Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter)!
26 A Espada de Libra Parte os Esquifes!
Notas iniciais
Shiryu vê o quanto é resistente o esquife, mas resolve atacar para salvar Hyoga.
- Hyoga, eu vou te tirar daí. Você e esse outro cavaleiro que deve ser seu mestre! Haaaaaaa “Cólera do Dragão.”
O esquife nada sofre. Shiryu fica pensativo.
- Será que foi o cavaleiro de Aquário quem fez isso? Meu mestre disse que objetos de gelo feitos pelo cavaleiro de Aquário nem os doze cavaleiros de Ouro conseguem quebrar. Isso significa que não tem jeito? Hyoga irá morrer?
- Talvez não, Shiryu! – Um cavaleiro encosta em Shiryu.
Shiryu se vira e se surpreende com quem vê na sua frente.
- Você é...
- Sou eu, Shura de Capricórnio.
- Shura, você aqui?
- Sim. Vim atrás do Camus e estou desconfiadíssimo de uma traição dele à Athena.
Shiryu se surpreende com a desconfiança de Shura.
- Traição?
- Sim. Vou tentar salvar esse cavaleiro de Bronze e... Esse outro homem é o Cavaleiro de Cristal, provavelmente outro traidor!
- O mestre do Hyoga traiu Athena?
Shura olha fixamente para os dois esquifes e responde Shiryu.
- Ainda não tenho certeza. Mas descobri que a origem desse nome dele de cavaleiro é porque ele já foi um legionário de Cristal.
- Não pode ser... – Shiryu está impressionado.
- Independente disso, salvarei o Cisne e esse cavaleiro de Cristal para ele me dizer tudo o que sabe. E partirei esses esquifes com o poder da minha Excalibur!
Shiryu olha para o braço erguido de Shura com curiosidade.
- Excalibur?
- Sim, veja Shiryu, veja que um dia essa espada lhe será útil: “Excalibur.”
Shura acerta sucessivos golpes com sua espada. Os esquifes criam rachaduras, mas muito resistentes ficam longe de serem quebrados.
- Camus, seu maldito, não me subestime, te provarei que minha Excalibur é mais poderosa que o seu gelo! – Reclama Shura cansado.
Nesse momento Seiya e Shun chegam ao local e avistam Shiryu.
- Shiryu!
- Seiya... Shun... Vocês aqui?
- Sim, percebemos o sumiço do cosmo do Hyoga e viemos aqui salvá-lo... Mas o Hyoga está preso nesse grande bloco de gelo? – Se surpreende Seiya.
Shiryu abaixa a cabeça e responde com tom de lamento.
- Sim. Infelizmente não estamos conseguindo quebrar esse esquife.
- Vou te salvar Hyoga: “Meteoro de Pégaso.”
O esquife nem se mexe.
- Seiya, você nunca vai conseguir partir esse esquife! – Comenta Shiryu.
- Então isso significa que Hyoga ficará preso para sempre nesse esquife? – Pergunta Seiya.
- Isso não pode ser! – Se desespera Shun.
Seiya não se conforma socando o esquife.
- Não é possível. Deve ter um jeito de quebrar esse gelo!
Um brilho dourado surge no local. Os cavaleiros percebem que é uma urna de armadura Ouro.
- É uma urna de armadura! – Comenta Seiya.
- É a armadura de Libra! – Complementa Shiryu.
A urna se abre saindo dela a armadura de Libra.
- Mestre Ancião! – Exclama Shura.
- Essa armadura pertence ao seu mestre não é, Shiryu? O que ela está fazendo aqui na Sibéria? – Pergunta Seiya.
- Com certeza meu mestre a mandou para cá para salvar Hyoga.
Shun, que estava olhando fascinado para a armadura, desvia seu olhar em direção a Shiryu ao escutar o que o cavaleiro de Dragão disse.
- Como assim?
- Obrigado mestre. Meu mestre disse que a armadura de Libra é diferente das outras armaduras.
A armadura de Libra se parte em várias partes. Todos olham surpresos.
- Partes da armadura de Libra foram parar nas mãos de Shiryu! – Exclama Seiya.
- Sim, são as barras duplas. – Responde Shiryu, que retirou a parte de cima de sua armadura para queimar seu cosmo mais intensamente.
- Barras duplas? – Questiona Shun.
- Isso, mas as barras da armadura de Libra não são comuns. Elas são capazes de partir as estrelas.
