Notas iniciais
Desculpe pela demora ^-^ Aqui contarei a história de Sadie (Ava) ~O~

Sadie morava em uma pequena casa em um bairro de classe média junto com seus pais, seu irmão mais velho e com sua prima Marina, que infelizmente perdeu os pais e começou a morar com eles. Sadie não gostava muito de sua prima, ainda mais por ela estudar com ela e fingir não a conhecer quando passava por ela, o que a deixava um pouco furiosa em questão a isso no começo, mas depois começou a ignorar, já que viu que sua priminha tinha vergonha de andar com ela sem quaisquer motivos. Sadie era considerada a garota mais gata da escola, já que tinha longos e lisos cabelos castanhos com uma mecha vermelha na franja, olhos azuis, um corpo perfeito e pele branca, o que fazia com que muitas garotas tivessem inveja dela. Uma das coisas que ela mais amava era histórias e lendas de assassinos, o que fazia com que sua mãe a reprendesse algumas vezes por causa de seu vicio, mas ela não ligava e continuava a ler e a escrever sobre eles, já que era a sua maior diversão dentro de casa.
Um novo ano começara e Sadie resolveu mudar de escola pois não aguentava mais estudar junto de sua prima que contava tudo o que ela fazia para os pais dela, queimando-a um pouco com eles e a deixando com mais ódio do que já sentia por ela. No primeiro dia de aula, ela fez uma amiga de sua idade (14 anos) chamada Emma, qual sofria bullying por algumas otárias da sala delas, mas Sadie não sabia sobre isso já que Emma era bem misteriosa sobre sua vida. Dias se passaram, e cada vez um novo machucado aparecia no corpo de Emma, o que preocupou mais ainda Sadie e fez com que ela a seguisse no saída da escola, o que a fez testemunhar algo horrível: Quatro garotas, cada uma com um pedaço de madeira, batiam nela sem qualquer pingo de dó. Puxavam seus cabelos, a chutavam e riam da desgraça da menina que chorava e gritava pedindo por ajuda e por perdão, para que elas parassem, para que elas conversassem, mas ela não era ouvida. Sadie, mesmo vendo tudo isso, não conseguiu se mover para ajuda-la, e ficou olhando aquela cena que, de alguma forma, fazia ela ter um certo prazer como as estórias de assassinos que ela lia faziam ela ter. Ela admirava como as garotas batiam nela e como elas se divertiam e como sua amiga gritava e chorava de dor, o que fez um sorriso aparecer em seu rosto. Desde então, Sadie começou a segui-la todo os dias para poder vê-la gritar e chorar enquanto apanhava de forma bruta, o que não causava pena em Sadie que adorava o espetáculo de sangue que podia testemunhar todo fim de tarde. Sua mãe começou a perceber que Sadie começara a rir do nada, a fazer desenhos estranhos e a chegar mais tarde em casa, o que a fez perguntar a ela o que estava acontecendo, e Sadie simplesmente respondeu:
—Esta tendo teatro na saída todos os dias, por isso chego mais tarde e dou risada do nada.
Sua mãe preferiu acreditar nela e esquecer o assunto, já que não queria cavar mais fundo e descobrir alguma coisa que ela temia. Mais um fim da tarde, e Sadie seguiu Emma novamente, só que dessa vez, Emma não apanhou de nenhuma garota, mas sim as matou com um pedaço de ferro afiado qual ela enfiou no peito, na garganta e na cabeça de cada uma, o que fez Sadie sorrir e sentir muito mais prazer com aquela cena maravilhosa. Sadie apareceu para Emma batendo palmas e rindo, admirando a amiga que finalmente conseguiu se defender delas
—Parabéns Emma! Você conseguiu acabar com seus dias de surra com um ótimo espetáculo!
—O que? Sadie? V-Você sabia sobre isso!? E o que esta fazendo aqui? — Emma arregalou os olhos
—Oras, não é obvio? Eu via você apanhar todos os dias na esperança de que você pudesse revidar e hoje... Hoje você revidou de uma forma espetacular!
—Quer dizer que você via e não fazia nada? Você só fingia se preocupar comigo na escola e quando chegava na saída você ficava olhando e rindo de mim? QUE TIPO DE AMIGA VOCÊ É SUA PUTA? — Emma gritou com lagrimas nos olhos enquanto apontava o ferro para Sadie
—Calma Emma, calma...
—CALMA? COMO POSSO FICAR CALMA!? — Emma avançou contra Sadie e tentou enfiar o ferro na garganta da tal, mas falhou, pois Sadie segurou a ponta do ferro com um sorriso demoníaco
—Parece que é a minha vez... hihi...
Foi nessa noite que Sadie cometeu seu primeiro assassinato, dia 13/04, uma noite qual Sadie matou sua amiga com tanto gosto que tomou banho em seu sangue, e por fim, machucou a si mesma de forma bruta e ligou para a polícia, qual chegou em poucos minutos. Todas estavam mortas com um furo na cabeça, na garganta ou no peito, enquanto Emma estava com o peito completamente aberto e com um coelhinho do lado com uma frase escrita "Seus dias de surras acabaram... Então você esta feliz, certo?", e Sadie com furos na perna, nos braços e nas mãos. A polícia a fez várias perguntas, mas a única coisa que ela conseguia fazer era chorar e falar "Emma não merecia isso...", então os policias resolveram parar com as perguntas já que aquilo a atormentava. Sadie começou a ser perturbada por uma voz dentro da cabeça dela, que a mandava fazer coisas terríveis, mas ela não fazia pois estava arrependida de ter matado a amiga, e ela sempre dava a mesma resposta: "Eu não vou fazer isso... Eu não sou uma assassina... EU NÃO SOU UMA ASSASSINA!", o que deixou os pais dela cada vez mais preocupados a ponto de contratar um psiquiatra para ela.
14/06, dia do aniversário de Sadie, qual não estava muito animada para isso. Os pais de Sadie fizeram um bolo e comemoraram só entre eles, já que Sadie não tinha mais vontade de fazer nada. Oito horas da noite, Marina entrou no quarto de Sadie que desenhava cenas de assassinatos, o que despertou um certo medo em Marina que não conteve as palavras

