Notas iniciais
Cap um pouco maior... espero que tenha ficado bom, pois eu não tenho a minima ideia do que estava escrevendo kkk

Eu estou gritando "Eu te amo tanto", mas meus pensamentos

você não pode decodificar"

Decode, Paramore

“Ah, Kuchiki não acredito que você vai entrar em licença, pensei que iria ficar até os últimos meses.” Disse kiyone triste, olhando Rukia saindo do 13° esquadrão.

“Eu também acho que é cedo demais para eu parar, mas Ukitake taichou praticamente me obrigou a tirar férias indeterminadas...” disse aborrecida saindo da 13° divisão, caminhando pela sereitei.

De repente sentiu como se alguém a estivesse seguindo, observando-a. Uma sensação de frio correu sua espinha, quando sentiu que alguém estava saindo da mata, se virou para olhar em meio as arvores. Porém não havia ninguém. ‘devo estar cansada’ pensou, seguindo seu caminho, até que ouviu alguém gritando seu nome.

“Kuchiki!” gritou Matsumoto. “Há quanto tempo que eu não te vejo!”

“Oi Rangiku-san, eu estava fazendo papelada nos últimos meses” disse dando um sorriso fraco “então quase não sai da minha divisão.”

“Ah, eu entendo” disse olhando para a barriga camuflada, pelas vestes shinigamis. “por causa dele, quantos meses Kuchiki?”

“Cinco” disse suspirando. Mais uma pessoa que descobriu. Matsumoto olha seria para a pequena.

“Com essa roupa nem da pra perceber. Quem é o pai? sei que não é da minha conta.” disse vendo a menina se encolher, Rukia não gostava de ser questionada, ela não queria que todos soubessem que ela estava esperando um filho de Byakuya, pelo menos por enquanto. Queria evitar as fofocas por agora... ”eu sei que aconteceu na confusão do hollow aquela vez, não deve ter sido fácil” disse com compreensão.

“Eu não gostaria de falar sobre isso... é irrelevante por enquanto, logo todos vão saber” disse repetindo a frase mais uma vez. “por enquanto essa informação só traria mais dor de cabeça, pra ambos” disse olhando seria para o rosto de Matsumoto “Eu gostaria que você não comentasse com ninguém sobre o incidente do hollow ou a gravidez, pelo menos agora” Matsumoto olhou derrotada.

“Are, are, eu não vou... eu sinto muito pelo oque aconteceu. Espero que ele assuma as responsabilidades ” Rukia suspirou triste.

“Ele vai”

“Não vejo a hora de ver como vai ser seu bebê, e que ele venha com muita saúde” disse sinceramente.

“Obrigada” fechou os olhos em tristeza, ela queria encontrar uma solução antes que o bebê nascesse, ou que Byakuya conseguisse o acordo. Ela não estava disposta a ter esse filho tirado dela.

Rukia estava aliviada por ter sido obrigada a ter férias, assim ela estaria livre das mesmas perguntas e olhares recriminatórios. Principalmente agora, que logo seria quase impossível não notarem seu volume abdominal, sobre as vestes de shinigami.

“MATSUMOTO!” gritou Hitsugaya. Matsumoto se encolheu.

“Eu já vou indo Kuchiki, até mais. Boa sorte com o pequeno Kuchiki.” Disse correndo do seu taichou.

Rukia suspirou aliviada. As poucas pessoas que sabiam de sua gravidez, lhe interrogavam sempre. Mas apenas poucas sabiam a historia toda. Unohana deduziu logo que viu seus exames de sangue, semanas depois quando ela foi a 4° divisão para novos exames, a mulher lhe pediu desculpas, por não ir pessoalmente verificar se Byakuya tinha sido atingido.

Ukitake sabia obviamente, foi a segunda pessoa que ela contou, Kyoraku sabia por ser o melhor amigo de Ukitake, além deles só o soutaichou, seus amigos humanos e Renji sabiam... Renji. Suspirou triste ao se lembrar do amigo, ela sentia sua falta.

Mais uma vez alguém chama por ela. ‘Oh de novo não’ pensou desanimada.

“Kuchiki-san!” ele se vira e se depara com Inoue.

