Notas iniciais
Voltei!
Eu sei gente, ninguém precisa me dizer que demorei mais de um mês dessa vez... Mas gente entendam que que estou terminando o ensino médio, trabalho e faço cursinho a noite. Acho que to meio sem tempo né, além de que eu tenho que estudar pra provas finais e pro vestibular, Enem e todas essas coisas aí. Então peço que me desculpem mais uma vez.( se é que alguém ta lendo e não correndo pra historia hahaha)
AAAH! MAIS UMA COISA!!!!!
Alguém aí lê minha outra fic? A CROSSROADS?
Bom se alguém ler, só quero avisar que eu só vou voltar a escreve-la quando eu terminar essa aqui. Eu sei que vocês estão putos nesse momento, mas é o que da pra fazer. Quero da uma atenção especial pra cada historia então vou terminar uma e depois a outra. Espero que vocês não me abandonem por isso :/
Bem, boa leitura! ♥

Pensei em muitas coisas durantes os segundos que fiquei parada no vão da porta da cozinha daquela casa enorme enquanto as pessoas que ainda estavam sentadas a mesa me olhavam sem saber o que fazer tanto quanto eu – ou até mais.

Pensei em que eu tinha me metido indo até aquela casa, aceitando o convite de Sakura e tendo quase ido pra cama com um cara que nem conheço direito. Pensei no quanto me sentia estranha por, ao mesmo tempo em que queria ir embora, querer desesperadamente ficar. Pensei em minha irmã e na saudade que eu sentia dela. Pensei em como sentia vergonha de olhar para a Senhora Kushina e pensei acima de tudo isso, em como o simples fato de Naruto não ter sequer me dirigido a palavra me fez sentir desconfortável daquela maneira.

Despertei quando senti um toque delicado em meus ombros. A senhora Kushina me olhava docemente sorrindo como se assim pudesse dizer que estava tudo bem, mas eu sabia que minhas bochechas estavam coradas.

- Venha meu anjo, vamos tomar café. Deve estar morrendo de fome.

- Ah! Então essa é a tal garota? É realmente linda – a mulher com quem Hana conversava olhou para mim em seguida desviando seus olhos para Kiba – devia ter se esforçado mais moleque! – e riu – A bola de pelo ganhou de você outra vez, tsc...

- Tsume! Cale essa maldita boca! – Ouvi Tsunade dizer de onde estava.

Minhas bochechas queimavam e acho que nunca me senti tão constrangida assim antes. As meninas – Sakura e Ino – me olharam com pedidos de desculpas silenciosos no olhar enquanto as duas mulheres mais velhas a mesa discutiam alguma coisa. Kiba sequer se mexia e me fazia sentir horrível saber que suas intenções iam bem alem de mero charme e ele tinha de passar por uma situação daquelas.

Murmurei um pedido de desculpas qualquer para a senhora Kushina e disse que estava sem fome saindo dali o mais rápido possível. Ainda pude escutar o alvoroço na cozinha e o som de talheres sendo jogados no prato para logo depois a porta dos fundos ser batida com força.

Dirigi-me o mais rápido que consegui para a escada central. Iria subir para o quarto, trancar a porta e me afundar nas cobertas até aquela vergonha estúpida passar! Por Deus, fora tão constrangedor! Estava certa de fazer todas essas coisas exatamente nessa ordem até ouvir o que parecia uma discussão, vinda do escritório depois da sala de TV.

Bem, descobri que maior do que meu constrangimento naquela hora só mesmo minha curiosidade. Não pude evitar caminhar até la, ainda mais quando reconheci a voz imponente de Naruto ressoar através da porta de carvalho grosso do cômodo.

- Você não esta ajudando! – ele disse exasperado.

- Só porque não estou dizendo o que você quer ouvir não quer dizer que não estou tentando ajudar. – A voz de Sasuke soou tranquila como sempre. Ouvi Naruto suspirar.

- Foram elas não foram? Elas a trouxeram pra cá não é?