Seiya olha fascinado para a dupla de armas nas mãos de Shiryu.
- Mas então você quer dizer que a armadura de Libra além de proteger é...
- Além de proteger ela possui seis pares de armas.Uma dessas armas é... Uma espada! – Shiryu segura a espada.
Seiya e Shun olham admirados. Shura vê a cena e sorri.
- A armadura também tem o escudo, a barra tripla, o tridente e o tonfá de ouro. São seis armas em pares, formando doze ao todo. Essas são as únicas armas que podem ser usadas com a autorização de Athena. Todos podem usar em nome da justiça e com a permissão do cavaleiro de Libra. – Explica Shiryu.
Shura fica admirado.
- Não é a toa que Shiryu foi um grande sucessor de Dohko! – O cavaleiro de Capricórnio pensa alto.
- Eu tenho que escolher a melhor para tentar partir esses esquifes. – Shiryu olha para as armas de Libra.
- Minha Excalibur ainda não está com todo o seu poder, por isso eu não consegui. Obrigado Dohko, nosso Mestre Ancião, deve ser por isso que não consegui. Estava no destino Shiryu novamente fazer uso das armas de Libra! – Pensa Shura.
Shiryu olha para todas as armas e toma sua decisão.
- Bom já que a espada Excalibur do Shura conseguiu rachar os esquifes, acredito que a melhor escolha seja a espada. Mestre, eu escolho a espada de Ouro!
Shiryu segura a espada com as duas mãos e a leva para cima de sua cabeça.
- Vou soltar você Hyoga! Ressuscite Cisne! – Shiryu ataca com tudo o esquife com a espada.
O esquife em que estava Hyoga se parte. Todos observam a queda do esquife.
- Shiryu, você conseguiu partir o esquife! – Comenta Seiya.
- O gelo se desfez totalmente com apenas um golpe com essa espada! – Exclama Shun.
- Agora salvarei o mestre do Hyoga... Haaaaaaaaaaaaa! – Shiryu golpeia o outro esquife.
O esquife se parte totalmente. Nada sobra dos dois esquifes.
- Hyoga, acorde Hyoga! – Seiya tenta acordar Hyoga, mas não consegue.
- Ele não desperta! – Se preocupa Shun.
- Eles estão quase mortos de frio. O coração do Hyoga está batendo cada vez mais fraco. Para seu esforço ter valido a pena Shiryu, temos que salvá-lo rapidamente! – Comenta Seiya preocupado.
- Eu vou salvá-los! – Comenta Shun.
Seiya olha surpreso para Shun.
- Shun... Mas como?
- Eu vou dar um jeito. Mas ele não vai morrer aqui. Voltem imediatamente para o Santuário!
- Shun! – Exclamam Seiya e Shiryu.
Shura vira de costas enquanto os cavaleiros de Bronze discutem.
- Eu vou atrás de Camus, deixo a vida desses dois cavaleiros na mão de vocês, cavaleiros de Bronze!
Shura parte do local. Seiya não está concordando com Shun, mas é interrompido pelo cavaleiro de Andrômeda.
- Shun, nós não podemos...
- Seiya, temos que salvar a Saori. Não podemos perder tempo. Não se preocupem, salvarei o Hyoga e o mestre dele.
- Muito bem Shun, confiamos em você. Tome cuidado! – Shiryu corre puxando Seiya pelo braço.
Shun olha para Hyoga e para o Cavaleiro de Cristal. Ele pensa bastante.
- Nem que eu tenha que me sacrificar eu vou salvar o Hyoga!
Shun se abaixa e deixa em uma perna a cabeça de Hyoga, na outra a do Cavaleiro de Cristal.
- Dizem que o corpo humano é suficiente para aquecer alguém. Mas esses dois foram congelados provavelmente pelo cavaleiro de Aquário. Eu vou precisar mais do que isso. Eu vou queimar o meu cosmo até o limite para aquecer o corpo de Hyoga e de seu mestre.
Nesse momento, Shiryu e Seiya estão saindo da Sibéria.
- Precisamos voltar logo ao Santuário. Espero que Shun e Hyoga fiquem bem! – Comenta Seiya.
Uma explosão cósmica é sentida no local.
- Você sentiu isso, Seiya?
- Senti, Shiryu! O cosmo do Shun explodiu. Por que será?
- Seiya, Shun está a fim de se sacrificar para salvar o Hyoga!
