. Siegfried quer que Alberich seja vencido, para depois ele assumir a luta. Hyoga finalmente chega na floresta de ametistas e se depara com Seiya e Marin presos em ametistas. Alberich dá as boas-vindas a Hyoga, dizendo que ele chegou no túmulo dos cavaleiros. O general atlante pede que Hyoga entregue a concha dourada de Atlântida de Hagen. Hyoga diz que vencerá Alberich e ficará com três conchas douradas. O cavaleiro de Cisne queima o seu cosmo, mas é perseguido pelo tridente de telquines do general atlante. Ele consegue se esquivar bem de todas as investidas de Alberich e depois contra-ataca com o Pó de Diamante, congelando o pequeno tridente. Alberich se livra rapidamente do gelo que cobria seu tridente, avisando que subestimar o tridente de telquines é algo fatal. Hyoga tenta o golpe de congelamento das pernas, mas é atingido nas costas.
CONTINUA...
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