Run For Your Life, Or Stay And Die

1 Qual é o problema com essa noite?


Notas iniciais
Noites tão geladas e muito negras
Lua se esconde por trás das nuvens
Andar por caminhos bem estreitos e escuros
Dizia-se que estavam assombrados
Segui em frente e não olhei para trás
Á medida que ia avançar ouvia-se barulhos estranhos
Estava-me deixando assustado
Meu coração batia com intensidade à razão do medo

Foi na ultima chuvarada do ano,a noite estava preta.O homem estava em casa;chegara tarde,exausto e molhado,depois de uma viagem de onibus mortificante,e comere,sem prazer,uma comida fria.Vestiu o pijama e ligou o radio,mas o radio estava ruim,roncando e estalando.

Já eram 00:30 da madrugada, e ele se revirava na cama,tirando os lençois.Não conseguia dormir.Parecia,que e 20 anos morando ali,tinha alguma coisa errada naquela casa.Alguem bateu na porta,levantando subtamente já desligando o rádio,pensando em uma distração.Caminhou lentamente pelo escuro longo e frio corredor.Até chegar é porta,tocou na maçaneta congelante e enferrujada,girando-a.Assim que a porta se abriu o homem sentiu um arrepio na nuca.

Não tinha ninguem na porta.E a chuva estava torrencial.Fechou a porta e entrou.Virou subtamente para trás.Jurava que tinha visto alguém.Abaixou mais a cabeça.tinha pegadas de sangue no chão rangento.Ouvia o som de correntes sendo arrastadas pelo cão.O radio antes desligado,agora estava chiando.Foi quando ele ouviu risos,choros e lamentos,ah,e gritos.Gritos mortos,abafados e desesperados.Ele ouviu o chão ranger,passos e mais passos.Uns passos apreçados,outros calmos que mais pareciam que o dono tinha toda a calma do mundo.Outros eram pesados que mais pareciam marretas do mais pesado aço,enquanto outros eram tão leves que mais pareciam da mais leve moça.

As vezes via 3 ou4 vultos ao mesmo tempo,um aqui outro ali.Viu um esqueleto de um gato em sua janela,mas ele pulou e desapareceu de tão de repente.Alucinação?Não. A casa de gerações estava assombrada?Talvez.Ele estava com medo?Estava,sinceramente...estava.Correu pelo correu pelo corredor até o banheiro.Chegando lá o espelho estava marcado com dedos sangrentos.Como o resto do banheiro.Parecia que alguém tinha sido massacrado ali.

Ele pensou:Ou ele conversava com “eles” ou deixava eles o matarem.Ou eles seriam seu amigos ou seus piores inimigos.Já eram 4 horas da manhã.Ou ele fazia isso agora ou nunca.Ele quebrará finalmente a barreira entra a vida e a morte?

Foi por causa dele que eles entraram ali.Segunda-feira á noite,naverdade de manhã,ele estava sendo assombrado,aterrorizado.Caiu um raio em sua janela.E a luz fez a sombra de algo.Uma silhueta.De alguém curvado ,torto e retalhado e algumas partes do corpo lhe faltava.Correu para a sala quase escorregando no chão sujo de escarlate ainda fresco.Voltou a correr e tropeçou em algo,caindo,um piso solto talvez.Sem desistir se arrastando ate ficar de pé,e chegou á sala principal pegou o telefone que até 4 anos empuerava a mesa com o abajur.Tentou ligar para alguém.Para a policia,o vizinho,sua noiva.Mas estava sem sinal e parecia que o fio do telefone fora cortado.Parou e pensou novamente:”Do mesmo jeito que entrou vai sair”.Foi até a porta rapidamente.A porta se abriu vagarosamente.

Um par de mãos,ou melhor,de coisas o tocou no pescoço e foi o apertando,frias e puras,sem pele,mãos esqueléticas.O forçou a fechar a porta e assim que foi a fechando auqilo ia o largando.Ele se virou e não viu ninguém.Ele pensou:

“Ai meu Deus...é hoje que eu morro”

Sentiu uma mão em seu tornozelo,e a sentiu puxa-lo,o fazendo bater o craniona maçaneta da porta.Fazendo,não de imadiato,um corte.Mas doeu,muito. Mesmo sentindo a mão,e estando sendo arrastado de frente ele não conseguiu ver que o arrastava.Foi sendo arrastado violenta e rapidamente até a cozinha gritando.

–AimeuDeusaimeuDeusaimeuDeus!

Ele tentou se segurar em tudo que era lugar.No piso solto,nas portas e nas quinas.Mas a coisa era mais forte que ele.Ele se arranhou,se ralou e se cortou.Se rebatendo,não sabia o que era,só conseguiu ouvir um riso e um grito.O riso era de alguém.O grito era o seu.

–Não!Saiam!Me deixem em paz!-Gritou o homem com medo.

Ele pegou sua faca na cozinha e correu para a sala principal,no inicio do corredor ele se viu encurralado por um cachorro que mais parecia um rato.A cabeça maior que o corpo,dentes rangendo,boca espumando e um olho maior que o outro,maior mesmo,esbugalhados prestes a saltar da cabeça,com as orelhas mastigadas e despedaçadas .Avançando com calma e com a faca em frente ao corpo,o cachorro avançou contra ele,que no desespero,fez a faca deslizar no pescoço do zumbi canino deixando o cão estirado no chão com sua cabeça separada logo ao lado e voltou a correr de novo.Ele não sabia que não se corre com faca na mão.Ele abriu a porta subtamente e de repente grito,vultos,gemidos,choros,risos e rugidos passaram por ali.Ele a fechou e foi deslizando com o ombro ao fechar a porta.O homem olhou ao seu redor e viu que tinha muito trabalho a fazer,mas só no século que vem pois estava arrasado.

Foi praticamente se arrastando ate sua cama.Escalou pela cabeceira até em cima da cama.Se jogou no travesseiro e trancou as pálpebras pesadas.Quase ao mesmo tempo que o despertador tocou.Ele o desativou quase que o jogando na parede.Mas se segurou e levantou,e se arrumou vagarosamente pois ele programava o despertador para tocar 3 horas adiantado .Ele pegou sua mochila e saiu da velha casa agora com uma historia oculta.Ele foi caminhando com o gato agora com carne,pele e pelagem da cor do mais preto carvão.Ele olhou para o gato,sorriu e disse:

–Acabou...para mim,acabou.-Pegou o ônibus e partiu com um turbilhão de pensamento ainda sendo observado pelo gato

–“Por enquanto”-Pensou o bichano,aparentemente sorrindo com a calda a balançar.


Notas finais
Ouvia vozes como se tivessem a falarem me ao ouvido
Via sombras a andarem pelos bosques
As nuvens dispersavam-se, a lua se mostrava a sua luminosidade
De repente uma figura sinistra me apareceu a minha frente
Estava possuído queria-me matar
Fugi, voltei para trás
Vozes se transformaram-se em sons distorcidos
Como se tivessem a gritar, bem arrepiante
Consegui escapar daquele caminho horroroso
Refugiei-me na cidade, escapando daquilo tudo