Notas iniciais
Bem, diferente das outras fics que eu venho escrevendo nesse ano, essa aqui é uma Fic TIVA, ou melhor, Tony, Tali e Ziva.

Não sei se vocês já viram o episódio 10x17, The North Pole, se não viram, recomendo, se viram, bem, nessa fic tem alguns spoilers do que se passou nos últimos seis anos na vida de Ziva, e na de Tony e Tali.

O título diz respeito à música Safe And Sound de Taylor Swift para a Trilogia de Jogos Vorazes. Recomendo ouvir a música enquanto leem.

Tenham uma boa leitura.

— Então, pequena Tali, hora de ir para cama! – Tony disse assim que deu uma hora aceitável para colocar a sua filha – isso ainda soava tão estranho aos seus ouvidos – na cama.

— Aba! Não. – A pequena disse. Ela podia não falar muito bem, mas parecia entender tudo o que lhe era falado, tanto em inglês quanto em hebraico.

— Sim minha pequena. Hora de dormir.

A menina fechou a cara, abraçando seu bichinho favorito e se recusou a fechar os olhos.

— Vamos lá, Tali. É hora de ir dormir. – Tony tentou de todas as formas e sua filha apenas balançava negativamente a cabeça.

— O que está faltando? – Ele se perguntou.

— Música! – Tali disse, ainda emburrada.

— Música?! – Tony perguntou.

— Ima canta! – Ela disse.

— Ah, Tali. A Ima não está aqui.

— Canta. Por favor! – A garotinha pediu.

Tony olhou para os lados. Ele não lembrava de nenhuma canção de ninar. Nenhuma música infantil. Então teve uma ideia.

— Fique aqui. – Ele beijou a testa da filha. – Eu já volto. E saiu para a sala de estar. Ali tinha o que ele precisava. Seu violão.

Ao pegá-lo ele lembrou das missões infiltrado. Isso, agora, era passado. Seu presente estava lhe esperando no quarto.

Ao entrar no quarto que lhe pertenceu um dia, ele viu o sorriso no rosto da filha e, de alguma maneira esse pequeno sorriso o fez lembrar automaticamente de Ziva.

— Bem, minha garota quer uma música? Então aqui vamos nós.

Tali bateu palmas feliz. E se ajeitou para dormir.

Tony começou a dedilhar o violão, incerto do que poderia cantar. Resolveu que não cantaria somente para a sua filha, mas também para a mulher que sempre amou.

“Just close your eyes, the sun is going down
You'll be alright, no one can hurt you now
Come morning light, you and I'll be safe and sound
”

E ele repetiu esses três versos, até que sua filha dormisse. Tony sabia que tinha que melhorar essa canção, mas neste momento era tudo o que conseguia pensar.

Dar adeus à equipe que virou a sua família não foi a coisa mais fácil a se fazer. Cada um ali dentro representava uma parte de sua vida e de sua personalidade. Contudo, o velho Agente Muito Especial Anthony DiNozzo tinha uma nova missão pela frente. Uma não, duas. A primeira e mais importante, cuidar de sua filha. A menina que mal havia entrado na sua vida e ele já tinha a certeza de que moveria céus e terra, que iria até o fim do mundo para protegê-la e para vê-la feliz.

A segunda missão, talvez a mais difícil, achar Ziva. Algo dentro dele lhe dizia que ela não se fora. Não, Ziva não morreria em um ataque. Ela era uma lutadora, uma sobrevivente. Ela tinha conseguido se salvar e salvar Tali. Ele só precisava encontrá-la. E para isso ele iria começar de onde ele havia terminado a última busca por ela. Ele iria para Israel.

Tudo estava empacotado, sua vida em caixas e mais caixas. Oficialmente, ele estava indo para Paris. A mesma Paris que Ziva sempre amou, que Ziva ama. Extraoficialmente, ele começava a procurar por ela. Com Tali ao lado, Tony embarcou, a única certeza que ele tinha era que ele só voltaria para casa, com as duas mulheres de sua vida ao seu lado.

Israel se mostrou inútil. Ali nada mais tinha a ver com Ziva. E ele se pôs a pensar, onde mais ela poderia ir? Onde mais Ziva David poderia se esconder?

Sabendo de todos os esconderijos que ela havia usado enquanto era oficial do Mossad, Tony partiu para o Marrocos.

Lá também não a encontrou, todavia obteve uma pista. Cairo. Era a sua próxima parada. E, entre tantas viagens, ele continuava a cantar a para Tali. Todas as noites, Tony pegava o seu violão, ajeitava Tali na cama e começa a cantar.

