Notas iniciais
Yeeey, não demorei nem um pouco dessa vez. õ/
Só estou postando, porque eu vou demorar para postar o outro... quero ver vocês sofrendo! muahaha ~~não... eu não quero ver vocês sofrendo....
Não gostei que só teve dois reviews bubu' Espero que tenha mais reviews nesse capitulo... Indiquem essa fic se vocês gostam dela...
Boa leitura! ^.^

Duas semanas se passaram, eu e Conrad ficamos sem nos falar durante elas, estávamos com um assassino em série aterrorizando Vegas. Ele pegava suas vítimas quando saiam de algum cassino, o principal era o Luxor, mas duas das outras vítimas haviam ido ao Mandalay Bay e ao Bellagio. As colocava dentro de um carro e ia para um beco no subúrbio de Vegas, onde as estuprava e as matava. Estavam todos em função desse assassino, ele matava suas vitimas em um pequeno espaço de tempo, em questão de dois dias ele ia matar mais uma. Ele já havia matado cinco mulheres.

Eu e Nick estávamos indo para a autópsia da quinta vítima. E ele tocou novamente no assunto.

- Você e Ecklie? – ele me olhou. Olhei espantada para ele.

- O que tem eu e Ecklie? – me fiz de desentendida.

- Você não me falou ainda o que está acontecendo entre vocês dois.

- Nick... minha vida pessoal não é da sua conta.

Graças a Deus chegamos à sala de autópsia, Albert estava terminando de costurar a morta.

- Catherine. Nick.

- Doc. – nós respondemos juntos.

- Mesmo modus operante? – Nick perguntou se aproximando da mesa de autópsia.

- Sim... Violência sexual com objeto e a carótida cortada. Foi um corte limpo e rápido.

- Alguma coisa a mais? – tentei a sorte, ele poderia ter deixado alguma coisa para trás dessa vez.

- Ah! Sim... Lembram que ela estava segurando algo? Mas por causa do rigor mortis não conseguimos tirar? Aqui está. – ele me entregou um bilhete.

“Já estou na quinta, e vocês? Nem sabem se sou homem ou mulher. Vocês nunca vão me pegar... e elas vão pagar. São todas pecadoras.”

Levei o bilhete para Mandy, sei que não teria digitais, mas tentei. Levei para ver a caligrafia.

De acordo com os testes era canhoto e homem. Não havia nenhuma digital na carta.

Fui falar com Ecklie. Quando cheguei à frente de sua sala, a porta estava fechada. Bati três vezes.

- Ecklie?

- Entre. – abri a porta e lá estava ele sentado à frente de sua mesa lendo alguns papeis. – Sim? – ele me olhou e sorriu. Ah! Aquele sorriso.

- Ele deixou um bilhete. – seu rosto tomou uma feição diferente, o sorriso desapareceu e apareceu aquele Ecklie que todos conhecemos aquele Ecklie sério, muito sério.

- Onde está? – me aproximei da mesa dele e coloquei o bilhete, que estava dentro de um saco plástico de evidência, em cima da mesa.

- Ele está brincando com a gente, mas já sabemos que é homem e canhoto. Mesmo que ele corte a garganta das vítimas com a mão direita.

- Talvez ele seja ambidestro.

- Ou isso!

- Mais alguma coisa? – ele me entregou o bilhete.

- Nada... – me virei para sair da sala dele quando ele me chama.

- Catherine?

- Sim? – me voltei a ele.

- Depois que toda essa confusão acabar, você quer jantar comigo?

- Adoraria. – eu sorri e ele sorriu de volta.

Saí dali e fui direto para a sala de descanso.

- O que nós sabemos sobre o nosso assassino? – Warrick perguntou enquanto tomava um gole do seu café.

- É homem e ambidestro, como a Catherine falou. Pega suas vítimas em casinos, as estupra com objetos...

- Talvez ele seja impotente. – cortei Nick.

- Talvez... – Nick voltou a falar. — Também o motivo que ele use uma faca para matá-las... Mas o que me intriga, é que ele disse no bilhete que elas são pecadoras. Elas tinham namorados ou eram casadas? – Peguei a pasta do caso e comecei a folhear.

