Notas iniciais
Desculpa ai pela demora, juro que posto sexta. Ah, eu tava com o capitulo pronto sendo que havia esquecido. Foi mal, mesmo.

Chegamos na arena, os amigos de Soluço começaram a falar com ele, eu ficava de longe observando. Depois de um tempo Soluço se despediu de todos, e veio na minha direção.

– Vamos? – perguntou sorrindo

– Vamos

Eu o puxei pela mão para fora da arena. Estava andando, pêra é por aqui, ai chega ali. Chegamos. Entrei no celeiro ainda puxando o Soluço que estava com uma cara de desconfiado. Não sei porque, mas ele me puxou para perto dele.

– Elisa, o que estamos fazendo aqui? – perguntou ainda me segurando

– Pode me soltar? – ele fez o que pedi

– Ta, agora me diz o que fazemos aqui?

– Gabriel – gritei

Depois de um tempo, com o Soluço me olhando estranho, Gabriel apareceu na minha frente com um sorriso.

– Oi, Elisabeth – ele se aproximou

– Oi – eu o abracei, ele se separou e olhou para Soluço

– Soluço? – perguntou sorrindo

– Sim, sabia que você ia gostar de conhecê-lo – falei sorrindo

– Oi – Soluço sorriu

– Oi – escutei um bater de asas

– Veloz – eu ia sair correndo, mas Soluço me impediu, segurando meu braço

– Quem é veloz?

– É o dragão do Gabriel

– Ah, sim, mas por favor fique perto de mim

– Ah, ok, se você está pedindo – segurei a sua mão e dei um beijo em sua bochecha

Veloz veio na minha direção e abaixou a cabeça, fiz carinho na mesma, mas só com uma mão, pois a outra segurava a mão do Soluço.

Gabriel veio na minha direção e segurou a minha mão.

– Será que eu poderia roubá-la um instante? – Soluço o olhou e depois soltou minha mão, Gabriel me puxou pela mão – Vamos voar?

– Não sei, o Soluço ta aqui, ele vai ficar sozinho – Gabriel suspirou alto

– Ele iria se incomodar? – perguntou Gabriel

– Acho que sim – Gabriel olhou para baixo – Quem sabe outro dia.

– O.k – ele segurou a minha mão. – Acho que o Soluço está com ciúmes.

– C-ciumes? – perguntei ficando vermelha, Gabriel soltou uma risada

– Você fica fofa vermelha – ele me abraçou e eu enterrei meu rosto no seu peito, para esconde-lo, ele logo se separou do abraço – Vamos logo se não o Soluço me mata com os olhos. – eu soltei uma risada.

– Elisa, precisamos ir – falou Soluço enquanto eu me aproximava com Gabriel, meu rosto ainda ardia.

– O.k

Virei para Gabriel, e disse tchau, o abracei e beijei sua bochecha, antes de eu me afastar ele sussurrou no meu ouvido “Vou morrer hoje”, a única coisa que eu fiz foi me afastar e rir. Acenei para Gabriel enquanto saia com Soluço.

– Você é bem intima com esse garoto

– Ele é meu amigo, assim como você

– Hm... – ele continuou andando na minha frente

– Vai me esperar, não?

– Não – respondeu automaticamente, suspirou e virou para mim. – Vamos logo

– Ta com raiva de mim? – fiquei parada, ele ainda me olhava

– Não, só quero ir até o Banguela

– Você ta com raiva – fiz bico

– Por que estaria?

– Quero saber também

– Vem logo, Elisa – falou andando até onde eu estava

– Não vou mover um pé – falei cruzando os braços

– O.k, não precisa – falou me pegando como pega um saco de batatas

– Me solta, Soluço – falei batendo de leve nas suas costas

– Agora você está irritada – falou e me deitou no seu colo – Melhor

– Pode me colocar no chão, estou com muita raiva

– Não fica – ele me beijou na bochecha – Não quero que você fique com raiva de mim

– Para – falei, ele ainda beijava repetidamente minha bochecha – Para, Soluço, isso ta estranho.

– Não vou parar te beijar sua bochecha até você me perdoar – falou beijando novamente minha bochecha.

– Parece que você é meu namorado. – ele beijou de novo a minha bochecha – Cara, eu nunca vou te perdoar

– Beleza, vou continuar te beijando, vou na boca daqui a pouco – ele falou rindo e dei um tapa nele

– Tarado! – gritei e ele ria

Depois de um caminho inteiro dele beijando minha bochecha, chegamos na arena e ele ainda beijava a minha bochecha. As pessoas me olhavam estranho e comecei a esconder o meu rosto.