Seiya olha assustado para Shiryu e para de andar.
- Se sacrificar?
- Sim, Shun é um cavaleiro de verdade, mas não gosta de combates. Se for necessário ele se sacrificar assim ele fará. Assim como sua constelação guia, Andrômeda, se sacrificou na mitologia grega acorrentada para acalmar Poseidon.
- Temos que voltar...
- Seiya... Shura com certeza está de olho no que está acontecendo aqui na Sibéria. Ele veio atrás de Camus. Vamos voltar ao Santuário e confiar no Shun e no Shura!
- Certo Shiryu! – Seiya e Shiryu partem para o Santuário na Grécia.
SANTUÁRIO — GRÉCIA
Aioros e Saga chegam na casa de Áries e encontram todos os cavaleiros de Ouro reunidos.
- Já sabemos aonde deve estar localizado o esconderijo dos inimigos. E lá devem ter levado Athena! – Avisa Aioros.
- Precisamos todos ir até lá! – Responde Aioria.
Começa uma ventania no Santuário. Pós de cristais no ar começam a invadir as proximidades das doze casas.
- Cavaleiros de Ouro, eu irei junto com Saga até o Egito, é lá o local da tal Pirâmide de Cristal, vocês cuidem do Santuário até segunda ordem! Mu deixo tudo em seu comando. – Ordena Aioros, saindo do Santuário. Saga o segue.
- O que? Devemos permanecer no Santuário? – Milo não concorda.
- Não podemos abandonar o Santuário para a possível invasão dos inimigos. – Responde Mu.
- Vou voltar para a casa de Virgem. Meditando terei mais sabedoria do que devemos fazer! – Shaka se retira.
Aioria está bastante pensativo após a ordem de seu irmão.
- Onde será que foi parar o Ikki?
- Isso é um absurdo. Termos que ficar no Santuário com Athena em real perigo. – Comenta Milo.
- Eu concordo. Meu irmão pensa que somos inúteis? Eu vou ver o que está acontecendo aqui nas proximidades do Santuário. Ver de onde estão vindo esses pós de cristais! – Aioria sai da casa de Áries irritado.
Milo parte de volta para a sua casa. Mu segue cuidando de Aldebaran. Kanon surge voltando da casa de Gêmeos.
- Kanon, poderia me dar mais detalhes da tal Pirâmide de Cristal? – Questiona Mu.
- Pouco sei, o que sabia já revelei, cavaleiro de Áries. Só sei que o espírito maligno que dominou o corpo do meu irmão, que era sua face má, é capaz de tudo. Ele é a personificação do mal e não está sozinho. – Kanon vira as costas e sai da casa de Áries.
- Kanon, siga a ronda do Santuário com os demais cavaleiros de Prata. – Pede Mu.
Kanon sai da casa e nada fala. Ele olha sério para cima.
- Até parece que ficarei aqui.
LESTE DA SIBÉRIA
Shun explode todo seu cosmo até perder a consciência. Minutos se passam e Hyoga desperta.
- Senti um cosmo nobre me aquecendo. O frio que estava em meu corpo desapareceu... Shun! – Hyoga olha para Shun desmaiado no chão.
Hyoga se aproxima e coloca Shun em seu colo.
- Foi você quem fez isso Shun! Arriscou sua vida e conseguiu me salvar até mesmo nessa gélida terra da Sibéria! – Hyoga se emociona, olha para o lado e vê o seu mestre desmaiado.
- Mestre, acorde mestre!
- Mmmmm... Hyoga! Estamos vivos! – O Cavaleiro de Cristal disperta.
- Sim mestre, graças ao Shun! – Hyoga deixa as lágrimas caírem.
O cavaleiro de Prata avista Shun desmaiado no colo de Hyoga.
- Esse é o cavaleiro de Andrômeda... Pupilo de Albiore de Cefeu!
- Sim, é ele mesmo mestre!
O Cavaleiro de Cristal pega Shun do colo de Hyoga e eleva seu cosmo.
- Hyoga, parta, eu cuido da recuperação desse cavaleiro!
- Mestre!
- Eu sei que a pouco meu mestre, o cavaleiro de Aquário Camus, esteve aqui e ele quem te prendeu no esquife de gelo. Eu falhei e passei minha falha para você, Hyoga.
- Quem te prendeu no esquife mestre? Não vá me dizer que foi ele também?
O cavaleiro balança a cabeça negativamente e fecha os olhos.
