Sadists Lovers – Interativa

6 Capítulo Cinco – Finalmente Todas Aqui!


Notas iniciais
Er... Oi? (desvia de pedras, sapatos, tijolos e calcinhas(?) ) Calma, calma!!! Muita hora nessa calma!! não pera... Eu estive extremamente estressada nesses dias e boa parte disso veio da maldita menstruação!!!! Argh, eu odeio isso! Esse triturador de tomate dentro da gente!!! Sério, porque precisamos ficar "renovando" a porra do útero a cada um mês? Pra mim menstruação devia ser uma vez na vida e pronto!! Eu hein povo, nenhuma mulher merece isso não! Além de tudo isso, minha família tá passando por problemas de mudança, de humor e de possível separação dos pais. E eu poderia passar o dia inteiro falando da minha vida, se não soubesse que vocês não tem que ficar lendo os meus problemas pessoais chatos... Só o que precisam sabe é que eu vou me mudar, tá difícil achar casa de quatro quartos, ou apartamento que aceite cachorro, e estou muito estressada com meu pai no momento, pronto! E que isso me impediu de corrigir sáporra direito, e talvez tenha algum erro! Agora, vamos ao que realmente interessa para suas cabecinhas maliciosas: Primeiro, esse não é todo o capítulo, okay? Na verdade, eu pensei em fazer tudo, só que daria umas cinco mil palavras... eu acho. Enfim, não vai ser parte um porque eu "quebrei" de um jeito que fique a aparentar que nem são o mesmo capítulo. Então fiquem com o próximo: Ah! Antes disso, os nomes completos das personagens: Elise Friedrich; Miyuki Yozori; Sawa Konishi; Izabela Sorioto; Solange Dupont; Baste Sablo.

Capítulo Cinco – Finalmente Todas Aqui!

E quando se viraram...

*puf*

Um Minuto Depois...

— Ela desmaiou... — repetiu Elise, pela segunda vez.

— Sim, ela desmaiou... — concordou Miyuki.

Sabe aquela expressão, quando a pessoa está tendo um dia péssimo, e faz referencia ao estilo de vida dos animais domésticos que são obrigados a seguir as regras do dono sem liberdade, era essa única frase que poderia resumir sua madrugada: “Um dia de cão”. Só que ao invés de ser “um dia” era “uma madrugada de cão!”.

Depois de ser bruscamente acordada, e de ter o quarto invadido por loucas que não conheciam o espaço pessoal de uma pessoa, se sentiu obrigada a ir procurar algo que, em sua forte concepção, não passava de uma ilusão causada por um cérebro exausto e necessitado de descanso, como quando se está no deserto e por culpa da desidratação do corpo você começa a ver miragens. Só que a diferença era que tinham outras pessoas, irritantemente bem humoradas para alguém que acordou de madrugada. Um pensamento passou pela cabeça de Elise que se elas realmente chegassem a ficar presas em um deserto e sentissem fome e sede, a loira iria ser a primeira na sua lista de “pessoas a virarem alimento”.

Podia quase sentir uma veia pulsar em sua cabeça, como aqueles personagens de animes quando ficam irritados. Não, na verdade, jurava que havia uma ali, agora, pronta para ser estourada ao mínimo movimento por parte da causadora de tudo aquilo. Baste podia sentir o mau humor a quilômetros, ou no caso alguns metros, e sendo inteligente, achou melhor tomar uma distancia segura da menina escondendo-se atrás de Solange, que agora portava a lanterna, e na mente da loira, isso seria muito útil quando Elise decidisse acabar com sua vida.

Quase que lendo seus pensamentos, Solange sussurrou:

— Nem vem, sou contra violência!

— Mas você é boa quando está com objetos na mão... — sussurrou de volta, alheia a veia que saltou na cabeça de Solange.

Mal conhecia aquelas meninas, e já tinha fama de tacar objeto nas pessoas. Que ótimo jeito de se começar um ano letivo.

Miyuki fitou a garota fantasma. Não era a toa que Baste saiu correndo na hora em que a viu. Ela tinha uma branquidão cadavérica que fazia contraste com os cabelos castanhos escuros, e consequentemente, tornava-a meio que transparente no breu. A camisola branca a deixava com cara de aparição, e vestindo nada a mais que a mesma, tornou-a um cliché de filmes de terror americanos.