– Para, Soluço – falei com vergonha

– Você me perdoou?

– Não, nunca vou.

– Beleza – ele me beijou outra vez – Já falei aquilo não pretendo falar novamente

– É... Soluço dá para você parar de se pegar com a Elisa – falou Melequento

– Não estou me pegando com ela – falou beijando minha bochecha novamente – Ela está sofrendo conseqüências.

– Me coloca no chão, Soluço, juro que nunca mais falo com você – falei ficando nervosa

– Você me perdoa?

– Não – ele beijou minha bochecha novamente

– Soluço, o Banguela está com saudades suas – falou Astrid

– Ah, vou falar com ele

– Então me coloca no chão – gritei

– Ah, o.k – falou me colocando no chão

– Nunca mais fala comigo, idiota – gritei e bati com força no seu peitoral

– Sabe, também te amo – falou me abraçando

– Nunca disse que te amava – falei fazendo bico, ainda estava com raiva dele, falava com minha voz abafada, pois minha cabeça estava enfiada no seu peitoral

– Mas eu sei – ele disse beijando o topo na minha cabeça – E também se você não me amasse eu te amaria

– Que fofo – falei sorrindo

– Eu sei que sou fofo – falou me separando do seu abraço

– Que cena fofa – falou Perna de peixe e eu soltei um riso

– Você ainda não falou que me ama

– Eu não gosto de mentir – ri com a careta que ele fez

– Ah, o.k, Elisabeth – falou saindo e indo até Banguela, brincando com ele.

– Soluço, não fica com raiva – falei indo até ele, mas tropeçando em algo e quase caindo se não fosse o Soluço me segurar – Você tem um bom reflexo

– Obrigado – ele me soltou e virou.

– Soluço, não fica com raiva – falei

– Vai falar com o Gabriel, que você o ama

– Ai, meu deus – falei sorrindo – Que fofo

– Fofo o que?

– Você com ciúmes?

– Ciúmes? Nunca, e ainda mais de você

– Ah, o.k, eu nunca vou falar que te amo

– Legal, da para você não falar comigo

– Soluço... – ia continuar, mas ele foi embora

– Depois a raiva dele passa – falou Perna de peixe

– Não, não passa, ele está com muita raiva

– Vou falar com ele – disse Astrid indo até onde Soluço estava.

– Ah, ótimo, ela vai me colocar contra ele – falei cruzando os braços

– Como você vai para casa? – perguntou Melequento

– Andando – falei indo até a porta da arena

– Eu te levo – se ofereceu Melequento

– Quero não, muito obrigado – falei saindo

Fui andando, depois de eu andar uns dez passos, alguém puxa meu braço. Olho para trás e vejo Soluço.

– Falei para você não andar sozinha – falou serio, mas eu não consegui segurar o meu sorriso, e o abracei, mas ele não fez o mesmo, só me separou – Vamos, tenho que te levar em casa

– Soluço, desculpa – ele subiu no Banguela e me ignorou, subi logo depois com um pouco de dificuldade, pois o Soluço não havia me oferecido a mão – Vou começar a beijar a sua bochecha até você me perdoar

– Legal – falou voando, o que fez eu me agarrar na sua cintura

– Não fica com raiva de mim

– Para de falar

– Não, eu quero que você me perdoe

– Isso não tem importância nenhuma para você

– Tem sim, você é a pessoa mais importante para mim

– Uhum – falou em tom duvidoso

– Te amo – sussurrei – Melhor?

– Não escutei o que você falou – ele parecia serio, parecia não ter escutado de verdade.

– Eu te amo – gritei – Satisfeito?

– Muito

Quando pousamos descemos do Banguela, Soluço estava com um sorriso no rosto, e beijou a minha bochecha

– Também te amo, Eli – ele riu e eu fiquei vermelha

– Idiota

– Que você ama – falou rindo, fazendo eu soltar um sorriso – Hey, você gosta do Gabriel?

– N-não, oush – falei ficando vermelha – Para de me deixar vermelha

– Você gosta de mim?

– Como amigo – falei escondendo meu rosto com as mãos, Soluço tirou minhas mãos do rosto. E fez algo inesperado.

Notas finais
Comentem? O que foi que aconteceu, suspense. Amo... Kiss, Kather