- Não. Foi um legionário de Cristal chamado Telly de Coroa Austral!
- Coroa Austral? Uma constelação?
- Sim, Hyoga. Tenho que te dizer que um dia fui um legionário de Cristal.
Hyoga se assusta com a revelação de seu mestre. Ele dá alguns passos para trás.
- Como é, mestre?
- É isso mesmo, Hyoga. Eu fui tomado por um imenso engano e pensei estar do lado correto. Se não fosse a interferência do meu mestre Camus eu estaria dominado por esse engano até hoje. Eu falhei novamente hoje, mas você ainda pode consertar seu erro, Hyoga. Esse Telly me congelou para eu pensar se deveria voltar a ser legionário. Ele provavelmente voltaria e me descongelaria para me fazer decidir. Se não ficasse do lado dele me mataria de vez. Camus acreditou que eu já estava derrotado e você iria pelo mesmo caminho se tomando por sentimentalismo. Por isso te prendeu no esquife.
- Entendo mestre. Mas porque você foi tomado por sentimentalismo no momento que foi congelado?
O Cavaleiro de Cristal pensa em Isaak, mas prefere ficar quieto.
- Não há tempo para isso, Hyoga. Acredito que já saiba o que deve fazer. Eu cuido do Andrômeda.
- Tudo bem mestre, não vou te decepcionar. – Hyoga corre entre a neve que cai no local. O Cavaleiro de Cristal segura Shun e o leva para dentro de sua casa.
FIM DO CAPÍTULO
ESPECIAL: SAINT SEIYA: REEDIÇÃO DO ANIME CLÁSSICO!
SAINT SEIYA: A SAGA DE POSEIDON (PÓS-BLUEGRAAD)
Nessa última parte do especial Reedição do Anime clássico, postarei os capítulos em que a Saga de Bluegraad é citada durante a Saga de Poseidon dessa segunda versão. O restante, sem alteração, segue como na primeira versão de "Saint Seiya: Poseidon — O Arco dos Sete Mares." (postado nos capítulos 16, 17 e 18).

Episódio 1: Poseidon, o Imperador dos Oceanos!
Chuvas torrenciais e tsunamis assolam o mundo todo. Diversas cidades estão submersas. No Japão, Tatsumi e os outros cavaleiros de Bronze estão preocupados com Seiya e Saori. Em Bluegraad, Seiya e Shun voltam de mais uma busca por Saori, mas sem sucesso. Natássia acha que Athena foi atacada e Seiya se lembra das palavras de Sorento, sobre o ressurgimento do deus Poseidon.
No Templo de Poseidon, Saori acorda e recebe a presença de Julian Solo. Ela se lembra então da noite do aniversário de 16 anos de Julian Solo, na qual ela compareceu junto de Tatsumi. Julian Solo é o único filho de uma das famílias mais importantes do mundo e recebeu Saori com cortesia. Mitsumasa Kido e o pai de Julian eram amigos. Julian convida Saori para irem conversar no terraço, irritando Tatsumi. Lá, ele conta a história da sua família e as riquezas que eles conquistaram durante décadas. Julian aproveita a ocasião e pede Saori em casamento. Saori ri da proposta e, de uma forma bem educada, rejeita o pedido de casamento. Ela se retira para seus aposentos e diz que voltará ao Japão na manhã seguinte.
De volta aos dias atuais, Saori reconhece que Julian é na verdade Poseidon. Poseidon deixa que Saori volte a descansar e se retira. Saori vai atrás e pergunta por que ele não acaba com ela logo. O deus responde dizendo que acha a morte violenta e, mesmo com todo o poder que possui, é uma tarefa difícil vencer Athena. Com isso ele usou Hilda e Bluegraad, antes anteriormente estava selado junto a seus marinas, para enfraquecer o cosmo da deusa. Agora ele tem causado chuvas e problemas para a Terra, tudo isso durará 30 dias, até que toda humanidade suma do planeta, que ficará coberto por água. Entretanto, como o humano Julian Solo estava apaixonado por Saori, o deus Poseidon resolveu poupar a vida de Athena.
Desde épocas antigas, o sonho da dinastia de Poseidon foi interrompido pela interferência da deusa Athena. Ele diz que ficou muito tempo selado em Bluegraad. Saori chama ele de perverso e de assassino, irritando-o. Poseidon reintera o pedido feito por Julian e pede para ela governar o mundo junto dele. Saori rejeita novamente e agora Poseidon diz que ela sofrerá junto com todos os humanos, porém dará uma chance para Athena salvar os humanos. Ela terá que se sacrificar, tomando para si uma parte de toda a chuva que cai sobre a Terra.