Silencio. Por alguns segundos – que pareceram horas pra mim – ele não disseram nada. Um pressentimento realmente estranho tomou conta de mim quando o ouvi dizer “elas” e “a trouxeram”. Sasuke deve ter feito algum gesto positivo com a cabeça porque a reação de Naruto não foi nada boa:

- Eu sabia! Aquelas duas sempre gostaram de se meter onde não deviam – ele esbravejou em tom acusatório.

- Não fale assim Naruto! Ino é sua prima e elas só queriam de certa forma ajudar – Sasuke as defendeu, embora eu julgasse que ele estava mais tomando as dores da noiva do que de Ino.

- À merda com a ajuda delas! Não me interessa! Eu disse que não queria que era para me deixarem em paz!

- Nós sempre queremos Naruto. Precisamos, não adianta fugir.

- Dane-se o que vocês precisam. Eu não!

- Ah não? Então por que está tão abalado assim?

Ouvi uma risada seca e sem humor vinda de Naruto. Percebi que ele respirava fundo e desejei imensamente entender do que eles estavam falando e por que eu tinha um pressentimento tão ruim de que não iria gostar de saber. Por que algo me dizia para sair correndo dali antes de ouvir algo que eu não iria gostar. Do que “eles” precisavam afinal? Por que aquela discussão toda e por que Naruto parecia tão abalado?

- Por quê? – ele riu outra vez e sua voz agora era baixa, num timbre horrível – Porque a droga toda já ta feita agora. Você sabe como funciona, todo mundo la fora sabe!

Senti vontade de entrar berrando: Não! Nem todo mundo aqui fora sabe, droga!

Mas a única coisa que fiz foi permanecer ali fora, com os ouvidos grudados na porta e evitando até mesmo respirar se possível.

- E o que você vai fazer então? – Sasuke perguntou, e a calma dele às vezes me assustava um pouco.

- Não ta meio obvio senhor Dono Da Razão? Ela tem que ir pra bem longe.

Um frio percorreu minha espinha ao o ouvir falar daquele jeito. Ele não podia estar falando de mim... Podia?

- Você sabe que não da pra aguentar uma coisa assim.

- Bem, eu já agüentei uma vez não é? Não é tão difícil afinal de contas – sua voz saiu tão sarcástica que eu presumia que aquilo não era verdade. Fosse o que fosse...

- Vai mesmo fazer isso? – Sasuke perguntou depois de ficarem um tempo em silencio.

- Vou – ele respondeu sem hesitar.

- Bom – o Uchiha respirou fundo – pode fazer isso agora mesmo se quiser.

Não consegui entender o que aquelas palavras significavam. Que droga toda era aquela sobre a qual eles falavam afinal? Como assim ele podia...

O tempo que tive para processar o comando de: desgrudar o ouvido da porta e sair correndo feito louca dali, não foi suficiente para conseguir isso antes de abrirem a porta do escritório e me pegarem no flagra – pela segunda vez eu diria, e não que isso tornasse as coisas menos constrangedoras.

Vi Naruto aparecer na porta e me olhar com os olhos assustados por alguns segundos para logo depois a expressão ter sumido e ele assumir uma mascara fria e intransponível que eu não tinha visto em seu rosto alguma vez antes.

- O que exatamente esta fazendo aqui? – ele perguntou a voz baixa em um tom claramente reprovador.

- E-eu... – me odiei imensamente por gaguejar naquela hora. Não conseguindo evitar que meus olhos passassem do Uzumaki para o Uchiha e vice-versa. Sasuke enfim se mexeu, enfiando as mãos nos bolsos do casaco que vestia e saindo educadamente do lugar.

- Com licença.

Ele disse e foi caminhando para longe. Uma coisa que eu devia admitir era que com certeza ele sabia exatamente à hora em que deveria se retirar de um local ou manter a boca fechada. Admirei muito isso nele e agradeci mentalmente pela sua enorme educação. Poderíamos ate nos tornarmos amigos depois disso. Eu acho.