— Bem, eu não nego, ela se parece com um... — com o mesmo tom usado por todas, para evitar acordar certos meninos, Miyuki se aproximou de Sawa, que estava se agachando ao lado “do fantasma”.

Sawa colocou a mão gentilmente sobre a testa da garota, afastando os cabelos castanhos. Examinou o estado em que a mesma se encontrava. O rosto dela estava corado, seus olhos semicerrados pareciam lutar para se manterem abertos, seu corpo estava tão fraco que não aguentava se levantar.

— Meu deus, ela está ardendo em febre!

A situação parecia séria. E por um minuto, Elise teve de esquecer a raiva que sentia em seu âmago, para ajudar uma garota com febre. Mas é claro que ela ainda se vingaria de Baste por ter lhe arrancado preciosas horas de seu sono. Ninguém a acordava de madrugada e saía ilesa!

(...)

O sol estava forte naquela manhã, tão forte que parecia queimar suas pupilas; o que realmente acontecia, por seu olho estar desacostumado com a luz. Semicerrou os olhos, forçando-se a enxergar alguma coisa, o que quer que fosse. Piscava-os toda vez que entravam em contato com a luz do sol que entrava por entre frestas da cortina.

Novamente, não sabia onde estava, ou o porquê de estar lá. Tudo parecia confuso. Primeiro ela era sequestrada, depois acordava perto de um homem, então, quando decidira achar o caminho para fora daquele lugar, se encontrara com uma loira que começou a gritar e saiu correndo. E quando finalmente achava ter encontrado alguma pessoa para lhe ajudar, desmaiou.

Lágrimas ameaçavam vir; mas não as via. Era como se fosse impedida de chorar por alguma coisa. Uma sensação de paz que assolava aquele quarto. Como se algo lhe tocasse os ombros e dissesse que ficaria tudo bem.

Viu uma sombra acima de si, uma silhueta de mulher. Por sua vista estar fraca, e estar sofrendo ataques dos raios de sol, a única coisa próxima que pode enxergar foram longos e ondulados cabelos brancos, cujos quais lhe lembravam de um anjo.

— Q-quem é voc-cê?

Sua voz saia fraca, quase rouca.

Pegou-se fazendo a mesma pergunta. Parecia até ter se tornado costume acordar perto de alguém estranho e perguntar aquelas mesmas três palavras.

A silhueta desapareceu assim que perguntou. Talvez, pensou Izabela, tivesse assustado o anjo que estava ali. Mas se a mulher era um anjo isso significava que havia morrido? Não. Era tudo real demais. O sol queimando suas íris e pele, as lágrimas que não desciam, até aqueles cabelos pareciam vividos o suficiente para saber que se tratava da realidade. Ela ainda estava na casa dos sequestradores.

Esfregou os olhos que somente agora se acostumavam com a claridade. Ardiam como se tivessem pingado limão neles. Não sabia se era apenas devido ao sol: o seu choro de antes, e a venda, podiam ter contribuído para tal. E então os abriu.

Estava em um quarto, tinha uma mistura de branco com roxo nele. E na verdade as luzes que vinham por entre frestas da cortina eram das cortinas da cama em estilo princesa onde estava deitada. Não se preocupou muito em descrever o restante, estava com a vista cansada, e agora sua cabeça latejava insistentemente após levantar da cama.

Levou as mãos à cabeça, surpreendendo-se ao sentir uma faixa cobrir-lhe a testa. Não se lembrava de estar ali antes; nem de ter um ferimento na cabeça. Provavelmente havia adquirido quando o automóvel lhe jogou contra a parede em uma freada brusca. Devia ser por isso que quando acordou no quarto do homem com chapéu estava se sentindo tonta, e ligeiramente febril.

Ouviu passos apressados no corredor, como de um médico que corre para salvar a vida de uma pessoa. Também havia vozes, só que essas se faziam baixas. Tudo que conseguiu captar foi:

— Ela acordou há alguns minutos... — era uma voz feminina, com toda certeza. Parecia preocupada, e ressonava em um tom quase angelical. Como uma mãe, pensou.