Novamente em Bluegraad, Seiya e Shun continuam procurando a entrada para o Santuário marinho de Poseidon. Hilda e Natássia encontram antigas escrituras que informam o local de Bluegraad onde existe um lago escuro com um grande redemoinho. Lá era o local onde estavam selados Poseidon e seus guerreiros. O local é onde leva a entrada para o Santuário Submarino de Poseidon. Chegando lá, Seiya e Shun são tragados diretamente para o fundo. Shun e Seiya acordam e percebem que estão no fundo do mar, porém tudo é igual a Terra e eles podem se locomer e respirar normalmente.
De repente, uma música acaba chamando-os em sua direção. Mais a frente, eles encontram uma sereia trajando uma armadura. Ela explica que o nome dela é Thetis de Sereia, uma comandante marina que veste uma escama, o que seria similar as armaduras dos cavaleiros. Seiya pede para ela levá-los até Poseidon, mas acabam atacados pela marina. Thetis acaba fugindo e Seiya e Shun a perseguem. Shun consegue pegá-la com suas correntes, mas a agilidade da nova inimiga é incrível, fazendo com que ela se livre facilmente do ataque do Andrômeda.
Em seguida, ela dispara o golpe Cilada de Coral, prendendo Seiya e Shun em um coral. O cavaleiro de Pégaso queima o seu cosmo, se livra do coral e dispara os Meteoros de Pégaso, causando espanto em Thetis. Neste momento, surge um outro inimigo. Trata-se do general de Dragão Marinho. Ele dispara um golpe na velocidade da luz, atingindo Seiya e Shun.
Episódio 2: Destruam Todos os Pilares dos Sete Mares!
Seiya e Shun estão caídos devido ao golpe do Dragão Marinho. Eles se levantam e falam que salvarão Saori. O marina pede para eles chamrem os cavaleiros de Ouro e alguns soldados rasos de Poseidon aparecem. O Dragão Marinho pede para seus soldados acabarem com Seiya e Shun, entretanto os cavaleiros de Athena se livram facilmente dos soldados. Seiya, de forma irônica, pede para chamarem Sorento e os outros generais.
Saori questiona novamente Poseidon, dizendo que fará de tudo para salvar a Terra. Poseidon e Athena chegam em frente de um grande templo, trata-se do Grande Suporte Principal. Poseidon explica que a Terra é dividida em sete oceanos: Atlântico Norte, Atlântico Sul, Pacífico Norte, Pacífico Sul, Índico, Ártico, Antártico. Cada um deles é mantido através de um pilar. Há o pilar central, o Grande Suporte Principal. Sendo assim, Saori deverá ficar presa dentro deste grande pilar, onde receberá a chuva do mundo todo. Quando o pilar se inundar por completo, Atena estará morta. Saori aceita o seu sacrifício e entra no local. Uma grande quantidade de água começa inundar o local, água esta das chuvas que deveriam inundar o planeta. Saori queima o seu cosmo e começa a resistir ao sacrifício. Ela confia e acredita em seus cavaleiros.
Poseidon alerta que cada um dos sete pilares é protegido por um general marina. Ele diz também que tudo isso é culpa de Athena, que rejeitou seu pedido. No local da luta de Seiya, Shun e Dragão Marinho, um dos soldados os avisa que Athena foi presa dentro do Grande Suporte Principal. O Dragão Marinho se retira dizendo que os esperará em seu próprio pilar. Thetis explica que Athena morrerá quando o Grande Suporte Principal for totalmente inundado. Para salvá-la, eles precisam antes destruir os sete pilares que sustentam os sete mares do mundo, mas para isso terão que vencer os sete generais marinas. Somente após destruí-los, o Grande Suporte Principal ficará enfraquecido. Seiya se separa de Shun e eles resolvem partir em direção aos pilares.
Em Rozan, o Mestre Ancião diz que não poderá ajudar Shiryu, pois não sabe onde fica o acesso ao Santuário Submarino, mas que como Poseidon estava selado em Bluegraad, provavelmente deve ser lá. Kiki chega e avisa que já descobriram onde fica a entrada para o Santuário de Poseidon e que realmente é em Bluegraad. Shiryu e Kiki partem para Bluegraad, mas antes Shiryu se despede de Shunrei e do Mestre Ancião. Shunrei chora dizendo que Shiryu não é uma máquina de guerra. O Mestre Ancião diz que esse é o destino de um cavaleiro de Athena.