“Inoue?” fica supressa mais logo da um sorriso para a amiga. “que bom que você está aqui!” Inoue era uma das poucas pessoas que sabiam que a futura esposa de Byakuya, iria praticamente ser a mãe de seu filho.

“Ah Kuchiki-san, eu vim saber se já conseguiu uma solução?” e as duas se sentam embaixo de uma arvore. A jovem ruiva olha com expectativa para a amiga.

“Não, minha ultima esperança é que ele consiga um acordo” disse triste.

“Você sabe que minha proposta ainda está de pé” Rukia acena positivamente.

“Em breve. vou perguntar se ele conseguiu um acordo...” Ela suspirou “e farei isso, se não houver mais opção.”

“Oh sim, conte comigo” as meninas sentem uma reiatsu se aproximando.

“Renji...” diz em um sussurro quando vê o ruivo se aproximando.

“Oi Rukia, Inoue” cumprimenta tímido.

“Oi Abarai-kun” diz Inoue sorridente.

“Inoue eu poderia, conversar a sós com a Rukia?” perguntou olhando para longe.

“Claro eu estou indo para casa agora” olhou nos olhos da amiga “Até mais Kuchiki-san, eu vou estar te esperando, vai dar tudo certo.” Diz com olhar firme para amiga, antes de sair.

Rukia observa a menina ir embora e depois se vira para encarar Renji.

“Rukia, eu queria pedir desculpas” Rukia abre os olhos com surpresa.

“...” se levantou, simplesmente não conseguiu falar nada

“Eu agi como um verdadeiro idiota, não é?” disse coçando a cabeça, e em seguida tirou um pacote das suas vestes de shinigami. “isso é pra você” Rukia pega o pacote e fica paralisada olhando para ele.

“Renji, eu estou tão feliz que você não está mais com raiva de mim” disse sorrindo.

“Eu nunca ficaria com raiva de você, desculpe por ter sido um babaca, em uma das horas que você mais precisou de apoio” disse culpado.

“Está tudo bem, seu baka” disse sorrindo e dando um soco de leve no braço do amigo.

“Então não vai abrir?” apontou para o pacote na mão da pequena.

“Oh é mesmo” abriu o pacote tirando de dentro um macacão branco, de touca com orelhas de coelho. “um macacão chappy” disse com os olhos brilhando. ”Obrigada Renji”

“Eu sei que é tarde para eu dizer isso, mas eu quero que saiba que pode contar comigo sempre”

“Estou tão feliz que você aceitou meu filho” disse com a cabeça baixa, tentando esconder a emoção em seu rosto.

“Como eu não aceitaria... esse bebê é praticamente meu sobrinho, eu fui um idiota aquele dia, mas prometo que nunca mais vou agir assim” Rukia deixa uma lagrima de alegria escapar de seu olho e abraça Renji.

“Eu preciso te contar algo” o ruivo olha preocupado. “E também acho melhor que Kuchiki taichou não saiba que você voltou a falar comigo, vai ser melhor assim” disse melancolicamente.

“Hein? Oque você está dizendo Rukia?” pergunta confuso.

“Você já vai entender” disse suspirando triste.

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Byakuya estava no santuário, fazia uma semana que ele beijou Rukia. E ele simplesmente agiu como se nada tivesse acontecido. Nessa semana ele praticamente não conseguia dormir, por mais que ele treinasse ou se cansasse.

Ele sentiu raiva de si mesmo. Por que demônios não se controlou? Oque ela deve estar pensando? Não ele realmente não queria saber. Ela também estava agindo como se nada tivesse acontecido, ela estava o evitando. Certamente ela está com raiva... Nojo dele. Mas por outro lado ela não o afastou, ao contrario ela correspondeu. Ele suspira.

Não seja idiota’ isso não queria dizer que ela sentiu algo por ele. Ele deve se esquecer disso.

Ele estaria se casando no período de seis meses, e se tornando pai em quatro. Ele suspirou internamente agora, seu filho iria nascer e ele não conseguiu o maldito acordo com os anciões, para que Rukia seja a única responsável pela criação do bebê, com todos seus direitos. Ela definitivamente deve odiá-lo. Ele a violentou a engravidou e depois praticamente está deixando que tirem o filho de seus braços, meses depois que ele nascer.