- Sasuke! – Naruto o chamou irritado. O moreno apenas ergueu uma mão para o alto sem nem mesmo se virar como se aquilo fosse máximo que ele iria conseguir de atenção. Naruto respirou fundo e deslizou a mão pelos cabelos loiros e bagunçados. Eu não sabia direito se achava o gesto encantador ou seus olhos furiosos assustadores.

- Deu pra ouvir a conversa dos outros atrás da porta agora? Achei que fosse mais educada que isso. – Ele estava descontando a raiva em mim, deu para perceber. É claro que deu.

- Desculpe... Não sei o que me deu...

- É claro que não sabe! É tão inocente não é mesmo?! – a voz dele transbordando ironia estava me deixando irritada. Tudo bem que o que eu fizera não era certo, mas ser tratada daquele jeito era o tipo de coisa que eu mais odiava.

- Pode, por favor, parar de falar desse jeito comigo? Não gosto de ironias.

- Pois é, e eu não gosto que fiquem ouvindo minhas conversas, deu pra perceber?!

Sua voz não estava mais irônica, mas sim como um cubo de gelo o que me assustou um pouco pela repentina mudança.

- Eu já lhe pedi desculpas...

- Desculpas não consertam os erros de ninguém. – a maneira nostálgica como as palavras deixaram a boca dele mexeu um pouco comigo. Eu não estava entendendo nada até agora e não conseguia sequer perguntar o que eu realmente queria. – Faça um favor a nós dois Hyuuga – olhei para ele esperando o que mais viria – Arrume suas coisas e vá embora daqui.

Não pude evitar que meus olhos se arregalassem com aquilo, não só por estar sendo claramente mandada embora dali como também porque, de repente, tudo fazia sentido. Aquelas coisas que ele e Sasuke conversavam no escritório finalmente se encaixavam. Era sobre mim que eles falavam. Quem estava irritando-o tanto a ponto de gritar com alguém como estava fazendo era eu. Quem ele queria que fosse embora dali era...

- Eu... – a palavra escapuliu da minha boca sem que eu percebesse.

- O que? – ele perguntou ainda bem exacerbado.

- Era... Era sobre mim que vocês estavam conversando não era? – perguntei finalmente criando coragem para olhá-lo nos olhos. Eu sabia que os meus tremiam e que eu estava, estupidamente, com vontade de chorar. Nunca fui muito boa em esconder minhas emoções. Ao contrario dele é claro, que estava parado na minha frente sem esboçar o mínimo de comoção.

Ele pareceu cogitar entre me dizer a verdade e simplesmente me ignorar. Mas ele escolheu falar. Sabia que era a opção mais dolorosa.

- Se você ouviu tão bem assim, já sabe o que fazer.

Engoli em seco. Então era assim, ia ser mesmo daquele jeito.

Isso pelo menos me dava o direito de dizer o que eu quisesse. Se eu tinha que ouvir todas aquelas coisas também podia falar o que eu achava que devia, não?

- Bom – minha voz saiu mais fraca do que eu gostaria. Por que droga de motivo eu tinha que ficar tão abalada com ele?! – Se não suporta tanto assim a minha presença e... Quer tanto que eu vá embora... Teria sido mais digno não ter tentado me levar pra cama – Continuei o encarando. Nem morta eu ia me fazer de tão fraca assim para aquele filho da mãe!

- Talvez, se você tivesse aberto as pernas de verdade, pudesse ficar.

Achei que meus olhos fossem sair das orbitas de tanto que eu os abri. Como aquele cretino tinha coragem de me dizer uma coisa daquelas?! Quando dei por mim o som do tapa que o acertei em cheio ecoava pela sala de TV bem mais alto do que eu presumira. O rosto de Naruto mal se mexera, mas as marcas dos meus dedos estavam ali, vermelhas e bem definidas. Eu tinha colocado tanta força naquilo que a palma de minha mão direita ardia e eu ofegava.