“Just close your eyes, the sun is going down
You'll be alright, no one can hurt you now
Come morning light, you and I'll be safe and sound
”

Após colocar a sua filha cama, o terceiro dia de buscas por Ziva no Cairo se encerrava. E ele não tinha a menor ideia de onde ela poderia estar. Olhando para as estrelas, Tony rezou por um milagre. Ele só queria vê-la mais uma vez.

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A culpa a corroía por dentro, ela havia deixado sua bebê com Adam, ele prometera que a deixaria segura com Tony. Mesmo com essa promessa, Ziva daria tudo, faria o possível para poder segurar sua filha mais uma vez em seus braços.

No escuro, ela encarou os braços vazios, ainda podia sentir o peso de sua filha neles. Ainda podia sentir o perfume de seus cabelos. E ainda podia ouvir o seu choro quando ela foi entregue a Adam. Tali, tão pequena, não queria ir. Olhando para suas mãos ela lembrou a maciez do cabelo de sua bebê, e chorou.

Seu demônio interior querendo reaparecer.

Ziva respirou fundo e se encolheu em um canto do esconderijo. Ela tinha que ficar ali por mais um tempo. Olhou para as paredes desprovidas de enfeites, a única coisa que conseguiu ver foram as marcas de bala, e sua memória voltou em 2003, quando no mesmo lugar, quase fora morta. Pensar que esse ataque e a pessoa que ela salvou seriam os responsáveis por mudar a sua vida...

No escuro e com medo de que outro ataque de pânico a tomasse, Ziva começou a cantarolar uma canção de ninar, assim, fingindo que Tali estava presente, que poderia ouvi-la, talvez ela conseguiria se acalmar. E, no fundo, ela se concentrou, quem sabe um dia, depois que tudo isso passasse, ela poderia cantar essa nova canção para sua filha?

“I remember tears streaming down your face when I said I'll never let you go
When all those shadows almost killed your light
I remember you said don't leave me here alone
But all that's dead and gone and passed tonight”

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Tony não poderia acreditar no que seus olhos estavam vendo, ou melhor, em quem. Com certeza, aquela mulher com um hijab era ela. Era a sua ex parceira. O amor da sua vida. A mãe da sua filha. Era a sua Ziva.

Ele não apressou o passo. Ajeitou Tali em seu colo e seguiu a mulher. Ele tinha certeza de que Ziva já o tinha visto. Afinal, não era ela que tinha instintos ninjas?

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Ziva viu Tony e sua Tali antes mesmo que o Agente a pudesse ver. Todos os seus instintos a mandavam se esconder. Ela não podia colocar nenhum dos dois em perigo. Foi para protegê-los que ela se fingira de morta. Contudo, seu coração gritava por, pelo menos, mais uma única vez. Que por mais uma vez ela pudesse segurar Tali em seus braços. Que por uma última vez ela pudesse vê-lo, abraçá-lo e se sentir segura. E, agindo contra cada um dos treinamentos que recebera, Ziva se deixou ser vista. E, logo depois, seguida.

Quando ela saiu do movimentado mercado, e foi para uma rua mais calma, os únicos sons que escutava eram o ressonar de Tali e os passos de Tony.

Em um nicho de uma parede ela parou e esperou. Trinta segundos nunca foram tão longos. Ziva os contou mentalmente até que o som dos passos cessou, e ela sentiu a presença dele bem na sua frente.

Ela abriu os olhos. Três anos era muito tempo, mas os olhos verdes dele não mudaram nada. Tony estava bem na sua frente, com a filha deles em seus braços e a olhava aliviado.

— Eu sabia que você não tinha morrido! – Ele disse antes de beijá-la.

Lágrimas rolaram pelo rosto dela. Era o reencontro que ela tanto desejara. Mas esse não seria o seu “feliz para sempre”, pelo menos ainda não.

— Tony... – Ela tentou falar, contudo, mesmo sabendo dez idiomas diferentes, as palavras lhe escaparam.

— Shhh. Está tudo bem, Ziva. – Ele disse mantendo-a presa em seus braços. – Eu vim te levar para casa.

— É o que eu mais quero, mas não posso. Não por enquanto. – Ela chorou.

Tony a olhou.

— Estão atrás de mim. Me querem morta. Não sei quem é, todavia não posso arriscar nem você, nem nossa Tali. – Ela fez um carinho nos cabelos da filha. – Ela cresceu, desde a última vez em que a vi.

— Me dê vinte e quatro horas então. Só vinte e quatro. E eu posso te ajudar, podemos chamar....

— NÃO! – Ziva o cortou. – Eu não vou arriscar a vida de ninguém da minha família, Tony. Não posso. Não consigo.

— Mas Ziva.

— Tony. Você me conhece. Eu vou fazer isso sozinha. E quando tudo estiver acabado, eu vou voltar para você.

— Ah, Ziva. Será que eu posso viver sem você?