Seiya chega perto do pilar do Pacífico Norte, guardado pelo general marina de Cavalo Marinho. Alguns soldados atacam Seiya com uma âncora, mas ele consegue vencê-los rapidamente. O cavaleiro de Pégaso finalmente chega no pilar do Pacífico Norte. De imediato ele tentra destruir o pilar utilizando os seus Meteoros de Pégaso, mas é detido por Bian de Cavalo Marinho.
Em Bluegraad, Hyoga pula no lago e parte em direção ao Santuário Submarino de Poseidon. Antes, ele pede para Hilda avisar Shiryu quando ele chegar. Seiya inicia o combate contra Bian, que nem se mexe para bloquear os golpes de Seiya. Em seguida, ele é atingido violentamente pelo golpe Assopro Divino. Seiya se levanta e queima o seu cosmo novamente, disparando os Meteoros de Pégaso.
Episódio 3: O Misterioso Brilho Dourado da Armadura de Bronze!
Seiya recebe novamente o golpe Assopro Divino e é jogado contra o pilar. Bian xinga Seiya e diz que ele é um idiota. Seiya se levanta mais uma vez e diz que sairá vitorioso, pois o golpe de Bian não pode atingí-lo mortalmente. Bian então ataca com um novo golpe, o Ventos de Furacão. Em Bluegraad, Shiryu está na beira do lago e sente a cosmo energia de Seiya. Ele pula no lago junto de Kiki. Natássia pede para Kiki mantê-la informada.
De volta a luta de Seiya e Bian, o golpe do general marina faz Seiya subir até a superfície do oceano. Seiya reflete sobre o que deve fazer para vencer Bian e neste momento sua armadura começa a reluzir a ouro. O cavaleiro de Athena volta para o fundo do mar, caindo como um cometa. Seiya dispara novamente seus Meteoros de Pégaso e desta vez o seu golpe surte efeito, rompendo a barreira de proteção de Bian. Seiya diz que ele é inferior aos cavaleiros de Ouro que já enfrentou. A grande verdade é que Seiya descobriu o ponto fraco de Bian. Ele ataca novamente, atingindo em cheio o corpo do general marina.
Em outro local, Shun finalmente chega no pilar do oceano Pacífico Sul. A sua corrente fica tensa, pressentimento a presença do inimigo. Eis que surge uma mulher na sua frente e ele detém a sua corrente, que já atacava na eminência do perigo. A mulher some, deixando Shun confuso. Uma voz começa a falar com Shun, dizendo que ele cometeu um grave erro ao deter a corrente. A mesma mulher surge novamente na sua frente e, de repente, se transforma em bestas, atacando Shun. O cavaleiro de Andrômeda utiliza a Defesa Circular para deter o ataque. O inimigo finalmente se mostra, ele é general Io de Scylla. Bian está sem entender o que está acontecendo, já que todos os golpes do Seiya o atingem agora. Neste momento, a Armadura de Pégaso volta a reluzir a ouro. Seiya diz que o sangue dos Cavaleiros de Ouro fizeram a sua armadura brilhar assim. Ele recorda que a sua armadura foi revivida pelo sangue dos Cavaleiros de Ouro após a luta nas Doze Casas do Zodíaco. Seiya dispara os Meteoros de Pégaso novamente, jogando Bian para longe. O general marina está totalmente perdido.
Shiryu e Kiki chegam no fundo do mar e são confrontados por Thetis. Kiki pede para Shiryu seguir em frente, deixando Thetis aos seus cuidados. O jovem aprendiz utiliza a telecinese para deter a Sereia. Shiryu confia em Kiki e segue adiante. Thetis entretanto consegue superar a telecinese do jovem aprendiz de Mu.
De volta a luta do pilar do Pacífio Norte, Seiya conta a experiência que teve na luta contra Misty de Lagarto no passado. O cavaleiro de Prata utilizava uma técnica similar ao de Bian, por isso Seiya conseguiu quebrar facilmente a defesa de Bian. O General Marina fica impressionado com a experiência de combate de Seiya, mas diz que nada adiantará enquanto ele estiver utilizando a escama de Poseidon. Entretanto, rachaduras surgem na Escama de Bian. Seiya insiste que Bian é inferior a vários inimigos que ele já enfrentou. Bian ataca novamente com o Assopro Divino e Seiya consegue segurar o golpe facilmente. Seiya diz que um ataque não funciona duas vezes contra o mesmo cavaleiro.