Meus olhos arderam la no fundo e eu sabia o que viria a seguir. Eles se encheram de água e eu sai de la antes que começassem a transbordar sem nem me importar com qualquer tipo de reação que ele fosse ter. Dane-se ele!

Como ele podia? Com conseguia ser tão cruel? Me dava ódio lembrar de como eu me entregara facilmente as mãos dele na noite passada, lembrar de que quase fizemos amor...

Amor! Sorri em meio a lagrimas enquanto subia as escadas. Um cara como ele não devia nem saber escrever essa palavra! E por que eu estava pensando sobre esse tipo de coisa afinal? Não era como se eu estivesse apaixonada por ele. É ridículo se levar em conta o fato de que mal o conheço! De que ele é horrível! De que senti mais vontade de chorar nas ultimas horas do que quase em minha vida inteira!

Aquilo tudo era surreal demais. Não tem como uma pessoa nutrir um sentimento por alguém assim tão de repente. Estamos falando de vida real, não de filmes e nem de historinhas bonitinhas de livros. Qualquer uma ficaria magoada de ouvir palavras como aquelas... Não ficaria?

Senti meu braço ser puxado na tentativa de me fazer parar de correr, mas eu sabia quem era. Pela maneira que o lugar formigou estupidamente só de sentir o toque dele, eu sabia quem era. E o que ele estava pensando? Que eu ficaria pra ouvir outro monte de ofensas que ele tinha pra descontar em alguém? Rá! Nem morta.

- Me larga! – gritei e continuei subindo as escadas. Aquela tristeza sem sentido já começava a se transformar em raiva.

Continuei correndo pelo corredor ate chegar à porta do “meu” quarto. Mas antes que eu pudesse por a mão na maçaneta para abri-la me senti ser puxada para trás e minhas costas foram grudadas na parede.

- Ai! – gritei outra vez.

- Cale essa maldita boca. – Naruto disse entre um suspiro cansado. Sua voz saiu um tom mais baixo que o normal, um pouco desconcertada.

- O que é? Veio aqui despejar mais um pouco das suas ofensas na minha cara? Acho que eu vou recusar, obrigada! – esbravejei já nem me importando mais com as lagrimas que escorriam soltas pelo meu rosto. Que se dane se ele me achasse patética.

Uma de suas mãos segurou a lateral do meu pescoço enquanto ele encostava a testa na parede ao lado da minha cabeça e eu odiei sentir o lugar esquentar instantaneamente. A posição em que ele estava fazia com que minha cabeça ficasse bem na curva de seu pescoço e tive que ameaçar mentalmente arrancar meus braços fora se eles continuassem com aquela vontade imbecil de querer abraçá-lo.

- Você vai se arrepender de ficar...

Ele disse baixo. Parecia que ele lamentava aquilo. Mas era claro que não.

- Já deu pra entender que quer que eu vá embora. Talvez fosse mais fácil se me soltasse – expliquei irritada.

- Não quero.

- Que eu vá embora ou me soltar? – perguntei com o máximo de ironia que consegui. Ouvi sua risada baixa e melancólica.

- Achei que não gostasse de ironias...

- Também não gosto de ouvir o tipo de coisa que você disse, mas parece que isso não te impediu de dizer não é? – respondi, tendo outro ataque súbito de lagrimas involuntárias – Qual é o seu problema caramba? – perguntei chorosa – Só me deixa sair desse lugar de uma vez! Já não me disse coisas horríveis o suficiente?

Ele aproximou mais nossos corpos fazendo exatamente o contrario do que pedi. Abracei meu corpo como se assim pudesse me proteger dele e fazer o choro idiota parar.

