Notas iniciais
Heey, primeira história aqui :)
Espero que goste e Boa Leitura
Aaah e não se esqueça de me dizer o que achou viu?? Quero saber tudinho, o que gostou e principalmente o que não gostou, afinal tenho que saber onde melhora-lá.
E é isso, te vejo lá embaixo o/
(o bonequinho está acenando use a imaginação poxa).

Dani acordou com o som de seu despertador tocando, estava num estado específico do sono no qual não sabia mais se estava dormindo ou acordada, e seus sonhos se misturavam com a realidade em uma névoa confusa em sua cabeça. Virou-se e pegou seu celular para desligar o alarme, seu sonho continuava um pouco vertiginoso vagando por sua mente, somente servindo para fazer ela se sentir mais culpada ainda por ter sonhado com ele, afinal sabia que era errado, mas alguém precisava contar isso pro subconsciente dela.

Levantou-se e colocou seu uniforme, desceu para tomar seu café, terminou de se arrumar e seguiu seu caminho para o colégio. Traçava o mesmo caminho todo dia, a única coisa que a fazia não se entediar era o céu, certo que morava na cidade com um dos horizontes mais cortados por prédios de todo o mundo, e que a camada de poluição que cobria toda sua extensão era como um grosso manto nas noites de inverno, mesmo assim ela continuava a se maravilhar com o céu que observava toda manhã.

Ao chegar, subiu as longas rampas, se dirigia a sua sala quando acabou parando por ter encontrado com um amigo, Luca, ele era alto e tinha cabelos escuros como petróleo, seus olhos mesmo sendo pretos tinham um certo brilho que faziam com que um sorriso brotasse em seu rosto, pois o brilho nos olhos dele era como esperança, conseguia se reparar que frequentava a academia, mas seus músculos não eram evidentes, somente bem definidos, também era seu professor de matemática, o que aparentava ser um grande detalhe para grande parte da escola (inclusive para a diretoria certa vez, mas esta brilhante história é para outra hora). E Luca era meu melhor amigo no colégio, por que ser normal não é mesmo Dani? Ser amiga do professor de matemática? Sério? Você poderia ter ao menos ter escolhido o de filosofia... Enfim, melhor sair de meus devaneios.

-Bom dia luz do dia! – Luca exclamou com ironia ao me ver subindo.

-Bom dia raio de luz! – Exclamei seguindo o mesmo o tom.

-E então como foi o fim de semana sem a minha pessoa? – Perguntou ele me acompanhando.

-Muito difícil, nem sei como foi que consegui sobreviver. –Respondi num tom melodramático.

Ele deu uma pequena risada e continuou:

-Imagino... A vida sem mim não tem lá muita graça. – Começou ele. – Assim como não é muito bonita, admitiremos.

Rolei meus olhos e lhe dei um leve empurrão:

-Às vezes me pergunto por que continuo falando com você... É muito ego em uma única pessoa.

-Ah, eu sei muito bem por que continuo falando com você – Disse com tom de flerte enquanto passava seus olhos por mim.

-AH CALA BOCA!

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Lisa tinha acabado de chegar ao shopping onde tinha combinado de encontrá-lo, esperava que não estivesse muito atrasada, depois de tudo que aconteceu tinha surpreendido a si mesma por ter conseguido juntar forças, parar de chorar e sair de casa, mas ela sabia que ele havia passado pelos mesmos problemas, senão piores, e não queria decepcioná-lo.

Logo ao chegar ao ponto de encontro se sentiu um pouco mais aliviada, pode até soar um pouco egoísta, mas ela ficou feliz ao ver que não era a única com os olhos ainda marcados da dor, tinha passado horas a fio tentando esconder a vermelhidão que todas aquelas lágrimas haviam lhe causado, mas a maquiagem não foi suficiente, todos que passavam por ela e conseguiam ver seus olhos lhe lançavam o famoso olhar de pena que se vê tanto em funerais, olhares não somente de pena, mas também de desamparo por não saber o que fazer, não saber o que falar, por que sabem que não é possível fazer com que a dor simplesmente vá embora.

Mas somente ali percebeu que também não sabia o que iria falar com ele, não tinha tanta intimidade com ele quanto com Dani (o que é bom, por que se tivesse tanto quanto ela, bem, isso sim seria um problema, mas você conseguiu captar a ideia). E então Lisa se encontrava com o mesmo olhar do qual reclamava há pouco tempo atrás. Mas de qualquer forma se aproximou dele.

-Oi – Disse ele levantando a cabeça, num tom cotidiano que quebrou com o olhar triste que ele mantinha há pouco tempo atrás.

-Olá. – Respondi me sentando ao seu lado no banco.

-Você recebeu alguma notícia? – Perguntou ele apreensivo, seus olhos pretos adquirindo mais brilho.

-Não... – Respondi tristemente. – Mas eles têm o meu número e disseram que assim que descobrirem qualquer informação me contatarão.

-É... Acho que isso é o melhor que podemos conseguir agora não é? – Luca deu um sorriso desanimado.

-É, acho que é...

E depois deste comentário só houve o silêncio, mas o contrário estava acontecendo em minha cabeça, não conseguia parar de pensar no fato de que minha melhor amiga tinha acabado de ser sequestrada, e ficar parada esperando por uma ligação era algo que eu não conseguia aguentar. Dani e eu dividíamos um apartamento e ontem a noite logo após a comemoração de seu aniversário de um ano de namoro com Luca ela não havia chegado em casa, Luca disse que havia deixado ela na porta de casa e havia visto ela entrar, mas quando cheguei, alguns minutos mais tarde ela não estava lá, houve uma investigação e depois de muito desespero foi confirmado o que nós temíamos, claro que esperamos até hoje de manhã, esperando que ela aparecesse e que tudo fosse um mal entendido, mas infelizmente não era. E agora eu tenho que esperar sentada pelos resultados? Tenho que esperar que policiais ocupados, muitas vezes preguiçosos e que não possuem nenhum laço real com a vítima a encontrem e liguem para mim dando as boas notícias? Isso realmente parece coisa de outro mundo e eu não vou ficar parada aqui esperando.

-Na verdade, quer saber de uma coisa? – Exclamou Lisa levantando-se do banco. – Eu não vou ficar aqui sentada esperando esse estúpido telefone tocar. – E virou-se para começar a andar, mas Luca a parou, segurando seu braço.

-Espera um pouco ai moça da saída dramática. – Disse ele enquanto a parava. – Será que você poderia me explicar o que você pretende fazer? Acho que estou um tanto quanto interessado em fazer o mesmo.

Notas finais
E ai??? Como foi?? CONTE-MEEEEEEEE
Fale pra mim o que achou please....?
Enfim é só isso, até o próximo.
Beijuuuus
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.