Ele devia ter a deixado sair do clã, mas não deixou, ele era um maldito egoísta! Tudo de ruim que está acontecendo com Rukia, era culpa dele. Ele tinha que achar uma solução para tira-la dessa situação.

Olhou para o retrato de Hisana, que estava imortalizado com um sorriso. Seu coração se angustiou, ele falhou miseravelmente em sua promessa. Ele podia sentir o olhar decepcionado de Hisana sobre ele. Implorar perdão todas as noites sobre aquele santuário era o único que podia fazer, mesmo assim só sentia pior a cada dia.

“Você é um desgraçado Kuchiki Byakuya” disse para si mesmo, e olhou para a pequena caixa branca encima da mesa.

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Rukia estava vestindo seu quimono de noite, antes de amarra-lo percebeu as mudanças de seu corpo. Seus seios tinham aumentado um pouco ficando mais visíveis e sensíveis, sua barriga já era bem aparente, apesar de não ser tão volumosa ainda.

Terminou de se vestir e sentou em seu futon. Uma angustia varreu todo seu corpo, ela não conseguia imaginar Byakuya com outra mulher, doía. Era tudo tão confuso.

Depois do beijo ele agiu como se nada nunca tinha acontecido, friamente e inexpressivo... Suas conclusões sobre o beijo certamente eram verdade. Era estupidez imaginar que ele sentiu o mínimo sentimento por ela. A única mulher que ele amou foi Hisana.

Eu não sou digna de seu amor’ pensou triste. Amor... ‘acho que eu... O amo’ essa era a única explicação.

Explicação de sua dor por imagina-lo com outra. Por saber que os sentimentos que ela sentiu em seu beijo, não foram para ela. Seu beijo, tudo oque ela sentiu naquele beijo foi alucinante. Ela estava confusa ainda, era errado... Mas ela tinha quase certeza que o amava. Ela implorava a todos os deuses que não estivesse apaixonada por Kuchiki Byakuya, seu irmão. Se isso fosse verdade ela só ira sofrer, esse sentimento era errado e impossível. Ele iria se casar... Ele vai ser de outra.

Seu coração doeu ao se lembrar disso, e também doeu por pensar que a chegada desse filho estava deixando Byakuya angustiado, e pressionado pelo seu clã. Ele estava se culpando sempre por ela estar esperando essa criança, isso não estava fazendo bem... Ela sabia que sua presença não estava fazendo bem a ele.

Ela pode notar que nos últimos meses ele se transformou em uma sombra do já foi, as obrigações e a culpa por ter essa criança caíram sobre ele como bombas. Byakuya nunca foi um homem alegre e vivido, porém ela podia o ver morrer aos poucos. E ela só podia ver sua insatisfação e não fazer nada por ele. O homem mais importante de sua vida, ela não sabia por que pensava assim. Talvez pelo fato dele ser o pai do seu filho? Ou talvez por estar possivelmente apaixonada por ele... Ela não sabia, só queria vê-lo parar de carregar todo esse peso em suas costas.

E ainda tinha o fato de outra criar sua criança, ela não podia aceitar isso. Ela esperou esses últimos meses, na esperança de que Byakuya conseguisse negociar com o clã. Se não fosse possível, ela só tinha uma solução em sua mente. Desaparecer por algum tempo, um ano talvez. Se ela fosse embora para assumi-lo sozinha, o clã não teria o direito de se impor sobre seu bebê. Byakuya pararia de se culpar. E ela não teria que assisti-lo tomar outra mulher, como sua.

“Pare de ser estupida Rukia! Por que você esta com ciúmes dele?” Ciúmes essa era a palavra que definia parte dessas angustias que sentia, a outra ela estava se negando a entender. Por que ter ciúmes de alguém que nunca foi seu? Que nunca seria. ‘ você não o ama, só está confusa’ pensou.

De repente ela ouve alguém bater em sua porta.

“Entre” para sua surpresa era Byakuya. “Nii... Byakuya”

“Posso entrar?” perguntou inexpressivamente. Entrando e fechando a porta.

“Sim, claro” disse nervosa. Ele se aproxima dela se sentando ao seu lado no futon.

“Eu só vim trazer isso” ele mostra uma pequena caixa, e a entrega, Rukia curiosa pegar e abri surpresa.

