Sailor Moon - The New Generation

1 Quando uma amizade começa!


Notas iniciais
Primeiro capítulo saindo do forno. Espero que gostem!

Eduarda, ou Bummie, como prefere ser chamada pelos amigos, saltava de um ônibus, começando a andar pela rua. Desanimada, a jovem loira com uma mecha azul em dégradé verde, conversava com seu melhor amigo Shun ao telefone.

— A faculdade começa depois de amanhã. — Comenta Bummie, choramingando. A jovem ia começar a cursar moda na faculdade principal da cidade. — E ainda não achei um lugar para morar. O que eu faço Shun?

— Buu, tenha paciência. Sabe que a casa onde estou está cheia. — Responde Shun, gentil. — Você não achou um trabalho? Logo achará um lugar.

— Falando em trabalho, tenho que desligar. — Diz Bummie, olhando um papel. — Acabei de chegar ao café.

— Boa sorte. — Deseja Shun. —

— Obrigada. — Agradece Bummie, um pouco melhor. —

A garota finalizou a ligação e entrou no local onde seria seu novo emprego.

— Desculpe, mas ainda não abrimos. — Pede uma jovem, limpando as mesas. —

A jovem que limpava as mesas era Hellen, ou Len, como gostava de ser chamada pelos amigos. Possui estatura baixa, mas por seu temperamento explosivo, muitos a respeitam. Possui cabelos longos azul-escuros e a pele clara. Está prestes a ingressar no curso de Jornalismo na National’s University.

— Você é a garota que estava falando com o chefe ontem! —

Lembra outra, sorrindo. — Não é?

Quem perguntara foi Lih. Possui um temperamento doce, porém, muito sensível. Possui cabelos castanho-claros. Está ansiosa para começar o curso de Letras na faculdade.

— Sim, sou eu mesma. — Concorda Bummie, cumprimentando-as. —

— O chefe não está. — Informa uma jovem no caixa. —Mas deixou sua ficha com a gente. Cielly traz a ficha da novata!

A responsável pelo caixa no café é Mizuki, ou Mizu para os mais íntimos. Seus cabelos são roxos e seu corpo bem definido, arrancando cantadas dos rapazes. Porém é indiferente quanto à isso, sendo bastante responsável. É a cozinheira do grupo, indo fazer Culinária na faculdade.

Um pouco depois, outra jovem saiu da sala da gerência. Era Cielly, a quarta integrante. É bastante avoada, sempre desligada de tudo e de todos. É sensível em relação a espíritos e premonições. Utiliza seus cabelos negros em uma maria Chiquinha alta. Apesar de sua personalidade, sempre está pronta para ajudar os amigos. Vai começar o curso de psicologia.

— Eduarda né? — Pergunta Cielly, olhando o papel. —

— Bummie, por favor. — Pede Bummie, gentil. — Começo hoje?

— Sim, claro. — Responde Lih, olhando a ficha junto com Cielly. — Nossa você mora um pouco longe.

— Uma hora e meia de ônibus. — Responde Bummie, desanimada. — Mas aqui é perto da faculdade onde vou estudar.

— Vai estudar na National’s University? — Pergunta Len, curiosa. —

— Sim, lá mesmo. — Concorda Bummie. — Eu até tentei arranjar um lugar para morar, mas não tenho como pagar um aluguel sozinha.

As quatro se olham e a novata fica sem entender nada.

— Lá em casa tem uma casa sobrando. — Começa Mizu. – Não tem cama, mas e você tiver um colchonete bom, travesseiro e roupas de cama, não precisa levar mais nada além de suas coisas pessoais para a casa. Topa?

— Sério?! — Exclama Bummie, feliz. — Claro que eu topo! Posso ir hoje? Meu amigo vai me dar uma carona hoje para casa.

— Claro. — Responde Len, sorrindo. — Nós te damos o endereço depois.

— Dez minutos para abrir! — Avisa Lih. – Bummie, vai colocar seu uniforme. Meninas, os patins!