— Eu sempre vou estar com você Tony. Sempre!

— Eu tenho a minha barganha? Um dia.

— Só um dia. – Ziva disse pesarosa.

E o dia passou mais rápido do que ela poderia imaginar. Tali, ao acordar, ficou em êxtase, ima e aba estavam juntos afinal. A alegria da menina era tanta que ao correr em direção à mãe, acabou por cair e machucar o joelho.

Ziva, segurando Tali em seu colo, assistiu com um sorriso no rosto, Tony tentar de todas as formas colocar um band-aid no machucado. E para cada tentativa, Tali dizia que não. Que não gostava de curativo.

Então Tony teve uma ideia, ele deixou mãe e filha no quarto e correu no banheiro. Ziva ficou olhando curiosa. Quando ele voltou, Tony segurava um band-aid cortado em formato de coração.

Tali, mesmo assim, se recusou que ele colocasse o curativo em seu joelho.

— Pense, pequena Tali, que esse coração aqui é o coração da mamãe e do papai. – Ele disse com carinho.

— Ima? – ela olhou para Ziva.

— Sim, filha. Nossos corações.

Foi só assim que Tali deixou que o band-aid fosse colocado. E quando Tony terminou de colocá-lo, beijou o joelho da filha, dizendo que logo, logo estaria curado.

Foi ali que Ziva teve a certeza de que tinha feito a escolha certa de mandar Tali viver com pai.

Quando a noite caiu, e a hora de dormir chegou, Tali pediu que os dois cantassem para ela.

Tony nem hesitou, foi logo pegando o violão e começava a dedilhar, quando Ziva começou a cantar a canção que tinha composto mentalmente para a filha.

“I remember tears streaming down your face when I said I'll never let you go
When all those shadows almost killed your light
I remember you said don't leave me here alone
But all that's dead and gone and passed tonight”

Tony, por sua vez, encaixou o seu verso.

“Just close your eyes, the sun is going down
You'll be alright, no one can hurt you now
Come morning light, you and I'll be safe and sound
”

Quando os dois repetiram as duas estrofes pela segunda vez, Tali já dormia profundamente. Era hora de Ziva ir.

— Cuide de nossa Tali por mim, Tony. – Ela pediu olhando-o nos olhos.

— Até você voltar. – Ele disse solene.

— Nós vamos nos encontrar de novo, Tony. É uma promessa.

— Se você não voltar, por qualquer motivo Ziva, eu encontro você. Eu sempre te encontro. – Ele a beijou com ternura.

Ziva o abraçou com todas as forças que tinha, para que o memorizasse por inteiro. Os dois, juntos, olharam para o pequeno milagre que lhes pertencia.

Sim, ela voltaria, por Tony e pela sua Tali. E, naquela noite, seria a última vez que ela seguraria Tali e beijaria Tony por um longo tempo.

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Quando ele recebeu a ligação de Gibbs, ele sabia que Ziva tinha aparecido. Os dias de distância estavam acabando. Era questão de tempo. Contudo, a ligação dela, depois de anos sem contato, o assustou.

— Vão para um lugar seguro e não me contem onde é. – Ela pedira aflita.

Um lugar seguro. Se Paris não era mais segura para sua filha, onde era?

Ele só conhecia um lugar no mundo.

E mais uma vez ele arrumou as malas, pegou a sua já não tão pequena filha, e disse que eles iriam passear.

— Onde papai?

— É uma surpresa.

— Você vai levar o violão, papai?

— Não levo sempre, Tali? – Ele sorriu para a filha que correspondeu com outro enorme sorriso.

A vontade dele era ir para os EUA e ficar lá. Porém não era lá o seu “lugar seguro” mais. Assim, depois de pesar as opções, ele sabia que não deveria ir tão longe assim.

Estavam no meio da viagem quando Tali perguntou.

— Papai, quando é que a gente vai voltar?

— Quando for seguro, filha.

Tali o olhou desconfiada, mas acabou aceitando a resposta.

Tony mal tinha se instalado no hotel e prometido para a filha que eles logo iriam tomar sorvete quando o telefone pré-pago dele começou a tocar. Ele deu uma conferida no número, por questões de segurança, naquele telefone não tinha o nome de ninguém, contudo ele reconhecera, era Ziva, ou ele esperava que fosse.

Se afastando de Tali, ele atendeu sem dizer nada.

— Tony? – A voz dela soou aliviada do outro lado.

— Ziva. Está?

— Está acabado. Completamente.

— Então é seguro voltar?

— Sim. Você e Tali estão sãos e salvos.

— Onde você está? – Ele quis saber.

— Me diga um lugar seguro nos EUA. – Ela disse e ele pode ouvir o sorriso em sua voz.

— Uma casa em Alexandria onde se tem um barco no porão?

