Sacrifícios, Pelo Amor Verdadeiro.
12 Capítulo 12
Notas iniciais
boa leitura ich liebe dich kkk
Tomamos o nosso café da manhã tranquilamente, Tom fora para o trabalho e eu para o meu, mas antes de chegar ao prédio onde trabalhara me acontecera um imprevisto.
Eu estava a dirigir tranquilamente e faltavam menos de três quadras do prédio, quando de repente uma mulher se joga contra o meu carro, entrei em pânico.
- Oh! Meu deus- Disse parando de imediato meu Audi, e saindo do mesmo.
-Esta tudo bem?- Perguntei a ela.
- Sim, não foi nada senhora eu apenas me distrai e não vi o sinal fechar- respondeu a mulher enquanto se levantava ela tinha os olhos caramelos iguais aos meus, tinha a pele branca e seu cabelo era preto na altura do quadril, ela era um pouco mais baixa que eu e me fitava como se me conhece-se ou tenta-se se lembrar de algo.
-Prazer, Bill Kaulitz- estiquei minha mãe e apertei a mão da mesma.
-Prazer Simone- retribuiu o aperto- Nossa como você parece com uma mulher? Alias de quantos meses você esta?- corei.
- É que sou Hermafrodita, tenho muitos hormônios femininos, e masculinos também- tentei explicar, mas parece que ela não entendeu muito bem- Estou de seis meses desculpe, mas estou um pouco atrasado, preciso ir qualquer coisa me ligue- dei um cartãozinho com o meu numero de telefone.
- Esta bem Bill, bom trabalho e desculpe pelo susto- ela parecia ser uma mulher simpática e de bom caráter.
(Fim /Pov Bill)
Bill chegara a seu serviço ainda abalado, tremia um pouco, pois não estava acostumado a atropelar pessoas por ai, então decidiu ligar para Tom, logo que estacionou no prédio pegou seu celular e discou o numero de Tom.
- Oi Amor, aconteceu alguma coisa?- disse preocupado, pois Bill não costumava ligar naquele horário.
-É que quando eu estava a vir para o trabalho eu bati meu carro...- Bill fora interrompido.
-QUÊ?- Tom praticamente gritou- Estou indo pra i agora, você esta bem? Aconteceu alguma coisa com os bebes?- Toda vez que Bill ia falar Tom o interrompera.
- TOM- agora fui eu quem gritou- acalma-te, não aconteceu nada comigo nem com nossos filhos- Tom suspirou aliviado.
- Desculpe Bill força do habito- Ambos deram risadas- Agora me explica como tu bateste o carro?
-Então como eu estava a dizer, eu bati o carro em uma mulher que não prestara atenção no farol e veio correndo em direção ao meu carro, e quando escutei um barulho me assustei, pois pensei que havia amachucado, então sai do carro e fui ate ela. — Tom ouvia atentamente.
- Mas achei algo familiar nela Tom- Bill agora tentara lembrar-se do rosto de sua mão- Ela me lembra a minha mãe.
- Que?- mas o Tom é lento mesmo para entender as coisas- Ela disse o nome dela pra você?- Tom mordia uma caneta, estava apreensivo e temia algo, era um lance que ele tinha desde novinho, tinha essas sensações quando algo estranho ou ruim ia acontecer.
- Sim, ela se chama Simone muita coincidência- Bill refletia.
- Muita mesmo, a Amor esquece ela é só uma mulher com o nome parecido da sua mãe.
- Esta bem, vou indo porque já estou mais que atrasado, beijos meu Amor já estou com saudades.
- Também Amore, beijos- Tom desligara o telefone.
O dia foi tedioso para Bill, ele não parava de pensar naquela mulher, e cada vez mais lembranças do passado o assombrava sua mente, Bill decidiu então que quando saísse do trabalho passaria no orfanato que fora abandonado, agora mais que nunca ele queria saber onde sua mãe estava.
Já eram cinco e meia da tarde Bill sairá do trabalho e fora direto ao orfanato, ele dirigiu um bocado já que o orfanato ficava um pouco distante do centro onde ele morava. As lembranças viam que nem asteroides em sua mente, uma pior que a outra ele passara por um caminho de terra por onde ele andava quando pequeno, e brotou um pequeno sorriso em seus lábios, embora tivesse uma infância conturbada haviam alguns momentos que foram bons em sua vida.
Bill parou seu carro em frente ao pequeno jardim que agora estava mal cuidado, pois o tempo castigara as folhas e as flores, ele olhava tudo atentamente, e cada vez mais as lembranças vinham, ele estava se segurando para não chorar, pois querendo ou não fora ali que vivera a maior parte de sua vida, uma senhora já bem de idade sairá para ver quem estava lá fora.
-Por favor pode desligar os faróis- disse educadamente.
Bill desligou os faróis e saiu de seu carro.
- Boa tarde senhora no que posso ajuda-la?- novamente a senhora.
- Boa tarde, há alguns anos eu morei aqui nesse orfanato e agora estou disposto a encontrar a minha mãe, e gostaria que a senhora me ajudasse- Bill sorria, mas em seu interior ele parecia explodir de tanta tristeza que tomava conta de seu coração agora.
- Sim, me acompanhe- disse a senhora os guiando ate uma porta de madeira, o lugar era simples, Bill olhava tudo atenciosamente, tudo estava em seus devidos lugares, nada mudara.
- Samanta- a senhora chamara uma moça uma das freiras que cuidava das crianças- Acompanhe essa moça ate os registros antigos.
- Sim Madre- Samanta os levara para uma pequena sala, onde haviam algumas caixas cheias de registros antigos, havia registros de todas as crianças que passaram por lá.
- Sente-se — Samanta disse educada, Bill sentou-se e passou a observa-la- Qual o seu nome moça?- Bill estava distante, balançou a cabeça e respondeu.
- Me chamo Bill kaulitz- Ela o olhou surpresa.
-Mas como?- ela fazia cara de interrogação- mas homens não podem ter filhos?- disse como se fosse a coisa mais obvia do mundo.
- Eu sou hermafrodita, metade mulher metade homem- ela o olhava atentamente- Mas enfim você pode me ajudar, preciso de algumas informações sobre o meu passado, e suponho que aqui deve haver uma boa parte.
Samanta assentiu, ela começou a procurar os registros de Bill que a olhava aflito e ansiava por respostas, demorou um pouquinho, pois havia alguns registros todos com o mesmo nome de Bill, mudando somente o sobrenome.
- Achei- disse pegando uma pequena caixa e colocando-a sobre a mesa- Bill kaulitz- disse em voz alta, A essa altura Bill já suava frio e tremia igual vara verde.
- Vamos ver-Samanta retirou uma pasta de dentro da caixa e começou a folheá-la.
- Então?- Bill estava curioso.
- Aqui tem registrado o dia em que você foi deixado aqui no orfanato, seus dados pessoais, o nome de sua mão junto com uma foto e um pingente.
- Posso ver a foto?- Bill se sentia mais aliviado, agora poderia ter algum tipo de informação sobre sua mãe.
- Sim- Samanta retirou a foto do clips e a entregou a Bill.
- Oh! Meu deus- Bill disse e começou a chorar- Eu não acredito que a encontrei e a deixei ir- Mais lagrimas desciam de seu rosto. Samanta foi ao seu encontro e o abraçou, ele retribuiu o abraço e aos poucos foi parando de chorar.
Notas finais
e mais desculpas....
kusse byebye
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