“Oh são tão lindos” diz com os olhos brilhando.

“Escolhi branco porque não sabemos o sexo” falou enquanto ela pegava o par de sapatinhos de lã brancos com detalhes dourados. E percebeu que no fundo da caixa tinha outro objeto, um wakame taishi (embaixador algas) de borracha. A obra prima de Byakuya. “É um mordedor, eu mandei fazer a uns dias, ficou pronto hoje” disse com os olhos fechados. Abriu os olhos e pode ver os olhos de Rukia se encherem de água.

“Isso é realmente lindo, obrigada” disse tentando não chorar sem motivo de novo ”estou feliz que tenha mandado fazer isso, muito obrigada mesmo” disse corando e deixando uma lagrima de felicidade escapar ‘malditos hormônios que me deixam agindo como boba’ pensou.

Ele se surpreendeu com a reação dela, e seu coração se encheu de alegria. Ela ainda não o odiava.

“Eu sinto muito, você ser forcado a tantas coisas” ele a olha.

“A culpa não é nem nunca será sua, Rukia. Não suporto ter que fazer algo que não quero, mas isso é minha obrigação para o clã” disse a olhando de soslaio para ela. ’ Menina boba ainda se sente culpada, quando o único que está fazendo-a sofrer sou eu’ “Mas acho que para proteger vocês, eu faria até mais que isso” Rukia sentiu algo mexer dentro de si, o sentimento que a confunde se manifestado de novo.

“Quanto ao acordo com os anciões... você conseguiu faze-los mudarem de ideia?” pergunta com uma ultima centelha de esperança.

“Eu não consegui, desculpe não consegui manter a promessa” disse abaixando o olhar. Doía dizer isso a ela, mas ele faria de tudo para mudar essa situação.

Rukia sentiu uma pontada no coração, ela não teria escolha a não ser ir embora. Já não havia mais esperanças. Ao olha-lo pode ver tristeza em seus olhos, não isso não pode continuar. Ela não queria mais vê-lo sofrer também, seria o melhor pra todos.

Byakuya vê a pequena figura se encolher, percebendo que lagrimas voltaram a sair de seus olhos, mas essas lagrimas eram de tristeza.

“Rukia” chama levando a mão para seu queixo fazendo-a olhar para ele.

“Eu não sei por que, mas não consigo me acostumar com você passando por isso... eu não queria...”

“Que eu me casasse? Que outra criasse nosso filho?” completou, ela o olha com surpresa. ele se aproxima e limpa as lagrimas de seu rosto. “não chore” disse em seu tom normal, e em seguida a abraçou. “você sabe que eu também não queria isso”

Ela fica surpresa pela reação dele, mas o calor de seu corpo e o seu perfume não deixaram que ela pensasse muito, senti-lo assim era muito bom.

‘Por que você está a abraçando?’ uma voz no seu subconsciente gritou. Mas ele a ignorou, ter esse pequeno corpo em seus braços era divino. Ele simplesmente não podia se controlar.

Byakuya se afastou um pouco para olhar seu rosto, retirando a mecha de cabelo que caia em seus olhos colocando atrás de sua orelha carinhosamente.

Rukia não conseguia se mexer ou falar nada, ele estava muito perto... Mas era extremamente bom.

Sentiu quando ele encostou seu rosto contra o dela, e beijou a uma ultima lagrima de sua face. Uma onda de choque correu por todo seu corpo, fechou os olhos com a sensação que um simples beijo no rosto lhe trouxe.

Não faça isso!’ a voz continuou a gritar. Byakuya fechou os olhos deixando seu coração o guiar, seus rostos estavam próximos, ele pode sentir o calor de sua respiração, se aproximou mais causando um leve roçar de lábios. No mesmo instante a sentiu suspirar. Então selou seus lábios com o dela, em um beijo cheio de amor, paixão e de desejo. Ela começou corresponde-lo imediatamente. Ela não o afastou. Ele a puxou para mais perto, e sentiu seus braços pousarem em volta de seu pescoço. Isso era incrível.

Pare com isso’ gritou mais uma vez a voz, mas ele simplesmente não conseguiu ouvir sua consciência, sua razão... Ao inferno com sua razão.

