Notas iniciais
Espero que gostem!! Boa leitura..

Mais um dia nubloso e entediante eu estava em minha casa deitado esperando o meu amado chegar, Tom era um arquiteto famoso e eu era um dos maquiadores mais cobiçados de Magdeburg, depois de mais um dia cansativo de trabalho, eu só pensava em TOM, eu e Tom já estávamos casados a dois ano e meio. Mas havia algo que me incomodava, “FILHOS”, sim eu não queria filhos, eu até que achava aqueles pestinhas bonitinhos, e imaginava eles correndo pra lá e pra cá, bagunçando, chorando, e gritando, mas eu tinha meus motivos.

Tom as amava vivia dizendo que queria dois, e que fossem duas meninas, nós já havíamos discutido muito sobre isso e eu já havia deixado bem claro que não queria e ponto. Estava deitado mexendo em meu note, estava mexendo em nosso aplicativo BTK, um aplicativo que eu e Tom havíamos feito quando nos conhecemos, haviam vários comentários um deles era parabenizando a mim e a Tom pelo nosso casamento e em especial havia um comentário do qual fiquei muito nervoso , uma fã publicou o seguinte: “Quando será que os kaulitz vão ter bebês?”, quando eu ia responder meu celular toca, era Tom:

–Alô! Disse bravo.

–Oi meu amor-Disse Tom todo animado.

–ah! Oi Tom- respondi sem animo

–O que foi amor? Perguntou preocupado

–A nada só estou um pouco entediado- disse num tom de sonolência, dando um bocejo.

–Daqui apouco eu estou chegando, e rapidinho esse seu tedio vai passa- disse num tom de malicia.

–humm! Será que você consegue mesmo tirar esse meu desanimo?- brincou Bill.

Tom sabia direitinho como excitar Bill, mas ele não parecia tão excitado assim, sua voz transmitia uma sensação de desconforto e raiva.

–Bill amor, aconteceu algo? Perguntou Tom novamente

Tá, eu não consigo esconder nada do Tom, não queria tocar nesse assunto de novo, já estava me estressando, e não estava a fim de discutir novamente.

–A amor, é que eu estava mexendo no meu note, e vi um comentário aqui no nosso APP, que me deixou bravo-disse chateado. Tom já podia até imaginar o que seria, conhecia muito bem o marido aquela voz significava uma coisa “FILHOS”, ele sabia que suas brigas sobre filhos eram longas e sempre machucavam um ao outro, e Bill sempre chorava descontroladamente.

–já posso até imaginar o que é-disse Tom com a voz carregada de tristeza- Billy amor já conversamos sobre isso, sei que você não quer filhos e respeito sua opinião, não quero que você fique chateado com comentários e.. A voz de Tom sumira no celular, pois algumas lágrimas teimavam em descer.

Nem precisei falar, Tom já sabia o que se passava.

–Tom! Tom- chamou Bill duas vezes e nada- Tom amor o que ouve- Disse Bill preocupado, ele já sabia que o amado estava triste.

Bill sentiu-se culpado por Tom estar triste, mas realmente ele era culpado, o que custava dar um filho a Tom? Por quê? Tom não intendia, mas Bill tinha seus motivos, por mais que não fizessem sentidos Bill tinha medo de que Tom o abandonasse, ele nunca havia dito nada a ele por medo, pois no passado ele foi abandonado por sua mãe.

(Pensamentos de Bill)

–Não mamãe! Mamãe! Não me deixe mamãe- Gritava Bill desesperado.

Bill foi abandonado aos nove anos, Simone não o queria mais, pois queria curtir sua vida, vivia dizendo que Bill era uma perda de tempo, e que ela não o amava, aquelas palavras entraram em sua mente e até hoje perturbam o sono de Bill.

No orfanato, as regras eram severas, Bill sempre se esforçava em tudo o que fazia, mas nunca recebia o mérito que ele merecia seus colegas sempre caçoavam e colocavam apelidos que magoava muito ele.