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No final do turno das garotas, Shun, o melhor amigo de Bummie, entrou no café.

— Shun! — Chama Bummie, indo abraçá-lo. — Adivinha? Arranjei um lugar para morar!

— Que bom! — Comemora Shun, feliz. — Vai morar com quem?

— Com as meninas que trabalham aqui. — Responde Bummie, animada. — Elas são muito legais! Você me leva lá? Elas falaram que posso ir hoje para lá.

— Claro. — Concorda Shun. — Já falou com seus pais?

— Uhum. — Diz Bummie. — Eles vão trabalhar até tarde, mas falaram que posso ir.

— Então vamos. — Sorri Shun, abrindo o café para a amiga. —

Os dois saíram do local, de braços dados.

— Será que dá tempo de comprarmos algo para preparar uma festinha de boas vindas? — Pergunta Cielly, pensativa. —

— Creio que sim. — Responde Mizu, terminando de fechar o caixa. — Mas temos que comprar tudo pronto. Pelo menos um bolo.

— A loja de conveniência que tem na esquina da nossa rua deve ter tudo o que precisamos! — Comenta Len, animada. —

— Meninas, podem ir. — Diz o gerente, sorrindo. — Tenham uma boa noite!

— O senhor também, chefe. — Fala Lih. — Vamos, meninas!

As jovens acenaram para o gerente e saíram da lanchonete, indo a passos apertados para a loja de conveniência.

Uma hora depois, o carro de Shun para em frente à casa das meninas.

— Quer que eu te ajude? — Pergunta Shun, preocupado. — É muita coisa para carregar.

Antes que Bummie respondesse, Lih e Cielly apareceram no portão. A loira saiu do carro, animada.

— Cielly, Lih! — Chama Bummie, acenando. —

— Deixem as coisas na varanda que a gente coloca para dentro depois. — Diz Cielly, sorrindo. —

O amigo da moça saiu do carro e ajudou a amiga a tirar as coisas do veículo, colocando-as na varanda da casa.

— Está entregue! — Sorri Shun. — Qualquer coisa, ligue para mim.

— Pode deixar. — Concorda Bummie. Em seguida, pulou no pescoço do rapaz. — Obrigada! Você é o melhor amigo do mundo!

— Sabe que pode contar comigo sempre! — Ri Shun, abraçando ela. — Cuidem dela no meu lugar, por favor.

— Cuidaremos. — Falam as duas, rindo. —

O rapaz deu um beijo na testa da amiga e entrou no carro, partindo em seguida.

— Ele é um fofo, não é? — Pergunta Bummie, vendo o carro ir. —

— Bummie, você e ele são...? — Insinua Lih. —

— Não. — Nega Bummie, rindo. — Shun e eu somos amigos de infância.

— Pronta para começar uma nova vida? — Pergunta Cielly, prestes a abrir a porta. —

— Com toda certeza! — Concorda Bummie, ansiosa. —

Cielly abriu a porta e as duas que estavam lá dentro, Mizu e Len, estouraram as serpentinas.

— Awn! Vocês fizeram uma festa de boas vindas. — Comenta Bummie, emocionada. —

Lih pega os copos e enche os mesmos com refrigerante. Cada uma pega o seu e brindam.

— À nossa nova amizade! — Dizem todas, rindo. —

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Mais tarde, Lih estava em seu colchonete, admirando a lua da janela de seu quarto, com um sorriso nos lábios.

— Ela sempre está bonita. — Sussurra Lih, bocejando. Quando de repente, uma estrela cadente rasga os céus. — Oh, uma estrela cadente.

A jovem fecha seus olhos para fazer um pedido.

No mesmo instante, em uma casa não muito longe dali, Makoto, que estava usando seu notebook, olha pela janela e vê a mesma estrela cadente.

— Isso é raro. — Sorri o rapaz. —

Assim como Lih, fechou os olhos e fez um pedido.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Beijos e até o próximo capítulo: Quando destinos se cruzam!