Ele a beijou de novo... Rukia já não tinha pensamentos coerentes para isso. Ela não sabia oque pensar, só queria sentir os seus lábios suaves e fervorosos contra os dela, pela ultima vez antes de partir... Sem hesitar passou seus braços sobre seu pescoço, enredando uma mão em sua nuca.

Byakuya aprofundou o beijo, acariciando seu rosto suave... Sentindo sua pele. Seu desejo explodiu, ele não iria parar a menos que ela o empurrasse. ‘me afaste, ou não poderei me controlar’ mas no fundo ele não queria que ela o afastasse.

Moveu seus lábios dando beijos suaves em sua mandíbula, fazendo uma trilha até o nódulo de sua orelha, sugando-o, sentindo-a tremer e ofegar com a sensação. Em seguida ele a sentiu pousar a mão sobre seu peito, segurando suas vestes com força. Ele voltou a trilhar beijos, agora em seu pescoço.

Rukia sentiu seu corpo estremecer, Byakuya deslizava seus lábios quentes sobre sua pele. Ela não conseguiu conter um pequeno gemido quando ele sugou um ponto sensível de seu pescoço. Já não importava se ele estava a usando como um substituto, ela não conseguia pensar, ela só queria o sentir... Sentir tudo dele. Sem pensar ela colocou a mão sobre a parte exposta de seu peito pela abertura do kimono, acariciando timidamente seus músculos maciços.

Byakuya voltou a beija-la apaixonadamente, como se sua vida dependesse disso. Sem quebrar o beijo ele a deitou sobre o futon cuidadosamente. Voltando a trilhar beijos pelo seu pescoço, ouvindo-a gemer, enquanto ele mordicava levemente sua pele de pêssego. Era maravilhoso saber que ela estava sentindo prazer com seus toques.

Rukia sentiu suas costas encostarem-se a algo macio, era o futon. Por um momento se lembrou do evento traumático de meses atrás, mas as lembranças foram se apagando no momento que ela o sentiu mordiscando e sugando seu pescoço tão sensualmente, lhe enviando uma sensação incrível. Era tudo diferente daquela noite.

Ele desamarrou seu obi, afastando a frente do kimono expondo sua nudez. Antes que ela pudesse protestar, ou sentir vergonha, ele a beijou apaixonadamente, tocando um de seios, seus dedos abeis circulavam seu mamilo, fazendo-a arquear as costas embaixo dele. Palavras não eram necessárias, não agora. Ela tentou empurrar o kimono dos ombros de dele, para ter mais acesso a ele.

Ao senti-la tentando afastar seu kimono, ele rapidamente desfez a faixa obi, ainda sem quebrar o beijo. Ele então a sentiu empurrar seu kimono para longe com sucesso, ele seguiu seu exemplo, terminado de se livrar definitivamente do dela. Tendo um deslumbre de seu lindo corpo.

Ela é perfeita

A jovem não pode evitar corar, quando ele pousou seus olhos famintos, sobre ela. Deslumbrou o corpo da pequena mulher por um instante, e se moveu para pousar um beijo cuidadoso sobre seu ventre, antes de voltar a beija-la.

Sua pele suave agora estava em contato com a sua, sem mais nada no caminho para impedir.

Ele movia suas mãos e seus lábios pelo pequeno corpo, mapeando cada centímetro, saboreando aquela pele suave e perfumada, beijando-a marcando como sua, ela era sua, mesmo que só naquele momento.

Seja minha

Seus medos e traumas estavam desaparecendo a cada toque, a cada beijo. As sensações eram novas... Eram diferentes. Ela estremecia com o calor do corpo nu de Byakuya contra o seu, com a sensação de seus lábios deslizando sobre seu corpo, o arrepio que sentia quando ele raspava seus dentes tão sensualmente sobre sua pele, mordiscando e acariciando seus seios, sua boca quente e habilidosa sobre eles, lhe dando um prazer inacreditável. Ela não conseguia suprimir os gemidos.

Sua pele era tão quente e macia, inundada com o perfume que ela tanto amava. Suas pequenas mãos exploravam seu torso nu, suas costas fortes... Ele é tão perfeito. Ela não resistiu dando leves beijos em seu peito, e em seu pescoço. Ouvindo-o gemer roucamente, enquanto ela explorava seu corpo. Ela não se importava se o mundo iria acabar no dia seguinte, seu corpo estava gritando de desejo... De paixão, estava gritando por ser dele.