–Olha lá a bichinha magricela do kaulitz- dizia um garoto marrento que se achava o maioral, só porque tinha 10 anos.

–Olha como ele rebola- gritou uma menina, imitando Bill andar, de um jeito gay.

–Por que vocês não vão lavar privadas- retrucou Bill.

–O que foi que a mulherzinha disse?- perguntou o marrento

–Você tá surdo? Porque vocês não vão lavar privadas- repetiu Bill dando uma leve risada.

O menino ficou irritado e partiu pra cima do coitado do Bill, que de imediato saiu correndo e gritando ’Socorro, Socorro’.

(/Pensamentos de Bill)

Nesse momento lagrimas já percorriam pelo rosto de Bill, nesse breve momento de lembranças do passado, pois eram lembranças dolorosas agora era Tom que o chamava.

–Bill! Bill! Amor você está ai?

–Ou! Sim Tommy é que... -ficou em silencio novamente- é que eu estava a pensar numas coisas aqui.

–Enfim logo estarei em casa, e quando eu chegar nós conversamos melhor esta bem amor?- disse tom meio triste.

–Tudo bem amor, também tenho algo a falar, ate daqui pouco- desligou o celular.

Bill passou o restou da tarde deitado pensando no passado, e cada vez mais chorava pensando em como seria se o Tom o abandonaria com um filho ou dois como ele queria, chorou tanto que até dormiu. Passando rapidamente a tarde já eram 6 da noite quando Tom chegou.

Abri a porta de casa e me deparei com um silencio ensurdecedor ,será que o Bill saiu, pensei comigo mesmo, fui à sala, a cozinha e nada, não me atrevi a gritar se ele estivesse dormindo e eu o acordasse aos berros iria me matar. Então subi para meu quarto e me deparei com ele deitado de bunda pra cima, com uma boxe preta que me deixava louco.

Aproximei-me da cama, temendo acorda-lo, mas eu não queria, vê-lo dormindo daquele jeito era tudo pra mim, parecia um menininho desprotegido, a coisa mais fofa do mundo.

–Bill!- arrisquei chama-lo. Nem se mexeu. Parecia uma pedra dormindo.

–Bill! Chamei de novo, agora acariciando seus longos cabelos.

–Oi! Disse com uma vozinha de sono.

–Oi amor, nossa você parece uma pedra dormindo, faz um tempinho que estou a chamar-te, e você não acorda- Bill abriu um lindo sorriso, Tom amava o sorriso de Bill, era tão perfeito.

–Como você e exagerado Tom kaulitz- disse se espreguiçando

Bill se sentou na cama, ainda com aquela carinha linda de bebe que acaba de acordar.

–Ai Tommy estou com fome, não comi nada o dia todo, fiquei com preguiça- fez aquele biquinho de menino manhoso.

–O que?- Tom fez cara de bravo, mas com o sorriso nos lábios- senhor Bill kaulitz, você quer apanhar? Rum! Que coisa feia não pode sabia- falou como se estivesse falando com uma criança- Bill gargalhou.

–Adoro apanhar Tommy- disse com uma voz sex, que estremeceu tom dos pés a cabeça, ate seu amiguinho despertou. Bill se levantou e engatinhou ate Tom.

–Então Tommy querido, vamos brincar- saiu como um gemido perto da orelha de Tom.

Rapidamente Tom subiu em cima de Bill e assim iniciou-se um beijo longo e agressivo, os lábios carnudos de Tom foram ao encontro dos delicados e macios lábios de Bill, suas bocas pareciam tornados quando se unem, com muita agressividade, mas foi necessário separa-las, pois o ar foi preciso.

–Amor, temos que conversar- disse tom dando pequenos selinhos em Bill.

–Serio tom?- perguntou mordendo o lábio inferior, em sinal de nervosismo — que saco lá vem esse assunto de novo. Pensou Bill.


Notas finais
Reviews!! comentários, sugestões. küsse...