- Amber e Tiffany eram casadas, Lucia, Mary e Christine tinham namorados, e Lucia era lésbica. Todas usavam anel de compromisso. – continuei procurando coisas na pasta.

- Bom, nós vimos nas fitas de vigilância que todas elas estavam flertando com vários homens e no caso de Lucia, mulheres. – Warrick largou a xicara de café e continuou a falar. — E elas não têm nenhuma ligação. Talvez ele tenha visto o anel de compromisso nas mãos delas e as julgado pecadoras, talvez ele seja um dos homens que deram em cima delas. Eu me lembro de que nas fitas de vigilância do Mandalay Bay, onde estava Lucia, dois ou três caras foram falar com ela e... – ele parou num súbito e saiu dali.

- Onde você está indo Warrick? – gritei para ele.

- Vou falar com Archie, acho que já sei quem é o assassino. – ele gritou do corredor.

Nick e eu fomos atrás dele.

- Archie coloca o vídeo do Luxor da segunda vítima.

- Aham. – ele colocou o vídeo. Estava tudo passando rapidamente quando Warrick o manda parar e passar o vídeo em tempo normal.

- Veem esse cara... ele olhou para a mãe direita dela e viu a aliança e logo foi embora! – Warrick estava certo. – Archie, o procure nas outras fitas de vigilância.

Archie fez o que ele mandou, ficamos duas horas olhando as fitas, e em todas elas lá estava ele, sempre cantando as vítimas e as deixando após ver as alianças.

- Jogue no reconhecimento facial. – Nick falou. Archie fez isso, e o nome do nosso assassino era Jeffrey Huntson. Fichado por tentativa de estupro e roubo. Fui falar com Ecklie. Liguei para Brass no caminho, vi Ecklie no corredor e sinalizei para ele me acompanhar.

- Brass, consegui um suspeito. Jeffrey Huntson. Ele mora na Avenida Lorilyn, 1428.

Ele respondeu e logo desligou.

- Esse é nome do desgraçado!

- É... vou me encontrar com Brass na casa do suspeito. – não o deixei falar e logo sai dali.

Quando chegamos à casa do suspeito, estava tudo fechado, nenhum indicio de que havia alguém na casa. Brass bateu mais de uma vez, quando ouvimos um barulho dentro da casa, um dos policiais que estavam conosco arrombou a porta, esperei todo o resto entrar. Quem fez barulho foi o gato dele. Brass me chamou na cozinha, havia um bilhete em cima da mesa.

“Vejo que vocês me acharam, mas eu não moro mais aqui. Vocês nunca vão me pegar, é uma questão de tempo até eu pegar todas as pecadoras de Las Vegas. Depois vou para Los Angeles, e pegar as pecadoras de lá.”

Ele estava me deixando irritada, voltei ao laboratório, levei o bilhete para que fosse processado.

Fui encontrar Nick e Warrick. Os dois estavam na sala de convivência.

- Eu estava pensando em me fazer de isca, daqui a dois dias eu posso estar lá no Luxor e esperar por ele. E então o pegamos. – Nick que estava comendo parou de comer e ficou me olhando espantado. E Warrick engasgou com o café.

- Você tem certeza? – Nick perguntou.

- Já falou com Ecklie? – Warrick falou. — Catherine isso pode ser perigoso.

- Mas eu quero fazer isso... Ele está me deixando louca. Quero pegar esse desgraçado.

- Se você tem certeza disso... Nós vamos estar lá com você.

- Obrigada Nick... Vou lá falar com Ecklie.

Fui falar com Ecklie. Ele dizia que não, que era perigoso, que algo podia dar errado. Mas depois de tanto pedir, de tanto insistir, ele cedeu.