—Ei, sua loca! Que merda você ta desenhando?
—Pessoas... — Murmurou Sadie
—Você esta louca! Como eu imaginava, foi você que matou todas aquelas garotas e por causa da culpa, enlouqueceu!
—Não fui eu... Eu não as matei... — Sadie murmurou colocando as mãos na cabeça
—Duvido. Você é uma assassina!
Sadie se virou a ela e se levantou, ficando de frente a ela com um olhar sem vida. A voz em sua cabeça a tomara, dizendo para mata-la, que ela não merecia viver apos dizer tudo isso, e Sadie obedeceu pela primeira vez. Agarrou Marina pelos cabelos e a jogou no chão com força, fazendo com que ela desmaiasse e a amarrou na cama e desceu para a cozinha. Por seus pais e nem seu irmão estarem em casa, ela pegou várias coisas: Faca, alicate, chave de fenda, álcool, fósforos e uma machadinha. Subiu de volta para o quarto e viu que Marina já tinha acordado, o que a fez sorrir
—Já acordou?
—O-O que você vai fazer comido? -Marina disse amedrontada
—Brincar. — Sadie colocou as coisas no criado mudo e subiu em cima de Marina — O que eu deveria fazer primeiro?
—S-Se esta fazendo isso por causa do que eu falei, peço desculpas! E-Eu não falei por mal!
—Sim, eu sei, então não se preocupe — Sadie pegou uma tesoura que estava por perto e começou a cortas as vestes de Marina, deixando-a nua em poucos minutos — Que corpo bonitinho!
—P-Pare! Por favor!

Sadie começou a morder o corpo da mesma de forma brusca, arrancando pedaços dela enquanto ria, e dava chupões na mesma também. Pegou a chave de fenda e começou a ficar enfiado nos braços dela e a cortar também, fazendo Marina gritar de dor e pedir por socorro, mas Sadie não ligava, já que os vizinhos não iriam conseguir ouvir nada.
—Você fica tão linda quando esta com dor e com medo
—V-VOCÊ É LOUCA!
—Eu sei.
Sadie pegou o alicate e cortou um dedo de cada mão e de cada pé, puxou a língua dela e também o bico de seus seios, machucando-os. Cortou os cabelos de Marina na altura das bochechas com a faca e depois começou a cortar ao redor da boca da tal

—Vou te dar um sorriso igual ao do Jeff!

E assim fez, mas não ficou muito igual, o que a deixou desapontada com o erro, mas logo voltou a rir e abriu a garota com a faca, ficando a perfurar seus órgãos com muito prazer. Após a diversão, jogou álcool na garota e retirou as roupas ensanguentadas, vestiu uma meia-calça preta, shorts azul escuro, uma camiseta branca, uma blusa de frio azul e um All Star todo preto de cano alto. Pegou uma bolsa vermelha de lado e foi a cozinha, colocou algumas coisas dentro e subiu novamente, pegando a machadinha sem qualquer esforço
—Adeus priminha! E... Você esta feliz agora que eu fiz o que você mandou? -Sadie olhou para o nada

Molhou um pincel com sangue e desenhou um coelho deitado na parede acima da cama com uma frase escrita ao lado "Você não tem mais que viver com uma assassina... Agora você esta feliz, certo?" e tacou fogo na garota logo em seguida. Saiu pela porta da frente e foi andando, mas antes, notou que do outro lado da rua estava seu irmão, fitando-a de forma assustada, o que fez ela pensar que ele provavelmente ouviu tudo, e então ela sorriu e acenou, voltando a andar sem rumo, para algum lugar. Desde então, Sadie esta desaparecida e várias mortes iguais a de Marina e Emma começaram a acontecer repentinamente, mas todo dia 13 a morte era mais violenta, e todo dia 14/06, mais violenta ainda. Sadie, a garota brilhante que amava estórias de assassinos, virou uma igual os que ela tanto idolatrava e ela esperava encontrar os seus creepypastas preferido em sua jornada: Eyeless Jack, Jane The Killer, Jeff The Killer e Nina The Killer.

Notas finais
Espero que gostem o
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.