Os passos cessaram e, subitamente, só que com leveza, a porta de madeira do quarto se abriu. Revelando, para a surpresa de Izabela, a menina de cabelos brancos ondulados que jurava ser um anjo. Embora fosse apenas uma comparação, ela se assemelhava e muito com um: os cabelos; a voz que tinha certeza que pertencia a ela; a leveza com a qual empurrou a porta.

E agora, o sorriso radiante, que completava a aparência angelical.

— Ei, como está se sentindo? — perguntou a menina anjo, que antes comparou com uma mulher, mas devia ter sua idade.

Atrás dessa mesma vinha uma garota loira; a mesma que tinha gritado e corrido de si. E não parecia ser a única a se lembrar, porque nas bochechas da loira se encontravam um tom rosado. A primeira ainda esperava a sua resposta, com o contínuo sorriso nos lábios.

Ultimamente ela vinha não sabendo como reagir e, sendo sempre uma garota com a resposta na ponta da língua, aquilo estava lhe confundindo. Havia acontecido tanta coisa atualmente que mal teve tempo de se adaptar, ou escapar. E sua mente parecia funcionar a mil, tentando acompanhar e processar todas aquelas informações.

O que deveria dizer? Aquela menina anjo, ou mulher, poderia ser tanto outra sequestrada; tanto quanto a sequestradora chefa de tudo aquilo. Estava dividida sobre achar ou não achar. Todas as ações indicavam inocência, por menor que o tempo que passou com ela fosse. Mas porque ela iria lhe sequestrar, não faz sentido!

Vendo que não receberia resposta, a anja continuou, ainda com um sorriso:

— Me desculpe, deve estar confusa, e eu aqui falando! — ela não para de sorrir não? — Meu nome é Sawa, Sawa Konishi, prazer conhece-la!

Assentiu, com um olhar desconfiado no rosto.

— E aquela ali é a Baste Sablo-san...

— A menina que saiu correndo quando me viu — interrompeu, finalmente falando algo, e deixando a sua voz preencher o quarto. Notou como sua voz saiu em um tom amargo, rude, diferente das outras duas.

Agora prestava mais atenção na loira. Possuía a mesma beleza que a “albina” e tinha olhos rosa peculiares, que como o cinza de Sawa (ou branco, ainda não tinha decifrado), mostravam uma bondade além do normal. E também tinha aquele gato/homem que ficava apertando nos braços. Lembrava-se vagamente de vê-lo ontem, antes de a dona sair correndo. E, por algum motivo que não tentou entender, havia orelhas de gato no topo da cabeça dela. Seria algum fetiche por gatos?

Agora tem uma anja e uma neko?

O sorriso enorme que Sawa dava se tornou um sorriso sem graça. Baste corou profundamente.

— M-me desculpe, sua pele é tão branca, eu acabei confundindo... E estava escuro — balbuciou, abraçando a pelúcia que tinha em mãos.

— Tudo... Bem. Eu acho... — só não deu de ombros porque seu corpo doía.

Os presentes ficaram em silêncio. Talvez esperando que ela se apresentasse. A dúvida lhe abateu. O que faria a seguir? Elas tinham se apresentado sem nem hesitar, e sem parar de sorrir, deveria fazer o mesmo para não levantar suspeitas? Ou simplesmente ir direto ao ponto? Acontece que não havia tempo para pensar. Tudo descia aos seus olhos como uma bomba: rápida e mortal. Não sabia onde estava; quem eram elas, e o porquê de ter sido sequestrada. Se estavam na mesma situação que a sua, ou se apenas cuidavam da “encomenda”. Queria respostas, e tudo que havia eram perguntas e “porquês” imensuráveis.

Considerava-se inteligente, quase a melhor de sua turma (suspirou internamente: a melhor da turma que possivelmente nunca mais veria), por isso decidiu que seguiria pela alternativa um, até que desse um jeito de fugir do lugar. Ou ao menos entender o que estava acontecendo.

— Eu me chamo Izabela... Izabela Sorioto

— Izabela-san! — Sawa sorriu mais largamente. — Gostaria de tomar café da manhã conosco?