Hyoga chega no local, mas Seiya diz que pode vencê-lo sozinho. O general marina ataca com o Ventos de Furação novamente, mas Seiya queima o seu cosmo até o sétimo sentido, fazendo sua armadura reluzir a ouro mais uma vez. Seiya dispara um poderoso Meteoro de Pégaso, vencendo Bian. Após isso, Seiya avisa Hyoga que eles precisam destruir os sete pilares. Shiryu chega no local a tempo de ouvir as palavras de Seiya. Hyoga e Shiryu partem para outro pilar. Seiya pede para Saori aguentar firme que logo ele chegará para salvá-la!
Posteriormente...
Episódio 11: Ouça a Bela Canção de Athena!
Ikki sente que a cosmo energia do general de Dragão Marinho lhe é familiar. A seguir, o marina ataca Fênix com sua Explosão Galáctica, arremessando-o para longe. Não resta mais dúvidas: o Dragão Marinho retira o seu elmo e revela o seu rosto. Ele é Saga, o Cavaleiro de Ouro de Gêmeos? Na verdade não! Ele então revela ser o irmão gêmeo de Saga, Kanon de Gêmeos e, ao contrário de seu irmão, dividido por duas personalidades, ele afirma possuir apenas uma índole, a má. Sendo assim, ele lança o seu golpe Triângulo de Ouro e envia o Cavaleiro de Fênix para uma Outra Dimensão, o Triângulo das Bermudas, localizado no Mar do Caribe, no Atlântico Norte. Aos pés do pilar do Oceano Antártico, Seiya desperta. Próximo ao mar mediterrâneo, Shaina se desvencilha de Thetis e, mesmo advertida pela marina de que Julian Solo agora é um deus, parte ao encontro de Poseidon. Chegando à sala do trono do deus dos Mares, ela encontra o imperador sentado em seu trono e reconhece que seu poder se equipara ao de Athena. Com um facho de luz, Poseidon parte a máscara da amazona em dois. Imprudentemente, Shina ataca Poseidon, mas é paralisada pelo deus. Com um terceiro ataque do imperador dos mares, Shina sente sua energia ser sugada e desaba inconsciente.
Shiryu, no território do Oceano Índico, recobra a consciência e percebe que recuperou a visão. A caminho de seu pilar, Kanon acredita que seus planos estavam caminhando bem, já que todos os cavaleiros e cinco generais foram derrotados, quando é surpreendido pelo som de uma flauta: é Sorento de Sirene. Ao ser indagado pelo fato de não estar protegendo seu pilar, Kanon responde que precisou eliminar um cavaleiro de Bronze que tentava invadir o Templo de Poseidon.
Sorento segue acusando Kanon, indagando se ele não estaria manipulando a vontade de Poseidon. O clima fica tenso e o embate entre os generais parece iminente, porém é interrompido por dois cosmos, que se aproximam dos pilares dos Oceanos Atlântico Sul e Norte. Em razão deste fato, os dois generais se dirigem aos seus respectivos pilares para defendê-los.
Shun chega ao pilar do Atlântico Sul e se surpreende em encontrar Sorento de Sirene vivo, já que ele foi testemunha de que Sorento havia sido destruído junto de Siegfried, em Bluegraad. Sorento explica que quase morreu naquele instante, mas conseguiu se salvar no último momento e deixou Siegfried morrer sozinho. Shun ataca Sorento com a corrente de Andrômeda, mas seu golpe é repelido por uma barreira de ar formada pela flauta do general do mar, que contra-ataca com sua Sinfonia da Morte. O som da flauta de Sirene atinge diretamente o cérebro de Andrômeda, de modo que nada adianta tapar seus ouvidos. Todavia, a morte do cavaleiro de Andrômeda é impedida por uma canção que vem de longe: é a canção de Athena, que embora esteja na iminência de morrer afogada, salvou seu bravo cavaleiro.
(O restante, completo, não é alterado, seria igual ao postado nos capítulos 16, 17 e 18 do Arco dos Sete Mares).
FIM DO ESPECIAL REEDIÇÃO DO ANIME CLÁSSICO
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