Os dois dias se passaram, estávamos dentro de uma van atrás do Casino Luxor. Eu coloquei um vestido, as vítimas estavam de vestido sempre. Estavam colocando escutas em mim, minha arma ficou dentro da minha bolsa, coloquei uma aliança na mão esquerda. Quando terminei, entrei no Casino e me sentei no bar onde as vitimas ficavam. Havia policiais disfarçados por todo o lugar. Nick e Warrick estavam em um cassa niqueis alguns metros longe de mim. Fiquei quase duas horas ali esperando o cara certo, cerca de sete homens já haviam vindo conversar comigo, mas não dava muita conversa. Quando finalmente ele chegou, todos que estavam dentro do cassino se preparam para caso ele tentasse algo.

Começamos a conversar, ele era muito simpático e divertido. Ele pegou um guardanapo e pediu uma caneta para o barman.

“Desligue sua escuta e vamos embora.”

Eu fiquei em choque, como ele soube? Desliguei minha escuta, ele levantou e me ofereceu o braço. Segurei seu braço e começamos a andar.

- Se você tentar alguma coisa, eu te mato aqui mesmo! – consegui sentir a faca quase rasgando minha cintura.

Nós saímos dali e entramos em um carro.

- Você achou que eu não te conhecia Catherine Willows? Você acha que eu não sei a sua história. Não vou te matar por nada, eu sei o que você fez e o que fazia no passado, você é tão pecadora quanto elas. – ele olhou no retrovisor. – Olha! Seus amiguinhos estão nos seguindo. Vamos despista-los?

Ele entrou bruscamente em uma esquina, e logo em outra. Lentamente coloquei minha mão dentro da bolsa. Ele parou o carro e colocou a faca no meu pescoço.

- Não tente nada. Agora me dê isso. – peguei a arma e lhe entreguei. – Sabe Catherine, eu não gosto de armas, elas deixam pistas e não é a mesma coisa que esfaquear alguém.

Fomos para algum bairro de Vegas que eu não conhecia. Ele estacionou ao lado de um beco, me mandou descer. Pegou meu cabelo e me levou para dentro do beco.

- Vamos fazer da forma difícil ou da fácil? Acho que da difícil, é mais divertido.

Ele me jogou no chão e veio para cima de mim. Ele tentava levantar o meu vestido, mas eu lutava contra ele. Ele começou a me bater, ele era mais forte que eu, não conseguia evitar isso. Comecei a gritar por socorro, era a única coisa que me restava.

- Cala a boca... – ele me deu um tapa na cara. – Geralmente elas não lutavam, mas porque você esta fazendo isso Cath? Ninguém vai te salvar, você vai morrer aqui. Não adianta gritar, ninguém se importa com gritos aqui, cada um cuida da sua própria vida, ninguém vai vir Catherine.

Eu não poderia fazer mais nada, ele ia usar a minha arma para me violar quando ouço uma voz atrás dele.

- Larga a arma Jeffrey! – ele olhou assustado, Nick, Warrick, Brass e mais alguns policiais estavam na entrada do beco, todos com as armas apontadas para ele. Jeffrey me levantou e pegou a sua faca e colocou contra o meu pescoço.

- Ou vocês vão fazer o que? Atirar em mim? Não, se atirarem em mim vocês vão atirar nela.

- Vamos Jeffrey, você não vai ganhar nada com ela! – Brass falava.

- Vou sim... vou tirar mais uma pecadora do mundo!

- Como você sabe que ela é uma pecadora?

- Eu sei do passado dela. Sei que ela rebolava por dinheiro, sei que ela já traiu o seu falecido ex-marido, e não foi uma vez, foram muitas vezes. Ela sim é mais pecadora que as outras.

Ele estava com a arma na outra mão, era a minha chance. Rapidamente peguei a sua mão e mirei logo abaixo do meu pulmão e disparei.

Nossos corpos caíram no chão, aquela dor era insuportável. Senti a mão de Nick contra o meu ferimento.

- Fique comigo Catherine. Vamos, fique comigo. – sua voz estava longe. – Cadê a ambulância! – ele falou irritado. – Vamos Catherine, fique comigo!

Eu não ouvia mais a voz dele, será que eu havia morrido?

Notas finais
Será que a Cath morreu? Gosh... vou demorar para postar o próximo capitulo, porque quero fazer uma coisa bem legal, talvez ele seja o último. Quero muitos reviews para continuar...
Até o próximo capitulo galera :)
Beijos