- Às vezes me pergunto por que acho que te conheço tão bem... Outras se deveria mesmo perguntar – abri os olhos tentando entender o que realmente ele queria dizer – Vai ser horrível se você ficar, mas acabei de perceber, há alguns minutos atrás quando você saiu correndo daquela sala, que vai ser bem pior se você for embora... Parece que essa maldita coisa me pegou de novo, como se já não tivesse sido suficiente antes... Parece que algumas coisas nunca mudam.

- Do que... Do que você esta falando? – perguntei tão baixo que não tinha certeza se ele ouviu.

- Estou falando que sou egoísta o bastante pra não querer que você realmente vá.

Não consegui me segurar, meus braços rodearam sua cintura e eu o abracei, sentindo todos os músculos fortes e tensos dele mesmo por cima do moletom.

- Eu não quero ir... – eu admiti baixinho – mas não vou ficar pra aguentar essas coisas que você diz de uma hora pra outra. Esse seu humor estúpido que fica mudando toda hora... Essa coisa incomoda que eu fico sentindo toda vez que você some pra algum lugar...

Eu sabia que tinha falado demais. Tive certeza quando senti seu corpo ficar ainda mais tenso contra o meu. Mas ao contrario do que eu pensei que ele faria, sua mão deslizou pelas minhas costas e ele desgrudou a testa da parede pra me encarar. Por um segundo eu vi tantas coisas naqueles olhos azuis que me fizeram perder o fôlego. E então senti os lábios macios e quentes dele nos meus num beijo sôfrego e tão intenso que desejei não duvidar do que eu sentia.

Minhas mãos foram para sua nuca e puxei levemente seus cabelos. Os braços fortes e seguros dele rodearam minha cintura e me apertaram contra seu corpo.

Aos poucos o beijo foi se desfazendo, se transformando em pequenos selinhos e mordidas. Eu ofegava. Meu peito subia e descia, meus lábios estavam entreabertos em busca de ar.

A mão direita dele subiu ate o meu rosto e fez um carinho gostoso em minha bochecha pra depois colocar uma mecha do meu cabelo no lugar.

- Eu estive esperando você chegar. Por mais que eu não quisesse que você aparecesse eu esperei. Porque uma hora outra eu sabia que você viria. Sempre vem. O que mais eu podia fazer alem de continuar esperando?!

- Pode parar de dizer essas coisas que eu não entendo? – pedi de olhos fechados – já estou confusa o bastante eu acho. Eu preciso que alguém me explique o que esta acontecendo. Por favor.

Ele me abraçou mais forte.

- Você vai saber na hora certa. Não da mais pra esconder afinal de contas. Mas não agora – abri os olhos pra encontrar os dele me encarando fixamente. Antes que eu pudesse perguntar por que ele respondeu como se lesse meus pensamentos – Porque quando você souber de tudo eu não vou me importar de assumir toda a culpa, não dessa vez.

- O que é afinal? Ta começando a me assustar – adverti. Eu já não estava mais brava com ele, queria estar, mas não conseguia. Eu só estava... Assustada.

- Você vai saber Hinata – o ouvir dizendo meu nome me fez suspirar – Vai saber de tudo quando chegar o festival...

- O festival? – o interrompi – Mas... Ta tão longe ainda! É insuportável toda essa... Coisa que envolve essa casa, que todo mundo parece saber o que é menos eu. – ele não me respondeu. Continuou me olhando com aquela mesma expressão enigmática que parecia estar grudada com super bonder no rosto dele. – Não vai me dizer nada ate la não é? — ele apenas negou com a cabeça – E o que eu faço com todo esse tempo? Morro de curiosidade?

- Posso sugerir uma coisa um pouco mais interessante – o som rouco da voz de Naruto bateu em minha pele segundos antes de poder sentir os beijos quentes dele em meu pescoço.

Notas finais
Hummmmmmmmmmm!
Adoro deixar vocês morrendo de curiosidade, meu Deus! hahahaha
Eu acho que vai rolar um Hentai no próximo capitulo, mas não tenho certeza :9
( prometo fazer o possível pra não demorar mais uns 5453544 anos ta galera)
Comentem ae o que acharam.