Pensou em negar. Dizer que não estava com fome, que já estava alimentada. Entretanto, seu estômago roncou lhe denunciando, e as duas meninas a sua frente sorriram uma para outra.

(...)

Seus dedos acariciarem de leve a xícara que tinha em mãos. O conteúdo preto dentro dela se mexeu em ondas leves, devido ao balanço da peça. Sentia os olhares queimarem sobre sua cabeça, que nesse momento estava abaixada. Como se fosse um tipo de intrusa, embora todas lá pudessem ser descritas dessa maneira.

Não fez cerimonias: bebeu quase todo o conteúdo, molhando sua garganta que implorava por líquido á um dia.

Pensou em como tudo chegou àquela situação desconfortável em que estava.

Chegou à sala de jantar acompanhada de Sawa e Baste, até mesmo estava começando a se acostumar com as duas. O ar gentil e nostálgico que elas exalavam lhe deixava um tanto tranquila na presença delas. Só não contava com a presença de mais três na sala.

Ninguém tinha dito nada desde que Izabela entrara no cômodo e foi apresentada á Solange, Elise e Miyuki. Depois das apresentações ninguém soube o que dizer, e ficou por isso mesmo. Era a única tomando café ali, de acordo com Sawa já haviam se servido anteriormente. Ótimo, isso apenas piorava o ar esquisito em volta.

Assim como as duas que já conhecia, Miyuki, Elise e Solange eram igualmente belas. Tão bonitas que sentia vontade de se encolher na cadeira. Todas tinham algo peculiar ou exótico, ou pelo menos, considerado em toda parte do mundo. O que ela tinha em comparação? Apenas olhos e cabelos marrons escuros igualmente sem graça. Desse jeito ficava até difícil imaginar aquelas meninas como sendo japonesas. Mas nunca deixaria elas saberem como se sentia inferior, é claro.

— Então, como se sente Izabela-san? — perguntou Sawa, sem se incomodar com o aparente silêncio.

“Eu fui sequestrada, bati com a cabeça em uma parede de aço, e acordei ao lado de um homem pervertido... Imagina tô ótima!” – era o que queria dizer, mas deixou baixo. Até parece que ia chegar contando que fora sequestrada. E não tinha nada a ver com o medo que sentia se a reação que uma pessoa normal teria não estivesse lá quando contasse, não, claro que não!

— Melhor...

Sim, melhor. Melhor pra chorar, espernear, gritar para meio mundo o quanto odiava esse “meio mundo”. Mas não conseguia, não era por que não queria, apenas não sabia o que fazer. Sua cabeça lhe incomodava, uma parte pela batida, a outra por tudo que estava acontecendo.

— Essas orelhas de gato são tão ridículas...

Aparentemente, enquanto nadava em seus pensamentos, uma briga se iniciava. Elise resmungou tão alto que toda a mesa ouviu e, quem sabe, foi proposital.

— Qual o problema com elas? — rebateu Baste, sem demonstrar um pingo de raiva. Levou as mãos as orelhas de gato em sua cabeça.

— Aff, deixa de ser chata garota! — estrilou Solange.

— Chata? Há! Foi ela que bateu com a mala em alguém? — defendeu Miyuki, assustadoramente ansiosa para participar da briga. Claro que ela não estava realmente defendendo Elise, nem em mil anos; era apenas uma desculpa para entrar na discussão.

— Gente, por favor! Parem de brigar! — pediu Sawa, com um olhar meio constrangido para Izabela.

— Nossa, que infantil, vai trazer esse assunto à tona? Eu já pedi desculpas, Okay?

— Okay nada! Eu ainda tô com um roxo aqui, Okay?

— Claro cê aparece no meio do mato, quer que eu faça o que?...

— Olha aqui...

E do outro lado da mesa, especificamente falando, do lado de Izabela, havia Baste e Sawa:

— As minhas orelhas são ridículas, Sawa-san? — murmurou Baste, ligeiramente chocada com a revelação.

— Er... São legais Baste-san, mas é esquisito entende? Ninguém anda com isso por aí... — explicou Sawa, desconfortável com a pergunta.