Só por hoje

Por um instante eles se olharam, ambos viram suas orbes inundadas de paixão e desejo. Byakuya já não podia esperar para fazê-la sua. Acariciou seu rosto antes de beijá-la no topo de sua cabeça, se posicionado sobre ela.

Rukia sabia oque estava por vim, fechou os olhos ao se lembrar da dor da ultima vez. Ela se agarrou firme em seus ombros, tensa com medo, quando o sentiu começando a penetra-la. Porém seus lábios foram tomados por um beijo tranquilizador, enquanto ele entrou devagar. Ela suspirou com a sensação, seu corpo estremeceu. Foi um pouco estranho sentir esse corpo estrangeiro dentro de si, mas não havia dor... Era diferente da primeira vez, era bom... Prazeroso.

Quando percebeu que ela estava relaxada, ele começou a se mover devagar, lutando para se controlar. A sensação de estar dentro dela o deixava perdido em desejo, mas ele tinha que se conter. Logo seu corpo foi aumentando o ritmo ao perceber que ela estava desfrutando.

Ela não pode conter os gemidos de prazer que aquilo lhe trazia. Ofegava arranhando-o nas costas, e entre gemidos beijava e mordiscava seu pescoço e peitoral. Aquilo o deixava louco, ele dava leve chupões em seu pescoço enquanto se movia, se permitindo movimentos mais intensos.

A paixão era real, não era um sonho. Ele podia ouvir seus gemidos, senti-la o beijando, cravando suas unhas em suas costas enquanto ele lhe dava prazer. Ela empurrava seus quadris de encontro aos seus, procurando por mais, querendo mais... Mais dele. E ele queria mais dela, ele a queria... Queria faze-la sua pra sempre.

Fique comigo

Ambos estavam ofegantes, o desejo enfim se consumando. Seus corpos suados, se movendo perdidos em prazer, seus olhos nublados de luxuria. Ambos já não podiam mais segurar. Rukia podia ver luzes brilhando em seus olhos, o sangue zumbindo em seus ouvidos, quando ela começou a atingir seu pico. Byakuya deu mais alguns impulsos fazendo-a jogar a cabeça para traz agarrando e cravando as unhas em seus ombros com força, quando ela enfim chegou ao seu clímax, chamando seu nome.

“Byakuya” disse em um gemido.

Ele não podia mais segurar, depois de ouvi-la chamar por seu nome com tanto prazer, ele podia sentir suas paredes ficarem mais apertadas em volta de si, quando ela chegou ao seu orgasmo, isso só o deixou mais perto de chegar ao pico, chupou seu pescoço ferozmente quando se sentiu chegando ao seu prazer. Moveu-se mais algumas vezes alcançando seu clímax, logo depois dela, falando abafado em seu pescoço.

“Eu te amo” quase em um sussurro. A beijou mais uma vez, mas dessa vez com ternura. Desfrutando do doce sabor de seus lábios, e se deitou ao seu lado abraçando-a, acomodando em seu peito, puxando o lençol sobre eles. Seus olhos estavam lutando para ficarem abertos, mas não conseguiu, ele foi vencido pelo cansaço das noites mal dormidas e a exaustão da paixão.

Rukia olhou para o homem adormecido ao seu lado, tudo oque tinha acabado de acontecer foi magico. Ela colocou a mão sobre o rosto do homem acariciando-o, afastando as mechas de cabelo que caiam sobre seus olhos. Já não havia mais duvidas, por mais que essa constatação doesse.

“Eu te amo, Byakuya” disse dando um beijo nos lábios do homem que dormia serenamente, enquanto uma lagrima deslizava por seu rosto.

Notas finais
kkk personagem novo! Sim ele o grande Embaixador Alga! zueira kkkk. Confesso que nunca escrevi uma cena assim, ou coisa parecida em toda minha vida... ficou um pouco grande (to pegando essa mania) Sinceramente não sei se ficou legal, ou estranho. Qualquer coisa criticas são bem vindas também! Boa semana, e até sábado!