— Essa mesma. Preciso ajudar Gibbs com uma única coisa. E depois.

— Eu vou estar te esperando. – Ele disse com certeza.

— Eu sei que vai. – Ela falou e desligou.

Como ele havia pensado, era questão de tempo.

Tony se permitiu tirar umas pequenas férias com a filha. E ali, ele passou quase uma semana. E, toda noite o mesmo ritual. Era hora de Tali ir para cama, era hora de cantar a música que ele e Ziva haviam composto.

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Ela não acreditava que tudo estava acabado. A sensação era boa demais para ser descrita. Finalmente ela teria a sua vida de volta. Ela não era a mesma Ziva que ele havia conhecido há 14 anos e muito menos aquela que tinha ficado no aeroporto de Israel, mas ele também não era o mesmo Tony.

Para falar bem a verdade, ninguém era o mesmo. O tempo pode mudar muitas coisas. E ao dizer adeus para aquele que virou seu pai, ela sabia, nem mesmo Gibbs poderia passar incólume por tudo o que havia acontecido. Contudo ela tinha uma certeza, ele, assim como ela, os dois, sempre estariam a uma ligação de distância um do outro.

— Tome conta de sua filha e de Tony, Ziva. – Foi o conselho que ele lhe dera antes de beijar a sua testa e ela embarcar para Paris.

— Eu vou Gibbs. E você, se cuide. – Ela retribuiu o carinho.

Era chegada a hora. Apenas algumas horas de voo a separava do seu “final feliz”.

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Ziva olhou em volta, velhos hábitos são difíceis de serem deixados para trás, mesmo agora que ela sabia que tudo e todos estavam em segurança.

Uma última olhada por sobre o seu ombro, ninguém, e ela se permitiu respirar fundo e olhar para cima, para a janela que, por infindáveis noites ela vigiara. A janela que ela sabia que indicava o quarto de sua menina. Mesmo à distância ela podia ver o papel de parede clarinho, a luz de um abajur sendo acessa. Ela tinha a certeza de que já era hora da canção de ninar. Tali já estava com quase sete anos e mesmo assim ainda gostava de que cantassem para ela.

Ziva abriu um sorriso. Ela havia perdido muito. Contudo ainda poderia ter um pouquinho da infância da filha, antes que tudo isso passasse.

Um dos moradores do prédio virou a esquina, ela sabia que era a oportunidade perfeita. Quando o morador deixou que porta principal se fechasse sozinha, Ziva aproveitou e entrou no prédio.

Três andares a separavam de sua família. E ela subiu cada degrau da escada bem devagar, sua vida passando em sua mente. Principalmente os momentos ao lado de Tony, desde o primeiro contato, até a última vez que o vira. Quando parou na porta, suas mãos suavam, sua respiração era rápida, mas ali não era outro ataque de pânico. Não, todas aquelas sensações eram nada mais, nada menos que seu corpo já ansiando pelo reencontro.

Ziva testou a maçaneta, estava destrancada, Tony já sabia que ela viria, ou Gibbs tinha avisado. Devagar ela abriu a porta e a primeira coisa que escutou foi o violão.

Tony tocava e cantava para Tali. A mesma música que eles cantaram no Cairo, mas dessa vez era um pouco maior. E ela parou na porta do quarto para escutar a última estrofe.

Seu coração bateu ainda mais rápido. Aquela estrofe não era para Tali.

Era para ela.

“Don't you dare look out your window, darling everything's on fire
The war outside our door keeps raging on
Hold onto this lullaby even when the musics gone, gone
”

Tony continuou cantando, mas algo dentro dela dizia que não era só para Tali que ele cantava e tocava agora.

Não. Tony cantava para ela também. E ela soube assim que ele deu três passos para trás e a encarou sorrindo, seu sorriso de boas-vindas. Essa era a forma dele dizer que Tali estava segura. Que ele estava seguro, mas, acima de tudo, que ela, Ziva, estava segura.

Sim. Ela estava segura afinal.

E, ali, ela seguiu o que Tony pedia na letra da canção. Ela fechou os olhos e se viu, viu a ele e tudo o que acontecera.

A guerra acabara. Eles poderiam fechar os olhos e esperarem pelo amanhã, pois o amanhã era, finalmente, o começo de tudo para eles.

Eles estavam sãos e salvos.

“Just close your eyes, the sun is going down
You'll be alright, no one can hurt you now
Come morning light, you and I'll be safe and sound

Just close your eyes, you'll be alright
Come morning light, you and I'll be safe and sound
”

Notas finais
Sim, Tiva se encontrou e isso não é minha invenção. A cena do band-aid em formato de coração é tirada da série, eu só dei a minha complementação.
Espero que tenham gostado. E muito obrigada por lerem!
xoxo
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!