Izabela apenas observava a confusão. Seu comentário era totalmente dispensável naquela ocasião, e mesmo se tivesse a oportunidade, não falaria. Estava se sentindo em um circo, com um bando de palhaços em volta. Poderia definir cada uma apenas ao ouvir, ou ver, a maneira como se comportavam.

— Que ridículo...

Izabela não estava gostando nem um pouco de suas novas “amigas”. Eram animadas demais, briguentas demais. Daquelas pessoas que tem 50% de chance de ter problemas mentais, e infelizmente, daquelas que tem 50% de chance de se tornar sua melhor amiga... E isso era o que mais temia.

Notas finais
Pois é, povo. Ficou o menor até agora, mas não esquenta, porque o próximo sai ainda nessa semana como desculpa pelo meu atraso e pode ser que tenha umas quatro mil palavras... pode ser hein, prometo nada!! E peço que se tiver erros, me avise!!! Sério! Eu não vou morder vocês por me avisarem de algum erro, sauhaushasu!! Então, já que o outro vai sair ainda nessa semana, darei até sábado para comentarem nesse, porque é nesse dia que eu vou postar, mais ou menos no mesmo horário que tô postando esse aqui! (17 horas) Talvez um pouco mais, quem sabe, se eu não tiver de sair com minha mãe para resolver algumas coisas. Espero que tenham gostado, e eu prometo que estou me esforçando para manter as personagens, sabe como é... Eu sei que duvidariam se eu escrevesse, mas eu tenho um documento do Word apenas para as fichas das personagens, e está tudo lá. Também tenho um só para ideias que colocarei mais pra frente na fic! E o documento onde escrevo a fanfic está na barra de tarefas!! Também tenho uma pasta com as fotos das personagens e os parentes e coisa e tal!! Viu como eu sou cuidadosa e atenciosa? Eu sou a melhor, podem falar!! *-* (Modesta que só eu!) Beijos meu amores, minhas divas, minhas inspirações... (dando uma bajuladinha pra ver se me perdoam!!) Ayato: Affs, eu nem apareci direito sáporra!! *entra gritando que nem... que nem o idiota que é* Eu: Que isso viado, acha que aqui é casa da mãe Joana pra ir entrando assim?! *revoltada* Reiji: Que quarto bagunçado é esse? Será que nem mesmo seus aposentos são organizados? Raito: Bitch-chan, suas calcinhas são tão sexy's ~ *mexendo na gaveta* Eu: Puta que pariu, larga isso seu arrombado!! *chuta Raito* Shuu: Calem a boca, quero dormir...*ronca* Eu: quem disse que pode dormir no MEU SANTUÁRIO?!! *aura capirotesca* Ayato: eu pensei que o nome era cama... Vocês humanos são esquisitos!! *poker face* Eu: ô seu debil, cê dorme num caixão!! *face palm* Subaru: CALA A PORRA DA BOCA!! Kanato: Ela tem um cheiro tão bom, ne, Teddy? *fala sozinho no cantinho da depressão* Eu: CHEGA!!! SEUS VIADO SAI DAQUI, CARALHO!!! *taca mala estilo Solange* KarlHeinz: Meus filhos estão te incomodando? *aparece do nada... espera, ele é um vampiro!* Eu: Porra, molhei minha calcinha agora *babando arco-iris* ... Continua no próximo episodio... Espera, oque? Continua é o caralho, eu ainda nem terminei!! Enfim, espero que tenham gostado do cap, e me perdoem pela minha demora copiosa, porque sinceramente, até eu to ficando cansada disso, mas fazer o que, é a vida né... Agora licença aê, porque eu tenho que ir, Vlw Flw!! *sobe no Karl e vai embora* Ayato: Sobe no Karl? Ele é um cavalo? *rindo like a demente enquanto os outros vão embora* (Sorry pelo " momento fanfic de entrevista" na parada, é que para me animar eu tava lendo algumas e acabei viciada nisso, e tentei rapidinho pra vê como ficava se eu fizesse isso nas notas finais, eu me diverti, mas é claro que ficou sem graça, asuahsua, só eu demente pra rir disso mesmo!)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.